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Para quem gosta de visitar museus, alguns do Recife estão com uma programação recheada neste fim de ano. Mostras de fotografias, artes plásticas e arte urbana, por exemplo, são algumas das opções. Confira um pequeno roteiro com algumas exposições que entram em cartaz na capital pernambucana, neste mês de dezembro.

Farnese de Andrade - Arqueologia Existencial

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A mostra traz 40 obras do mineiro Farnese de Andrade, sob curadoria de Marcul de Lontra Costa. O objetivo da exposição é mostrar a personalidade do artista, falecido em 1996, além de ilustrar sua trajetória e as diversas fases pela qual seu trabalho passou.

Serviço

Abertura

13 de dezembro | 19h

Visitação

14 de dezembro a 17 de fevereiro 2019

Terça a sábado | 10h às 20h

Domingo | 10h às 17h

Caixa Cultural Recife (Av. ALfredo Lisboa, 505 - Bairro do Recife)

Gratuito

TOZ - Cultura Insônia

Tomaz Viana, um dos principais nomes da arte urbana brasileira, leva à Caixa Cultural uma exposição individual com trabalhos que revelam uma civilização imaginária criada por ele, alguns deles inéditos. São quatro telas e 18 esculturas de materiais diversos, além de duas instalações, sendo uma delas interativa.

Serviço

Abertura

20 de dezembro | 18h

Visitação

21 de dezembro a 17 de fevereiro 2019

Terça a sábado | 10h às 20h

Domingo | 10h às 17h

Caixa Cultural Recife (Av. Alfredo Lisboa, 505 - Bairro do Recife)

Gratuito

Coração de Pedra

A mostra da artista pernambucana Carol Monteiro reúne um conjunto de obras que são o resultado de quatro anos de pesquisa, e que revelam uma zona de intersecção entre arte e moda em uma produção inspirada nas paisagens do sertão nordestino.

Serviço

Visitação

Até 15 de janeiro 2019

Terça a sexta | 12h às 18h

Sábado e Domingo | 13h às 17h

Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães - MAMAM (Rua da Aurora, 265 - Boa Vista)

Gratuito

Glossário Fluvial

Uma pesquisa sobre os rios e os termos técnicos e científicos que se relacionam ao universo fluvial deram origem à exposição Glossário Fluvial. As fotografias reunidas traduzem alguns destes termos através das imagens que têm, como objetivo, aproximar os visitantes das questões ambientais atuais.

Serviço

Visitação

Até 16 de fevereiro 2019

Terça a sexta | 9h às 12h e 14h às 17h

Museu Murilo La Greca (R. Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 - Parnamirim)

Gratuito

Com olhos de náufrago

A mostra reúne mais de 30 trabalhos, da artista Alice Vinagre; que vão desde telas pintadas durante as décadas de 19820 e 1990, até produções mais recentes, algumas pensadas especialmente para esta exposição. A mostra põe fim a um período de 7 anos em que a artista não expôs na cidade. A curadoria é de Julya Vasconcelos.

Serviço

Visitação

Até 24 de de fevereiro 2019

Terça a sexta | 12h às 18h

Sábado e Domingo | 13h às 17h

Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães - MAMAM (Rua da Aurora, 265 - Boa Vista)

Gratuito

 

A AESO- Barros Melo e a Caixa Cultural Recife, movidas pelo incêndio trágico do Museu Nacional do Rio de Janeiro em 2 de setembro, estão promovendo uma roda de debates: “QUE MUSEUS? MUSEUS QUE (...) Desafios dos Museus frente às Políticas Públicas de Cultura atuais". O encontro será realizado no dia 24 de outubro.

A ideia é reunir profissionais e instituições ligadas às artes visuais para a tomada de posição sobre a situação atual dos museus do Brasil, estendendo essas discussões à sociedade civil por meio de encontros e forúns. Os professores de artes visuais da AESO, André Aquino e Milena Travassos, participam do evento que é gratuito.

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Serviço

Roda de Debates - 'QUE MUSEUS? MUSEUS QUE (...) Desafios dos Museus frente às Políticas Públicas de Cultura atuais'

Quarta-feira (24)|14h

CAIXA Cultural Recife - Av. Alfredo Lisboa, 505 – (Marco Zero do Recife)

Gratuito

*Por Jhorge Nascimento

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Terminou na sexta-feira (21) a 12ª Primavera de Museus, evento que ocorre em todos os museus do país. Em Belém, reunindo estudantes, artistas, professores, historiadores e outros profissionais, a semana contou com várias oficinas e mesas-redondas.

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O Museu de Artes de Belém (MABE) promoveu atividades com base no tema “Celebrando a educação nos museus”, sugerido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM). A proposta é incentivar os visitantes a buscarem conhecimento dentro dos museus.

Janice Lima, atual diretora do MABE, declarou que a baixa procura pelos museus tem se tornado um desafio em todo o país. “A gente criou toda uma programação voltada para a educação. Cada museu tem uma característica própria porque conta um pedaços de uma história. As pessoas quase não procuram os museus. É um grande desafio para os museus contemporâneos chamar a atenção dos visitantes”, falou Janice.

 A professora de Artes Visuais Simone Moura destacou a importância do tema. “É muito importante esse tema que o IBRAM propôs. É essencial ter essas oficinas, esses projetos educativos, ligados ao museu, de forma que assim conscientize e chame atenção do público, para que assim possa ter mais envolvimento com a arte”, declarou Simone.

O artista visual Tadeu Lima destacou a importância da discussão desse tema. “Toda ação voltada para o fazer artístico é importante. Essa primavera de museus no MABE vai apontar para uma reflexão em torno das questões culturais nas áreas do fazer artístico”, disse Tadeu.

Eveline Oliveira, estudante de Artes Visuais, comentou sobre a banalização e desvalorização da arte no Estado, principalmente da arte local. “Como artista fico muito triste pelas pessoas não darem valor à arte, principalmente à arte local. Acho que essa parte da educação dos museus tem que ser feita dentro das escolas. Mas é importante levar o museu até a escola, para que assim possa despertar o interesse das crianças para com a história e a arte”, revelou Eveline.

A diretora do museu anunciou planos para expandir, divulgar e disponibilizar mais contato das pessoas com o acervo do museu e incluí-lo na era digital. “A ideia de tornar o museu algo virtual é maravilhosa, usar essa tecnologia como ferramenta de expansão do conhecimento aqui presente, para que alguém que esteja do outro lado do mundo visitar o acervo local.”

 A 12ª Primavera de Museus abordou, no encerramento, o tema “Educação Patrimonial”, na oficina ministrada por Simone e Janice. “A proposta era discutir o objeto musealizado, como um objeto propulsor de outras relações com as memórias individuais, como as memorias coletivas, pessoais e a história de vida das pessoas que vêm visitar o museu”, finalizou Simone.

Por Cleo Tavares.

 

O artista plástico paulista Jaime Lauriano convida o público a pensar sobre como os museus lidam com o tempo presente e quais as estruturas são responsáveis pela produção da história. Ele faz isso através de sua nova exposição, Marcas, que abre as portas para visitação na próxima quinta (20), na Fundação Joaquim Nabuco, no Derby. 

A mostra é o resultado de cinco meses de pesquisas e do contato do artista com os acervos disponíveis no Cehibra e no Museu do Homem do Nordeste. Nela, Jaime une imagens históricas com outras mais recentes, sobretudo as que ilustram violências, na tentativa de promover um diálogo entre elas. 

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Assim, o artista plástico pretende demonstrar que o museu não funciona apenas como um depósito de imagens e objetos antigos, mas também um lugar para tratar e pensar nos fatos da atualidade. Em seus trabalhos, Lauriano imprime a preocupação com as desigualdades procurando abordar a relação das estruturas de poder com a opressão sofrida pelas minorias sociais. 

Serviço

Marcas

Abertura

Quinta (20) | 18h às 22h

Visitação - até 11 de novembro

Terça a sexta | 15h às 20h

Sábados, domingos e feriado | 15h às 20h

Galeria Vicente do Rêgo Monteiro - Fundação Joaquim Nabuco (Rua Henrique Dias, 609 - Derby)

Gratuito

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O Sebrae deflagrou uma guerra para barrar o repasse de R$ 216 milhões de sua arrecadação para bancar a manutenção de 27 museus. A instituição tem receita anual de R$ 3,4 bilhões com a Cide, maior do que o obtido por seis Estados com ICMS. A caixa preta das finanças do Sebrae está sendo aberta pelo governo para embasar a criação da Agência Brasileira de Museus (Abram), após o incêndio que destruiu o Museu Nacional.

Num único mês, o Sebrae arrecada em média R$ 283 milhões com a Cide, valor maior do que o repasse previsto à agência. O crescimento constante das receitas tem permitido que a entidade das micro e pequenas empresas feche os anos com as contas no azul - só no ano passado, o superávit foi de R$ 525,3 milhões - e até invista no mercado financeiro. O Sebrae mantém R$ 2,6 bilhões em aplicações financeiras de longo e curto prazos.

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Só no ano passado, o lucro com essas aplicações somou R$ 261,7 milhões - bem mais do que teria de abrir mão agora para financiar a Abram. Uma parte desse dinheiro é obtida com juros pagos pelo próprio governo federal para se financiar no mercado.

O governo levantou os dados para se preparar para a briga jurídica. O Sebrae entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu uma liminar para suspender os efeitos da Medida Provisória que remanejou os recursos para a Abram.

Transparência

Com receita total de R$ 4 bilhões, a entidade dá pouca transparência à aplicação desses recursos. Apesar de boa parte dessa arrecadação vir de um tributo federal. O Sebrae recebe o equivalente a 0,3% da folha de pagamento das empresas associadas por meio da Cide. Essa receita tem apresentado crescimento nos últimos anos. Só em 2017, houve incremento de R$ 144 milhões. O Sebrae destina um terço da receita tributária para o pagamento da folha de pessoal, que no ano passado custou R$ 1,3 bilhão. Segundo o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, ao todo são cerca de cinco mil funcionários.

Os dados foram apresentados ao presidente Michel Temer. Para integrantes do governo, o retrato mostra que o repasse do dinheiro do Sebrae para a nova agência dos museus não representa risco à atividade desenvolvida pela entidade de micro e pequenas empresas.

Fontes do governo admitem que não será fácil aprovar a MP devido à forte capacidade de pressão do Sebrae no Congresso Nacional, mas alertam que o repasse de recursos para os museus representa uma "escolha de prioridades".

Afif Domingos reclama pelo fato de a entidade do Sistema S ter sido a única atingida pela MP apresentada pelo governo. "Por que nós sozinhos?", questionou. Ele afirmou ainda que o governo "pode analisar à vontade" os números da instituição. Ele e argumentou ainda que as receitas da entidade são distribuídas em operações realizadas nos Estados e municípios e que o remanejamento pode prejudicar essas atividades. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Na manhã desta terça-feira (11), o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, anunciou, em entrevista coletiva, que irá tomar medidas judiciais contra a criação da Agência Brasileira de Museus (Abram). O órgão foi criado perante uma medida provisória (MP), que retira R$ 200 milhões do Sebrae. De acordo com Afif, o corte de custos afetará o atendimento de 608 mil pequenos negócios ao ano, o que corresponde a toda região Norte do Brasil.

Além da entrada com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF), o Sebrae estuda entrar com Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF contra a MP. “A exploração de museus está fora desta finalidade e não podemos pagar a conta sozinho”, afirmou Afif, segundo assessoria de imprensa do Sebrae, que ainda salienta a surpresa do presidente ao saber que a verba sairia do serviço social autônomo.

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A instituição, ainda de acordo com a assessoria imprensa, sugeriu como alternativa o investimento de R$ 100 milhões no setor, por meio de projetos de economia criativa com a finalidade de atender as micro e pequenas empresas e de melhoria da gestão em museus. De acordo com a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, a retirada do recurso seria um grave prejuízo ao emprego no Brasil, pois os pequenos negócios correspondem a uma grande fatia dos contratos feitos por meio da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). “Eles responderam por 93% dos empregos com carteira assinada no primeiro semestre”, afirma, segundo assessoria de imprensa. "A MP gera uma insegurança institucional e nos preocupa, pois temos acordos e metas a cumprir. O déficit público nunca vai caber no orçamento do Sebrae”, acrescentou o diretor de Administração e Finanças, Vinicius Lages.

O presidente Guilherme Afif ainda ressaltou que a recuperação dos mudeus é uma causa importante, mas que o Sebrae não pode ser prejudicado, pois os recursos não são para essa finalidade. “Todos são solidários com o que aconteceu, mas só quem deu o dinheiro foram os pequenos negócios, únicos a terem a verba cortada”, apontou.

Entre os objetivos da criação da Abram está a reconstrução do Museu Nacional, destruído após um incêndio no Rio de Janeiro. O novo órgão também substitui o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), responsável por gerenciar quase 30 espaços culturais.

O incêndio que atingiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, na noite do último domingo (2) e se estendeu pela madrugada da segunda (3), abriu uma série de indagações sobre a manutenção de outros equipamentos culturais no país. Na noite de ontem, após uma caminhada em Roda de Fogo, questionado pela LeiaJá, o governador Paulo Câmara (PSB) lamentou o ocorrido no Rio, mas garantiu que os museus de Pernambuco estão bem cuidados. 

“O que a gente viu ontem no museu do Rio de Janeiro é lamentável. Lamentável porque ali é a história do Brasil. Se faz o futuro olhando a história do passado. Então, a falta de cuidado, de manutenção, levou a isso que a gente viu no Rio de Janeiro. Os nossos museus, nós estamos cuidando deles”, afirmou durante entrevista. 

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O pessebista aproveitou para criticar mais uma vez governo Temer. “Estamos cada vez mais zelosos porque ações como essas que ocorrem no Rio de Janeiro mostram claramente a incapacidade que tem o Governo Federal de cuidar do patrimônio histórico. Não estão cuidando do povo e agora não estão cuidando nem do  patrimônio histórico do passado e do que é importante para o povo”. 

Entre outros temas, Paulo chegou a dizer aos jornalistas que deveriam sentir “orgulho” do estado quando foi interrogado sobre o resultado do Ideb 2017 no qual Pernambuco ficou em terceiro lugar e não mais em primeiro ficando atrás de Goiás e do Espírito Santo. “Pernambuco foi o único estado que cresceu por onze anos. Está entre os melhores estados do Brasil. Vocês devem sentir orgulho. Nós estamos formando uma nova geração de pernambucanos para o futuro. Pernambuco tem um trabalho lindo e reconhecido”. 

 

Ele ainda pediu para que não fossem criados factoides. “Pernambuco tem a melhor educação pública do Brasil, a menor taxa de abandono, a menor diferença da escola do rico e do pobre e o menor abandono e um conjunto de escolas técnicas. Vocês têm que se orgulharem, Pernambuco está andando muito bem na educação e não querer criar factoides. Nós estamos melhorando a educação de Pernambuco, é a melhor do Brasil reconhecida por todos os institutos”, reiterou. 

 

A destruição do prédio e de grande parte do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro chocou muitas pessoas entre a noite de domingo (2) e a manhã desta segunda-feira (3), quando os bombeiros ainda estavam trabalhando no local para conter os últimos focos do incêndio. 

Este tipo de problema, infelizmente, não é uma novidade na história do Brasil. Em outras ocasiões, perdas irreparáveis foram causadas pelo fogo em outros grandes e importantes museus.

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Museu da Língua Portuguesa

A principal torre do Museu da Língua Portuguesa, que fica dentro da Estação da Luz, em São Paulo, foi um caso recente de incêndio antes do caso do Museu Nacional do Rio de Janeiro, em 21 de dezembro de 2015. 

Além da destruição do acervo (que era majoritariamente digital), um funcionário do museu veio a óbito e a estrutura do local ficou comprometida. A cobertura da torre do museu foi reconstruída em julho deste ano e a reinauguração está prevista para o ano de 2019.

Cinemateca Brasileira

A Cinemateca Brasileira, que reúne cerca de 250 mil rolos de filmes brasileiros de diversas épocas, além de um acervo não fílmico composto por cerca de 1 milhão de documentos e objetos, teve cerca de mil rolos de filmes datados da década de 1950 destruídos quando uma de suas câmaras de depósito de filmes pegou fogo em fevereiro de 2016. 

O estrago não foi maior pois, além de grande parte do acervo já estar digitalizado, a instituição dispunha de um tipo de construção em que as paredes não se comunicam com o teto e não há instalações elétricas, para evitar que o fogo se espalhe em caso de um curto-circuito levar a um incêndio.

Memorial da América Latina

Em 2013, apenas dois anos antes do incêndio que destruiu o Museu Nacional da Língua Portuguesa, o auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina, que também fica em São Paulo, pegou fogo devido a um curto-circuito. 

A destruição do prédio e de grande parte do acervo do Museu Nacional do Rio de Janeiro chocou muitas pessoas entre a noite de domingo (2) e a manhã desta segunda-feira (3), quando os bombeiros ainda estavam trabalhando no local para conter os últimos focos do incêndio. 

Instituto Butantan

Em 2010, o Instituto Butantan foi atingido por um incêndio que, de acordo com o Ministério Público de São Paulo, teve origem criminosa e culposa (causada por negligência), destruiu o maior acervo de cobras do país, com 80 mil espécimes catalogados, junto com outros répteis, artrópodes, tartarugas, cágados e jabutis. 

À época, o curador do instituto, Francisco Franco, afirmou que as perdas causadas pelo incêndio significaram “uma perda para a humanidade” pois, de acordo com ele, “toda informação que se podia haver sobre biodiversidade, ecologia, biologia e distribuição geográfica a respeito de serpentes estava armazenada no prédio incendiado”. 

Museu de Arte Moderna do Rio

Em 1978 o Museu de Arte Moderna do Rio foi atingido por um incêndio que destruiu telas de artistas como Pablo Picasso, Miró, Matisse, Cândido Portinari e Salvador Dali, além de todos os volumes do acervo da biblioteca de artes visuais, causando um prejuízo financeiro de R$ 60 milhões. 

Apenas 50 peças do acervo foram salvas e, tamanho foi o estrago, que somente nos anos 1990 grandes instituições internacionais voltaram a confiar no Brasil para abrigar exposições de grande porte. 

Investigações da época apontaram um curto-circuito causado por instalações elétricas defeituosas como um possível motivo, mas a causa do incêndio que significou uma das maiores perdas para o patrimônio artístico do Brasil nunca foi esclarecida por completo.

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Sob quase todos os olhos, era só mais uma imagem da Imaculada Conceição em gesso. Não para Edison Hüttner, de 52 anos. Ao analisar o item, o irmão marista levantou a suspeita, que se confirmou após tomografia: uma cobertura de três milímetros de gesso e tinta feita em 1914 revestia a versão original da santa, de madeira, de origem jesuítico-guarani e data do século 18.

"Nesse processo de estudo percebemos que atrás do orbe azul, uma lasca fina de gesso que havia se desprendido, por onde foi possível observar madeira", escreveu Hüttner em seu diário.

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Em 13 anos, ele - que coordena o Projeto de Arte Sacra Jesuítico-Guarani da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - já encontrou 15 peças missioneiras no Estado e fez expedição de barco na Lagoa dos Patos para buscá-las debaixo da água.

As descobertas ocorrem em um misto de acaso e pesquisa bibliográfica. Em uma escola de Santa Maria, Hüttner achou um São Nicolau missioneiro - recebido com festa em dezembro por São Nicolau (RS), de onde havia sido roubado em 1960. Em outra ocasião, uma imagem foi avistada em um galinheiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Pelo antigo Mosteiro de São Bento, a então estagiária Thayline Albuquerque, de 21 anos, acompanhava um visitante do Museu de Arte Sacra de Santos (Mass), no litoral paulista. Por duas horas, o conduziu pelos corredores de quase 400 anos, cuja arquitetura e acervo são tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1945.

Após poucos dias, em julho de 2016, se deparou com o mesmo homem: ao ver o retrato falado de um dos assaltantes que levaram 20 peças e 422 livros do local, em um roubo com funcionários reféns. O crime segue sem solução e nenhuma item foi recuperado.

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Nesse cenário, igrejas e museus de arte sacra têm apostado em tecnologias para coibir novos crimes - muitas das instituições até evitam dar detalhes sobre o esquema de proteção.

O Mass colocou parte do acervo em vitrines de vidro temperado e todos os cerca de 600 materiais foram fotografados em alta resolução para facilitar o rastreamento, em caso de eventual roubo. "Agora todo o cuidado é pouco", diz a administradora do museu, Marcia Egas. O número de câmeras foi ampliado de sete para 16 e agora é exigido que os visitantes mostrem documentos e sejam fotografados antes de circular pelo local.

Já o Museu de Arte Sacra de São Paulo, embora afirme não ter tido casos recentes, investiu em mais câmeras, que chegam a cem, na criação de um espaço de monitoramento blindado e na instalação de alarmes nas vitrines de exibição. Para isso, cortou seguranças. "Substituímos gente por tecnologia", afirma o diretor executivo José Carlos Marçal de Barros.

Já em igrejas da Arquidiocese do Recife, a instalação de câmeras e alarmes se intensificou há três anos, mas ainda não inclui todos os templos. "Existe um custo alto de instalação e manutenção que a gente não consegue estender a todas", conta o padre Rinaldo Pereira dos Santos, da Comissão Arquidiocesana de Pastoral para a Cultura.

Em 2016, a arquidiocese procurou o Iphan para refazer o inventário de suas igrejas, processo que identificou dois itens desaparecidos. Outra medida para prevenir crimes é a publicar o catálogo do acervo do Museu de Arte Sacra de Pernambuco em setembro. "É um grande instrumento de combate ao roubo, torna a peça mais pública", explica.

Desafios

O cenário de roubos de bens culturais é considerado "extremamente grave" pelo próprio governo federal. "Temos todos os dias acontecendo, em menor escala, furtos, roubos e desaparecimentos de obras de arte, de bens culturais, País afora", disse ao jornal O Estado de S. Paulo o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão. A pasta prepara uma série de medidas para conter o tráfico desses itens no País - e a arte sacra é a mais vulnerável.

Dentre as medidas prometidas estão a elaboração de uma política nacional de combate ao tráfico e a criação de uma coordenação com o mesmo foco dentro da nova Secretaria dos Direito Autoral e da Propriedade Intelectual, que deve ser oficializada em breve. "Estamos de fato muito atrasados. É um mea culpa que precisamos todos fazer", diz Leitão.

Outra medida cogitada é fazer um levantamento nacional de casos de roubos e furtos de bens culturais, o que não é feito hoje. A ideia é ter um site para reunir informações sobre pirataria e divulgar o banco de dados de itens desaparecidos.

Um dos poucos registros nacionais do tipo é o Banco de Dados de Bens Culturais Procurados, mantido pelo Iphan, que o próprio órgão admite não atualizar desde 2015, quando detinha 1.644 objetos. A inclusão ocorre só após notificação e abrange patrimônio nacional, estadual e municipal. "Não é um banco estável. Ele não reflete a realidade com precisão", afirma o Iphan, por meio de nota.

Em 2017, por exemplo, a instituição noticiou o furto do retábulo (espécie de altar) da Capela de Sant'ana, em São Gonçalo, no Rio, mas não incluiu a peça no banco de dados. O caso é emblemático no meio, pois, o item, do século 18, foi completamente retirado do local, que já sofria casos de furtos e manutenção em sua estrutura

O maior roubo de bens culturais do Brasil, em 2006,no Museu Chácara do Céu, também no Rio, não teve nenhum dos quatro quadros (de autores como Pablo Picasso e Salvador Dalí) recuperados, embora custassem milhões. Como aponta o ministro, se uma instituição de grande porte, como a carioca, enfrenta casos do tipo, maior é a vulnerabilidade de pequenos museus e igrejas. "Nós temos um vastíssimo acervo de arte sacra, sobretudo dos século 17, 18 e 19, em milhares de igrejas, muitas delas sem nenhum tipo de proteção."

Resgate

Em Minas, uma série de furtos de peças sacras levou o Ministério Público Estadual a criar uma Coordenadoria das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico, em 2005. "A metodologia é diferente, pois adota-se um trabalho bem especializado - que exige conhecimentos não apenas no campo do direito como também da história, arqueologia, arquitetura etc -, coordenado e razoavelmente uniformizado na defesa do patrimônio cultural", explica a promotora Giselle Ribeiro de Oliveira, que comanda a coordenadoria.

A Coordenadoria também mantém um banco de dados de bens desaparecidos, que é alimentado com base em informações de polícias e de proprietários de bens, o que inclui arquidioceses, por exemplo. Cerca de 730 itens estão no sistema.

Além disso, o órgão participou da recuperação de cerca de 280 peças. A mais recente delas, uma imagem de Nossa Senhora do Rosário, do século 18, foi devolvida a uma capela de mesmo nome, no município de Prados, no último dia 15. Ela havia sido encontrada em um site de leilão de obras de arte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Foi lançado o “Guia de Visitação: Museus da Baixada Santista”. Visitantes de 27 museus localizados entre Bertioga e Peruíbe terão à disposição um catálogo impresso com informações sobre todas as unidades.

A diretora do Museu de Pesca e pesquisadora científica do Instituto de Pesca, Thais Moron Machado, frisa a importância do projeto: “O projeto é uma iniciativa do Sistema Estadual de Museus, que, em parceria com a organização social Acam Portinari e o Grupo Orla Cultural, estimula a visitação aos museus da Baixada Santista e consolida os espaços como atrativos turísticos e culturais da região”.

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A publicação é resultado da troca de informações entre os gestores dos museus da Baixada. “A região tem um grande potencial de turismo, sendo preciso atrair o público e sensibilizá-lo, educando-o culturalmente”, completa a diretora.

“O guia ampliou a visibilidade dos equipamentos culturais, assim como auxiliou na divulgação do trabalho do Grupo Orla Cultural Museus, transformando-se em um caso de sucesso entre as redes de articulação do setor no Estado”, enfatiza Beatriz Royer Massonetto, consultora do grupo “Orla Cultural”.

A Secretaria Estadual da Cultura, em São Paulo, preparou uma programação variada para comemorar o Dia das Mães. As opções culturais vão desde uma mostra especial do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, no Museu da Imagem e do Som (MIS), até  workshop de elaboração de presentes, no Museu do Futebol. O roteiro de atrações será no sábado (12) e domingo (13). A programação cultural está no site da secretaria.

Museus

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O MIS-SP apresentará ao público uma mostra gratuita com três filmes que retratam mães fortes e emblemáticas por meio do olhar do cineasta Pedro Almodóvar, especialista em criar figuras maternas envolventes e complexas. Serão exibidos “Volver”, às 15h; “Julieta”, às 17h30; e “Tudo sobre Minha Mãe”, às 19h30. As sessões são gratuitas, sendo necessário retirar o ingresso uma hora antes das sessões, na recepção do museu.

O Museu Afro Brasil apresenta a partir deste sábado (12), às 11h, a exposição “Isso É Coisa de Preto – 130 Anos da Abolição da Escravidão”, que retrata mulheres e homens negros que marcaram época na história brasileira, como o médico Juliano Moreira, o poeta Luiz Gama, o escritor Manuel Querino, a cantora Elza Soares, entre outros. Os visitantes poderão ainda conferir outras cinco mostras que estão em exposição. Para outras informações, acesse o site oficial

A Pinacoteca apresenta as exposições “Hilma af Klint: Mundos possíveis”, “Emmanuel Nassar: 81-18”, “Arte colonial na coleção da Fundação Nemirovsky”, “José Antonio da Silva e Chão Comum”, de Ana Dias Batista. O espaço também apresenta, no domingo (13), o espetáculo “Pinacanção”, que reúne música, teatro e artes visuais. A atividade é gratuita, com início às 15h. Para participar, basta retirar os ingressos a partir das 14h30 na entrada do auditório. No mesmo dia, das 11h às 15h o Pinafamília leva pessoas de todas as idades para uma viagem pelo acervo do museu. Mais informações no site.

No sábado (12) e domingo (13), das 14h às 15h30, o Museu do Futebol promove a oficina “Marca Páginas”, onde os participantes poderão produzir um presente em homenagem às mães. A atividade é gratuita.

O Museu da Casa Brasileira apresenta no domingo (13), às 11h, Carlinhos Antunes e a Orquestra Mundana Refugi, com músicas do Brasil, da Palestina, do Irã, da Guiné e do Congo. Os visitantes podem aproveitar a visita ao museu para conhecer a exposição “Design Aerodinâmico - Metáfora do Futuro”, com mais de 250 objetos do estilo. As atrações são gratuitas. Outras informações sobre a programação no site.

No feriado prolongado do dia 1 de maio, comemorado na próxima terça-feira, a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo promoverá diversas atividades gratuitas nos museus da cidade.

Diversas exposições temporárias estão em cartaz e outras atividades que vão atender a todos os gostos em todas as faixas etárias.

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O principal da programação foi divulgado pelo site do governo do estado e você pode conferir abaixo.

Museus

O Museu da Imagem e do Som – MIS celebrará o Dia do Trabalho com filmes e fotografia sobre o tema. A “Mostra 1º de Maio” apresentará uma seleção de longas que mostram o trabalhador como figura central de tramas clássicas, em fases diferentes da história da sociedade. Com entrada gratuita, a mostra traz filmes como ‘Tempos modernos’, de Charlie Chaplin, ‘São Paulo S.A.’, de Luís Sérgio Person, e ‘Braços cruzados, máquinas paradas’, de Sérgio Toledo Segall e Roberto Gervitz.

O MIS estará aberto no dia 28 de abril (sábado), das 12h às 21h, e nos dias 29 (domingo) e 1º de maio (terça-feira), das 11h às 20h. Na terça, a entrada é gratuita. No dia 30 (segunda-feira), o museu estará fechado.

No dia 29 de abril (domingo), às 16h, a Pinacoteca terá apresentação da Camerata Cantareira, orquestra de cordas da Faculdade Cantareira, sob direção de Marcelo Jaffé. O repertório contemporâneo inclui música de concerto, música brasileira e obras especialmente escritas para o grupo.

Litoral

Na Baixada Santista, a programação durante o feriado terá o Museu do Café, em Santos, com a exposição itinerante “Estação da Língua Portuguesa”, que mostra acervos do Museu da Língua Portuguesa (atualmente em reconstrução). A instituição estará aberta nos dias 28 e 29 de abril (sábado e domingo) e 1º de maio (terça-feira).

Bibliotecas

A Biblioteca de São Paulo terá programação para todas as idades. No sábado (28), bebês e crianças com idade entre seis meses e quatro anos poderão participar, às 11h, da atividade “Lê no Ninho”, que estimula a leitura por meio de livros lúdicos, tablet, contação de histórias e músicas. Das 11h às 13h, os visitantes podem aproveitar o “Jogos para todos!”, com oficina de xadrez e partidas entre os participantes – pessoas com deficiência visual podem utilizar tabuleiros adaptados.

Na Biblioteca Parque Villa-Lobos, os visitantes poderão aproveitar os últimos dias da “Exposição-caderno: Villa-Lobos 2015-2017”, de Rubens Matuck, com reproduções do caderno de viagem que o artista elaborou durante suas idas ao Parque Villa-Lobos entre 2015 e 2017. Todas as atividades das bibliotecas são gratuitas e não é necessário realizar inscrição para participar.

Teatro

Na Oficina Cultural Oswald de Andrade, o público poderá conferir, no dia 28 de abril, às 18h, o espetáculo “Famintos”, que levanta o questionamento: qual a função do artista na atualidade? Já no dia 30 de abril, às 19h, e no dia 1º de maio, às 18h, o espaço apresenta o espetáculo “Muro”, do Coletivo Favela em Cena, em que dois pichadores contam histórias de diversos personagens da periferia com muito bom humor e poesia, embalados por discotecagem ao vivo.

Todos os espetáculos são gratuitos. A Oficina estará aberta nos dias 28 (sábado) e 30 (segunda-feira) de abril e 1º de maio (terça-feira). No dia 29 (domingo), o espaço não abre.

Serviços

Museu da Imagem e do Som: Av. Europa, 158 - Jardim Europa, São Paulo – SP

Pinacoteca:  Praça da Luz, 2 - Luz, São Paulo – SP

Museu do Café: R. Quinze de Novembro, 95 - Centro, Santos - SP

 Biblioteca de São Paulo:Av. Cruzeiro do Sul, 2630 - Santana, São Paulo

Biblioteca Monteiro Lobato: Rua Gen. Jardim, 485 - Vila Buarque, São Paulo

Oficina Cultural Oswald de Andrade: Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro, São Paulo

 

Para aproveitar o final de semana, a sugestão é visitar as exposições artísticas com baixo custo na cidade de São Paulo. Confira a lista das sete mostras diponíveis:

Castelo Rá-Tim-Bum

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Local: Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda, São Paulo - SP).

Valor de entrada: R$ 10 (inteira); R$ 5 (meia). Classificação livre.

Renato Russo

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) (Av. Europa, 158 - Jardim Europa, São Paulo - SP).

Valor de entrada: R$ 6 (inteira), R$ 3 (meia). Classificação etária: 12 anos.

Di Cavalcante

Local: Pinacoteca (Praça da Luz, 2 - Luz, São Paulo - SP). 

Valor de entrada: R$ 6 (inteira), R$ 3 (meia). Classificação livre.

Museu do Futebol

Local: Estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller - Pacaembu, São Paulo - SP).

Valor de entrada: R$ 10 (inteira); R$ 5 (meia). Classificação livre.

Exposição "O Mundo do Perfume"

Local: Museu Catavento (Pq. Dom Pedro II - Av. Mercúrio, s/n - Brás, São Paulo - SP).

Valor de entrada:R$ 6 (inteira); R$ 3 (meia). Classificação livre.

Mostra "Solidão"

Local: Museu da Diversidade (Estação República do Metro - R. do Arouche, 24 - República, São Paulo - SP).

Entrada franca. Classificação livre.

Exposição "Da cabeça aos pés"

Local: Museu da Imigração (R. Visc. de Parnaíba, 1316 - Mooca, São Paulo - SP).

Valor de entrada: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia). Classificação livre.

Outubro costuma ser recheado de programações infantis para que os pequenos curtam seu mês. O LeiaJá separou programas marcados especialmente para a quinta-feira, dia 12, data que marca no calendário o Dia das Crianças. Nesse post há programações gratuitas e pagas para os jovens, que vão desde parques e praças até shoppings, teatros, museus e food parks. 

GRATUITOS

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Madá Food Park (Rua Doutor Batista de Carvalho, 45 - Madalena):

No Dia das Crianças o food park oferecerá uma tarde de atividades para os pequenos, a partir das 15h. Haverá brincadeiras de antigamente e oficinas gratuitas ministradas pelos profissionais da Recrearte. Já os pais contarão com um serviço de feijoada e clone de chopp entre 12h e 14h (Rua Doutor Batista de Carvalho, 45, Madalena, Recife – PE).

Museu da Cidade do Recife (Praça das Cinco Pontas, s/n - São José):

Na quinta (12), o Museu convida as crianças para descobrir a história da construção do Forte das Cinco Pontas, além de conhecer sua importância para o Recife. A programação conta também com a oficina gratuita ‘Fortebrincar’, que promete ensinar as crianças a construir seu próprio forte, usando papelão, papel colorido e tinta guache. A oficina será realizada das 14h às 16h, ministrada pelo historiador Sandro Vaconcelos. Para participar é preciso ter no mínimo 7 anos e se inscrever pelo e-mail educativomcr@gmail.com. As vagas são limitadas.

Sítio da Trindade (Estrada do Arraial, 3259 - Casa Amarela):

A partir das 16h, será ministrada uma oficina de brinquedos recicláveis, pintura com lápis de cera e, às 17h, cinema ao ar livre na lona de circo. Na ocasião, as próprias crianças irão escolher o filme que desejam assistir. Os participantes poderão ainda adquirir peças com preços diferenciados no brechó, além de conferir a feira de comidas e brinquedos infláveis.

Parque 13 de Maio (R. Mamede Simões, 111 - Boa Vista):

O Palhaço Chocolate se aprese no parque no Dia das Crianças, a partir das 15h. O show terá cerca de duas horas de duração e é gratuito e contará com banda ao vivo,  circo, teatro, dança, músicas de sucesso do Palhaço e brincadeiras.

Reserva do Paiva (Paiva, Cabo de Santo Agostinho - PE):

A partir das 11h haverá oficinas e recreadores da Recreart. Às 16h será a vez da Bandalelê subir ao palco com canções especiais e grandes clássicos do frevo. Estará disponível no local o aluguel de bicicletas, charretes, mini kart, kart-ciclo e hoverboard, com preços variando entre R$ 10 e R$ 30 reais.

PAGOS

Caixa Cultural Recife (Av. Alfredo Lisboa, 505 - Recife Antigo):

O espetáculo musical infantil Seu Rei Mandou, da pernambucana Cia Meias Palavras, estará em cartaz nos dias 12, 14, 15, 21 e 22 de outubro na Caixa Cultural. A peça recupera a tradição oral, a cantoria e o humor, transformando o palco num castelo de 100 réis. As apresentações serão realizadas em dois horários no dia 12, às 16h e 19h. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia).

Teatro Guararapes (Centro de Convenções de Pernambuco - Av. Prof. Andrade Bezerra, s/n - Salgadinho):

O espetáculo ‘Aladim O Musical Recife’ estreia no dia 12 de outubro, com sessão também no dia 13. Na releitura, o enredo valoriza a cultura de Pernambuco, fazendo sempre referência aos costumes regionais. Aladim Recife é para crianças e adultos.  No repertório, 19 músicas, serão  cantadas e acompanhadas de uma orquestra - tudo ao vivo. Ingressos: Plateia VIP: R$ 165,00 e R$ 82,50 (meia). MEIA SOCIAL (Plateia A: R$50,00 e Plateia B: R$50,00), até às 23h59 desta quarta-feira (11). Os valores do balcão variam entre R$100,00 (inteira) e R$50,00 (meia). Os bilhetes podem ser adquiridos na internet (link eventim), nas lojas do Ticket Folia e na bilheteria do Teatro Guararapes.

Shopping Rio Mar (Av. República do Líbano, 251 - Pina):

Entre os dias 12 e 15 de outubro o shopping promove uma edição especial do ‘Divertilândia’, com um Festival das Crianças. Na programação estão apresentações da dupla ‘Grandes Pequeninos’, formada por Tânia Khalill e Jairzinho, os palhaços Patati Patatá, uma apresentação dos Beatles para Crianças e Jacaralevis. A entrada para o festival custa R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Além disso, haverá uma corrida infantil à fantasia, no estacionamento externo, a partir das 8h no dia 15, com direito a medalhas de chocolate no final. O preço para participar da corrida é R$ 50 reais.

Shopping Guararapes (Av. Barreto de Menezes, 800 - Piedade):

Aos sábados e domingos de outubro, e também no dia 12, o shopping recebe, de hora em hora, a partir das 18h, a apresentação da história do reino da Princesa Cristal e do Príncipe Luz encanta os olhos. Os ingressos estão sendo vendidos no quiosque Ticket Folia do Shopping e custam R$ 22 por criança, com direito a um adulto responsável.

Com a chegada da primavera, o Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), irá oferecer a 11ª edição da Primavera dos Museus em 932 instituições no país, e, ao longo da semana, o evento promoverá 2,5 mil atividades culturais no Brasil.

A semana trará exposições, mostras de filmes, cursos, oficinas e diversas outras atividades. As narrativas da memória e histórias de cada uma das instituições que participarão serão apresentadas ao público em diversas dinâmicas. 

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Segundo o Ibram, a ideia é olhar para dentro e refletir, junto às populações, sobre os processos e resultados de sua própria constituição e produção.

Confira a programação completa, através do site: http://guiadaprogramacao.museus.gov.br/arquivos/guia-da-programacao.pdf

A programação completa da 11ª edição da Primavera de Museus já está disponível na página do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A programação será entre os dias 18 e 24 de setembro, com o tema “Museus e suas memórias”.

Para esta edição, estão cadastradas mais de 2,5 mil atividades culturais em 417 cidades de 25 estados e no Distrito Federal. No site do Ibram, o interessado pode encontrar atividades por estado, cidade, museu ou palavra-chave. 

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Com o intuito de reforçar a divulgação da Primavera dos Museus 2017, o Ibram lançou um kit com diversos conteúdos digitais para as instituições participantes – além de um texto de referência sobre o tema deste ano.

Como resultado da busca, além da programação definida, há ainda o endereço da instituição, assim como os contatos de telefone e e-mail. Todas as atividades são de responsabilidade dos participantes. As atrações estão todas reunidas no Guia da Programação.

Mais informações sobre a 11ª Primavera dos Museus podem ser solicitadas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

A Universidade de São Paulo (USP) disponibiliza nove museus abertos para visitação com exposições artísticas, históricas e cientificas.

Os museus são espaços que oferecem a chance de pessoas que estão fora da instituição se aproximarem do conteúdo que é produzido dentro dela, além do conhecimento em diversas áreas para o público em geral.

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Confira abaixo a lista de museus que a USP disponibiliza:

Museu de Arte Contemporânea – site: http://www.mac.usp.br/mac/. Localização: avenida Pedro Álvares Cabral, 1301, Ibirapuera.

Museu de Arqueologia e Etnologia – site: http://www.vmptbr.mae.usp.br/. Localização: av. Professor Almeida Prado, 1466, Cidade Universitária.

Parque de Ciência e Tecnologia da USP – site: http://parquecientec.usp.br/. Localização: av. Miguel Estéfano, 4200, Vila Agua Funda.

Museu de Anatomia da USP – site: http://museu.icb.usp.br/. Localização: av. Prof. Lineu Prestes, 2415, Butantã.

Museu de Ciencias da USP – site: http://biton.uspnet.usp.br/mc/. Localização: av. Miguel Stefano, 4200, Prédio 7, Água Funda.

Museu de Anatomia Veterinária – site: http://mav.fmvz.usp.br/. Localização: av. Prof. DR. Orlando Marques de Paiva, 87, Butantã.

Museu de Zoologia da USP – site: http://www.mz.usp.br/. Localização: avenida Nazaré, 481, Ipiranga.

Museu de Geociências da USP – site: http://www.igc.usp.br/. Localização: rua do Lago, 562, Butantã.

Museu Oceanográfico do IOUSP – site: http://www.io.usp.br/index.php/infraestrutura/museu-oceanografico/apresentacao. Localização: praça do Oceanográfico, 191, Cidade Universitária. 

Visitar um museu e conhecer obras clássicas contemporâneas agora é uma oportunidade que está à distância de um clique. A história do Brasil pelos olhos de grandes artistas, tanto nacionais quanto internacionais, está disponível virtualmente em cinco museus administrados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC). 

Além de obras de arte, outros itens históricos podem ser contemplados pelas telas de celulares, tablets ou computadores. São mais de 1300 itens e 18 exposições disponíveis.

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O Ibram e a empresa Google firmaram a parceria em fevereiro para a realização do passeio virtual. Veja uma amostra do que pode ser conferido nas vitrines do site.

Museu Nacional de Belas Artes

Divulgação/ Min. Cultura

 

Conheça a coleção da Missão Artística Francesa, que trouxe ao Brasil artistas como Jean Baptiste Debret e Nicolas Antoine Taunay no início do século XIX, com o objetivo de criar uma escola de arte e ofícios na então capital. A missão instituiu o estilo neoclássico com pinturas como o "Retrato de D. João VI" e o "Estudo para desembarque de Dona Leopoldina no Brasil", ambos de Debret, datados de 1817.

Museu Histórico Nacional

Divulgação/ Min. Cultura

Entre as principais atrações do projeto está conferir os pormenores de algumas obras, que foram capturadas por câmera capaz de digitalizar com super-resolução e revelar detalhes que poderiam passar despercebidos a olho a nu. A pintura "[Ex-Voto] Batalha dos Guararapes", de 1758, é uma das 450 obras disponíveis a partir dessa tecnologia, retratando uma das maiores batalhas ocorridas na época colonial.

Museu Imperial

Divulgação/ Min. Cultura

No projeto “Nós Vestimos Cultura”, o visitante é transportado ao fascínio do traje e insígnias usados por d. Pedro II em sua coroação, em 1841. O traje real, segundo os coordenadores da exposição, mostrava a riqueza das terras governadas pelo imperador-menino. 

Museu Castro Maya

Divulgação/ Min. Cultura

Aqui o visitante se depara com o retrato de Castro Maya feito pelo amigo Candido Portinari, com quem desenvolveu muitos projetos, desde a década de 1940 até a morte do artista. Deste relacionamento de vinte anos resultou a acumulação de 168 originais, entre pinturas, desenhos, gravuras e ilustrações de livros. O museu é um dos maiores acervos públicos do pintor e artista plástico brasileiro.

Museu Lasar Segall

Divulgação/ Min. Cultura

O processo do abrasileiramento do lituano Lasar Segall é apresentado numa temática audiovisual: suas obras mais representativas e áudios explicativos de cada fase de sua produção artística perpassam desde o impressionismo europeu do começo do século XX até a "revelação do milagre da cor e da luz" com o movimento modernista após conhecer o Brasil, na década de 1920.

 Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Cultura

Os museus do Estado de São Paulo, do Futebol, da Casa Brasileira e o Afro Brasil se integraram ao projeto mundial da plataforma online Google Arts & Culture. Intitulado como “We Wear Culture” (nós vestimos cultura, em português), os locais participam da iniciativa junto com mais de 180 locais ao redor do mundo. Cidades como Nova York, Londres, Paris, Tóquio e Berlim também cederam espaços para as exposições onde mostram a cultura por meio das roupas.

A ideia pretende exibir a conexão que a cultura mundial faz com a moda e como está inserida no contexto museológico e artístico.

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Na exposição é apresentado sobre a confecção de rendas, história antiga da confecção e do uso dos quimonos, entre outros. Já os museus do Brasil levam para a plataforma mostras que sobre o maracatu e o guerreiro de Alagoas, festividades afro-brasileiras, religiosidade, chuteiras: a evolução do futebol na ponta dos pés, entre outros. 

Para conferir todas as exposições basta acessar o link: https://www.google.com/culturalinstitute/beta/project/fashion.

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