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No último fim de semana, o Disney+ publicou em suas redes sociais as maiores estreias que vão acontecer no próximo ano e, dentre os maiores destaques, está a confirmação da data de estreia da minissérie “Ms. Marvel”, que está programada para o verão de 2022, entre os meses de junho a agosto. Confira os lançamentos: http://https://www.youtube.com/watch?v=temM5y6ZytM&t=58s&ab_channel=DisneyPlus

A nova minissérie da Marvel Studios terá seis episódios e vai trazer a personagem Kamala Khan (Iman Vellani), uma jovem de 16 anos de origem muçulmana, obcecada por super heróis, em específico Carol Danvers, a Capitã Marvel (Brie Larson). A jovem tem uma vida rotineira em Nova Jersey (EUA), quando sofre um ataque inumano, ganha poderes e se torna a Miss Marvel.

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À frente da direção da minissérie estão os diretores Bilall Fallah e Adil El Arbi, ambos já trabalharam no longa-metragem de ação "Bad Boys Para Sempre" (2020), com Will Smith e Martin Lawrence. De acordo com a produtora executiva e roteirista Bisha K. Ali, as produções da Marvel Studios sempre trazem relações entre família e amigos, e em "Ms. Marvel" não será diferente.

A protagonista da minissérie faz sua estreia no universo compartilhado da Marvel, e promete ser uma das protagonistas nesta nova fase da produtora. Assim como Peter Parker (Tom Holland) e Kate Bishop (Hailee Steinfeld), Kamala também é uma heroína jovem e por conta disto, fãs criam teorias de que a Marvel pode estar em processo de introdução para apresentar o grupo dos quadrinhos conhecido como "Jovens Vingadores".

 

 

A Polícia Federal (PF) da Bahia, em conjunto com a Polícia Militar (PM) de Pernambuco e da Bahia, deflagrou, nesta quarta-feira (5), a Operação Capitá, com o objetivo de desarticular uma quadrilha especializada em assalto a bancos e carros-fortes e que atuava em diversos estados do país. Foram presos em flagrante 11 pessoas por crimes como porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, receptação, associação criminosa e posse de explosivos.

Em São Paulo-SP, um homem, suspeito de ser financiador de um dos principais articuladores também foi preso em cumprimento a dois mandados de prisão em aberto. Um mandado era oriundo da Justiça da Bahia, decorrente de condenação a pena de 24 anos de reclusão por homicídio. Outro, preventivo, por crime de roubo, oriundo da Justiça de Alagoas.

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A investigação foi iniciada em março deste ano, após a morte de Varnei Xavier dos Santos, apontando como ex-líder de uma das quadrilhas mais atuantes na região Nordeste. Após a morte dele em confronto com a Polícia Militar de Goiás, a PF identificou novas lideranças entre os remanescentes da organização.

De acordo com a PF, a quadrilha estava se preparando para realizar nos próximos dias um assalto a um carro-forte em uma das rodovias próximas a Juazeiro-BA e Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

Cerca de 80 policiais federais cumpriram 10 mandados de busca e apreensão em Juazeiro, Petrolina e São Paulo-SP. Nos endereços das buscas, foram encontradas armas de grosso calibre, munição, explosivos, escudos, coletes balísticos, carros roubados, celulares, e outros apetrechos comumente usados para esse tipo de crime.

O Recife ultrapassou a marca de 20 mil pacientes recuperados da Covid-19. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (20) pelo prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB).

"Chegamos a 20 mil recuperados da covid-19 no Recife. São pessoas que já tiveram a doença e estão curadas. Quero agradecer o esforço de todos os recifenses e de todos que estão trabalhando no enfrentamento à pandemia. Como registramos semana passada, a contaminação está em queda há mais de 60 dias na nossa cidade, mas a pandemia ainda não acabou em lugar nenhum no mundo", disse Geraldo Julio nesta manhã.

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Ao todo, 12,8 mil pessoas passaram por atendimento na rede municipal de saúde, que conta com sete hospitais de campanha, com cerca de mil leitos, além de mais de 20 unidades de referência da Atenção Básica para receber pacientes com sintomas de infecção pelo novo coronavírus. Os hospitais de campanha da capital chegaram a mais de 4,7 mil internamentos, com 2,2 mil altas hospitalares. 

Após dois meses de queda no número de casos de Covid-19, a Secretaria de Saúde do Recife iniciou a reorganização da rede emergencial, desativando 300 enfermarias e abrindo 53 leitos de UTIs neste mês. Com a reorganização, a gestão municipal conta com 724 leitos em funcionamento, sendo 342 de UTI e 382 de enfermaria.

Nesta segunda-feira, as academias retornam e os restaurantes, bares e lanchonetes voltam a receber público.

A capitã Carola Rackete, que é investigada na Itália por favorecimento à imigração clandestina e violência contra navio de guerra, voltou para seu país, a Alemanha.

A informação foi confirmada à agência alemã DPA por um porta-voz da ONG Sea Watch, cujo navio, que era comandado por Rackete, entrou sem autorização no porto de Lampedusa, ilha italiana situada no Mediterrâneo, com 40 migrantes a bordo.

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A capitã partiu para a Alemanha na noite da última quinta-feira (18), após ter sido interrogada durante cerca de quatro horas no Ministério Público de Agrigento, na Sicília.

Rackete é acusada de favorecimento à imigração clandestina por ter salvado 53 pessoas na costa da Líbia. Ao entrar no porto de Lampedusa, a embarcação da Sea Watch colidiu com um barco da Guarda de Finanças, o que, segundo o MP de Agrigento, configura "violência contra navio de guerra".

Dos 53 migrantes socorridos por Rackete, 13 tiveram autorização para desembarcar na Itália por razões médicas. Os outros 40 só desceram do navio quando a capitã alemã forçou a entrada em Lampedusa, após 17 dias no mar.

O ministro do Interior e vice-premier da Itália, Matteo Salvini, havia ameaçado "expulsar" Rackete do país, enquanto a alemã, chamada de "delinquente" e "criminosa", entrou com uma ação por difamação contra o líder de extrema direita. 

Da Ansa

Um juiz italiano decretou, na noite desta terça-feira (2), a libertação da alemã Carola Rackete, capitã do navio humanitário "Sea-Watch", detida no último sábado após atracar e desembarcar 40 imigrantes de forma ilegal na ilha de Lampedusa.

O juiz responsável pelo caso disse à imprensa italiana que um decreto da Itália sobre segurança não é "aplicável às ações de resgate".

O ministro italiano do Interior, Matteo Salvini, que deplorou a decisão do judiciário, disse que a capitã alemã estaria sujeita a uma medida de expulsão para seu país porque é "perigosa para a segurança nacional".

O afastamento do território italiano, com acompanhamento para a fronteira, ainda deve ser confirmado pelas autoridades judiciais, disse Salvini.

"Voltará para a sua Alemanha, onde não seriam tão tolerantes com um italiano se ele tivesse atentado contra a vida de policiais alemães", disse o vice-primeiro-ministro e líder da Liga (extrema-direita).

A ONG Sea-Watch postou no Twitter um comunicado sobre a libertação da alemã: "Estamos aliviados pelo fato da nossa capitã ter sido libertada! Não havia razão para detê-la, porque ela estava engajada na defesa dos direitos humanos no Mediterrâneo e assumiu suas responsabilidades onde nenhum governo europeu se envolveu".

A alemã de 31 anos foi presa na manhã de sábado (29) e colocada sob prisão domiciliar em Lampedusa, depois transferida na segunda-feira para Agrigento, da qual depende a pequena ilha italiana.

A comandante, com experiência de navegar com quebra-gelos no Ártico e na Antártica, sabia que estava se arriscando a prisão.

- ONG Sea-Watch determinada a seguir operações -

A ONG Sea-Watch comunicou na terça-feira que estaria determinada a continuar suas operações para resgatar migrantes no Mediterrâneo "se necessário com um novo navio".

"Vamos seguir fazendo respeitar os direitos humanos no Mediterrâneo e observando de perto a União Europeia, se for necessário com um novo navio, se o nosso (o "Sea-Watch 3") seguir apreendido", garantiu Ruben Neugebauer, um dos dirigentes da organização, à imprensa em Berlim.

A Sea-Watch e outras organizações recolheram "mais de um milhão" de euros graças a varias contribuições feitas pela internet para cobrir os gastos com a defesa de Rackete.

Na audiência, a jovem prestou depoimento por cerca de três horas perante o juiz, de acordo com a imprensa italiana.

Na segunda-feira, o promotor de Agrigento, Luigi Patronaggio, que também abriu uma investigação contra Salvini por sequestro de imigrantes a bordo de um barco da guarda-costeira, solicitou a validação das duas causas de detenção da capitã.

Para ele "o estado de necessidade" invocado pela jovem não era válido, pois "o Sea Watch recebeu nos dias anteriores assistência médica e estava em contato contínuo com as autoridades militares e marítimas para qualquer tipo de assistência".

Por hora, dois barcos humanitários, o "Open Arms" e o "Alan Kurdi", seguem no mar Mediterrâneo.

O ministro alemão das Relações Exteriores, Heiko Maas, afirmou que a Itália deve libertar Carola Rackete, jovem capitã alemã do navio humanitário "Sea-Watch" presa por ter atracado sem autorização em Lampedusa para desembarcar 40 migrantes.

"Do nosso ponto de vista, o processo judicial só pode ser concluído com a libertação de Carola Rackete", disse Maas no Twitter. "Nós nos opomos à criminalização do resgate marítimo", acrescentou.

"É necessária uma solução europeia urgente, que corresponda aos nossos valores europeus", acrescentou o chefe da diplomacia alemã. "A comercialização da distribuição dos refugiados é indigna e deve cessar", concluiu Maas.

A alemã de 31 anos, que está em prisão domiciliar, será apresentada às 15h30 (10h30 no horário de Brasília) a um juiz em Agrigento, cidade da qual depende a pequena ilha italiana.

A jovem pode ser libertada à espera de julgamento e rapidamente expulsa, já que o ministro do Interior Matteo Salvini disse que já havia assinado um decreto de expulsão.

 Após 17 dias de espera, os 40 migrantes que ainda estavam a bordo do navio da ONG alemã Sea Watch desembarcaram na madrugada deste sábado (29) em Lampedusa, na Itália, depois de a comandante da embarcação, Carola Rackete, ter forçado a entrada no porto da ilha.

O grupo, que inicialmente tinha 53 pessoas (13 desembarcaram antes por motivos médicos), foi resgatado a 47 milhas náuticas da Líbia em 12 de junho. Violando uma proibição imposta pelo ministro do Interior e vice-premier da Itália, Matteo Salvini, o navio entrou em águas territoriais italianas na última quarta-feira (26) e ficou três dias parado na entrada do porto de Lampedusa, sem ter aval para atracar.

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Na madrugada deste sábado, no entanto, Rackete e a ONG decidiram furar o bloqueio e entrar no porto, espremendo contra o cais um barco da Guarda de Finanças italiana. Por conta disso, a capitã foi detida e colocada em prisão domiciliar, acusada de violência contra navio oficial, crime que prevê penas de três a 10 anos de cadeia.

Rackete já era investigada pelo Ministério Público de Agrigento por favorecimento à imigração clandestina, ao entrar sem autorização em águas italianas. "Estamos orgulhosos de nossa capitã, ela fez exatamente a coisa certa. Ela cumpriu as leis marítimas e trouxe as pessoas à segurança", disse o presidente da Sea Watch, Johannes Bayer.

Normas internacionais determinam que pessoas resgatadas no mar sejam levadas ao porto seguro mais próximo. Como a Líbia, de onde partiram os migrantes, não é considerada segura por ONGs, agências humanitárias e até pelo chanceler da Itália, Enzo Moavero, a Sea Watch decidiu navegar até Lampedusa, território mais próximo do local de salvamento.

"Não tínhamos escolha. Não foi dada nenhuma solução para a comandante, ela tinha a responsabilidade de salvar essas pessoas. A violação foi das autoridades, que não ajudaram o navio por 16 dias", declarou uma porta-voz da ONG.

Já Salvini acusou Rackete de ter um "comportamento criminoso" e de "colocar em risco a vida de agentes da Guarda de Finanças". Segundo o ministro, cinco países da União Europeia receberão os migrantes.

O navio da Sea Watch foi sequestrado, e a ONG será multada em 20 mil euros, com base em um novo decreto antimigrantes editado por Salvini.

Apoio

Após a prisão de Rackete, prefeitos de importantes cidades italianas governadas pela centro-esquerda saíram em sua defesa. "Nápoles não é cúmplice do holocausto do terceiro milênio. Queremos testemunhar que o mar é o lugar onde se salvam pessoas", disse o prefeito da capital da Campânia, Luigi de Magistris.

Já o de Milão, Giuseppe Sala, declarou que Rackete "fez o que devia fazer e assumiu os riscos". "Ela fez isso para salvar vidas humanas", declarou. O navio da Sea Watch foi recebido em Lampedusa por dois grupos: um a favor e um contra.

Neste último, algumas pessoas gritaram insultos e ameaças para a alemã, como "espero que te estuprem".

Números

Uma comparação do último relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) com índices populacionais compilados pelo Banco Mundial mostra que a Itália é o 12º Estado-membro da União Europeia que mais abriga deslocados internacionais em termos relativos.

O país acolhe atualmente 294.867 refugiados e solicitantes de refúgio, o que equivale a 0,48% de sua população. Esse índice a deixa atrás de Suécia (2,84%), Malta (2,23%), Áustria (1,88%), Chipre (1,80%), Alemanha (1,73%), Grécia (1,27%), Dinamarca (0,68%), França (0,68%), Holanda (0,66%), Luxemburgo (0,59%) e Bélgica (0,54%).

Apesar de ser uma grande porta de entrada para deslocados internacionais na UE, a Itália acaba servindo apenas de passagem para essas pessoas, que frequentemente tentam seguir viagem para o norte da Europa.

Na manhã desta sexta-feira (15), foram definidos os times que vão decidir a fase final da Liga do Desporto Universitário. Depois de jogos acirrados no ginásio do Centro Esportivo Santos Dumont, os times da FAG-PR e do UNIVERSO-RJ se classificaram e disputarão o título da LDU no próximo sábado (16), às 9h, também no Centro Esportivo Santos Dumont.

O LeiaJá conversou com exclusividade com a goleira e capitã da FAG-PR Josiane Rodrigues, e com a capitã e centro da UNIVERSO-RJ Karolyne Barbeiro. A expectativa é muito grande entre as jogadoras. A conquista deste título seria um feito inédito para as duas. Mesmo jogando em posições diferentes, as capitães tem o mesmo objetivo: vencer a competição.

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Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens"Já conquistamos títulos universitários, brasileiros, jogoso abertos, jogos paranaenses que é da nossa região. Acredito que se a gente ganhar esse, será uma boa gratificação, porque a gente nunca tinha jogado na LDU. A gente veio pra cá em busca do título. Amanhã vamos decidir quem é a melhor equipe. E acredito que a final será muito boa. se a gente levar essa final, será muito gratificante mais ainda", declarou Josiane, atleta da FAG-PR.

Segundo a atleta paranaense na final não existe vantagem, o resultado não está definido. "Tinham quatro equipes, todas jogaram contra todas e nós nos classificamos com três vitórias, e isso é muito bom. Mas agora está no 0x0. Acredito que vai ser uma final bem disputada, porque as equipes aqui estão todas do mesmo nível".

Para Josiane, a receita para fazer uma boa partida é se manter focada. "A gente veio pra cá em busca do título. Amanhã vamos decidir quem é a melhor equipe. Precisamos jogar com raça, com alegria e acreditar sempre na equipe que tem. E fazer o melhor, porque é o que a gente gosta de fazer e a gente pode sair campeã amanhã", disse.

Há 13 anos jogando handebol, Josiane não pensa em se profissionalizar no esporte. "Já ganhei muita coisa com o handebol, mas não penso em me profissionalizar nisso. Trabalho com outras coisas, já tenho uma outra vida. Mas tudo que eu ganhei, já foi uma boa profissão".

Do outro lado, a centro e capitã do UNIVERSO-RJ Karolyne Barbeiro destacou a grande expectativa para essa partida. "A expectativa é bem grande, porque nosso time é muito novo. De experiente mesmo, temos apenas duas jogadoras. É a primeira vez que a gente chega em uma final e a gente está bem focado. Treinamos muito para chegar aqui e dar o nosso melhor".

Para Karolyne a receita para conquistar o título é não deixar a ansiedade tomar conta do corpo e procurar manter o foco nesse momento decisivo. "Amanhã a gente vai tentar imprimir o nosso jogo. Sempre tentando deixar o placar na frente. Trabalhar a bola e não se preciptar. Pra não se afobar e acabar errando. E ir com a cabeça bem tranquila", disse. Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens

Ao contrário de Josiane, Karolyne, que joga handebol há mais de 10 anos, afirmou que já pensou em fazer do esporte seu instrumento de trabalho, mas garante que não é fácil. "Já pensei em profissionalizar, mas se torna muito difícil, porque lá no Rio a gente não tem uma competição muito boa, então não é muito visado. Mas é um desejo, e acredito que todo atleta tem esse desejo de crescer e ser profissional. E o meu já aflorou, mas eu espero o tempo certo. Não sei se pode ser agora ou depois. Eu entrego nas mãos de Deus, vou jogando e sendo feliz".

"Já conquistei campeonatos Estaduais, Brasileiros. E agora estou lutando para ganhar esse, porque será inédito para mim e eu estou bem esperançosa", concluiu. 

A roteirista e cineasta Meg LeFauve, responsável pelos scripts de Divertidamente e O Bom Dinossauro, pode ter deixado a produção de Capitã Marvel, segundo o site Deadline, Geneva Robertson-Dworet foi contratada para assumir o lugar deixado por LeFauve, que decidiu focar no trabalho como codiretora de Gigantic.

Ao lado de Nicole Perlman, Robertson-Dworet adaptará a saga de Carol Danvers para o cinema. A diretora é responsável por escrever aventuras protagonizadas por mulheres como Tomb Raider e Gothan City Sirens, ela terá a missão de estabelecer a super-heroína mais forte do Universo Cinematográfico Marvel na década de 1990, quando a poderosa Capitã terá que batalhar contra os Skrulls.

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Coestrelado por Samuel L. Jackson e dirigido pela dupla Ryan Fleck e Anna Boden, Capitã Marvel deve chegar nos cinemas em 28 de fevereiro de 2019.

Em um túmulo singelo, rodeado por sepulturas simples no Cemitério do Irajá, na zona norte do Rio, foi sepultado no fim da manhã desta quarta-feira o corpo do Capitão do Tri, Carlos Alberto Torres. O Hino Nacional e aplausos de familiares, personalidades do esporte e torcedores anônimos serviram como última homenagem ao ex-jogador.

Dentre os presentes, estavam dirigentes da CBF, como o coronel Antônio Carlos Nunes e o deputado federal Vicente Cândido (PT-SP) - o presidente Marco Polo Del Nero não compareceu. Técnico do Brasil na conquista do tetra da Copa do Mundo, Carlos Alberto Parreira também compareceu e demonstrava abatimento.

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O velório na sede da CBF terminou por volta das 9h30 desta quarta. O caixão com o corpo do ex-jogador, que faleceu vitimado por um enfarte na manhã de terça-feira, foi colocado num caminhão do Corpo de Bombeiros e trasladado, com o auxílio de batedores, para o cemitério do Irajá. O percurso durou cerca de uma hora e passou por vias movimentadas do Rio.

Ex-jogadores, técnicos, cartolas e familiares acompanharam os atos para prestar uma última homenagem. Pela sede da CBF, passaram Tite, Roberto Dinamite e Mauro Galvão. No cemitério, Paulo César Caju, companheiro de Carlos Alberto Torres na conquista do tri no México, fazia companhia ao filho do 'Capita', Alexandre Torres.

Último jogador a erguer o troféu de campeão do mundo pelo Brasil, o também ex-lateral direito Cafu foi um dos que estiveram no velório de Carlos Alberto Torres. "É um dia muito triste para o futebol mundial. Ele é um ídolo e uma das maiores referências", disse Cafu. Ele lembrou ainda o gesto de Carlos Alberto de beijar a taça Jules Rimet após o título conquistado no México. "Foi nosso maior capitão."

Vítima de um infarto fulminante, morreu, nesta terça-feira (25), o capitão do tricampeonato mundial pela seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, Carlos Alberto Torres. O ex-lateral tinha 72 anos e atualmente atuava como comentarista de futebol em uma emissora de televisão.

O ‘Capita’, como era mais conhecido defendeu ao longo da sua carreira de jogador clubes como Fluminense, Santos, Botafogo e Flamengo e conquistou os mais diversos títulos, campeonatos cariocas, paulistas, torneio Rio-São Paulo e Taça Brasil (65 e 68, equivalente ao campeonato brasileiro da época). Depois de se aposentar tornou-se técnico de futebol e passou por diversos times do Brasil e de fora dele como Corinthians, Atlético-MG, Náutico, Fluminense, Queretáro-MEX, Tijuana-MEX, Once Caldas-COL, entre outros.

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Também esteve presente na carreira política entre 1989 e 1983, quando foi eleito vereador pelo PDT e ocupou a vice-presidência da câmara dos vereadores do Rio de Janeiro. Essa foi sua única experiência no meio. Carlos Alberto era casado e tinha dois filhos Andréa e Alexandre Torres.

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