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Depois de uma assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (5) e de muitas discussões com os patrões, os professores da rede privada de ensino de Pernambuco decidiram que não vão entrar em greve. A categoria aceitou as propostas do sindicato patronal, um reajuste de 7,2% no valor da hora aula.

De acordo com a assessoria de comunicação do Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sinpro), os trabalhadores de nível I passarão a ganhar R$ 7,30. Já os de nível II receberão R$ 8,40.

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Pelo menos 150 professores participaram da reunião, realizada na sede do Sinpro, no Recife. Apenas quatro educadores votaram contra as propostas dos patrões. O Sinpro garantiu que os direitos dos trabalhadores serão mantidos.

 

A mesa de negociação entre os professores da rede particular de ensino  de Pernambuco e o sindicato patronal, realizada no Ministério do Trabalho e Emprego, nessa segunda-feira (26), não apresentou avanços. Com o impasse, uma nova reunião foi agendada para a próxima quinta-feira (29). O encontro será para a entidade patronal apresentar uma contraproposta das reivindicações apresentadas pelo Sindicato dos Professores (Sinpro). Entre as reivindicações dos docentes estão o aumento de 14,62% no salário, licença remunerada e o pagamento total das horas extras. 

Segundo a classe trabalhadora, a proposta do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe) pretende extinguir as conquistas dos professores. “Essas conquistas são frutos da mobilização dos professores e de anos de luta. Para nós, isso é um retrocesso. Reafirmamos que a disposição de negociar ainda não foi esgotada e que a categoria está mobilizada.”, afirmou Jackson Bezerra, coordenador do Sinpro), conforme informações da assessoria do Sindicato.

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Caso não haja acordo, o Sinpro convoca os docentes da rede de ensino privada para a assembleia geral, que será realizada na próxima segunda-feira (2), às 14h. O encontro será feito, simultaneamente, nas cidades de Recife, Caruaru, Limoeiro e Petrolina. Na ocasião, a classe poderá deflagrar a greve.

Os professores da educação básica da rede privada de ensino podem ganhar um piso salarial exclusivo. É o que pretende o projeto de lei em análise da Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Lincoln Portela (PR-MG). Se a proposta for sancionada, a categoria deverá ganhar, no mínimo, R$ 1.567 mensais, para uma jornada de 40 horas por semana.

De acordo com informações da Agência Câmara de Notícias, o piso beneficiará professores com formação em nível médio. Nas escolas públicas, já existe uma lei que estabelece um piso  para os educadores, que também é de R$ 1.567.

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O projeto está em caráter de conclusão. Ele ainda será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Educação; e Constituição e Justiça e Cidadania.

Com informações da Agência Câmara de Notícias

Os professores da rede privada de ensino de Pernambuco decidiram, após assembleia realizada nesta sexta-feira (7), no Recife, continuar em greve por tempo indeterminado. O encontro serviu para que a categoria debatesse o resultado das negociações com o sindicato dos patrões, que, até o momento, não atende às necessidades dos educadores. Agora, 75% dos 40 mil professores estão participando da greve, deixando cerca de 350 mil alunos sem aula.

Segundo informações do Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sinpro-PE), os educadores apresentaram a pauta de reivindicatória aos donos de escolas, mas eles não deram nenhum posicionamento sobre as reivindicações. Os patrões somente apresentarão uma contraproposta depois de uma reunião entre eles, que será realizada na próxima segunda-feira (10).

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O coordenador do Sinpro-PE, Jackson Bezerra, destacou que a greve segue forte em todo o Estado. “Estamos firmes. Não abrimos mão de nenhum ponto da nossa pauta, o movimento grevista continua e se fortalece a cada dia com a adesão de mais escolas”, falou Bezerra, conforme informações da assessoria de comunicação do Sindicato.

Na próxima terça-feira (11), ocorrerá mais uma rodada de negociação, às 15h, no Ministério Trabalho e Emprego (MTE), também na capital pernambucana. Já na quarta-feira (12), os professores se reunirão em uma nova assembleia, às 8h, na sede do Sinpro-PE, no Recife, e nas subsedes de Petrolina e Caruaru.

No próximo domingo (9), das 8h às 10h, o Sindicato dos Professores de Pernambuco (Sinpro-PE) realizará um passeio ciclístico, do Forte do Brum, Bairro do Recife, até o Parque da Jaqueira. O objetivo do evento é mostrar a sociedade que os educadores têm suas vidas privadas de lazer, por causa do excesso de trabalho fora da sala de aula.

De acordo com o Sinpro-PE, o excesso de trabalho afasta os professores de suas famílias e amigos. A categoria, que representa os docentes da rede privada de ensino, está em greve, por tempo indeterminado.


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