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Grandes grupos de mídia juntaram-se à Associated Press e à Fox News para declarar a vitória do Joe Biden no Estado do Arizona, com o presidente eleito dos EUA à frente do atual presidente Donald Trump por menos de 11,5 mil votos.

CNN, The New York Times e The Washington Post foram alguns dos grupos de mídia a projetar a vitória de Biden no Arizona, no primeiro triunfo de um democrata no Estado desde 1996.

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Biden conquistou 290 votos no Colégio Eleitoral, 20 a mais do que os 270 necessários nos Estados Unidos.

Ele foi declarado vencedor da eleição presidencial americana no último sábado, 7, quando derrotou Trump na Pensilvânia.

Mais de 500 detentos de um presídio do estado do Arizona, nos Estados Unidos, contraíram o novo coronavírus, o que equivale a quase metade da população carcerária da instituição. Além disso, as mortes em outra prisão na Califórnia aumentaram esta semana para 22.

A autoridade penitenciária do Arizona informou que na terça-feira (4) "517 internos da unidade da ASPC-Tucson Whetstone testaram positivo para a Covid-19". Segundo o comunicado, esses presos estão alojados em áreas separadas e recebendo os devidos cuidados médicos.

O Arizona tem mais de 180 mil casos registrados, dos quais 1.429 estão em seus institutos penais. Sete prisioneiros morreram, um número muito menor do que os 51 relatados pela Califórnia. Este estado litorâneo tem mais de 524 mil casos positivos e 9.700 mortes por Covid-19.

Para evitar um maior índice de mortes nas prisões, onde é difícil controlar as infecções, as autoridades libertaram desde 11 de março 15.683 presos, que estavam respondendo a crimes de menor potencial ofensivo ou prestes a cumprir sua sentença.

Com a intenção de promover a imagem de um país que está começando a se reerguer, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi nesta terça-feira (5) para o Arizona, onde, seguindo seu costume, não usou máscara, uma das medidas preventivas contra o coronavírus.

E foi precisamente quando visitou uma unidade do fabricante de máscaras faciais Honeywell, em Phoenix, onde novamente insistiu na necessidade de retomar as atividades econômicas nos Estados Unidos em breve.

"Precisamos abrir nosso país", disse o presidente nas instalações da empresa. "Não podemos manter nossa economia fechada pelos próximos cinco anos", afirmou.

"Não estou dizendo que tudo está perfeito. Algumas pessoas serão seriamente afetadas? Sim. Mas devemos reabrir nosso país e devemos fazer isso em breve", acrescentou.

Embora os Estados Unidos tenham acabado de superar os 70.000 mortos pelo novo coronavírus e possam chegar a 100.000 até junho, a Casa Branca tem focado há dias seu discurso no fim progressivo do confinamento.

Se faltava um sinal da disposição do governo para iniciar um novo capítulo, o vice-presidente Mike Pence disse que a célula de crise da Covid-19 encerraria seu trabalho nas próximas semanas.

A porta-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany, informou, no entanto, que os especialistas em medicina devem permanecer intimamente ligados à tomada de decisões.

"O presidente continuará seu trabalho orientado por dados para uma reabertura segura", declarou. Depois de sugerir o contrário, Trump, cercado de trabalhadores com máscaras durante a visita à empresa em Phoenix, não usou nenhuma.

- Usar ou não as máscaras -

Apenas seis meses antes das eleições, o político republicano está se esforçando para mudar o humor da opinião pública e acertar sua aposta de que haverá uma rápida recuperação econômica.

Porém, em um momento em que não há sinal de pandemia seja controlada, seus críticos o acusam de dar as costas à crise para obter vantagens políticas.

Máscaras, como as N-95 produzidas pela fábrica da Honeywell, tornaram-se um símbolo das divisões no país sobre como gerenciar a pandemia.

Pesquisas mostram que para os eleitores democratas, as máscaras são um sinal de responsabilidade compartilhada na sociedade, enquanto os republicanos as veem como uma ameaça à liberdade individual.

Médicos especialistas que aconselham a Casa Branca e a primeira-dama Melania Trump promovem as máscaras faciais como ferramentas cruciais para combater a propagação do vírus, para o qual ainda não há vacina.

Mas o presidente, em sintonia com sua base de apoiadores de direita, até agora usou sua presença na mídia para subestimar essa medida de prevenção.

"Usar uma máscara enquanto recebo presidentes, primeiros-ministros, ditadores, reis, rainhas, não sei, não me vejo fazendo isso", disse Trump em abril, sugerindo que não isso não cabia à imagem de um presidente.

- Contraposição de ideias -

A visita à fábrica ocorre depois que o vice-presidente Pence causou polêmica após de entrar na reputada Clínica Mayo sem usar máscara, violando as regras do estabelecimento.

Pence, em um evento raro para um membro do governo Trump, reconheceu publicamente que estava errado. "Não achei que fosse necessário, mas deveria ter usado uma máscara", admitiu no domingo.

A Casa Branca diz que, como funcionários de alto escalão e seus convidados são rotineiramente testados quanto a coronavírus, eles não precisam usar máscaras.

No entanto, a controvérsia cresce e se transforma em disputas baseadas em maneiras completamente diferentes de olhar os fatos para os que estão à esquerda e à direita do espectro político.

Os partidários do governo Trump protestaram - às vezes em manifestações ostensivas com armas e uniformes militares - sem usar máscaras, como um sinal de independência política.

Em cidades como Stillwater, Oklahoma, as autoridades locais abandonaram as medidas de uso de máscaras faciais após ameaças de violência. Um tema comum desses protestos é que toda a pandemia é uma "farsa".

Trump, de olho nas pesquisas de intenção de voto e em seu rival democrata Joe Biden seis meses antes da eleição presidencial, anda na corda bamba. Se houver uma nova onda de infecções, suas chances de reeleição podem ser comprometidas.

Por outro lado, ele acredita que uma rápida recuperação econômica pode lhe dar vitória. Mas para isso, as pessoas precisam parar de temer a pandemia.

Uma mulher identificada como Rachel Henry, 22 anos, foi presa acusada de ter matado os três filhos sufocados. Enquanto cantava canção de ninar, a jovem foi matando um por um. O caso aconteceu nesta última terça-feira (21), em Arizona, nos Estados Unidos. Os filhos tinham 7 meses, 1 ano e 3 anos de vida cada um.

Os corpos das crianças foram encontrados apoiados no sofá de Rachel como se estivessem dormindo. Segundo a polícia, Henry admitiu ter sufocado as crianças, começando com a filha de um ano, colocando as mãos sobre a boca e o nariz da garota até ela parar de se mexer. 

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A acusada disse aos policiais que enquanto corria atrás do filho mais velho, dois parentes chegaram na residência. Com os familiares sentados na sala, a criminosa levou o filho de 3 anos para o andar de cima com o pretexto de que iria colocá-lo para dormir. Na cama, ele foi morto sufocado pela própria mãe. Antes de matar a bebê de sete meses, Henry deu mamadeira a filha até ela dormir - foi nesse momento que a mãe sufocou a pequena.

Os policiais confirmaram ao DailyMail que foram chamados pelos parentes da suspeita que estavam na casa no momento que os crimes aconteceram. Os oficiais não sabem o que motivou a mãe para matar os próprios filhos, mas os registros do tribunal mostram que a acusada tinha vício em metanfetamina. 

Uma criança de cinco anos ligou para a polícia solicitando um McLanche Feliz e recebeu o pedido, segundo a polícia. O caso ocorreu na cidade de Mesa, no estado americano do Arizona.

De acordo com o Departamento de Polícia de Mesa, um agente foi enviado à casa de Charlie para confirmar que não havia uma emergência. O policial também levou o lanche solicitado pelo garoto.

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Ainda segundo a polícia, Charlie foi ensinado em quais situações deve acionar o 911, o 190 dos Estados Unidos. Conforme a polícia, apesar do telefonema inusitado, não é incomum que crianças liguem para a corporação.

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Ao mesmo tempo, 16 enfermeiras de um hospital nos Estados Unidos estão grávidas. Elas representam 10% da equipe de enfermagem do Centro de Terapia Intensiva do Banner Desert Medical Center, no Estado do Arizona.

Um dos diretores do hospital afirmou à imprensa que já está se preparando para a escassez da equipe. As enfermeiras brincaram que devia haver algo na água do hospital para tamanha coincidência.

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As gestantes não podem lidar com pacientes com doenças contagiosas, como tuberculose e herpes, ou realizar alguns tratamentos contra o câncer, e têm recebido ajuda de outros funcionários da unidade. O primeiro parto está previsto para setembro e o último, para janeiro.

Uma carta e US$ 1000 foi a maneira que uma ex-funcionária achou para pedir desculpas à ex-patroa. A quantia em questão foi roubada pela então garçonete há 20 anos, quando trabalhava no restaurante 'El Charro', em Tucson, nos Estados Unidos. "Infelizmente, eu era uma garçonete terrível e vocês me demitiram antes que pudesse chegar a algumas centenas de dólares no total (...) Eu cresci na igreja. Eu nunca tinha roubado um centavo antes, nem fiz mais isso desde então”, explicou na carta.

“Já faz 20 anos, mas ainda carrego muito remorso. Sinto muito que roubei de você. Por favor, aceite minhas desculpas e este dinheiro como  um reembolso, com mais 20 anos de juros”, concluiu a ex-garçonete. Em entrevista à emissora CNN, a dona do restaurante, Carlotta Flores, alegou que não conseguiu identificar a ex-funcionária e que o texto a comoveu e gostaria de devolver a quantia enviada.

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Além disso, ela afirmou que, durante a leitura da carta, alguns funcionários chegaram a se emocionar com o relato. “Eu tive minha bolsa roubada e isso renovou a fé que tínhamos muitas pessoas boas por aí”, explicou a proprietária.

Uma mulher de 92 anos confessou ter assassinado seu filho para não ser levada a um asilo. O caso aconteceu em Fountain Hills, no Estado do Arizona, Estados Unidos.

Anna Mae Blessing foi presa depois que as autoridades encontraram o filho dela, de 72 anos, morto no último domingo (1º), segundo a CNN. Ela escondeu duas pistolas no bolso do roupão e atirou várias vezes no filho no quarto dele, conforme a polícia. 

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A namorada do filho, que também estava no quarto, contou que ouviu a idosa dizer ao filho que estava cansada do jeito que era tratada. "No meu entender, ela havia pensado sobre isso por alguns dias porque houve uma disputa com relação ao filho querer colocá-la em um lar de idosos", explicou o sargento Bryant Vanejas para a TV local KPHO.

De acordo com nota policial, a idosa apontou a arma para a namorada do filho, que entrou em briga corporal até Blessing soltar a arma. Quando ela puxou a segunda arma do roupão, a jovem também conseguiu derrubar o objeto.

Blessing, após ficar desarmada, sentou em uma cadeira e esperou até a chegada da polícia. "Quando a suspeita estava sendo escoltada da residência, ela fez uma declaração espontânea no sentido de 'você tirou minha vida, então estou tirando a sua'", diz documento da corte sobre o caso. Uma das armas ela havia adquirido nos anos 1970 e a outra foi dada pelo marido.

A Uber encerrou os testes com sua frota de carros autônomos no Arizona (EUA), dois meses depois que uma pedestre foi morta em um acidente envolvendo um de seus veículos na cidade de Tempe. A empresa de tecnologia anunciou na quarta-feira (23) que vai demitir 300 trabalhadores.

A maioria dos impactados pelas demissões são operadores de veículos, que foram pagos para supervisionar os carros durante os testes. A Uber disse que fornecerá serviços de recolocação aos trabalhadores afetados. A partir de agora, os esforços da empresa estarão concentrados nos experimentos realizados em São Francisco e Pittsburgh.

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A empresa disse que estava comprometida com a tecnologia de veículos autônomos e ansiosa para voltar às vias públicas. A Uber começou a testar seus primeiros carros autônomos em Pittsburgh, Pensilvânia, em 2016, expandindo seu programa gradualmente para outros lugares, incluindo Arizona, São Francisco, Califórnia e Toronto.

Ela interrompeu todas as operações em março após o acidente envolvendo uma pedestre no Arizona, o que provocou um debate sobre a segurança da tecnologia de carros sem motoristas. A Uber espera retomar os testes ainda este ano em Pittsburgh, depois que autoridades federais concluírem suas investigações sobre o acidente.

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A Uber descobriu a razão pela qual um dos carros da sua frota de automóveis autônomos - aqueles que dispensam motoristas - atingiu e matou uma pedestre no início deste ano, de acordo com o site The Information. Após uma investigação interna, a empresa identificou que o veículo viu a ciclista Elaine Herzberg em seus sensores, mas decidiu que não precisava tomar medidas evasivas, o que ocasionou o atropelamento.

A razão pela qual um sistema faria isso, de acordo com o relatório, é porque há uma série de situações em que os computadores que alimentam um carro autônomo podem ver algo que pode ser considerado um humano ou obstáculo. A Uber supostamente definiu esse limiar tão baixo que o software determinou que a ação evasiva imediata não era necessária.

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No momento da colisão, havia um operador, ou motorista de segurança, no carro que deveria ser capaz de assumir o controle em uma falha como esta. Nas imagens divulgadas pela polícia do Arizona, porém, o homem aparece olhando para baixo no momento do atropelamento. Todos os testes com carros autônomos da Uber foram suspensos desde o acidente.

Ao site The Information, a Uber não comentou o caso especificamente, mas disse que contratou um consultor que era membro do conselho da organização independente National Transportation Safety Board (NTSB), responsável pela investigação de acidentes de aviação, autoestradas, marinha, transporte tubular e caminhos-de-ferro, dos EUA.

O estado do Arizona, nos EUA, suspendeu os testes de carros autônomos do Uber após um dos veículos da empresa se envolver em um acidente fatal. O governador Doug Ducey, enviou uma carta segunda-feira (26) ao CEO do Uber, Dara Khosrowshahi, informando sobre sua decisão.

Há pouco mais de uma semana, um carro autônomo do Uber atropelou e matou um pedestre em Tempe, no Arizona. Foi o primeiro acidente envolvendo um carro deste tipo. De acordo com uma cópia da carta obtida pela CNN, o governador Doug Ducey disse que encontrou imagens perturbadoras e alarmantes no vídeo da batida.

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Em resposta à carta, um porta-voz da Uber observou que a empresa havia retirado rapidamente todos os seus veículos autônomos das estradas após o acidente.

"Continuamos a ajudar os investigadores de qualquer maneira que pudermos, e manteremos um diálogo aberto com o escritório do governador para tratar de quaisquer preocupações que eles tenham", informou a empresa.

Um SUV autônomo do Uber, modelo Volvo XC90, atingiu e matou Elaine Herzberg, de 49 anos, enquanto ela andava de bicicleta por uma rua em Tempe em 18 de março, segundo a polícia. Um motorista de testes da Uber estava atrás do volante na hora do acidente, mas ele não dirigia no momento.

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Um carro autônomo do Uber atropelou e matou uma mulher no estado do Arizona (EUA), informou a polícia. A vítima foi identificada como Elaine Herzberg, de 49 anos, e morreu no hospital em decorrência dos ferimentos causados pelo acidente. A fatalidade aconteceu no último domingo (18).

A polícia informou que o automóvel do Uber estava no modo autônomo no momento do acidente e que o veículo atingiu a mulher quando ela estava caminhando na rua. Havia um operador da empresa dentro do carro no momento da batida.

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Em uma reclamação no Twitter, a empresa expressou condolências à família da vítima. "Nossos corações estão com a família da vítima. Estamos cooperando plenamente com as autoridades locais em sua investigação sobre este incidente", escreveu a companhia.

A empresa disse que estava interrompendo suas operações automotivas com o mesmo tipo de tecnologia em Phoenix, Pittsburgh, San Francisco e Toronto (Canadá). A Uber chegou a suspender temporariamente seus testes no Arizona no ano passado, após registrar um acidente envolvendo um de seus veículos. Na Califórnia, alguns carros da companhia já foram flagrados cruzando o sinal vermelho.

A Tesla Motors foi a primeira a divulgar uma morte envolvendo um carro autônomo em 2016, quando os sensores de um modelo Tesla S no modo piloto automático não conseguiu detectar um grande caminhão branco de 18 rodas atravessando a rodovia. A colisão matou o motorista de 40 anos que estava atrás do volante.

O produtor de Hollywood Harvey Weinstein foi agredido em um restaurante em Scottsdale, no estado norte-americano de Arizona, por outro cliente do local. Ele estava ao lado de um funcionário do centro de reabilitação onde está se tratando.

"Você é um pedaço de m...", disse o agressor, que parecia embriagado, depois de acertar Weinstein com dois tapas na cara. O produtor chegou a perder o equilíbrio, mas não caiu.

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Uma pessoa que filmava o episódio perguntou a Weinstein se ele queria denunciar a agressão, mas o cofundador da Miramax se recusou e deixou o restaurante. Aos 65 anos, Weinstein viu sua carreira como um dos mais poderosos produtores de Hollywood desmoronar após dezenas de denúncias de assédio sexual e até estupro.

A lista de mulheres que o acusam inclui estrelas como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Cara Delevingne, Léa Seydoux e Asia Argento. Por conta das denúncias, que desencadearam um movimento contra o sexismo na indústria do entretenimento, Weinstein passou a se tratar em uma clínica de reabilitação.

Da Ansa

O bilionário Bill Gates, considerado o homem mais rico do mundo, quer construir uma cidade do futuro no Arizona, nos EUA. Um grupo associado a uma empresa de investimentos do americano investiu US$ 80 milhões no desenvolvimento de uma comunidade que será projetada em torno de redes de alta velocidade, veículos autônomos, data centers, novas tecnologias de produção e centros de logística.

Não está claro o quanto o antigo CEO da Microsoft estará envolvido no esforço. O grupo de investimento Belmont Partners, que lidera o projeto, disse que a cidade terá o tamanho semelhante à Tempe, no Arizona, que tem uma população de 182 mil habitantes. Para a nova cidade estão planejadas 80 mil residências, 15 quilômetros quadrados de área industrial e 1,9 quilômetro quadrado para escolas públicas.

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"Imaginar uma infraestrutura a partir do zero é muito mais fácil e mais rentável do que adaptar um tecido urbano existente", disse o porta-voz do empreendimento Grady Gammage, em comunicado. O Arizona tem uma reputação como um estado amigável à tecnologia. Várias empresas da indústria de veículos autônomos - Waymo, Uber e Intel - estão testando suas inovações na região.

Mas desenvolver uma nova cidade ou mesmo uma vizinhança não é barato. Recentemente, a empresa Sidewalk Labs, o braço de inovação urbana da Alphabet, comprometeu US$ 50 milhões para iniciar o planejamento e o teste piloto de um bairro em Toronto, no Canadá. A região deverá ter baixo índice de poluição, ruas mais seguras e um sistema de transporte criado com veículos elétricos.

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A polícia dos Estados Unidos acredita ter prendido um serial killer que semeou o terror em 2016 no estado do Arizona, quando disparou contra alvos escolhidos aleatoriamente, matando nove pessoas.

Aaron Saucedo, um homem de origem hispânica de 23 anos, foi acusado de 26 crimes na segunda-feira, incluindo homicídio e ataques em via pública.

Os investigadores ainda não estabelecerem um motivo por trás de seus crimes. Saucedo é acusado de estar envolvido em 12 tiroteios na região de Phoenix.

"Este caso afligiu nosso povoado há mais de um ano e deixou uma série de vítimas, incluindo mães, crianças, irmãos, irmãs e famílias que choram por seus entes queridos", declarou em uma coletiva de imprensa Jeri Williams, que dirige a polícia de Phoenix.

Os investigadores trabalharam incansavelmente para vincular Aaron Saucedo às mortes, através de pistas fornecidas pelos moradores locais.

O homem é suspeito de matar com um tiro o companheiro de sua mãe, em agosto de 2015. No ano seguinte, o motorista do ônibus abriu fogo contra vítimas aparentemente aleatórias. Ele é acusado de matar oito pessoas que não conhecia.

A Uber está mudando sua frota de carros autônomos – que dispensam motoristas - de San Francisco para o Arizona (EUA), onde diz que tem o apoio do governador Doug Ducey. A frota foi proibida de circular na Califórnia por não ter permissão específica para rodar com esses veículos.

O movimento ocorre depois que o departamento de trânsito da Califórnia revogou o registro dos 16 carros autônomos da Uber porque a empresa se recusou a solicitar as licenças apropriadas para testar os veículos, alegando que eles sempre traziam um motorista a postos para assumir o controle em casos de emergência.

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"O Arizona dá boas-vindas aos veículos autônomos da Uber com braços abertos e estradas largas" disse governador Doug Ducey, em comunicado oficial. "Enquanto a Califórnia põe os freios na inovação e na mudança com mais burocracia e mais regulamentação, o Arizona está abrindo caminho para novas tecnologias e novos negócios", complementou.

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Uma briga entre estudantes terminou com um morto e três feridos na madrugada desta sexta-feira (9) na Universidade do Norte do Arizona, sudoeste dos Estados Unidos, uma semana após o tiroteio em outra universidade no Oregon.

"Esta manhã, às 1h20, dois grupos de estudantes brigaram (...). O confronto se tornou físico e um de nossos estudantes, Steven Jones, de 18 anos, sacou uma arma", declarou Gregory T. Fowler, chefe da polícia encarregada da segurança da universidade.

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"Um de nossos estudantes faleceu. Os três outros estão sendo cuidados no Centro Médio de Flagstaff", cidade do Arizona onde está localizada a universidade, precisou. O atirador foi detido, segundo a polícia. Todas as vítimas são homens.

Esse tiroteio acontece alguns dias depois do registrado no centro universitário de Umpqua Community College, em Oregon, quando um homem armado de 26 anos disparou e matou nove pessoas e depois se suicidou.

O presidente Barack Obama deve visitar nesta sexta-feira parentes das vítimas em Roseburg. Mas alguns habitantes, temendo que o presidente retire suas armas, criaram um grupo no Facebook para se opor à visita. Mais de 2.000 pessoas já participavam da página "Stay out of Roseburg".

Armas proibidas

"As armas são proibidas nesta universidade" do Arizona, indicou uma porta-voz da NAU, Cindy Brown, na CNN. O campus, que conta com cerca de 20.000 estudantes, dispõe de sua própria polícia. Megan Bardahl, uma estudante que mora ao lado do local do incidente, relatou à CNN que recebeu um aviso da universidade às 3h00.

"Nada parecia suspeito para mim aqui. Nunca pensei que algo parecido pudesse acontecer", disse ela, acrescentando se sentir "segura" no campus, onde a polícia realiza patrulhas regularmente. "Trocamos mensagens de texto entre nós para garantir que todos estavam seguros", contou.

Após o tiroteio de Roseburg, Barack Obama havia expressado sua comoção e raiva, denunciando tiroteios que se tornaram "banais" nos Estados Unidos e criticando a inação do Congresso, de maioria republicana, que rejeita qualquer tentativa de restringir a venda de armas no país.

A frustração do presidente americano vem de longa data: esta foi a 15º vez que precisou se pronunciar após tragédias semelhantes desde que tomou posse, em janeiro de 2009.

Os casos mais emblemáticos ocorreram em 2012, com o massacre de Aurora (12 mortos) e Newtown (20 crianças e seis adultos mortos), seguidos pelo ocorrido em Washington (12 mortes) em setembro de 2013, e mais recentemente, o de Charleston (nove mortos) em junho de 2015.

Mas, mesmo após tantos casos, a legislação não foi alterada, em razão do todo-poderoso lobby das armas.

Neste contexto, o pai de uma jovem atingida nas costas em Roseburg afirmou ter recusado um convite do presidente, a quem acusou de politizar a tragédia.

"Em princípio, não concordo com suas políticas de controle de armas", disse Stacy Boylan na Fox News.

Desde o início do ano, os Estados Unidos registraram 296 tiroteios de massa em 274 dias, de acordo com o site Shootingtracker, que lista todos esses incidentes envolvendo pelo menos quatro vítimas, seja mortos ou feridos.

Michael Phelps confirmou nesta segunda-feira (27) que vai mesmo deixar Baltimore para treinar no Arizona. O supercampeão olímpico vai mudar de cidade para acompanhar seu treinador, Bob Bowman, que vai assumir o comando da natação da Universidade do Arizona, também nos Estados Unidos.

"Estou muito feliz por Bob, esta é uma grande oportunidade para ele. E sei que ele será bem-sucedido ao construir um grande programa esportivo no Arizona", disse Phelps, que vai seguir Bowman, com quem treina desde a infância.

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"Ele esteve comigo durante toda a minha carreira e sempre será meu técnico. Vou continuar treinando sob o seu comando no Arizona e estarei ansioso para seguir a programação que definimos até 2016", confirmou o nadador, maior medalhista olímpico da história.

Phelps voltou a competir neste mês em preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O americano voltou da sua aposentadoria, anunciada ao fim da Olimpíada de Londres, com bons resultados no Pro Swim (antigo GP) de Mesa, justamente no estado do Arizona, onde passará a viver e treinar nas próximas semanas.

Uma pessoa morreu e outras cinco ficaram feridas em um tiroteio no Arizona nesta quarta-feira (18), informou a polícia, acrescentando que o atirador se encontra foragido.

O tiroteio aconteceu em Mesa, subúrbio de Phoenix, onde uma equipe da SWAT está em busca do assassino, segundo o porta-voz do departamento de polícia local.

Os estabelecimentos de ensino local foram frechados enquanto as autoridades tentam localizar o atirador, descrito como um homem branco de cerca de 40 anos e uma tatuagem no pescoço.

O condenado a morte Joseph Wood, executado no Arizona no dia 23 de julho em um procedimento de quase duas horas, recebeu 15 vezes a dose normal de dois produtos, segundo um advogado.

"O protocolo de execução no Arizona estipula que o preso deve ser executado com 50 miligramas de hidromorfona e midazolam. Mas o relatório de execução divulgado na sexta-feira pelo Departamento Penitenciário do Arizona (ADC) mostra que este protocolo experimental não funcionou como deveria", afirma em um comunicado Dale Baich, advogado do condenado.

"Ao invés de receber uma dose como determina o protocolo, a ADC injetou 15 doses desta mistura de drogas, o que prolongo a execução, que virou a mais longa da história recente", completou Baich.

O advogado pediu uma investigação independente liderada por uma organização não governamental. A execução de Joseph Wood, de 55 anos, condenado pelos assassinatos da ex-namorada e do pai desta em 1989, durou 117 minutos. Normalmente, o procedimento leva menos de 20 minutos.

O condenado "ofegou, grunhiu, sufocou e tentou respirar durante uma hora e 40 minutos", informou Dale Baich após a execução. O diretor da ADC, Charles Ryan, que supervisionou pessoalmente a polêmica execução, declarou ao jornal New York Times que é favorável a uma investigação.

Segundo ele, o acúmulo de doses anestésicas buscava garantir que o "detento permaneceria profundamente sedado durante o procedimento e não sofreria".

Perplexo, o médico anestesista Joel Zivot, consultado pelo mesmo jornal, explicou que uma vez que o corpo recebe uma dose suficiente de anestésicos, "não importa se a pessoa recebe 500 doses adicionais ou cinco milhões; não serão mais eficazes".

A agonia sem precedentes de Joseph Wood provocou um novo debate nos Estados Unidos sobre a injeção letal como método de execução. No fim de abril, em Oklahoma, um detento morreu após 43 minutos de sofrimento provocado pela injeção de um coquetel de três fármacos.

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