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Um homem de 52 anos, identificado como Marcos Adriano Ferreira de Almeida, está desaparecido desde a última segunda-feira (22), após ter saído de uma atividade religiosa em uma igreja evangélica, localizada no bairro do Barro, na Zona Oeste do Recife. Segundo familiares, Marcos sofre com transtornos mentais, porém, recentemente, optou em parar de usar as suas medicações.

Em entrevista ao LeiaJá, Bruno Almeida, irmão de Marcos, revelou que o rapaz saiu de sua residência, localizada no bairro vizinho de Jardim São Paulo, afirmando que iria almoçar na Igreja Missionária Pentecostal, próxima a entrada do Terminal Integrado do Barro. Ao sair do local, Marcos informou a algumas pessoas que iria “fazer a vontade de Deus em outro estado”.

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“Além de dizer que iria fazer a vontade de Deus em outro estado, ele ligou para a proprietária da residência em que mora, afirmando que não iria mais voltar para o local”, contou.

Bruno também revelou que já procurou o seu irmão nas principais unidades de saúde da Região Metropolitana do Recife e no Instituto de Medicina Legal (IML), porém constatou que não houve registros de entrada de Marcos nesses locais. Além disso, a família entrou em contato com o Terminal Rodoviário do Recife para saber se Marcos comprou alguma passagem para outro estado, no entanto, equipes do terminal não identificaram solicitações de viagens intermunicipais e interestaduais no nome do homem.

“Estamos preocupados. Ele já é acompanhado por medicação há 30 anos e nesse tempo conseguiu ter três filhos e construir uma família. Porém há pouco tempo parou de usar os remédios, tanto para o transtorno mental como para a diabetes”, disse Bruno, que gravou um vídeo em suas redes sociais, nesta segunda-feira (29), pedindo para que caso alguém tenha informações sobre o desaparecimento entre em contato com a família.

Veja o vídeo:

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Na manhã desta terça (2), um mercadinho no bairro do Barro, na Zona Oeste do Recife, pegou fogo. O Corpo de Bombeiros foi chamado e resgatou 10 pessoas que moravam no primeiro andar do comércio.

O incêndio de médias proporções foi registrado por volta das 5h, no estabelecimento localizado na Rua Barão Ladário. Cinco viaturas e 15 bombeiros foram enviados para combater as chamas.

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Havia residências em cima do mercadinho e, segundo a equipe, os moradores foram retirados sem ferimentos. Nenhuma das 10 pessoas resgatadas precisaram de atendimento pré-hospitalar.

Os bombeiros deram início ao trabalho de rescaldo para esfriar o local evitar a reignição do fogo.

Na madrugada deste sábado (18), policiais da CIPMoto deram ordem de parada a um carro por aplicativo e prenderam dois homens com armas e drogas, no Barro, localizado na Zona Oeste do Recife. Um dos envolvidos possuía um mando de prisão em aberto por homicídio. 

Ao se aproximar do veículo, o efetivo desconfiou dos passageiros que ficaram agitados com a presença das viaturas. A abordagem foi realizaram e dois revólveres e 24 pedras de crack encontradas com os suspeitos. 

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Após confirmar a identificação dos dois homens, os policiais observaram que um deles tinha a ordem judicial em seu desfavor por um homicídio cometido no mês passado, no bairro do Jiquiá, também na Zona Oeste da capital. 

Segundo a PM, ele é acusado de ter assassinado um desafeto por vingança. O crime ocorreu dentro da casa da vítima, quando ela segurava o filho nos braços. 

A dupla e o material apreendido foram levados à delegacia, onde ficaram à disposição da Justiça. 

Ela pode até parecer nova aqui mas, a real é que essa artista já vem de longe. Presente no meio musical pernambucano desde 2008, quando integrou a banda de reggae Bantus, Carol Ribeiro vem trilhando um caminho de partidas e chegadas que a transformaram na Platônicca. O alter ego da cantora e compositora eclodiu quando ela percebeu que havia chegado ao limite e precisava mudar o olhar, sair daquele chão e encontrar novas formas de sorrir - e de fazer música. 

Então, ela tirou o coração da bagagem e, percebendo que queria e podia tudo, soltou o corpo, a voz, e entendeu que não podia mais parar. Foi assim que a Platônicca tornou-se uma das representantes da expressiva cena de pop que vem florescendo em Pernambuco. No próximo domingo (10), a artista celebra essa trajetória com o show de lançamento do single do seu álbum de estreia, 'Quero Love', em um dos mais célebres palcos recifenses, o Teatro do Parque.

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A primeira partida para essa jornada aconteceu no início dos anos 2000 e de forma um tanto inesperada. Ao assistir a um show, Carol sentiu um incômodo que a fez mergulhar em uma área até então inexplorada por ela. "Eu era de um outro mundo, não conhecia ninguém na música, aí fui pra um show de reggae e me deu um 'start', não sei o que aconteceu. Eu pensei: 'Quem é esse povo? Eu preciso conhecer esse povo'", relembra em entrevista ao LeiaJá.

Aqueles dados ao misticismo dirão que foi obra do destino, porque depois do 'estalo', Carol matriculou-se em um curso de extensão na Universidade Federal de Pernambuco e começou a estudar música. Lá, ela começou a conhecer "o povo" e através da amizade com os integrantes da Bantus Reggae - e de sua constante presença nos ensaios da banda - acabou tornando-se parte dela. "Quatro meses depois (de entrar no grupo), eu tava no Pátio de São Pedro, dia de homenagem a Bob Marley, minhas mãos tremendo, eu aprendendo ainda a botar as notas no teclado, foi uma loucura". 

O empurrão dos amigos deu certo. Após sua estreia como backing vocal e tecladista da Bantus Reggae - grupo que integrou durante seis anos -, Carol começou a compor as próprias canções. Com seu trabalho autoral, passou por importantes eventos como os Festivais de Jazz de Gravatá e Garanhuns, o Som na Arena, competição na qual foi finalista e, claro, fez presença em inúmeros bares da noite recifense. A fase durou quatro anos e foi concretizada com um EP, mas aí, um novo 'estalo' incomodou a artista e ela percebeu que "queria experimentar algo novo".

Uma nova partida então se fez necessária mas, antes, Carol parou. Durante um ano inteiro, assessorada pelo DJ e diretor artístico Patrick Torquato, a cantora estudou, meditou e pesquisou em busca desse 'algo novo': a Platônicca. O encontro com o alter ego, no entanto, se deu bem no início da pandemia do coronavírus e os primeiros passos da artista precisaram ser lentos, além de virtuais. "Lancei (Rio em Chama, o primeiro single) online e não tinha como rodar. Mas, foi bom porque eu fui amadurecendo isso, fui entrando nesse meu lado Platônicca, apaixonado, que é o que me inspira a compor e muitas vezes eu tinha vergonha de mostrar, e daí que veio tudo". 

 A nova fase da artista foi sendo alimentada e nutrida enquanto o mundo lutava para sobreviver à crise sanitária. Ela própria precisou de algumas estratégias para vencer a tristeza e o "desespero" causados pelo momento. Vendo tantas vidas sendo perdidas e os amigos artistas desistindo de seus sonhos, ela buscou cada vez mais força e resiliência para (r)existir. "É aquela coisa da crise trazer inspiração. Eu não quero fazer uma música 'down', eu quero que as pessoas escutem minha música e que isso leve elas pra cima porque o mundo já tá muito difícil". 

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A paixão da Platônicca tem surtido efeitos mostrando que o platonismo lhe serve mesmo apenas como conceito. Nos últimos dois anos, a artista já lançou singles, clipes, participou dos festivais Sonora Olinda, Música em Domicílio e Mostra Amp - esse como apresentadora -, e levou seu show presencial para a Bahia  Ela também foi indicada ao Prêmio Destaques 2020, do Rock na Calçada; e ganhou o troféu de segundo melhor videoclipe do ano de 2021, com 'Não Pode Parar', pela Starfleet Music. 

Agora, a Platônica se prepara para lançar seu primeiro álbum: 'Quero Love'. O lançamento será aos poucos, com a chegada de novos singles a cada 45 dias nas plataformas digitais. O primeiro, não por acaso chamado 'Partida', já está disponível para o público e será celebrado com um show no icônico palco do Teatro do Parque, neste domingo (10) - com abertura da DJ Boneka e participação do cantor Barro. O acesso é gratuito, com incentivo da Prefeitura do Recife, do Governo Federal e da Secretaria de Cultura do Recife, através da  Lei Aldir Blanc – Joel Datze os ingressos podem ser solicitados pelo Sympla.

Também não por acaso, o primeiro single do disco representa um momento que impulsionou a artista a chegar até aqui - um rompimento que a motivou a compor cada vez mais e entregar-se ao seu chamado. Porque não dizer, representa ainda a coragem de apropriar-se do que se tem de mais íntimo e verdadeiro para ser e fazer a diferença no (próprio) mundo. "Doeu deixar isso pra trás e começar algo novo, mas é algo que tem tudo a ver com meu trabalho porque eu consegui respirar, compor e ser a Platônicca que eu queria ser”. 

Pop pernambucano

A Platônicca chega como uma das representantes de uma cena cada vez mais forte em solo pernambucano: a da música pop. Com nomes de peso como Barro, Romero Ferro,Uana e Duda Beat, o gênero ganha cada vez mais espaço, público e fôlego para apresentar uma produção musical local bastante valiosa e muito instigada para acontecer. Um movimento que se vale tanto das influências externas e já consolidadas no mercado quanto das referências já conhecidas e amadas pelo público de Pernambuco, como o brega e o bregafunk. 

Para a Platônicca, o mercado se mostra cada vez mais receptivo a essa produção, assim como o próprio público, e assim o movimento vai encontrando respaldo nas necessidades e linguagens desses tempos para se fortalecer. "As pessoas estão vendo que o pop é um estilo de música tão importante quanto outros e isso tá reaquecendo a cena. Romero Ferro vem aquecendo essa cena mais aqui, o Barro também, além da cena nacional com Marina Sena, Pabllo Vittar e até a própria Anitta. Acho que a gente que tinha um certo medo de se assumir pop agora tá tendo coragem porque o mercado tá se abrindo mais e a gente tá se fortalecendo também no que a gente é. Hoje em dia, a gente tá nesse momento de se fortalecer e não se moldar a caixinhas. Eu trago essa questão do pop comigo desde o começo e agora muito mais claro".

Fotos: Júlio Gomes/LeiaJáImagens

*Os dois primeiros parágrafos contém citações à composições de Platônicca.

A Polícia Civil investiga o assalto a uma residência que resultou na morte de um adolescente de 13 anos e deixou duas pessoas baleadas na noite dessa quarta-feira (6), na Rua Barão de Ladário, no bairro do Barro, Zona Oeste do Recife. Testemunhas disseram que o menor reagiu à invasão de dois homens armados.

O adolescente teria esfaqueado um dos assaltantes, que respondeu com o disparo que o matou. A mãe, de 31 anos, tentou defender o filho e foi atingida com um tiro na cabeça e o padrasto, de 24, levou um tiro no braço.

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"Segundo relatos, desconhecidos teriam invadido a casa e anunciado assalto. Uma das vítimas teria reagido e atingido um dos autores com uma arma branca, momento em que teria sido alvejado e falecido no local", confirmou a Força Tarefa de Homicídios da Capital, que busca os suspeitos de homicídio e tentativa de homicídio.

O casal foi socorrido para a UPA dos Torrões e, em seguida, a mulher deu entrada no Hospital da Restauração, na área Central da capital. Ela passou por cirurgia e apresenta quadro estável.

Pelas ruas de pedra que levam ao colorido do casario antigo de Olinda, o tempo parece assumir ritmo próprio. Esse lugar repleto de fascínio e magia que, segundo o poeta, detém a "paz do mosteiro das Índias" - aquela somente interrompida pela explosão do Carnaval - vem inspirando há 487 anos - comemorados neste sábado (12) - poetas, compositores e artistas plásticos, entre outros trabalhadores das artes, de forma quase instantânea e até natural, como se tivesse sido criado para esse fim.

Entre esses artistas, estão Aline Feitosa e Emmanuel Cansanção, do Pequeno Ateliê, que assumiram quase como uma missão a preservação dessa atmosfera e das memórias que ela guarda transportando-as para o barro. 

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Em  suas peças, eles reproduzem o colorido do casario da Cidade Alta, bem como algumas figuras do Carnaval, como a La Ursa e o Homem da Meia-Noite. A inspiração vem da própria vivência de cada um em solo olindense. "É natural por uma questão de memória afetiva A gente viveu em Olinda e adora passear aqui pelo Sítio Histórico. São coisas que  fazem parte da nossa história, a gente não inventou, é verdadeiro", diz Aline, que trocou sua cidade natal, Rio de Janeiro, pelo estado de Pernambuco, berço da sua família materna aos 14 anos de idade. 

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Emmanuel também trocou o local do nascimento por Olinda e Recife. O artista plástico é nascido em Catende (PE), mas foi trazido pelos familiares, logo após o nascimento, para o bairro olindense de Rio Doce. E foi entre as etapas deste bairro e as ladeiras históricas da Marim dos Caetés que ele se descobriu artista, desde cedo, quando pintava camisetas e as vendia em um varal colocado na Ladeira da Misericórdia a fim de descolar grana para assistir aos shows de Chico Science, na época do Manguebeat. "Minha infância e adolescência toda foi aqui em Olinda. Olinda é meu lugar, conheço tudo, todas as ruas, todos os becos", diz, garantindo que é reconhecido como olindense onde quer que chegue.

Há cerca de quatro anos, os dois somaram esforços e começaram a produzir sua arte juntos. Aline, então jornalista com mais de 20 anos de experiência na área cultural, acabou tomando gosto pelo barro e hoje, dedica-se somente a ele. Foi através da parceria com Emmanuel, artista plástico com quase três décadas de experiência, que eles descobriram o quanto as influências e o amor que nutrem pela cidade aniversariante deste sábado (12) poderiam resultar em obras que tocariam significativamente o público. "O primeiro (vaso) que eu fiz foi a La Ursa e tive a surpresa de que aquilo estava tocando outras pessoas. Foi de forma espontânea e verdadeira. Eu, particularmente, sempre gostei dessa questão do patrimônio histórico, sempre me tocou muito. Reproduzir esse patrimônio, essa memória histórica no barro, é muito gostoso", diz Aline.

Assim, as obras de arte da dupla  assumiram o caráter de preservação de uma memória histórica e cultural, algo que vai além do apelo estético das peças. "Nós, brasileiros, temos um problema com a memória. A gente se esquece das coisas muito rápido. A gente não dá atenção. Olinda, por exemplo, não tem a atenção que merece como patrimônio histórico e cultural da humanidade. Eu acho que (nosso trabalho) é uma coisa de resgate", comenta Aline. Ao que Emmanuel complementa: "É muito essa coisa da memória afetiva. As coisas estão se perdendo, se acabando. Então, a gente leva isso de volta para as pessoas". 

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

Para além da natural preservação e manutenção de tantas memórias - os dois também produzem, sob encomenda, peças personalizadas - o trabalho de Aline e Emmanuel tem conseguido dar a cada peça um apelo afetivo e emocional que apenas a arte é capaz de oferecer. A 'mágica' parece mesmo vir da própria cidade que os inspiram, com suas ruas de pedra, seu casario colorido e seu tempo totalmente único. Eles mesmo é que o dizem e esculpem, com visível carinho e amor, peça a  peça. 

 "Olinda tem uma energia criativa que é própria dela. Ela tem essa coisa boêmia... Na minha infância e adolescência, eu vivi a Olinda dos ateliês abertos, sinto bastante saudade disso.  Na pandemia, às vezes a gente vinha passear nas ruas vazias, só para olhar e para criar, desenhar. É um lugar muito marcante. Olinda é muito inspiradora". Aline Feitosa. 

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

“Aqui, durante a manhã, numa segunda-feira, eu saio na rua e vejo as pessoas calmamente indo comprar pão… O cheiro da cidade, as pessoas, as cores, a brincadeira, a safadeza de Olinda, os costumes… Isso influencia de uma maneira que é tão natural que se eu chegar em algum lugar a galera vai dizer: ‘tu é de Olinda’. Eu gosto da cidade, eu sofro com a cidade; quando tá ruim eu sofro com ela também, fico triste. Mas, quando tá bom, eu vou pra rua, brinco, comemoro. Acho que é uma relação de carinho muito forte com a cidade. É praticamente um vício”. Emmanuel Cansanção

Foto: Rafael Bandeira/LeiaJáImagens

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Na manhã desta segunda-feira (21), um protesto bloqueou as faixas do sentido Paulista da BR-101, na altura do Terminal Integrado do Barro, Zona Oeste do Recife. A rodovia foi liberada às 8h30, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Os manifestantes fecharam a pista por volta das 7h com fogo em entulhos e pneus. O obstáculo reteve todas as linhas de ônibus no Terminal e congestionou a BR-101. 

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O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas e a PRF conseguiu liberar a rodovia após cerca de 1h30 de protesto. 

Informações apontam que o ato foi organizado por moradores da comunidade Carolina de Jesus, ao lado do Terminal, para reivindicar por moradia.

Na noite desta última sexta-feira (8), o Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar um incêndio que aconteceu nos barracos do bairro do Barro, na comunidade Carolina de Jesus, na Zona Oeste do Recife. 

As chamas atingiram de 15 a 20 barracos e a perda pode ter sido total, segundo informações dos bombeiros, que evitaram que o incêndio tomasse uma maior proporção devido ao material de fácil queima presente no local. 

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O Corpo de Bombeiros enviou ao local quatro viaturas, sendo duas de combate a incêndio, uma viatura de resgate e uma viatura de comandamento operacional. Não houve vítimas.

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Um muro de aproximadamente três metros cedeu com as fortes chuvas na Região Metropolitana do Recife (RMR) e atingiu um imóvel no bairro de Santa Mônica, em Camaragibe. Apesar do susto durante a madrugada desta terça-feira (10), ninguém ficou ferido.

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Os moradores da casa localizada na Rua Catarina acordaram assustados com o barulho da queda, por volta das 3h. Como a residência fica afastada da estrutura, apenas o compressor de ar-condicionado foi atingido. Conforme apurado pelo LeiaJá, um casal e a filha, de 18 anos, vivem no imóvel de baixo.

“Eu tava dormindo com a família, quando a gente escutou aquele estrondo de alguma coisa desmanchando, caindo. A gente acordou assustado e correu para o quarto da minha menina, para ver se ‘tava’ tudo bem. [Depois] abrimos a porta e vimos que a barreira tinha desabado”, relatou o auxiliar administrativo Edvaldo da Silva.

Já no primeiro andar localizado em cima da barreira, moram o supervisor operacional Reginaldo Damasceno, a esposa, a mãe de 65 anos, e as filhas de 5 e 9. “O susto foi muito grande, mas graças a Deus só houve o prejuízo do muro mesmo. Minha casa não houve nenhum dano na estrutura, como a da minha mãe e do vizinho também”, descreveu.

Defesa Civil

A Defesa Civil foi ao local para apurar as causas do desmoronamento. O indício é de que o muro cedeu devido a infiltração do barro pela chuva. A casa não sofreu danos estruturais e a família não vai precisar desocupar o imóvel.

Agentes do órgão explicaram que ainda não é possível retirar o entulho, pois pode desestabilizar ainda mais a barreira. Uma lona de proteção será instalada para evitar um novo deslizamento.

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"Tu pode me ajudar a colocar o corpo no caixão?", foi indagado o arquiteto Frederico Mendonça diante do saco preto que acomodava a sua tia Maria dos Prazeres, no necrotério do Hospital Tricentenário de Olinda.

Vítima da Covid-19 no último dia 21, a idosa de 67 anos ficou apenas seis dias internada antes de ser enterrada pelo próprio sobrinho em um município vizinho. Frente ao iminente colapso da rede funerária de Pernambuco, a falta de vagas no cemitério de Guadalupe fez com que ela aguardasse dois dias até ser sepultada.

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Com o enterro transferido para o Cemitério Paroquial do Barro, na Zona Oeste do Recife, a cerca de 17 km de distância de onde morava, no Bairro Novo, por falta de vagas, Maria dos Prazeres foi colocada no caixão por Frederico, que não teve outra opção a não ser ajudar o único profissional enviado pela funerária à unidade de saúde.

Já no cemitério do Recife, assimilou os reflexos do alto índice de ocupação no sistema quando precisou esperar quase uma hora até que os coveiros estivessem disponíveis. Após um percurso insalubre entre lápides e o último adeus de outras famílias, finalmente o carrinho que carregava sua tia parou, no entanto, todos os sepulcros estavam preenchidos ali.

Foto: Arquivo pessoal

Um buraco começou a ser cavado no estreito entre duas sepulturas. Foi quando Frederico percebeu que a tia seria posta em uma cova rasa, em um caminho para transeuntes, como o trajeto que percorreu. Dos quatro coveiros que o acompanhavam até a descida do caixão à cova, de repente se viu amparado por apenas um. Os demais se ocuparam em atender a alta demanda de óbitos diários da Covid-19.

A pá velha e apenas duas mãos não davam conta, e Frederico se prontificou a ajudar o coveiro que, segundo ele, tem só seis meses de profissão. Nem o sol forte das 11h, nem o medo de ser infectado pelo novo coronavírus, ou até mesmo outras doenças, apagavam as orações da cabeça do arquiteto que, reforçava os votos em memória da tia enquanto despejava areia sobre seu local de repouso.

Do dia 15 de março, quando a tia foi internada, até a data do enterro, no dia 23, Frederico foi confrontado pela trágica realidade da Covid-19 em Pernambuco, que já tirou a vida de 12.623 pessoas até o dia 8 de abril de 2021.

Fora a fragilidade do sistema funerário, a condição desordenada recai sobre o resultado dos testes, que no caso de Dona Maria dos Prazeres, só foi confirmado pela Prefeitura de Olinda nessa segunda (5), 15 dias após sua morte.

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O resultado positivo do teste RT-PCR analisado pelo Lacen-PE foi liberado pelo laboratório no dia 26, cinco dias após o falecimento. Entretanto, Frederico questiona a demora para ser informado pela Secretaria Municipal de Saúde, que só o comunicou na tarde desta segunda (5).

Procurada para uma posição sobre a falta de vagas em seus dois cemitérios - de Guadalupe e Águas Compridas - e a situação imposta à população que não consegue enterrar seus familiares no município, a Prefeitura de Olinda reafirmou que os cemitérios possuem vagas e estão abertos para as vítimas da pandemia.

Em nota, a gestão aponta que "vem trabalhando na ampliação dos espaços para sepultamento das vítimas das Covid-19" e, sem apresentar o quantitativo, diz chegou a abrir novas vagas em Águas Compridas com a desapropriação de um terreno vizinho.

Sobre Guadalupe, a Secretaria Executiva de Manutenção Urbana (SEMU) explica que não pôde adotar o mesmo procedimento pois o cemitério fica alocado no Sítio Histórico, o que impede a ampliação dos limites da estrutura.

"A SEMU acrescenta que está tentando contratar junto à iniciativa privada sepulturas para absorver a demanda decorrente da Covid-19", acrescenta o comunicado, que garante "todos os esforços necessários para que os olindenses sejam assistidos de forma digna".

Funerários expõem a falta de vagas

O presidente da Associação Pernambucana de Dirigentes Funerários (APEDIF) indica que não houve oficialização sobre o fechamento dos cemitérios. Entretanto, questiona as supostas vagas indicadas pela Prefeitura.

"Realmente eles estão com dificuldade de ofertar espaço. A última vez que a gente precisou para um morador de Olinda, na semana passada, eles só iriam ter vaga para terça-feira dessa semana", ressalta Herton Viana.

"É difícil porque não tem como ficar nos hospitais e as funerárias não tem como manusear esse corpo, nem tampouco guardar nas instalações da gente. Automaticamente tá ficando nos hospitais, causando acúmulo e, pode vir a acontecer, de ter que ficar lá porque a família não tem para onde levar”, descreve o representante dos dirigentes funerários, que acrescenta, “se você precisar para hoje ou amanhã eles não têm vaga. É sempre uma programação dias para frente".

Prefeituras negam risco de colapso funerário

Diante da alta nacional de casos de Covid-19, a reportagem do LeiaJá questionou as prefeituras de algumas das cidades de Pernambuco que registraram o maior número de casos da doença a respeito da possibilidade de ocorrer um colapso funerário nos próximos meses. As gestões de Olinda, Recife, Petrolina e Caruaru garantem que seus sistemas estão sob controle e preparados para atender ao aumento da demanda. Algumas delas pontuaram que, passado um ano de pandemia, continuam ampliando a capacidade dos cemitérios.

De acordo com a Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), os dois cemitérios públicos da capital pernambucana preparados para receber as vítimas da Covid-19 - Parque das Flores e Santo Amaro- possuem plena capacidade para atender à demanda e funcionam dentro do previsto para o cenário de pandemia. “No total, a Emlurb providenciou a abertura e/ ou construção de 5.671 covas e gavetas para receber este tipo de sepultamentos e, deste montante, há ainda 25% de covas/ gavetas sem uso (1.421 vagas) nos cemitérios de Santo Amaro e Parque das Flores”, pontua a instituição, em nota oficial.

Em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, a Secretaria Executiva de Manutenção Urbana (SEMU) informou que desapropriou um terreno vizinho para ampliar o Cemitério de Águas Compridas, onde também foram abertas novas covas. “Com relação ao Cemitério de Guadalupe o mesmo procedimento não pode ser adotado uma vez que o local se encontra dentro do Sítio Histórico, o que impede a ampliação dos limites da estrutura física. A SEMU acrescenta que está tentando contratar junto à iniciativa privada sepulturas para absorver a demanda decorrente da Covid-19”, coloca a SEMU. A informação oficial é a de que não há fila de espera para sepultamentos.

A Prefeitura de Petrolina, no sertão do estado, também firmou contrato, desde o início da pandemia, para que os sepultamentos de vítimas do novo coronavírus fossem feitos em um cemitério particular, com funcionamento 24 horas. A administração da cidade frisa que, em caso de óbitos ocorridos durante o dia, os corpos podem ser recebidos em qualquer cemitério público da cidade, caso seja da vontade da família.

Segundo a administração petrolinense, todos os coveiros da cidade já foram vacinados contra a Covid-19. “O município conta com o efetivo de 9 sepultadores municipais, a cidade está com processo seletivo de outras 10 vagas, para preenchimento do quadro normativo. Sobre o questionamento da quantidade de sepulturas, no cemitério particular, no qual existe contrato, há mais de 60 vagas. Já nos municipais, mais de 400. Petrolina segue todas as orientações do Comitê de Crise Estadual de Enfrentamento ao Coronavírus”, explica o posicionamento oficial.

Já a Secretaria de Serviços Públicos de Caruaru, no agreste pernambucano, não abriu novas covas em decorrência da crise sanitária. O órgão se resumiu a dizer que “tem trabalhado para garantir todos os serviços funerários no município, cumprindo todos os protocolos sanitários estabelecidos. Dessa forma, diante de todo trabalho realizado até o momento, todos os serviços seguem funcionando sem intercorrências”.

O mestre ceramista Fernandes Rodrigues está repassando um pouco da sua experiência com aulas em seu ateliê, localizado em Vitória de Santo Antão, na Mata Sul de Pernambuco. Aberto para pessoas de todas as idades, o curso é gratuito e conta, ainda, com intérprete de Libras, para atender alunos com deficiência auditiva. As aulas acontecem até o mês de março de 2021. 

Fernandes Rodrigues trabalha com peças que retratam figuras históricas, como o escritor Ariano Suassuna, além de pessoas do cotidiano como vaqueiros, músicos e leitores anônimos. Em Vitória, sua cidade natal, Rodrigues contabiliza quatro monumentos em praças do município, a exemplo da escultura de Padre Renato, na Praça da Matriz. 

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Em seu ateliê, localizado na metade do KM 38 da BR-232, em Vitória de Santo Antão, o mestre recebe visitantes das 8h às 16h, com uma pequena pausa no horário de almoço. O espaço tem cerca de 30 m², pode receber 15 pessoas ao mesmo tempo, devido às precauções contra a Covid-19. É obrigatório o uso de máscara e, para alunos do curso, também é necessário fazer uso de luvas descartáveis. 

A formação se dá em caráter contínuo durante a semana. Há aulas de iniciação, com um breve contexto histórico sobre a prática de esculpir em barro e um momento prático, em que é possível começar a produzir suas próprias obras; aulas de finalização de peças, em que alunos anteriores podem voltar em seus trabalhos ou mesmo iniciar novas composições; e a aula de queima, que garante a finalização do que foi criado anteriormente, com o repasse de que cuidados são fundamentais para a preservação das estátuas. Menores de 18 anos precisam estar acompanhados por um responsável ou levar uma autorização por escrito. 

Serviço

Oficinas de esculturas em barro no Ateliê Fernandes Rodrigues com o Mestre

Segunda à quarta, de 8h às 12h. 

Aulas com mediação de Libras ocorrem nas segundas, de 9h às 12h.

Toda semana até 05 de março de 2021

BR-232, 347 (KM 38,5), Vitória de Santo Antão, Mata Sul

Informações: (81) 9 9509-8299 e @fernandesrodrigues1 (no instagram)

Um passageiro morreu durante uma viagem no metrô do Recife, na noite dessa segunda-feira (30). A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) não identificou o usuário, mas informou que ele foi vítima de um "mal súbito fulminante".

A companhia diz que o homem pegou o trem da Linha Centro, sentido Recife, por volta das 18h30, na Estação do Barro, na Zona Oeste do Recife. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, mas os próprios seguranças já haviam verificado que o passageiro não possuía mais sinais vitais.

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"Toda a equipe de segurança possui treinamento de primeiros socorros, para prestar suporte aos passageiros em ocorrências como essa", ressaltou a CBTU em nota.

A operação não chegou a ser paralisada, entretanto o trem foi retirado de circulação ainda com a vítima e recolhido em uma linha auxiliar na Estação Recife.

O corpo foi removido pelo Instituto de Medicina Legal (IML). A Polícia Civil informou que até o momento não há registro do caso.

Na manhã desta quarta-feira (27), o Sindicato dos Rodoviários do Recife e Região Metropolitana promoveu um ato simbólico em homenagem aos profissionais da categoria que foram vítimas do novo coronavírus. Com placas de luto, manifestantes se concentraram no Terminal Integrado do Barro, na Zona Oeste do Recife.

A manifestação também é um pedido para que os proprietários das empresas de ônibus forneçam condições adequadas aos profissionais. A categoria reivindica pela maior fiscalização para que a lotação máxima dos coletivos seja respeitada e o fornecimento de equipamentos de proteção individual adequado.

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Segundo a própria categoria, até o momento, nove rodoviários já morreram em razão da Covid-19. Confira:

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A participante do Big Brother Brasil, Gizelly Bicalho, virou alvo de internautas após uma declaração considerada racista na noite dessa quinta-feira  (2). Em uma conversa com as amigas de confinamento, a advogada criminalista fez um comentário sobre a base utilizada na maquiagem de Thelma, chamando a maquiagem de “barro”.

 “Gente, eu não sei o que a Thelminha passa na cara, é barro? isso é barro”, disse a advogada em tom de deboche, mostrando a cor de um lençol, utilizado por Thelma, que visivelmente sem graça, responde:  “É a minha base”.

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Nas Redes sociais, o público não gostou nem um pouco do comentário feito pela sister e apontou o racismo na frase de Gizelly.

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Aberto há 12 meses, na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, o SinsPire tem funcionado como espaço para artistas independentes, movimentos culturais e ativismo sustentável. A casa comemora seu primeiro ano de atividades com uma programação intensa que começa nesta sábado (14), com o lema Viva o poder dos encontros. A festa começa às 20h, com show do Estesia e convidados. 

O SinsPire se propõe a ser um ‘respiro’ urbano, acolhendo e promovendo espaço para novidades em diferentes cenas artísticas e culturais. O lugar funciona a partir do tripé cultura, sustentabilidade e economia criativa e, no mesmo espaço, agrega hub de empresas, lab criativo e espaço para eventos culturais. 

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Abrindo a temporada de comemorações, neste sábado (14), a casa vai promover shows com o grupo Estesia, recebendo Barro, Arrete, Mc Fantaxma, Marley no Beat, Larissa Lisboa, Amanda Cabral e Mac Draakoficial. A entrada é 1 kg de alimento que será doado para instituições sociais. 

Serviço

Festa de 1º ano do SinsPire

Sábado (14) - 20h

SinsPire (Rua da Guia, 237 - Praça do Arsenal - Bairro do Recife)

1kg de alimento

 

O Museu do Trem recebe, até a próxima sexta (6), a exposição Panela de Barro, Cultura no Prato. A mostra reúne centenas de peças produzidas por mestras loiceiras pernambucanas, todas postas à venda com preços entre R$ 5 e R$ 250. A visitação é gratuita. 

Em sua segunda edição, a exposição recebe mestras de todo o estado, como Dona Deta, a mais antiga loiceira de Caruaru, além de Cida Lima, Neguinha, Joselina, Luíza dos Tatus e Adelma Silma, de Belo Jardim, entre outras. Os visitantes poderão adquirir as peças expostas que estarão à venda por valores acessíveis, começando a R$ 5. Quem comprar alguma peça poderá retirá-la após o encerramento da mostra. 

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Serviço

Panela de Barro, Cultura no Prato

Até sexta (6) - 9h às 17h

Estação Central Capiba - Museu do Trem

Gratuito

 

Um caminhão tombou na BR-101, no bairro do Barro, Zona Oeste do Recife, na manhã desta quarta-feira (15). O veículo transportava uma carga de farelo de trigo que ficou espalhada na pista, no sentido João Pessoa-PB.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista do caminhão precisou frear bruscamente quando um carro entrou na rodovia na sua frente. O condutor acabou perdendo o controle do veículo. Ele ficou levemente ferido e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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A população local recolheu o farelo, utilizado na alimentação de animais. Os policiais conversam com essas pessoas para que não haja saque. Eles aguardam a chegada do dono da carga para autorizar a liberação da mesma.

A rodovia está interditada. Segundo a PRF, o trânsito está lento no local.

 

Fiscais da Superintendência de Meio Ambiente da Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes interditaram, na última quinta-feira (25), a empresa Fortunato Minerações por crime ambiental e falta de autorização para retirada e comercialização de barro. Três multas foram aplicadas, totalizando R$ 188.440.

A empresa ocupa uma área de 9,5 hectares e vinha realizando as atividades desde 2016, mesmo sem autorização. No ano passado, houve uma vistoria no local, quando foi dado um prazo para a regularização.

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No momento da fiscalização, não havia trabalhadores no local, mas ficou constatado que o barro estava sendo retirado de forma irregular. O proprietário da empresa tem 20 dias para apresentar defesa.

 

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) de Pernambuco atearam fogos em entulhos e fecharam os dois sentidos da BR-101 na manhã desta quarta-feira (8). O protesto acontece na altura do Terminal Integrado do Barro, na Zona Oeste do Recife. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a manifestação começou por volta das 7h.

Cerca de 25 manifestantes reivindicam a desapropriação do terreno da Ocupação Carolina de Jesus, que fica ao lado do Terminal Integrado. Segundo a PRF, por conta do fechamento da rodovia, o engarrafamento já está na altura do Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), no bairro do Curado.

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As novas bandas e cantores renovam o cenário musical de Pernambuco. Em diferentes estilos e experimentalismos, a música produzida por artistas pernambucanos levam o sotaque e ritmo para além do Estado.

Nomes como Almério e o grupo Tagore integraram a programação de grandes festivais como o Rock in Rio e Lollapalooza. Para conhecer mais o som do Estado que legou ao Brasil o Manguebeat, o LeiaJá listou cantores e bandas que dão a nova cara a musicalidade pernambucana:

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Sofia Freire

A pianista, cantora e compositora, Sofia Freire mistura o pop a música erudita. O primeiro disco, Garimpo, foi lançado em 2015. Em seu novo trabalho, Romã, Sofia investe no experimentalismo e narra o universo da mulher em nove poemas.

Romero Ferro

O pernambucano, natural de Garanhuns, iniciou a carreira musical em 2013 com o lançamento do EP autoral ‘Sangue e Som’. À frente do projeto Frevália, desde 2016, ele celebra o frevo, ritmo máximo de Pernambuco e Patrimônio Imaterial da Humanidade, em suas diversas vertentes e roupagens.

Fernandes

O guitarrista, cantor e compositor Fernandes apresenta em seu primeiro disco Bonanaza, lançado em 2018, uma mistura de ritmos, que vai do pop ao rock.

Barro

Ex-integrante da Bande Dessinée, o recifense Filipe Barros, mais conhecido como Barro, iniciou a carreira solo em 2016 com o álbum Miocárdio, que conta com participação de Juraça Marçal e canções em inglês, francês e espanhol.

Igor de Carvalho

O cantor e compositor lançou o primeiro álbum, batizado de A TV, a Lâmpada e o Opaxorô, em 2014. Com influências a tropicália e da música regional, Igor de Carvalho apresenta canções que refletem sua visão e pensamento a cerca do mundo.

Flaira Ferro

A artista iniciou a carreira artística ainda na infância. Bailarina, cantora e atriz, a recifense iniciou a carreira musical de forma independente. Cordões Umbilicais, lançado em 2015, conta com 11 canções autorais. Recentemente, Flaira disponibilizou o clipe da música Coisa mais bonita, que mostra diversas mulheres se masturbando, foi censurado.

Marília Parente

A cantora e compositora pernambucana Marília Parente  lançou o primeiro single, 'Tristeza não existe', em março deste ano.

Marsa

O sexteto pernambucano, formado por Carlos Amarelo, Rogério Samico, Rodrigo Samico, Rogê Victor, Rodrigo Félix e Thiago Martins, foi a campeão do Festival Pré-AMP de 2015. Em 2016, a banda lançou o primeiro álbum Circular Movimento.

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