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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, promoveu nesta quinta-feira seu plano de investimento em infraestrutura, durante uma visita à Pensilvânia em apoio ao candidato ao Senado John Fetterman, cuja carreira poderia ser chave para que os democratas não percam o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato ("midterms"), em 8 de novembro.

Biden desembarcou em Pittsburgh, onde visitou uma ponte em reforma que deseja converter em símbolo do sucesso de seu programa de investimento em infraestruturas, antes de seguir para uma arrecadação de fundos na Filadélfia ao lado de Fetterman, um democrata que pretende ingressar no Senado após as eleições de 8 de novembro.

O plano que os democratas conseguiram aprovar em um Congresso dividido é "o maior investimento" na história do país, disse o presidente perto da ponte Fern Hollow. "Não há lugar melhor para falar sobre a reconstrução da coluna vertebral dos Estados Unidos, a classe média", acrescentou.

"Quero sintam o que eu sinto: orgulho do que podemos fazer quando trabalhamos juntos", continuou Biden, em um discurso destinado a reunir os democratas três semanas antes das eleições de meio de mandato.

Analistas consideram a Pensilvânia um dos poucos estados cruciais que os democratas devem ganhar para manterem o controle do Senado. Na Câmara dos Representantes, a luta promete ser ainda mais difícil.

- Disputa acirrada -

John Fetterman, cuja corpulência, tatuagens e preferência por moletons e bermudas cargo o fazem uma das figuras mais incomuns da campanha eleitoral, recebeu o presidente com um terno mais clássico.

O vice-governador da Pensilvânia desde 2019 e ex-prefeito de Braddock, cidade atormentada pela desindustrialização, enfrenta a acirrada concorrência do republicano Mehmet Oz, um médico que virou estrela de televisão.

Nem mesmo um derrame em maio o tirou da disputa. Um relatório médico divulgado esta semana declarou que Fetterman, de 53 anos, está em condições de concorrer a um cargo público e trabalhar. Um debate ao vivo em 25 de outubro testará o candidato, cujo desempenho será observado de perto em busca de sinais de fraqueza física ou cognitiva.

A disputa ficou, no entanto, mais apertada, pondo em xeque as esperanças democratas de manter o já frágil domínio do partido no Congresso. A última média das pesquisas mostra que a vantagem de quase 11 pontos de Fetterman em meados de setembro diminuiu para cerca de cinco pontos.

Até agora, as tentativas de Biden de ajudar seu partido tiveram um efeito limitado. Seus pífios índices de aprovação, abaixo de 40%, não ajudam em nada.

Em discursos recentes, Biden prometeu proteger o direito ao aborto e mostrou sua disposição de enfrentar o alto preço da gasolina. A três semanas da eleição, porém, os americanos parecem estar se inclinando para a mensagem republicana de que os democratas estão falhando na gestão da economia.

- Ventos contrários -

Uma pesquisa divulgada nesta semana pelo jornal "The New York Times" com o Instituto Siena mostrou que, entre os prováveis eleitores, 26% citaram a economia como sua principal preocupação, e 18%, a inflação, a maior taxa em quatro décadas no país. Este é um problema que Biden não conseguirá resolver rapidamente. E, mesmo nos assuntos em que ele se sente seguro, as coisas também não são tão simples.

Em um discurso apaixonado, na terça-feira (18), Biden aproveitou a indignação com a decisão da Suprema Corte, em junho, de derrubar Roe vs. Wade, a qual consagrou o direito ao aborto em todo país há meio século, visando a conquistar votos da esquerda e do centro.

Prevendo uma revolta das mulheres nas urnas, o democrata declarou que os republicanos "ainda não viram nada". Na pesquisa do NYT/Siena, porém, apenas 5% dos entrevistados disseram que o aborto era sua preocupação número um.

As eleições de meio de mandato são tradicionalmente difíceis para o partido da situação, motivo pelo qual uma grande derrota democrata não seria uma surpresa.

Segundo especialistas do boletim eleitoral Larry Sabato's Crystal Ball, da Universidade da Virgínia, o partido do presidente parecia estar voltando à realidade, após grandes esperanças de sucesso.

"Os habituais ventos contrários de meio de mandato continuam para os democratas. É difícil para um partido prosperar com um presidente impopular e com o público preocupado com questões como economia e inflação", disseram na quarta-feira (19).

Para tentar diminuir a distância de Jair Bolsonaro para o ex-presidente Lula (PT), lutadores brasileiros fizeram um vídeo para pedir votos para reeleger o atual presidente. Com o objetivo de atrair outros atletas e fãs do esporte, Maurício Shogun, Popó, José Aldo e outros nomes das artes marciais lançaram a campanha: "quem luta de verdade, vota 22".

Após o encontro com representantes da música sertaneja em Brasília, a campanha de Bolsonaro conseguiu ampliar a visibilidade por meio da influência de lutadores brasileiros como Fabrício Werdum, Rafael dos Anjos, Royce Gracie, Cris Cyborg e Wanderlei Silva. Após declarem o voto, o vídeo encerra com o slogan "O mundo da luta apoia o presidente Bolsonaro".

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O deputado estadual Waldemar Borges (PSB) declarou apoio à candidatura de Marília Arraes para o Governo do Estado. O deputado reeleito esteve na noite dessa terça-feira (18), ao lado do prefeito de Gravatá, Padre Joselito Gomes, e de alguns secretários e vereadores do município, na sede do Solidariedade. 

“Sempre estivemos ao lado da defesa da democracia, um valor para mim inegociável, e neste momento que nosso país vive uma ameaça real de retrocesso, representado pela candidatura do atual presidente, não cabe passividade, não cabe nenhum tipo de neutralidade”, ressaltou o parlamentar.

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Borges disse que é preciso, em primeiro lugar, afastar pelo voto todos os que se valem da democracia para tentar destruí-la. “Aqui em nosso estado, a candidatura que assume claramente esse enfrentamento é a de Marília Arraes”, reforçou.

Durante a conversa, Borges disse que não há Pernambuco fora do Brasil e que não dá para gente falar de Pernambuco como se fosse uma ilha, isolada do resto do país. “Não dá para dizer que é a mesma coisa um Pernambuco dentro de um Brasil governado por Lula e um Pernambuco dentro de um Brasil governado pelo atual presidente. Aliás, aqui já vivemos essas duas situações e a prática nos mostrou a grande distância entre elas”, falou.

“Combater quem ameaça a democracia é tarefa que exige atitude proativa de todo mundo, principalmente das lideranças políticas. Sem ela, não é bom nem para o Brasil, nem para Pernambuco. Por isso, estou com Lula e Marília”, finalizou.

*Da assessoria de imprensa

Marcello Brito, empresário do agronegócio brasileiro e ex-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), declarou voto no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Estive com a Simone (Tebet) desde o dia 1 e agora no segundo turno optei por votar no Lula 13. Os motivos são os que tangem a minha vida: uma vida dedicada ao trabalho do agronegócio sustentável, da Amazônia preservada e de um País querido no exterior", disse Brito, em vídeo que circula nas redes sociais.

"Sempre fui muito bem aceito em todos os países que passei. Ultimamente, senti vergonha de fazer a defesa de um País que se apresentava de forma tão diferente da sua história. Este é meu motivo. Quero ter o direito de continuar a trabalhar o Brasil que nós queremos no futuro de forma democrática, de forma amigável e tranquila", concluiu.

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Brito confirmou a divulgação do vídeo ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. "Nunca votei no PT na minha vida, mas, diante dos riscos à democracia brasileira, optei por Lula nesse segundo turno", disse à reportagem.

O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, disse nessa terça-feira (18) que - diferentemente do que afirmou o empresário João Amoêdo, fundador e ex-comandante do partido - a nota divulgada pela legenda após o primeiro turno das eleições, liberando o voto dos filiados na segunda etapa, não prevê a opção pelo candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva.

"Na nota, nós nos colocamos claramente contra o PT. Reforçamos que o PT e o lulismo são contrários a tudo o que a gente sempre defendeu", disse Ribeiro. "No Novo, tem gente que gosta do Bolsonaro e vai votar nele, tem gente que vai votar a contragosto no Bolsonaro e tem gente que não vota de jeito nenhum no Bolsonaro e prefere anular o voto. Mas ninguém vai votar no Lula."

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Ribeiro, que classificou a declaração de voto de Amoêdo em Lula como "vergonhosa" e "uma decepção muito grande", justificou a forte reação do partido e de vários de seus líderes e mandatários contra ele. "Como a imagem do João é muito associada ao Novo, muita gente iria achar que o partido estava apoiando o Lula."

Como revelou ontem a Coluna do Estadão, um pedido de expulsão de Amoêdo do Novo foi protocolado na Comissão de Ética Partidária na quinta-feira da semana passada. Além da sua declaração de apoio a Lula, o pedido se baseia também no suposto desrespeito ao artigo 18 do estatuto do partido, que trata como infidelidade "difamar a imagem ou a reputação" do partido.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) declarou, nessa segunda-feira (17), apoio à candidata ao Governo do Estado, Raquel Lyra. De acordo com o parlamentar, a postulante é a mais preparada para governar Pernambuco.
"Tenho um carinho muito grande por Raquel e uma admiração enorme pela sua trajetória. Ela foi policial, eu fui policial; ela foi procuradora, eu fui procurador também, e ela, como política, eu não vejo ninguém melhor do que ela neste momento para governar Pernambuco. Tenho certeza que vamos fazer uma grande parceria, já que estamos em Brasília esse tempo todo, para que Pernambuco dê continuidade ao que tem de bom e para o que precisar ser feito que ela possa contar com o nosso apoio também", afirmou o deputado.
"Feliz de estar aqui com o meu amigo Gonzaga Patriota nessa caminhada, recebendo a sua confiança. Que bom saber que podemos contar com esse importante apoio na busca de recursos para melhorar a vida de todos os pernambucanos e pernambucanas", afirmou Raquel.
Acompanharam Gonzaga Patriota os vereadores de Manari, Eraldo (PSB), e Nego Rico (PSB), de Triunfo.

 

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Ícone do PT de Pernambuco, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, encontrou a candidata ao Governo do Estado, Raquel Lyra, para declarar pessoalmente o seu apoio e o de seu grupo político. Márcia Condado é coordenadora da campanha à presidência de Lula no Sertão do Estado. 

"Estamos aqui reunidos com Raquel por entender que ela é a mais preparada para governar o nosso estado e fazer as mudanças que os pernambucanos e pernambucanas tanto sonham. Uma mulher guerreira, que já mostrou que sabe fazer, quando foi prefeita de Caruaru, e, acima de tudo, que tem capacidade de liderança e de unir todos em prol de um único objetivo: transformar Pernambuco pra melhor", afirmou Márcia. 

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Com aprovação de mais de 90% da população do município, Márcia Conrado tem um grande poder de transferência de votos, o que ficou comprovado na expressiva votação alcançada pelos candidatos que ela apoiou no primeiro turno.  Raquel agradeceu o apoio e disse que Márcia é exemplo de gestora pública comprometida com ações que melhoram e transformam a vida das pessoas. “O apoio de Márcia mostra que nossa candidatura está unindo Pernambuco. É uma honra tê-la conosco ao lado desse grupo tão representativo do Sertão”, afirmou. 

 Estiveram com Márcia Conrado: Vereador Robério (PT) – Calumbi  Vereadora Severina (PT) – Calumbi  Vereador Valdemar (PT) – Calumbi  Ex-prefeito Cícero Simões (PT) – Calumbi  José Sebastião de Lima (PSB) – liderança Quixaba  Lucila Santana – Secretaria de Turismo de Flores (filiada ao PSB)  Luciano Torres (PSB) – prefeito de Ingazeira  João Batista (PSB) – liderança de Triunfo  Eriberto (PSB) – suplente de vereador de Quixaba  Ailton Gomes (PSB) – candidato a vice-prefeito de Quixaba  Luiz Henrique (PSB) — liderança de Pedra  Leandro (PSB) – liderança de Pedra.

*Da assessoria 

O prefeito de Olinda, Professor Lupércio (Solidariedade), declarou nesta quarta-feira (12) o seu apoio para candidatura de Raquel Lyra (PSDB) para governadora. A esposa dele, Cláudia Cordeiro do Nascimento, que foi candidata a deputada estadual, também passa a integrar o time. 

O encontro aconteceu no WA Hotel, em Caruaru, onde Raquel está recebendo lideranças do estado inteiro.  Para o prefeito de Olinda, Raquel tem um legado construído desde a época da Assembleia Legislativa e que foi dado continuidade.

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“Fomos prefeitos, colegas da Amupe e sabemos do trabalho que ela desempenhou também em Caruaru. É uma pessoa preparada para governar o nosso estado e eu, como pernambucano que sou, amo meu estado e sei que vai estar em boas mãos. Então, ela mais do que nunca, tem o meu apoio. De Olinda, a gente vai dar todo o apoio necessário. É uma cidade extremamente importante também do estado de Pernambuco, a terceira maior. Nós temos mais de 400 mil habitantes e vamos estar lá empenhados para, se Deus quiser, levar Raquel Lyra para poder governar o estado”, declarou o Professor Lupércio. 

Para a ex-candidata a deputada estadual Cláudia Cordeiro do Nascimento, a chapa formada por Raquel e Priscila é a mais preparada. “Eu me identifico, como mulher. Acho que Raquel representará bem o estado de Pernambuco. A gente tem uma bandeira que é a bandeira da saúde, eu acho que ela, como governadora, pode ajudar muito as pessoas, principalmente nessa área. A saúde ela é muito precária e eu acho que a governadora Raquel vai representar todas as mulheres. Ela e sua vice. Não tenho dúvidas, se Deus quiser, Raquel vai ser a nossa governadora de Pernambuco”, cravou.

*Da assessoria 

Após brilhar no primeiro capítulo de Travessia, novela que estreou na noite da última segunda-feira (10), Grazi Massafera participou do Encontro com Patrícia Poeta de forma virtual e falou sobre a trama. Vale pontuar que Débora, personagem da atriz, morreu após sofrer um acidente de carro.

"Minha filha começou a chorar, minha mãe parou de assistir e meu pai falou: vamos para o velório", contou ela sobre a reação da família após ver a cena do acidente.

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Durante a sua participação, Grazi também falou sobre Jade Picon, estreante em uma produção na emissora: "Eu liguei para ela quando soube, depois fizemos um encontro aqui em casa [...] foi uma delícia poder conversar com ela e poder sentir novamente aquela sensação de recomeço no lugar dela, é tão gostoso esse frescor, mas ao mesmo tempo pé um nervoso tão grande. Poder fazer por ela algo que eu queria que fizessem por mim. Eu estou torcendo muito e tenho certeza que ela vai arrebentar".

Ela ainda contou se mostrou disponível para ajudar Jade sempre que ela precisasse.

O sobrinho-neto do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, Conor Kennedy, declarou, nesta segunda-feira, 10, apoio ao ex-chefe do Executivo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que concorre ao segundo turno com o atual presidente Jair Bolsonaro (PL). Em encontro com o petista nesta tarde, Conor afirmou que Lula tem sido um "herói" para ele e o comparou com seu avô, Bobby Kennedy, ex-procurador-geral dos Estados Unidos.

Conor namora a cantora Giulia Be, filha do empresário Paulo Marinho, ex-aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL) e suplente do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), que também declarou apoio público a Lula. Marinho disse que tem "que pagar uma penitência de 2018", quando participou da campanha do atual chefe do Executivo. Segundo o empresário, sua filha pediu que ele fosse ao encontro com o petista.

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Em uma declaração lida e traduzida pela cantora, Conor diz que sempre se emocionou com a forma como o petista defende os pobres e a classe trabalhadora. "Você me lembra meu avô, Bobby Kennedy", pontua. "Como você, ele sabia que seu trabalho mais importante era garantir que todos tivessem oportunidades e ninguém fosse deixado para trás."

Conor finaliza a mensagem destacando sua torcida pelo ex-presidente. "Esperamos que você continue seu bom trabalho quando vencer", conclui.

O vídeo da declaração de Conor foi postado por Lula nas redes sociais. Em resposta, ele agradeceu o carinho e a mensagem. "Vamos construir um mundo mais justo e democrático", disse o petista.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta segunda-feira (10), que a Zona Franca de Manaus "será preservada" em um eventual segundo mandato. O chefe do Executivo recebeu no Palácio da Alvorada o prefeito da capital do Amazonas, David Almeida (Avante), que apoia sua candidatura à reeleição. "Tudo resolvido, sem problema", respondeu Bolsonaro ao ser questionado se havia acordo em relação ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

"A Zona Franca será preservada, como sempre foi em nosso governo", disse o presidente. O prefeito de Manaus, por sua vez, disse que obteve "todas as respostas" que precisava, sem dar detalhes sobre o que conversou com Bolsonaro. No Amazonas, o governador Wilson Lima (União Brasil), que também apoia o chefe do Executivo, disputa o segundo turno contra o senador Eduardo Braga (MDB), aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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Em 16 de setembro, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), revogou uma medida cautelar que havia suspendido, em maio, a redução da cobrança do IPI sobre bens produzidos na Zona Franca. Com isso, voltou a valer o decreto de Bolsonaro que permitiu a redução do imposto apenas para produtos que não concorram com os da Zona Franca, que já tem isenção tributária.

Outros apoios

Bolsonaro também recebeu nesta segunda-feira o prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), para reforçar sua campanha pela reeleição. O chefe do Executivo tem se reunido desde a semana passada com uma série de parlamentares, governadores e prefeitos que o apoiam. O Alvorada, residência oficial do presidente, foi escolhido como ponto de encontro.

Na sexta-feira, 7, Bolsonaro recebeu o apoio do prefeito de Maceió, JHC, que deixou o PSB para se filiar ao PL, legenda que abriga o presidente. No Alvorada, o prefeito disse esperar uma melhora do desempenho do chefe do Executivo em Alagoas no segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). JHC, que pretende fazer campanha para o candidato à reeleição, é aliado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), que também apoia Bolsonaro.

Ao longo da semana passada, a primeira do segundo turno, Bolsonaro recebeu o apoio de governadores do Sudeste, como Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, e Rodrigo Garcia (PSDB), de São Paulo. Do Centro-Oeste, foram visitar o presidente no Alvorada os governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil). Da região Norte, Bolsonaro foi apoiado pelos governadores de Roraima, Antonio Denarium (PP), do Acre, Gladson Cameli (PP), de Rondônia, Marcos Rocha (União Brasil), além de Wilson Lima, do Amazonas.

A missa de 7º dia do marido de Raquel Lyra será celebrada ao fim da tarde deste sábado (8), na Catedral Nossa Senhora das Dores, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A candidata perdeu o companheiro, vítima de um mal súbito, nas primeiras horas do dia da votação e segue em campanha pelo Governo de Pernambuco como a segunda mais votada.

Ela agradeceu as mensagens de apoio e fez um convite aberto em suas redes sociais. "Agradecemos as orações e mensagens de força que estão chegando de todos os lugares e o respeito ao nosso momento de luto", escreveu a representante do PSDB.

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"Estaremos reunidos hoje, amigos e família, na Missa de Sétimo Dia de Fernando Lucena, meu companheiro da vida toda. A cerimônia será realizada em Caruaru, na Catedral Nossa Senhora das Dores, neste sábado (8), às 17h30", convidou. 

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O Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco oficializou, nesta sexta-feira (7), o apoio à candidatura de Marília Arraes (Solidariedade) ao Governo do Estado. O comunicado aconteceu durante uma coletiva na sede da legenda no início da tarde de hoje. A reviravolta no jogo político tem o aval do ex-presidente Lula, que concorre ao Palácio do Planalto contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Marília Arraes, que era do PT até março deste ano, deixou a legenda quando viu seu nome ser rifado em troca do interesse de Lula no apoio nacional do PSB. Agora, a neta de Miguel Arraes chegou ao segundo turno pelo Solidariedade e conquistou o endosso do PT ao seu palanque.

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“Marília Arraes será a nossa futura governadora de Pernambuco”, declarou o senador Humberto Costa, coordenador da campanha de Lula no Estado. "O partido que está aqui é um partido que pretende agregar esse capital político à sua campanha e vitória. Tivemos um posicionamento de Lula e ele disse que o melhor caminho era estarmos com Marília Arraes no segundo turno", emendou.

Em uma fala onde pontuou mais as estratégias da campanha de Lula, Humberto também fez questão de frisar que o PT está “aqui olhando para a frente, para o futuro do Brasil”. O senador foi um dos quadros do PT que articulou a favor da presença da legenda na chapa da Frente Popular e não pela candidatura própria, como deseja Marília.

Por sua vez, a candidata disse que agora no segundo turno é uma nova eleição e um novo arranjo político local. A deputada federal agradeceu o apoio petista. “Aqui tendo a nossa candidatura para eleger Lula, nosso empenho é o mesmo”, disse.

Sem mágoas?

Indagada se nutria alguma mágoa por ter sido preterida algumas vezes pelo PT, ela minimizou. “Não só na política e na vida a gente tem que olhar para frente, quem olha pelo retrovisor bate com o carro. Estamos aqui para olhar para frente. Divergências estratégicas ou de táticas sempre foram muito menores do que as convergências que temos no macro. Não acho que venha ao caso levar em consideração qualquer episódio que tenha acontecido em outra eleição e em outra época. Até porque o segundo turno é uma nova eleição. A configuração que isso se dá é diferente do primeiro turno. Estamos vendo aqui a aglutinação das forças democráticas. Sem dúvida essa conjuntura vai contribuir para Pernambuco”, amenizou.

Presidente estadual do PT, o deputado estadual Doriel Barros disse que o PT nunca esteve neutro e não será desta vez. "Como todos aqui sabem, o PT acompanhou uma decisão estratégica do presidente Lula e todas as nossas decisões estariam sintonizadas nele. A eleição de Lula é fundamental para fazer com que o nosso povo viva com dignidade. Pernambuco é um Estado fundamental e importante, o PT sempre foi de posição política, nunca ficamos na neutralidade, e nesta conjuntura do segundo turno não seria diferente", declarou. 

*Com informações de Jameson Ramos

O candidato do União Brasil ao governo da Bahia, ACM Neto, que disputará o segundo turno das eleições na Bahia contra o ex-secretário da Educação Jerônimo Rodrigues (PT), decidiu se manter distante da polarização nacional entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) e não vai declarar apoio para a disputa ao Palácio do Planalto. Para analistas ouvidos pelo Estadão, o ex-prefeito de Salvador pode até perder votos se declarar apoio a Bolsonaro.

Na disputa pelo governo do Estado, ACM Neto, que figurava como favorito nas pesquisas, obteve 40,88% dos votos válidos e Jerônimo, apoiado por Lula, seu principal cabo eleitoral, surpreendeu e ficou com 49,45%, faltando pouco para a vitória em primeiro turno. O resultado foi bem diferente das pesquisas divulgadas na véspera por institutos como Ipec e Datafolha, que mostravam ACM Neto com 51% dos votos válidos.

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O ex-ministro da Cidadania de Jair Bolsonaro, João Roma declarou apoio ao ex-prefeito. Roma, que foi aliado de ACM Neto, mas hoje é seu desafeto, ficou em terceiro lugar nas urnas, com pouco mais de 738 mil votos ou 9,08% do eleitorado.

Em uma live feita pelo Instagram na terça-feira (4), o ex-ministro justificou que o "principal adversário na Bahia e no Brasil é o PT". Porém, "para ganhar os eleitores bolsonaristas", na visão de analistas, o ex-prefeito de Salvador precisaria apoiar Bolsonaro.

Esse apoio, porém, pode trazer mais prejuízos do que benefícios nas urnas, uma vez que o associaria ao presidente e poderia. No primeiro turno da eleição presidencial, a diferença entre as votações de Lula e Bolsonaro na Bahia foi maior que a média nacional. O petista foi votado por 69,6% dos eleitores do Estado, enquanto o candidato à reeleição teve 24,3% dos votos. Em todo o País, o placar ficou 48,43% para Lula, ante 43,2% para Bolsonaro.

"Ele não podia apoiar Bolsonaro (no primeiro turno), se não, teria menos votos. Seria um suicídio", afirmou o cientista político e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Jorge Almeida. A mesma desvantagem ocorreria em uma associação a Roma. Para Almeida, seria "o beijo na serpente". "Vai ficar clara a identificação com Bolsonaro", disse.

"ACM Neto não vai procurar Bolsonaro, porque Lula teve quase 70% dos votos na Bahia. Ninguém pede voto contra Lula na Bahia. Não apoiar Bolsonaro foi pura estratégia política", afirmou o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB), condenado por lavagem de dinheiro pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O ex-prefeito de Salvador, portanto, continua "neutro" e não quer se associar à polarização da eleição presidencial, mesmo após Bolsonaro demonstrar interesse em uma aproximação entre os dois. O presidente afirmou se colocar "à disposição" de ACM Neto, em coletiva realizada nesta semana.

Para o cientista político e professor da UFBA Cloves Oliveira, membro do conselho consultivo da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (Abrapel), colocar-se "em cima do muro" pode ser sua única saída para ACM Neto.

"O partido dele não tem (candidato a) presidente para validar e mobilizar votos em favor, numa escala regional. Então, ele tem que se articular numa função independente, porque Lula goza de enorme prestígio na Bahia, capaz de conseguir 70% dos votos", disse. A candidata do União Brasil à Presidência foi a senadora Soraya Thronicke, que recebeu 600.955 votos.

João Roma vê essa neutralidade como "o grande erro" de ACM Neto nessas eleições. "Não definir uma visão para o Brasil faz ele perder força, porque as pessoas buscam um líder que aponte caminhos. A eleição geral está muito mais forte e ele tentou negar e fugir disso desde o princípio, amedrontado com o cenário as pesquisas", afirmou ao Estadão.

"Passei pelos governos de Dilma (Rousseff), (Michel) Temer e Bolsonaro e Salvador nunca teve prejuízo. Se eu tiver oportunidade de ser governador da Bahia, estarei pronto para governar com quem o Brasil escolher. O baiano quer ver o governador da Bahia construindo pontes, dialogando com o governo federal. Essa linha que vamos apresentar aos baianos, pois é a linha mais coerente", disse ACM Neto em entrevista a uma rádio do município de Vitória da Conquista, na quarta-feira (5).

A força PT na Bahia

Na visão do cientista político Cloves Oliveira, não acreditar nessa força de mobilização do PT no Estado também foi um dos desacertos da campanha de ACM Neto. "A reeleição dá uma vantagem muito grande ao mandatário. Desde que Jaques Wagner se elegeu, em 2006, ele tem puxado para sua base todos os políticos e lideranças influentes da região, articulando junto aos prefeitos do Estado, e o governo estadual tem sido uma força centrípeta", afirmou.

No primeiro turno, Jerônimo teve 703.119 votos a mais que ACM Neto. Essa preferência pelo petismo também foi confirmada no Legislativo. ACM Neto não só não conseguiu eleger seu candidato ao Senado, Caca Leão (PP), como não terá maioria na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) se for eleito.

A coligação de Jerônimo conseguiu eleger 35 deputados de um total de 63 cadeiras da AL-BA, enquanto a base de ACM elegeu 24. Apesar disso, o União Brasil ganhou duas cadeiras, enquanto o PT perdeu duas. Na Câmara dos Deputados, a bancada baiana de seu partido tem um deputado federal a menos, mas os dois estão empatados se considerada toda a coligação.

 Em uma reunião realizada nessa quinta-feira (6), o diretório do PSOL em Pernambuco confirmou que vai apoiar a candidatura de Marília Arraes (Solidariedade) ao Governo do Estado. Fortalecida com a vantagem do primeiro turno, a postulante enfrenta Raquel Lyra (PSDB) nas urnas no próximo dia 30. 

Em nota, a legenda enfatizou que fará um "apoio crítico" à Marília e convocou seus militantes. Após a derrota da Frente Popular de Pernambuco, encabeçada pelo PSB e PT, o PSOL refletiu o cenário nacional no Estado e decidiu apoiar a candidata do Solidariedade por ela ter recebido o apoio do ex-presidente Lula (PT). 

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"O PSOL-PE reafirma que a principal tarefa política do momento é defender a democracia e garantir a reconstrução do Brasil e convoca toda sua militância, seus diretórios municipais e movimentos sociais aliados para mobilizar toda sua força até o dia 30 de outubro para garantir a vitória de Lula", reforçou o comunicado. 

Uma reunião de lideranças do PT-PE ocorre nesta manhã e deve ser concluída com a confirmação do apoio do partido à campanha de Marília. A previsão é que o anúncio seja feito por volta do meio-dia.

Celso Lafer, ex-chanceler do governo de Fernando Henrique Cardoso e professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, decidiu declarar seu apoio no segundo turno à candidatura do petista Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência e ao petista Fernando Haddad ao governo de São Paulo. Lafer considera que os dois candidatos "são a inequívoca expressão do campo democrático, que é o meu, no momento atual do Brasil e de suas circunstâncias".

O ex-chanceler é mais um ex-ministro de FHC que se junta ao ex-presidente e credita sua escolha em razão da defesa da democracia para se opor à reeleição de Jair Bolsonaro. Antes deles, ex-ministros como José Carlos Dias, José Gregori, Aloysio Nunes Ferreira, Pedro Malan e José Serra já haviam declarado apoio a Lula - Serra, porém, declarou apoio ao bolsonarista Tarcísio Freitas na disputa pelo governo paulista.

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"Identifico na candidatura de Lula aderência a valores que sempre defendi, relacionados ao estado de direito, à preservação das regras do jogo democrático e à tutela dos direitos humanos; à relevância de abrangente inclusão social; à valorização da educação e da ciência; à preservação do meio ambiente e à preeminência da agenda ambiental na condução da política externa", escreveu Lafer. Aluno da filósofa Hannah Arendt, Lafer publicou entre outras obras o livro A Reconstrução dos Direitos Humanos, um diálogo com o pensamento de Hannah Arendt.

Por fim, o ex-ministro disse confiar que, "eleito presidente, Lula se empenhará no fortalecimento das instituições que sob a égide da Constituição asseguram nossas liberdades e se dedicará ao restabelecimento do tradicional papel do Brasil no cenário internacional". Ao Estadão, Lafer afirmou considerar que sua declaração está em sintonia com as manifestações de FHC e de Simone Tebet, cuja candidatura respaldou no primeiro turno.

Leia a nota de Celso Lafer na íntegra

Neste segundo turno das eleições declaro o meu voto em Luiz Inácio Lula da Silva para Presidente, e em Fernando Haddad para Governador de São Paulo, que são a inequívoca expressão do campo democrático, que é o meu, no momento atual do Brasil e de suas circunstâncias.

Identifico na candidatura de Lula aderência a valores que sempre defendi, relacionados ao estado de direito, `a preservação das regras do jogo democrático e à tutela dos direitos humanos; à relevância de abrangente inclusão social; à valorização da educação e da ciência; à preservação do meio ambiente e à preeminência da agenda ambiental na condução da política externa. Confio que, eleito presidente, Lula se empenhará no fortalecimento das instituições que sob a égide da Constituição asseguram nossas liberdades e se dedicará ao restabelecimento do tradicional papel do Brasil no cenário internacional.

Celso Lafer

Ministro das Relações Exteriores e do Desenvolvimento no governo FHC. Professor

Emérito da USP

Deputadas e senadoras que apoiam o presidente Jair Bolsonaro (PL) montaram nesta quinta-feira, 6, um "comitê de mulheres" para impulsionar a candidatura à reeleição do chefe do Executivo. O objetivo das parlamentares é virar votos em seus Estados a favor de Bolsonaro, que enfrenta alta rejeição no eleitorado feminino. Uma das líderes do grupo é a senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF), pastora e ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos.

As parlamentares se reuniram com Bolsonaro e a primeira-dama Michelle nesta quinta-feira no Palácio da Alvorada. "Esse é o presidente que levou água para as mulheres ribeirinhas, para o Nordeste, que dobrou o Bolsa Família, que perdoou o Prouni impagável. Como ele não cuida de mulheres pobres, periféricas, negras? É por esse presidente que nós vamos lutar todas unidas, o senhor pode ter certeza que nós faremos a diferença. Cada uma delas aqui será coordenadora do seu Estado", disse a deputada Celina Leão (PP), que foi eleita vice-governadora do DF na chapa de Ibaneis Rocha (MDB).

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O grupo também conta com as deputadas Carla Zambelli (PL-SP) e Bia Kicis (PL-DF), que se reelegeram, e a senadora eleita Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura, além de outras parlamentares bolsonaristas. A primeira-dama elogiou o "comitê de mulheres". "Com certeza será um grande jardim florido, presidente, que irá exalar um bom perfume no seu trabalho pelas cinco regiões do nosso Brasil. Contem com o meu apoio, estarei aqui com vocês lutando. Nós, como mulheres, temos esse dever", afirmou.

O ex-presidente Michel Temer (MDB) emitiu uma nota, nesta quinta-feira (6), onde não apoia oficialmente a candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa pelo segundo turno. Era esperado que Temer se colocasse no palanque bolsonarista, uma vez que o teto de gastos e outras reformas encabeçadas por ele enquanto estava no Palácio do Planalto são questionadas pela candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

No comunicado, Temer não nomina seu apoio, mas diz que vai aplaudir a candidatura que "defender a democracia, cumprir rigorosamente a Constituição, promover a pacificação, manter as reformas já realizadas no meu governo e propor ao Congresso Nacional as reformas que já estão na agenda do país". 

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O ex-presidente afirma ainda que está em Londres cumprindo agenda de palestras e vinha sendo procurado por um posicionamento diante do quadro instalado para o segundo turno no Brasil. 

A fala e o contexto adversário apontam um alinhamento informal a Bolsonaro. Segundo a jornalista Julia Duailibi, Temer não teria deixado o apoio explícito porque suas filhas teriam ficado insatisfeitas com um encontro que estava marcado entre ele e o presidente para o fim de semana.

 

A senadora Soraya Thronicke, que concorreu ao cargo de presidente do Brasil e acabou em quinto lugar, optou pela neutralidade e não vai apoiar o presidente Jair Bolsonaro (PL) nem o ex-presidente Lula (PT), que disputarão o Palácio do Planalto no 2º turno.

Segundo Thronicke, a sua decisão é em respeito a "maioria dos brasileiros" que, para ela, é contra a polarização.

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"A maioria dos brasileiros é contra a polarização e, em respeito, irei me abster. Não apoio nenhum dos candidatos que estão no 2° turno. Isso não muda meus posicionamentos, que todos já conhecem. Apenas me reservo ao que a Constituição me confere. Silêncio também é liberdade de expressão", publicou a senadora em sua conta no Twitter.

 

A senadora Kátia Abreu (PP-TO) declarou apoio, nesta quinta-feira (6), ao candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em publicação no Instagram, Kátia mostrou registros da reunião que aconteceu nessa quarta com líderes políticos de todo o país e o ex-presidente. 

A senadora disse que a melhor opção para o país é a volta de Lula ao comando da Presidência.

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"O plano econômico do momento é a democracia. Como mãe, como avó e como mulher entendo que a melhor opção que temos para o Brasil é a volta de Lula à presidência da República. Por isso estive ao lado dele oferecendo minha modesta ajuda em favor do nosso país", escreveu a parlamentar ao lado de fotos onde aparece com Lula, Geraldo Alckmin e a governadora do Rio Grande do Norte reeleita, Fátima Bezerra.

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