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Na frente das câmeras, eles fizeram discursos contundentes contra o "fundão" eleitoral de R$ 5 bilhões, mas, longe dos holofotes, aceitaram usar o dinheiro que condenaram. Dos 167 deputados e senadores que se posicionaram contra a reserva bilionária em votação e nas redes sociais, justificando ser uma "excrescência", uma "vergonha", uma "aberração", 124 estão usando o dinheiro para financiar suas campanhas neste ano.

Os candidatos podem abrir mão de receber os recursos e utilizar apenas doações de pessoas físicas. Nesses casos, o partido pode destinar o dinheiro para outros postulantes ou, até mesmo, devolver aos cofres públicos.

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O deputado Major Vitor Hugo (PL-GO), ex-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara, o senador Rodrigo Cunha (União-AL), aliado do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progresistas-AL), e Bia Kicis (PL-DF), da tropa de choque do Palácio do Planalto no Congresso, foram os críticos do fundão que mais pegaram dinheiro dessa verba. Vitor Hugo e Cunha têm em comum candidaturas a governos de Estado.

Conforme levantamento do Estadão, 117 deputados e sete senadores que votaram contra o fundão de R$ 5 bilhões aceitaram receber R$ 188 milhões para gastar na eleição. A lista é reforçada por estrelas de um campo e outro da política, como os deputados Carla Zambelli (PL-SP), André Janones (Avante-MG) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Candidatos a um novo mandato na Câmara, eles recorreram a valores menos expressivos.

Na época da votação que definiu o fundão de R$ 5 bilhões, Vitor Hugo classificou a verba como "exagero". Hoje candidato ao governo de Goiás, é o parlamentar do "grupo dos contra" que mais usou o dinheiro na campanha, um total de R$ 7 milhões, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Procurado, ele não respondeu à reportagem.

Mudança

"É uma vergonha. Incompatível com a realidade do Brasil e um desrespeito aos brasileiros. Sou totalmente contra", escreveu Rodrigo Cunha no Facebook em dezembro de 2021. Não passaram nove meses para o senador mudar o discurso. Agora candidato ao governo de Alagoas, ele já aceitou receber R$ 6 milhões do "fundão vergonha". Ao Estadão, disse que "quem determina os valores repassados são os partidos" e que foi contra o aumento do valor do fundo, não o mecanismo de financiamento. Pelas regras, o senador poderia simplesmente recusar receber o valor.

André Janones também votou contra o fundão de R$ 5 bilhões. Para seus 318 mil seguidores no Twitter, disse que o valor era uma "desconexão" com a realidade do Brasil. "Não é justo, não é certo, não é moral", postou em julho do ano passado. Agora candidato à reeleição, o deputado recebeu meio milhão para bancar sua campanha. "Eu votei contra o aumento, e não pelo fim do fundo. Usei em 2016, usei em 2018, usei este ano e vou continuar usando enquanto o fundo existir", afirmou ao Estadão, ressaltando que, se não utilizasse, o valor iria para outros candidatos de seu partido.

A votação no Congresso não colocava em discussão a existência do fundão, mas o valor para a campanha deste ano. O parlamentar que foi contra e agora usa o dinheiro, na prática, concordou em ser beneficiado com a cifra que condenou.

Excrescência

Tradicionalmente, os presidentes de partido privilegiam candidatos à reeleição na divisão dos recursos. Bia Kicis, por exemplo, recebeu R$ 2 milhões do fundão para bancar sua tentativa de renovar o mandato. Foi a sexta candidata do PL que mais ganhou dinheiro dessa fonte entre todos seus colegas.

No ano passado, Bia Kicis foi contra o fundão de R$ 5 bilhões e postou vídeo para seu 1,4 milhão de seguidores no Instagram associando os recursos à corrupção: "Somos os deputados que combatem a corrupção e somos contra o fundão". Pouco mais de um ano depois, ela mudou o discurso.

"Enquanto nossos adversários dispõem de verba para concorrer, não posso entrar na disputa sem as mesmas armas", afirmou Bia agora. Além do fundão, porém, os candidatos também podem financiar suas campanhas com dinheiro próprio, doações individuais e financiamento coletivo.

Também candidato à reeleição, Eduardo Bolsonaro recebeu R$ 500 mil do fundo eleitoral. No ano passado, o filho do presidente da República classificou o fundão de R$ 5 bilhões como "excrescência" em vídeo divulgado para seus quatro milhões de seguidores no Instagram. Procurado, o deputado não justificou os motivos de agora aceitar ser beneficiado pelo valor que criticou.

Da mesma forma, Carla Zambelli votou contra e condenou o fundão de R$ 5 bilhões, segundo ela "uma aberração", "um escárnio", algo "inaceitável". No Facebook, dizia para seus 2,8 milhões de seguidores que "sempre foi contra dinheiro público em campanha". Como candidata, aceitou receber R$ 1 milhão para financiar sua reeleição. Ao Estadão, a deputada disse que fez uma enquete com seus eleitores que consentiram o uso.

O único partido que rejeitou o fundão de R$ 5 bilhões em votações no Congresso e nas redes sociais e manteve essa posição na campanha foi o Novo. A sigla, de atuação voltada a setores do empresariado, abriu mão de R$ 87,7 milhões para financiar a eleição de seus 479 candidatos a deputados federal e estadual, senador, governador e presidente. Nesse caso, como a decisão de não receber é do partido, os recursos voltam aos cofres públicos.

Dinheiro na conta

O governo federal já repassou aos partidos políticos os R$ 5 bilhões do fundão eleitoral. No total, 31 agremiações receberam os recursos. E R$ 3,3 bilhões já entraram na conta das campanhas.

Líder nas pesquisas de intenção de voto para presidente, o petista Luiz Inácio Lula da Silva recebeu R$ 85,9 milhões até agora. É o maior valor do fundão repassado a um candidato. O PT tem direito a distribuir R$ 500 milhões por ter eleito uma bancada de 54 deputados federais em 2018.

Os petistas votaram a favor do fundão de R$ 5 bilhões no ano passado, o que beneficiou a sigla com o segundo maior volume de recursos públicos. O primeiro é o União Brasil, uma junção do PSL (que elegeu Bolsonaro em 2018) com o DEM. A sigla lançou para a Presidência a senadora Soraya Thronicke (MS). A campanha dela encabeça os repasses do fundo eleitoral da legenda, com R$ 15,5 milhões. Assim como seu partido, Soraya votou a favor do fundão bilionário.

O PL de Bolsonaro tem R$ 268 milhões, dos quais apenas R$ 90 mil foram para a campanha do presidente à reeleição. A maior parte dos recursos utilizados por ele até agora saiu do Fundo Partidário, R$ 10 milhões, formado ainda por verba pública. A sigla, que ao lado do Progressistas e do Republicanos forma o Centrão, também foi a favor do fundão.

Candidata do MDB ao Planalto, a senadora Simone Tebet (MS) recebeu R$ 19,8 milhões do fundo eleitoral para sua campanha. É o maior valor destinado pelo partido a um candidato. Simone Tebet não participou da votação que aumentou o fundão, mas seu partido orientou o voto a favor. Ciro Gomes (PDT) tem R$ 16 milhões do fundão para gastar. Sua sigla também foi a favor.

Destino

O fundão foi criado em 2017 como resposta do Congresso à Operação Lava Jato, que revelou empresários pagando propina a políticos travestida de doação de campanha. As pessoas jurídicas foram proibidas de doar, e o financiamento das eleições passou a ser quase 100% público. Além de fechar a torneira da corrupção, acreditava-se que as eleições ficariam mais baratas. Desde que o fundão foi criado, porém, o Congresso já triplicou seu valor.

O dinheiro pode financiar toda a despesa de campanha, desde gráfica até gastos com marqueteiro e jatinho. A prestação de contas pode ser conferida no site do TSE.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O cineasta Tiago Leitão está preparando a série documental "Palavra Crítica" com 12 críticos brasileiros de cinema. Cada episódio apresentará a trajetória de um crítico, desde as primeiras memórias relacionados ao cinema, passando pelos caminhos que levaram a profissão, até o debate sobre a análise fílmica e a relação da crítica com o mercado audiovisual. As gravações acontecem no Recife, no estúdio da Opara Filmes, a partir desta quinta-feira (13) até o próximo dia 19, com entrevistas conduzidas por Tiago e pelo pesquisador André Dib, também crítico de cinema.

"Palavra Crítica" irá apresentar a trajetória e o pensamento de críticos de diferentes gerações e de várias partes do Brasil. Os profissionais escolhidos têm marcante atuação como críticos nos veículos de imprensa e em atividades como curadoria, programação de salas, pesquisa e ensino. Alguns deles ainda ser tornaram realizadores audiovisuais, criando seus próprios filmes.

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Participam da série os críticos: Alexandre Figueirôa (Recife), Ângela Prysthon (Recife), Ernesto de Barros (Recife), Carol Almeida (Recife), Celso Marconi (Recife), Heitor Augusto (São Paulo), Luiz Joaquim (Recife), Luiz Zanin (São Paulo), João Batista de Brito (João Pessoa), José Geraldo Couto (Florianópolis), Marcelo Ikeda (Rio de Janeiro/ Fortaleza) e Marcelo Lyra (São Paulo). Os críticos pernambucanos Luiz Joaquim e Carol Almeida foram convidados por Tiago e André para serem entrevistadores de outros colegas de crítica, além de depoentes.

A série com 12 episódios é uma realização da Opara Filmes em coprodução com a Plano 9 Produções e incentivo do Funcultura, Secretaria de Cultura, Fundarpe, Governo de Pernambuco e do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). "Senti uma carência em discutir a crítica cinematográfica, um dos pilares para o pensamento cinematográfico, fundamental para a formação de público e da identidade do País. Então, convidei o pesquisador e crítico de cinema André Dib para desenvolvermos a série 'Palavra Crítica' e dar voz essas pessoas", explica Tiago Leitão.

*Da assessoria

Donald Trump desbloqueou nesta quarta-feira (29) uma série de detratores que tinha bloqueado no Twitter, aparentemente cumprindo uma decisão judicial de maio.

O Instituto Knight da Universidade de Columbia, especializado na defesa da liberdade de expressão, ao impedir suas reações diretas aos tuítes do presidente.

Em 23 de maio, a juíza federal de Nova York, Naomi Reice Buchwald, determinou o republicano bilionário que desbloqueasse os demandantes.

Trump desbloqueou as sete pessoas enquanto o Departamento de Justiça apelou da sentença.

"Nos agrada ver que a Casa Branca dá os passos necessários para cumprir com a sentença", indicou o Instituto Knight, que no entanto acrescentou que "seguimos recebendo informes que outros indivíduos além dos que identificamos continuam bloqueados na conta @realDonaldTrump".

Várias pessoas desbloqueadas imediatamente comemoram no Twitter, decididas a retomar imediatamente suas críticas ao presidente americano.

Um deles é Jon Wolfsthal -@JBWolfsthal-, ex-chefe da administração Obama, que tuitou para Trump: "Obrigado por ter me desbloqueado, agora posso dizer a você o que penso, prepare-se".

Trump transformou o Twitter em seu meio de comunicação favorito, e quase diariamente usa a rede social para anunciar medidas ou fazer comentários de toda índole, cumprimentar seus seguidores ou atacar seus oponentes. Sua conta é seguida por 54 milhões de pessoas.

O movimento conservador francês contrário ao casamento homossexual pediu nesta quarta-feira (26) que não se vote no centrista Emmanuel Macron, que disputará o segundo turno das presidenciais, em 7 de maio, contra a candidata da extrema-direita, Marine Le pen.

Segundo a organização "La Manif pour tous", próxima do movimento Sens Commun (Senso Comum), que apoiou François Fillon, o candidato conservador derrotado no primeiro turno, Macron "é um candidato abertamente anti-família".

O centrista "prepara uma política anti-família". "Pelas famílias, pelas crianças, pelo futuro, diremos 'não' a Macron em 7 de maio", afirma em um comunicado a presidente do movimento, Ludovine de la Rochère, sem dar maiores informações.

"Emmanuel Macron quer continuar o quinquênio que termina e prolongar a transformação da civilização. Candidato abertamente anti-família, para ele, o dinheiro está acima do humano", denuncia.

"Rejeitamos essa transformação de civilização que acarreta novas injustiças e desigualdades para as mulheres e as crianças. Com base nestes temas fundamentais, que correspondem ao bem comum, finalidade própria da política, convidamos que cada qual decida seu voto".

No domingo, o Sens Commun se negou a escolher entre o candidato de centro e sua adversária da extrema-direita, Marine Le Pen, os dois classificados para o segundo turno eleitoral. François Fillon, que ficou em terceiro, anunciou que votará em Emmanuel Macron.

A "Manif pour tous" se opôs em vão à lei sobre o casamento gay, adotada em 2013, mobilizando dezenas de milhares de pessoas nas ruas.

Este movimento denuncia, ainda, a procriação assistida para pessoas do mesmo sexo, a regularização dos filhos nascidos no exterior de barrigas de aluguel e uma política fiscal que, segundo eles, penaliza as famílias.

Milhões de pessoas vão assistir no domingo a entrega do Globo de Ouro, a festa que abre a temporada de prêmios em Hollywood e que definem o destino de muitos filmes no Oscar.

Mas poucos sabem que o prêmio é entregue pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), um clube exclusivo e secreto integrado por 90 jornalistas, alguns de meios de comunicação reconhecidos, outros de publicações desconhecidas.

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A HFPA, que foi fundada em 1943 por um pequeno grupo de correspondentes que buscava mais acesso na indústria do cinema, foi crescendo com os anos e se converteu na organizadora de uma das cerimônias mais glamourosas de Hollywood.

Transmitida por NBC para todo o mundo, o Globo de Ouro premia o melhor do cinema e da televisão, e dá projeção a filmes que acabam virando favoritos ao cobiçado Oscar.

"A Academia é bastante convencional em seu gosto quando se trata de filmes estrangeiros, muitos de seus membros preferem uma narrativa mais linear. Nem sempre é o caso da HFPA. Suas escolhas são muitas vezes mais interessantes", afirma Fredell Pogodin, uma publicitária especializada em produções em idioma que não inglês.

Críticos afirmam que o Globo de Ouro é uma ferramenta de publicidade para os estúdios, que levam os membros da HFPA para comer e beber de graça de olh na cerimônia de premiação.

"Eram considerados uma piada em Hollywood e deixaram de ser quando viram que o programa tinha boa audiência e aí cada agente, publicitário, produtos e executivo de estúdio viu que era uma forma de divulgar seus produtos", explica Howard Suber, que ensina cinema na Universidade da Califórnia em Los Angeles há 51 anos.

- Escândalos -

Virar membro da HFPA vai muito além de uma mera formalidade.

Qualquer jornalista estrangeiro que queira entrar deve ser patrocinado por dois membros e o pedido é negado caso um dos integrantes se oponha.

Uma vez admitido, deve produzir seis artigos por ano para manter seu status, e receber acesso a coletivas de imrpensa e eventos especiais sem restrições.

Grandes meiso de comunicação como o francês Le Monde, o britânico The Times ou o neozelandês Herald se queixaram no passado de terem sido excluídos do clubinho.

A associação também se viu envolvida em uma série de escândalos.

Em 2011, seu ex-publicista Michael Russell denunciou na justiça que "membros da HFPA abusavam de sua posição e fechavam acordos não muito éticos e potencialmente ilegais que equivaliam a uma rede de propinas".

O ex-presidente do grupo, Philip Berk, teve que, por exemplo, pedir uma licença da organização em 2014 depois que membros o criticaram pelo que escreveu sobre eles em suas memórias.

Até o comediante Ricky Gervais, quatro vezes anfitrião do evento, insinuou que os prêmios são comprados pelos estúdios.

"Os Globos de Ouro são para o Oscar o que Kim Kardashian é para Kate Middleton. Um pouco mais barulhentos, marginais, bêbados e muito fáceis de comprar", disparou em seu monólogo durante a cerimônia de 2012.

Um dos maiores escândalos aconteceu com o prêmio que Pia Zadora ganhou em 1982 por "Butterfly" e que muitos suspeitaram que se devia a uma viagem com tudo pago que o marido da atriz, o magnata Meshulam Riklis, ofereceu a membros da HFPA para uma projeção privada em Las Vegas.

A associação sempre negou que o 'junket' (viagem paga) tivesse influenciado em sua decisão.

- "Mágico de Oz" -

Deixando para trás os escândalos, nos últimos anos a organização buscou atrair membros mais jovens e ganhou elogios por suas obras de caridade.

O presidente da HFPA, Lorenzo Soria, membro desde 1989, disse à AFP que quatro novos membros foram admitidos no ano passado, incluindo dois da China, mas explicou que cada vez mais há menos correspondentes para recrutar.

"Muitas publicações não podem ter tantos correspondentes como no passado", indicou.

Milhões de pessoas verão o Globo de Ouro, mas especialistas concordam que a associação tem um longo caminho a percorrer para ganhar a credibilidade do Oscar, onde votam 6.000 membros, todos relacionados com a indústria.

"São como o Mágico de Oz. Eles se escondem por trás de uma cortina e todos acreditam que são realmente poderosos, mas depois que a cortina é levantada, o que a gente vê é um homem pequeno com um microfono", dispara Suber.

Zonacast de julho tá no ar! E resolvemos tocar na ferida e discutir um dos assuntos mais debatidos dos últimos tempos acerca do nosso trabalho. O que é crítica e o que não é? Qual o papel da crítica? O público está correto em desconsiderar a crítica? Ou a crítica é quem manda no pedaço?

O projeto de crítica cultural iniciado pelo crítico musical Carlos Gomes e pela desginer Fernanda Maia lança a segunda edição da revista Outros Críticos nesta quinta (27), na Orbe Coworking, que fica no Edifício Pernambuco, Bairro de Santo Antônio. O lançamento começa às 19h, com um debate sobre o valor da música, com o designer H.d. Mabuse, o músico Graxa e Leonardo Salazar, instrutor setorial de cultura do SEBRAE. A mediação será do jornalista e psquisador Bruno Nogueira. A entrada é gratuita.

A última edição da Outros Críticos, lançada em janeiro, tem uma abordagem sobre cenas musicais. A revista de março traz temas relacionados ao valor da música. A publicação conta com artigos do músico Caçapa sobre o valor da música tradicional e também dos jornalistas Germano Rabello, Raquel Monteath e Karol Pacheco, cujos textos abordam a valorização do músico no mercado local, a compreensão do Estado no valor cultural dos artistas da cultura tradicional e os diferentes formatos sobre a difusão da música.

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Esta segunda edição também traz as seções crítica de boteco e opinião, com convidados que trazem diferentes reflexões sobre o tema da revista. Há ainda entrevistas de Juliano Holanda e Matheus Mota. Os dois músicos gravaram duas faixas para o projeto Dois Sons. O resultado pode ser conferido no site outros críticos a partir desta quinta (27).

Dentro da programação de lançamento da revista, também acontece no dia 10 de abril um show dos músicos Juliano Holanda e Matheus Mota, com participações de Isadora Melo e Aninha Martins. A apresentação será no Teatro Arraial, às 19h30. Os ingressos custam R$ 15 inteira e R$ 7,50 meia. 

Lançada com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), a revista Outros Críticos será vendida por R$ 10 nos eventos da quinta (27) e do dia 10 de abril.

Serviço

Lançamento da segunda edição da revista Outros Críticos

Quinta (27) | 19h

Orbe Coworking- 8º andar do Edf. Pernambuco (Av. Dantas Barreto, 324- Santo Antonio)

Entrada Gratuita

Revista por R$ 10

 

Show com Juliano Holanda e Matheus Mota - Participações de Isadora Melo e Aninha Martins

10 de abril | 19h30

Teatro Arraial (Rua da Aurora, 457- Boa Vista)

R$ 15 (inteira) R$ 7,50 (meia)

Revista por R$ 10

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