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O Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) desenvolveu uma nova marca para promover o turismo do Brasil no exterior. Ela virá acompanhada do sloganVisit and love us (Visite e encante-se), ou seja, um convite aos visitantes se encantarem com o Brasil, conhecendo  apreciando tudo de melhor que o país pode oferecer.

De acordo com a Embratur, a nova marca é inspirada na Bandeira Nacional, símbolo do país reconhecido em todo o mundo. “É o maior símbolo nacional. Nossa natureza, nossos esportistas, a música, a comida, todos estes pontos da cultura nacional levaram nossa bandeira lá fora, com muita maestria, e nós, como governo, devemos fazer jus a esse país tão rico”, disse o presidente da Embratur, Gilson Machado Neto.

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“Nos inspiramos também na rosa dos ventos, em um Brasil que em todas suas direções é lindo e cheio de vida, natureza, cultura e encantamento”, acrescentou. “Esta nova marca chancela isto e a importância do governo federal dá ao setor do turismo, fortalecendo a imagem do Brasil e sua bandeira em todo o mundo”, frisa o presidente Embratur.

Outra mudança na marca é uso da letra “z”, na grafia do nome do país em inglês, no lugar do “s” na grafia em português. Segundo a Embratur, a troca de letra objetiva fortalecer o marketing digital da marca “Brazil”, facilitando as buscas na internet realizadas pelos estrangeiros.

A nova marca foi desenvolvida pelos próprios servidores da Embratur, trazendo economia e agilidade no desenvolvimento do projeto. O Instituto pretende ainda fazer um lançamento oficial, com a participação do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, 29, que existem ameaças a seu mandato e que o fato de estar na Presidência da República vai "contra interesses de muita gente". Questionado, ele não quis responder a que ameaças se referia, mas, em discurso, afirmou que ninguém "deve desejar sua cadeira", porque, segundo ele, não é fácil enfrentar pressões de vários setores da sociedade. O presidente ainda declarou que "paira um fantasma" sobre o seu governo do retorno da esquerda.

"Ameaças existem. Muita gente não tem interesse de eu estar sentado naquela cadeira", afirmou Bolsonaro, após cerimônia de posse pública do novo presidente da Embratur, Gilson Machado. "Não vou entrar em detalhes. Estamos conseguindo governar o Brasil."

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Durante discurso de improviso, Bolsonaro disse que muitos de seus votos foram obtidos por exclusão na eleição do ano passado e que "um fantasma paira sobre o governo" - uma referência à possibilidade da volta da esquerda ao poder.

Ainda durante o discurso, Bolsonaro afirmou que deseja obter governabilidade por meio da "consciência de todos" e relatou a necessidade de aprovar reformas para retomar a economia, cujo desempenho pode comprometer seu mandato.

"Não é gente atrapalhando não, são os problemas que o Brasil tem, uma dívida interna monstruosa, uma reforma da Previdência que alguns temem em jogar contra, mas é necessária para o bem de todos."

Bolsonaro falou ainda em retomada da normalidade na relação com o Congresso Nacional. "Logicamente, no início de qualquer governo temos problemas, existem algumas caneladas, mas nunca somos inimigos", afirmou, ao lembrar que recebeu os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, além do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli na véspera, para a discussão de um pacto entre os três Poderes. "Isso está voltando à normalidade, o relacionamento que deveria ter. Estou muito feliz com isso."

A participação na cerimônia simbólica - já que o presidente da Embratur tomou posse de fato na última quinta-feira - foi comunicada de última hora e não estava divulgada entre os compromissos do presidente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Diário Oficial da União publica hoje (21) a nomeação do secretário de Ecoturismo e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Gilson Machado Neto, para a presidência do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Vinculada ao Ministério do Turismo, a autarquia é responsável por promover, no exterior, o Brasil como destino turístico. 

Machado Neto coordenou a equipe de transição do atual governo, nas pastas do Turismo e do Meio Ambiente. “Agradeço a confiança do presidente Jair Bolsonaro e desejo realizar o máximo de ações positivas para dignificar essa escolha. Quero utilizar as facilidades tecnológicas para o desbravamento do mercado, promoção dos destinos diversos e belos que o país oferece, fazendo do Brasil o grande desejo dos turistas internacionais”, destacou o novo presidente da Embratur, segundo informações divulgadas pelo Ministério do Turismo.

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Ex-empresário do setor turístico, Machado Neto substituirá o atual presidente interino do instituto, Leônidas José de Oliveira. Ex-presidente da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur) de 2016 a 2017, Oliveira ingressou na Embratur como diretor de Gestão Interna no começo de fevereiro. Menos de um mês depois, foi escolhido para substituir temporariamente a então presidente, Teté Bezerra, que pediu demissão do cargo.

No último dia 10, havia sido publicada a nomeação do ex-presidente da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TurisRio) Paulo Roberto de Oliveira Senise para assumir a presidência no lugar de Oliveira. Além da nomeação de Guimarães Neto para o cargo, os decretos presidenciais publicados no Diário Oficial da Uniãode hoje tornam sem efeito a nomeação de Senise. 

O presidente Jair Bolsonaro desistiu do executivo Paulo Roberto de Oliveira Senise para presidir o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) e nomeou para o comando do órgão o empresário Gilson Machado Guimarães Neto, que chefiava a Secretaria de Ecoturismo do Ministério do Meio Ambiente.

Guimarães Neto é empresário do setor de turismo nas cidades de São Miguel dos Milagres (AL) e Porto de Galinhas (PE). A nomeação do novo titular está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 21.

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O documento traz ainda decreto presidencial que torna sem efeito a nomeação de Paulo Senise como presidente da Embratur. Executivo formado em Hotelaria, Senise já foi presidente da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TurisRio) e sua nomeação para a Embratur havia sido formalizada no último dia 10. Ele tinha sido escolhido para substituir a ex-deputada Teté Bezerra (MDB-MT), que pediu demissão no fim de março.

A Embratur é um órgão da estrutura do Ministério do Turismo, comandado pelo ministro Marcelo Henrique Teixeira Dias, que é conhecido como Marcelo Álvaro Antônio e filiado ao PSL, mesmo partido de Bolsonaro. O motivo da anulação da nomeação de Paulo Senise não foi informado na publicação.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, nomeou Paulo Roberto de Oliveira Senise para o cargo de presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), órgão da estrutura do Ministério do Turismo. Executivo formado em Hotelaria, Paulo Senise já foi presidente da Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro (TurisRio).

O cargo de comando da Embratur estava vago desde o fim de março, quando a ex-deputada Teté Bezerra (MDB-MT) pediu demissão.

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A nomeação do novo titular está formalizada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira.

O governo nomeou ainda Tiago de Souza Bernardes para exercer o cargo de diretor de Marketing e Relações Públicas da Embratur.

Entre janeiro e março deste ano, 16.486 voos internacionais chegaram ao Brasil, número que corresponde um aumento de 15% em relação ao observado no primeiro trimestre de 2017. Os dados são da Análise da Malha Aérea Internacional da Diretoria de Inteligência Competitiva e Promoção Turística da Embratur, preparada mensalmente a partir de informações fornecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e companhias aéreas.

Na abertura regional, o Nordeste registrou o maior crescimento no trimestre. Nessa região, foram registrados 225 voos internacionais a mais do que o reportado entre janeiro e março de 2017, uma alta de 33%. A segunda maior variação positiva foi observada no Sul, que recebeu 1.205 voos internacionais durante o primeiro trimestre deste ano, 30% acima do anotado em igual período de 2017.

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Já no Sudeste, que concentra mais de 80% dos desembarques internacionais no País, as chegadas aumentaram 12% frente ao observado um ano antes, totalizando 13.575.

Na análise mensal, janeiro mostrou a maior alta: foram 873 voos internacionais a mais que o registrado nos primeiros três meses do ano passado, um crescimento de 18%. Também houve variação positiva de dois dígitos do indicador em fevereiro (+13%) e em março (+12%).

Ainda de acordo com o levantamento, o número de assentos aumentou entre os períodos, para 3.721.438, um incremento de 17% no comparativo anual.

O presidente em exercício, Michel Temer, trouxe Vinicius Lummertz de volta para a presidência do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), vinculado ao Ministério do Turismo. Lummertz é catarinense e ligado ao PMDB.

Ele presidiu a Embratur de junho do ano passado até março deste ano, quando resolveu deixar o cargo depois do rompimento do partido com o governo petista de Dilma Rousseff. A nomeação de Lummertz está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 7.

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O Diário Oficial de hoje traz também a nomeação de Danilo Borges dos Santos para a diretoria da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e de Sérgio Besserman Vianna para a presidência do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, órgão do Ministério do Meio Ambiente. Vianna substituirá Samyra Brollo de Serpa Crespo, cuja exoneração também foi publicada no DOU de hoje.

O governo federal exonerou Gilson Andrade Lira do cargo de diretor de Inteligência Competitiva e Promoção Turística do Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur). Para o lugar dele, foi nomeado José Antonio Silva Parente. As respectivas exoneração e nomeação estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 14. Ontem, foi nomeado Marcos Antonio Moura Sales como novo presidente da Embratur, além de Leonardo Cabral Dias para o cargo de diretor de Gestão Interna do órgão.

As mudanças na Embratur ocorrem depois que o PMDB decidiu romper com o governo no fim de março. Tanto a Embratur quanto o Ministério do Turismo estavam sob o comando do partido. Ainda em março, o peemedebista Henrique Eduardo Alves (RN) deixou o cargo de ministro. Já o catarinense Vinicius Lummertz, também ligado à legenda, entregou a presidência da Embratur no início de abril.

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Segundo o Broadcast divulgou ontem, citando fontes, a presidente Dilma Rousseff, que já estava demitindo a conta-gotas apadrinhados de ex-aliados do Planalto, vai "fazer a fila andar" e apressar as demissões. O governo quer estar com os cargos liberados já na próxima segunda-feira (18) - quando a presidente Dilma acredita que o fantasma do impeachment estará afastado com a derrubada do processo no plenário da Câmara - para poder substituir todos os demitidos, premiando os aliados fiéis.

"Aqueles que romperam com o governo e se declararam a favor do golpe serão todos exonerados", informou um interlocutor da presidente. Dilma recebeu uma romaria de políticos ontem e continuará no trabalho de "formiguinha" hoje para tentar atrair mais indecisos e reverter votos que antes eram do governo.

A conversa está sendo feita no varejo, deputado a deputado. O trabalho de convencimento, que costumeiramente não é exercido pela presidente, agora está sendo feito até por ela. Pelo menos 50 deputados e líderes partidários estiveram com Dilma em seu gabinete ao longo do dia.

Hoje, haverá nova reunião do Palácio do Planalto para reavaliar a contabilidade dos votos. O governo comemorava ter conseguido mais dois votos no final do dia de ontem e estava evitando identificá-los para impedir o assédio dos oposicionistas.

A presidenta Dilma Rousseff exonerou, a pedido, Vinícius Renê Lummertz Silva do cargo de presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), nomeado em maio de 2015 pelo vice-presidente Michel Temer, que exerceu a Presidência por alguns dias enquanto Dilma estava em visita ao México .

A exoneração foi publicada na edição desta segunda (4) do Diário Oficial da União. Ainda não há indicação oficial de substituto. Desde o mês passado, funcionários ligados ao PMDB foram exonerados. O partido decidiu deixar o governo em decisão no fim de março.

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Dilma exonerou o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Roberto Derziê de Santanna, na sexta-feira (1º). Indicado pelos peemedebistas Moreira Franco e Geddel Vieira Lima, Derziê é funcionário de carreira da Caixa e trabalhou com o vice-presidente Michel Temer, que é presidente do PMDB, durante o período em que Temer atuou na articulação política do governo, até agosto do ano passado.

Embora outros nomes indicados pelo PMDB também tenham sido exonerados, como o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Walter Gomes de Sousa; e o diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rogério Luiz Abdalla, o governo aceitou na quinta-feira (31) a indicação do partido e nomeou Luiz Otávio Oliveira Campos para o cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Campos foi senador e era secretário-executivo da Secretaria de Portos da Presidência da República, comandada pelo também peemedebista Helder Barbalho. A nomeação para o comando da agência precisa ser apreciada pelo Senado.

O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Antônio Henrique Carvalho Pires, conhecido por sua proximidade com o vice-presidente Michel Temer, também foi exonerado.

O secretário de Turismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, Felipe Carreras, endereçou ofício ao presidente da Embratur, Vinicíus Lummertz, mostrando o seu descontentamento por ele ter defendido a cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, como a sua preferida para receber o Hub da Latam. Recife e Fortaleza também estão na disputa. A capital pernambucana, inclusive, foi eleita por uma pesquisa do Ibope como a mais preparada para receber o centro de conexões.

>> Ibope aponta Recife como preferida para receber Hub da TAM

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Segundo Felipe Carreras, o comentário do presidente da Embratur teria sido externado durante o IV Encontro Latino Americano da ICCA e o 9º Client/ Supplier Business Workshop, que aconteceu em Natal neste semana.

“Pelo cargo público que ocupa, o senhor deveria torcer pelo Nordeste, pelo desenvolvimento turístico e econômico da região. Ainda foi além no pronunciamento ao informar que o ministro do Turismo, o senhor Henrique Eduardo Alves, também está na torcida pela capital potiguar”, disse Felipe Carreras, na carta endereçada à Vinicíus Lummertz.

“Contamos com o seu bom senso em fazer uma retratação pública, afinal, o seu pronunciamento vai na contramão do que está sendo feito em prol da união dos Estados nordestinos”, complementou o secretário estadual.

Entenda o hub

De acordo com representantes da TAM, o hub ampliará a atuação das empresas do Grupo Lan e TAM em voos entre a América do Sul e a Europa, considerando a posição geográfica estratégica da região Nordeste. O projeto traz oportunidades de novos voos, destinos, rotas e conexões para toda a área ao norte do Distrito Federal, especialmente as Regiões Norte e Nordeste. 

Além disso, a obra orçada em R$ 4 bilhões irá acelerar a economia da capital escolhida, gerando aproximadamente 10 mil empregos, de acordo com a Secretaria de Aviação Civil.

O governo federal nomeou Vinicius Renê Lummertz Silva como o novo presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Lummertz, que deixa o cargo de secretário nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, substitui Vicente José de Lima Neto, que estava no comando da autarquia desde março de 2014. Os respectivos decretos de nomeação e exoneração estão publicados no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28).

O Ministério do Turismo divulgou, nesta terça-feira (25), uma nota de repúdio devido à venda de camisas da marca Adidas com conotação sexual relacionada ao Brasil. Os uniformes estão à venda em lojas físicas nos Estados Unidos e também para compras pela internet.

O material em questão faz referência ao corpo feminino e à Copa do Mundo. Em uma das camisas, há uma figura de uma mulher no Rio de Janeiros e a frase "Lookin' to Score" em referência aos gols do mundial. O problema é que a expressão também é usada com apelo sexual nos Estados Unidos e esse duplo sentido desagradou ao governo brasileiro.

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Em nota, a Embratur informou que vai "formalizar uma reclamação junto à Adidas pela associação que a empresa alemã fez de símbolos nacionais com desenhos de conotação sexual". O Mtur também frisou que a atitude "contraria a política de promoção oficial do país e contribui indiretamente para a prática de crimes, como a exploração sexual de crianças e adolescentes".

O instituto está em contato com a Adidas para que as camisas sejam retiradas do mercado. “A exploração sexual é um crime inaceitável e não pode ser confundida de forma alguma com uma modalidade de turismo. Queremos deixar claro aos nossos principais parceiros comerciais na área do turismo que o Brasil não tolera esse tipo de crime em seu território’, disse o presidente da Embratur, Flávio Dino.

O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (24), que turistas estrangeiros deixaram US$ 6,709 bilhões na economia brasileira no ano passado, ante 6,645 bilhões em 2012. É uma alta modesta, de menos de 1%, mas festejada pelo Instituto Brasileiro de Turismo, a Embratur.

"Os resultados de 2013 consolidam a importância da cadeia produtiva do turismo dentro da economia brasileira e confirmam que o turismo internacional tem amplo potencial para continuar gerando empregos e renda para a população, ainda mais neste ano de Copa do Mundo, em que devemos bater novo recorde", avaliou o presidente da Embratur, Flávio Dino, em nota.

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Apesar da comemoração da Embratur, no geral o saldo do turismo em 2013 foi bastante negativo para o Brasil. Os gastos de brasileiros no exterior atingiram US$ 25,342 bilhões no ano passado (ante US$ 22,223 bilhões, em 2012). No final do cálculo, descontado o valor que os estrangeiros gastaram no Brasil, o saldo do turismo terminou negativo em US$ 18,632 bilhões em 2013; ante déficit de US$ 15,588 bilhões em 2012.

Mas a Embratur ressalta que o número de gastos de turistas estrangeiros no País em 2013 consolida crescimento de mais de 170% nos últimos dez anos. A instituição alerta que a receita com turismo de estrangeiros no Brasil em 2013 superou a entrada de dólares obtida com a exportação de veículos automóveis de passageiros, que somou US$ 5,718 bilhões, e com a venda para o exterior de maquinário industrial, com US$ 5,203 bilhões, citando dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

Segundo a Embratur, "o turismo consolida-se, assim, como o setor da economia brasileira que mais capta divisas para o País na conta de serviços, que registra receitas e despesas com o exterior em transporte, viagens, seguros, royalties e aluguel de equipamentos". O total de turistas estrangeiros no País superou 6 milhões em 2013 e deve chegar a 7 milhões em 2014, aponta a Embratur.

Os turistas estrangeiros devem injetar US$ 9,2 bilhões (cerca de R$ 22 bilhões) na economia brasileira em 2014, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Caso a previsão seja confirmada, isso representará um crescimento de 38,5% em relação a 2012, quando foram geradas US$ 6,64 bilhões (R$ 15,6 bilhões) em divisas internacionais.

Em 2013, até novembro, o turismo estrangeiro movimentou US$ 6,13 bilhões (R$ 14,4 bilhões) no país. A expectativa é que feche o ano entre US$ 6,6 bilhões e US$ 7,7 bilhões (cerca de R$ 18 bilhões).

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Parte dos recursos previstos para 2014 serão gerados pela Copa do Mundo da Fifa (Federação Internacional de Futebol), que ocorre de 12 de junho a 13 de julho em 12 cidades brasileiras. Em todo o ano de 2014 são esperados 7 milhões de turistas estrangeiros no país, um recorde.

“A presença de 7 milhões de turistas significa provavelmente a geração de recursos superiores à indústria automobilística e à indústria de papel e celulose no Brasil, mostrando a importância econômica do turismo e, portanto, a necessidade de haver investimentos públicos e privados, como vem ocorrendo na expansão da rede hoteleira”, disse o presidente da Embratur, Flavio Dino.

Segundo Dino, é preciso receber bem o turista estrangeiro e, para isso, é necessário ampliar investimentos em infraestrutura (como aeroportos) e ensinar línguas estrangeiras a profissionais que têm contato com esses turistas.

“Tenho muita confiança na necessidade de haver investimentos e a competitividade, ou seja, haver políticas públicas e ações privadas que garantam preços justos, para que esses turistas possam ser bem acolhidos e também economicamente estimulados a voltar ao Brasil”, disse Dino.

O preço das passagens aéreas no Brasil aumentou 131,5% acima da inflação desde 2005, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A informação será apresentada pelo presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Flávio Dino, na reunião marcada para esta quinta-feira (31) entre o governo e representantes das companhias aéreas.

O objetivo do encontro é tentar convencer as empresas de que os preços cobrados no país são altos demais. “Espero que eles colaborem, que haja uma compreensão de que se deve explorar o turismo, não os turistas”, disse Dino à Agência Brasil.  

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Segundo ele, o desequilíbrio entre demanda e oferta e o aquecimento do mercado faz com que haja práticas comerciais abusivas - que ficam mais evidentes no caso das festas de fim de ano e agora da Copa do Mundo do ano que vem -, sendo verificados aumentos de até 1.000% no preço das passagens. “Não temos nenhum fator econômico objetivo no que se refere a custo ou tributação que justifique esse aumento, que é obviamente abusivo”, acrescentou.

As quatro empresas que operam no Brasil – TAM, Gol, Azul e Avianca – vão participar da reunião de amanhã, além de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Secretaria de Aviação Civil e do Ministério da Justiça. Segundo Dino, se as empresas não atenderem ao “chamado do bom-senso”, é possível que haja mudanças na regulação do setor, inclusive acabando com a chamada liberdade tarifária. “A liberdade tarifária não é um dogma, pode ser revista a qualquer tempo. Esse seria um caminho, voltar a praticar uma administração de preços como já foi feito no passado”, explicou.

Outra medida para reduzir o preço das passagens no país é ampliar a oferta mediante a abertura do mercado para empresas estrangeiras fazerem voos domésticos no Brasil. “Se as empresas atuais não conseguirem ter práticas adequadas e oferecer bons serviços a preços justos, o mercado brasileiro é altamente atrativo para outras empresas”. Segundo ele, não é válido o argumento de que essa ação levaria a uma desnacionalização do setor, porque as empresas atuais também já não são totalmente nacionais. Para essa mudança, seria preciso alterar o Código Brasileiro Aeronáutico.

Os preços da hotelaria também estão na mira da Embratur. Segundo o ranking que será apresentado na reunião, o Rio de Janeiro aparece em quarto lugar nas tarifas de lazer, com diária média de US$ 210, atrás apenas de Miami, Punta Cana e Nova York. “Aí junta passagem aérea, que muitas vezes também é mais barata. É por isso que o cidadão de classe média prefere viajar para o México, para Montevideu, por isso que os voos internacionais estão abarrotados de brasileiros”.  

Para a Copa do Mundo, Dino defende que a Fifa e a Match, empresa suíça escolhida para intermediar as vendas de pacotes de turismo para a Copa, liberem os quartos que já foram adquiridos nas cidades-sede para que a oferta aumente e os preços sejam reduzidos. “Constatamos que, além de eles terem o monopólio, colocaram uma taxa de intermediação de 40% sobre o valor que estão pagando, que é abusivo. Se não rompermos esse monopólio, temos uma oferta muito diminuta no mercado”, disse.

A visita do papa Francisco ao Brasil não passará em branco para os fiéis argentinos que não puderem viajar. As emissoras locais de televisão prometem transmissões ao vivo e o governo da cidade de Buenos Aires instalará um telão em frente à Catedral, na Praça de Mayo, onde trabalhou o ex-cardeal Jorge Bergoglio, o atual papa, durante anos. Em outro ponto da capital da Argentina, na Praça do Vaticano, ao lado do histórico Teatro Colón, quem tentará capitalizar o evento com a popularidade de Francisco será a Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo.

A Embratur instalará um megatelão para transmitir toda a programação da visita ao vivo, intercalada com inúmeras apresentações e atividades religiosas. O festival terá início às 18h30 da terça-feira, 23, e só termina no domingo, 28. O espaço preparado pela Embratur terá capacidade para 6 mil fiéis, que poderão ver, gratuitamente, shows dos brasileiros Zeca Baleiro e Paulinho Moska e do argentino Kevin Johansen, além de grupos de forró, baião, samba, chorinho e pop.

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O governo federal está conduzindo um acordo entre empresários do setor hoteleiro e a FIFA para tentar conter as tarifas abusivas durante a Copa do Mundo. Quem fez uma pesquisa de preço antes de confirmar a reserva para a Copa das Confederações pôde sentir o peso que os eventos esportivos trazem na cobrança das diárias.

Das seis cidades que irão receber os jogos da Copa das Confederações, Brasília é a que tem as tarifas mais caras. De acordo com um levantamento preliminar feito pela Embratur, a diária custa em média R$ 485. Como muitos hotéis no centro da cidade e próximos ao Estádio Nacional Mané Garrincha não têm mais vagas, os estabelecimentos com leitos disponíveis acabam aumentando os preços. Em alguns hotéis, a diária de um quarto duplo chega a R$ 750, além dos 10% da taxa de serviço.

No geral, todas as cidades terão um aumento no valor das tarifas durante o período das competições. O que até é aceitável para o Ministério do Turismo, já que os empresários têm contratado mais funcionários e aprimorado o serviço para agradar aos turistas. No entanto, abusos preocupam o governo federal porque mancham a imagem do Brasil e causam reclamações dos visitantes, assim como ocorreu durante a Rio+20, realiado no Rio de Janeiro, no ano passado.

Num acordo firmado nesta semana, ficou definido que as tarifas da Match Services, empresa oficial da FIFA para assuntos relacionados a acomodações nos campeonatos mundiais de futebol, servirão de base para o governo e o setor hoteleiro do país. Nos próximos dias, os hoteleiros deverão divulgar os patamares aceitáveis para as tarifas. “Estabelecemos o caminho do diálogo com os empresários para evitar que a esperteza de poucos prejudique a imagem de todo o país. Essa é a posição do governo”, comentou o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

De acordo com presidente da Embratur, Flávio Dino, a ideia não é prejudicar o setor hoteleiro. “Não vamos intervir nas leis de mercado, mas também não podemos permitir abusos”, frisou. A Embratur continuará a  monitorar a cobrança de tarifas nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo.

O presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, garantiu que os empresários estão de acordo com as medidas adotadas. “Não há dois lados nessa questão. Também entendemos que o país passa por um momento importante e somos contra práticas abusivas de mercado, que, de maneira alguma, refletem a atitude majoritária dos nossos empresários”, salientou.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), por meio da Portaria nº 84/85, autorizou a nomeação dos candidatos aprovados no consurso público para técnico administrativo do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e para cargos de nível médio e superior do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur).

Só no Ibama foram aprovados cerca de 300 candidatos. O concurso foi realizado no ano passado pelo Cespe/UnB, no qual foram oferecidas vagas para diversas localidades no Brasil. Mais de 110 mil candidatos disputaram as vagas, gerando uma concorrência de 374 candidatos x vaga. A remuneração inicial disposta no edital foi de R$ 2.580,72.

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Já o concurso da Embratur obteve 29 aprovados. Foram autorizadas nomeações de dois administradores, quatro economistas, dois técnicos em comunicação social, 17 técnicos especializados e quatro agentes administrativos.   

O concurso da Embratur foi realizado em 2010, pela Fundação Universa. As remunerações iniciais registradas no edital de abertura foram de R$ 1.950,23 para os cargos de nível médio e R$ 4.834,22 para os cargos de nível superior. 















A Embratur atribuiu à "ganância de poucos" os elevados preços cobrados pela indústria hoteleira no Rio de Janeiro. Para a empresa, a estratégia do setor vai dificultar a consolidação do país como polo turístico mundial.

Na semana passada, o governo precisou intervir para reduzir o preço das diárias no Estado durante a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada em junho. A estatal divulgou no domingo nota com críticas aos preços praticados na indústria hoteleira fluminense, segundo a empresa os mais altos do país, sem motivo para essa diferença, que tem gerado reclamações no Brasil e no exterior.

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Os altos valores cobrados para hospedagem geraram protestos de comitivas estrangeiras. O Parlamento europeu chegou a cancelar a participação de uma delegação de 11 representantes no evento sob essa alegação. Em nota, a Embratur classificou domingo como "absurdo" a hotelaria no Rio praticar preços semelhantes ao do réveillon ou carnaval durante a conferência. Nesses períodos festivos, argumentou, o visitante tem liberdade de escolher entre várias cidades no país, o que não acontece em um evento da ONU sediado no Rio.

"Os hotéis do Rio, ou de qualquer outro destino turístico brasileiro, não podem pretender que o aquecimento de demanda, em face de um evento custeado pelos impostos de todos os brasileiros, conduza a margens de lucros que dificultem a consolidação do Brasil como um polo turístico mundial", diz a nota.

Em entrevista publicada domingo pelo jornal O Estado de São Paulo, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), também criticou o setor e lembrou que os erros de agora devem servir de lição para futuros eventos que a cidade vai receber, como a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude em 2013, a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. Paes apontou o contrato entre o Itamaraty e a empresa Terramar como um dos principais responsáveis pela disparada no preço da hospedagem durante a Rio+20.

Segundo ele, a Terramar "cresceu os olhos" com o evento, assim como o setor hoteleiro, que chegou a exigir que as comitivas fechassem pacotes de uma semana, mesmo que fossem ficar menos tempo.

A Embratur também avalia que a Terramar estava cobrando "taxas muito acima do razoável." Mas, na avaliação da Embratur, jogar a responsabilidade no acordo fechado pelo Itamaraty não ajuda a resolver o problema criado pela hotelaria no Rio de Janeiro.

"Não há razão objetiva para isso, já que os custos não têm diferença em relação a outras cidades de idêntico ou maior porte", diz o texto. Para a empresa, o importante é o Brasil buscar alternativas que o coloquem no foco do turismo internacional.

Pesquisa realizada pela Embratur mostra que os preços no Rio estão "desalinhados" frente aos fixados por outras cidades que sediam eventos internacionais importantes. "O governo federal não aceita tal postura comercial", diz. A nota destaca ainda que o governo intensificará os esforços para manter os preços dos hotéis justos na cidade em defesa da imagem do Rio como destino turístico.

Em clima de grande comoção dos familiares, foi sepultado na manhã de hoje em Brasília o corpo do estudante Marcelo Dino Fonseca, filho do ex-deputado federal e atual presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Flávio Dino. Marcelo, de 13 anos, morreu ontem na UTI do Hospital Santa Lúcia, onde havia sido internado na segunda-feira após sofrer uma crise de asma na escola. A polícia apura suspeitas de erro médico no socorro ao garoto.

Inconsolável com a morte prematura do filho, Dino, que foi juiz federal por 12 anos e secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fez um desabafo emocionado. "Lutei a vida inteira por justiça para hoje sofrer uma injustiça dessas. Não pode haver dor maior do que o pai enterrar um filho tão jovem, morto de uma forma tão imbecil", disse. "Não é possível alguém morrer de asma dentro de uma UTI. Esse hospital matou meu filho. Por que não me mataram? Eu preferia mil vezes estar naquele caixão no lugar dele", desabafou.

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Transtornado, o dirigente teve de ser amparado por familiares e amigos, entre eles o ex-presidente do STF, ministro Gilmar Mendes. Dino pediu ao governador Agnelo Queiroz (PT), um dos presentes, empenho das autoridades na investigação sobre a causa da morte do menino. Essa é a segunda vez em menos de um mês que o Santa Lúcia é investigado por suspeita de responsabilidade na morte de pacientes. O hospital negou que a equipe tenha cometido erro ou atrasado o socorro.

Em 19 de janeiro, o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, morreu de ataque cardíaco em decorrência de omissão de socorro. O hospital foi um dos que se recusaram a interná-lo, mesmo diante dos sintomas de enfarte, porque ele não tinha em mãos, na hora, dinheiro nem cheque para deixar de caução. Ao chegar ao terceiro hospital, que o atendeu, já era tarde e ele morreu meia hora depois.

Diversas autoridades estiveram presentes ao velório e enterro de Marcelo, entre elas o vice-presidente da República, Michel Temer; o procurador-geral da República, Roberto Gurgel; os presidentes do Senado, José Sarney (PMDB-AP) e da Câmara, Marco Maia (PT-ES); além de parlamentares de vários partidos.

O PCdoB, partido ao qual Dino é filiado, mandou seus principais representantes, entre os quais o ministro do Esporte, Aldo Rebelo e o ex, Orlando Silva. Os ministros do Turismo, Gastão Vieira; das Relações Institucionais, Ideli Salvatti; e da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, também levaram solidariedade à família do dirigente.

Portando faixas, centenas de amigos e colegas de Marcelo do Colégio Marista entoaram músicas dos grupos Legião Urbana e Paralamas do Sucesso, os preferidos de garoto, extrovertido, torcedor do Flamengo e amante de esportes. Ele praticava atividade física na escola quando desmaiou após crise asmática.

Medicado na UTI do hospital Santa Lúcia, Marcelo passou a noite em observação e ontem acordou bem, às 5 horas. Tomou banho sozinho e mandou mensagem pelo celular para os amigos informando que logo receberia alta. Às 5h30, a equipe que o assistia aplicou o anti-inflamatório Solu-cortef no horário previsto, mas em vez de melhorar, Marcelo começou a passar mal e seu estado agravou-se rapidamente.

A 1ª DP investiga se houve demora no socorro ao rapaz e se houve erro no tipo ou na dosagem do medicamento. Hoje foram intimadas a depor as primeiras cinco pessoas, entre médicos e assistentes que atenderam o paciente. A polícia também começou a analisar os prontuários e relatórios da equipe médica.

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