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A apresentadora Antonia Fontenelle está se despedindo do Carnaval. Em 2020, ela desfila pela última vez na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, após uma década de dedicação à folia carioca. Em entrevista, ela falou sobre a despedida da avenida e afirma que só volta no dia em que for tema de enredo.

Antonia desfila há 10 anos pela escola Grande Rio. Ela também já desfilou um ano pela Mocidade Independente e dois pela Império Serrano. Em 2020, a apresentadora dará adeus à avenida: "isso aqui é o fechamento de um ciclo vitorioso, onde tudo começou. E vou encerrar vitoriosa, você vai me ver a pessoa mais emocionada daquela Sapucaí em fevereiro", disse em entrevista ao programa TV Fama. 

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A apresentadora também falou que ainda não sabe detalhes sobre sua fantasia, mas garantiu que virá sambando no chão como uma das musas da escola. Ela também falou em que circunstância voltaria a pisar na Sapucaí, deixando aberta a possibilidade de desfilar novamente no Carnaval: "Só volto a atravessar a Sapucaí quando for enredo". 

 

No último dia do seu mandato, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou nesta terça-feira, 17, um parecer pedindo que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare a inconstitucionalidade de seis decretos do governo Jair Bolsonaro que alteraram as regras de porte e posse de armas. Em outra frente, Raquel apresentou também três ações ao Supremo que contestam outras iniciativas do governo federal: o Escola sem Partido e mudanças promovidas nas composições dos conselhos nacionais do meio ambiente (Conama) e dos direitos da criança e adolescente (Conanda).

Nas últimas semanas, Raquel fez gestos de aproximação com o Palácio do Planalto, mas ainda assim Bolsonaro decidiu não reconduzir a procuradora-geral para mais dois anos de mandato. O presidente escolheu o subprocurador-geral da República Augusto Aras para suceder a Raquel no comando do Ministério Público Federal (MPF) - o nome de Aras ainda precisa ser aprovado pelo Senado.

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No caso das alterações das regras de posse e porte de armas, por exemplo, Raquel afirmou que os decretos assinados pelo presidente Bolsonaro afrontam "o princípio da separação dos Poderes" e substituem o papel do Poder Legislativo "na tomada de decisão acerca da política pública sobre porte e posse de armas de fogo".

O parecer da procuradora foi encaminhado no âmbito de uma ação ajuizada pelo partido Rede Sustentabilidade em maio deste ano.

Liminar

Já na ação que mira o projeto Escola sem Partido - uma das bandeiras do presidente Jair Bolsonaro - Raquel pediu que o Supremo conceda imediatamente uma liminar para suspender qualquer ato do Poder Público "que autorize ou promova a realização de vigilância e censura da atividade docente com base em vedações genéricas e vagas à 'doutrinação' política e ideológica" e "à abordagem de questões relacionadas a gênero e sexualidade no ambiente escolar".

"Não será esterilizando o processo educativo à reflexão e ao embate ideológico que se obterão melhores resultados no desenvolvimento dos alunos", escreveu Raquel na ação encaminhada ao Supremo. "Entre a vedação apriorística de conteúdos e a liberdade de ensino, esta é preferível", completou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Tunísia, aliviada por ter evitado um vácuo de poder depois da morte do presidente Beji Caid Essebsi, se prepara para realizar eleições antecipadas em menos de dois meses, um desafio em um ambiente político de tensão.

Mas, esta sexta-feira, é dia para homenagens. Agora presidido interinamente pelo chefe do Parlamento Mohamed Ennaceur, que tomou posse poucas horas após a morte de Essebsi, o país saudou a memória de seu primeiro presidente democraticamente eleito por sufrágio universal em 2014.

Festivais foram cancelados, jornais foram impressos em preto e branco, sete dias de luto nacional foram decretados.

Em um editorial intitulado "Adeus, senhor presidente", o jornal O Tempo escreveu "Nossa dor é grande, nossa saudade é imensa", saudando um "grande patriota". "Adeus BajBouj", foi a manchete do O Dia, em referência ao apelido do presidente.

O corpo de Beji Caid Essebsi será levado do hospital militar Túnis para o Palácio Presidencial de Cartago, cerca de vinte quilômetros de distância, onde será velado pela família e amigos próximo.

O funeral nacional está planejado para o sábado, na presença de vários chefes de Estado, segundo o chefe do governo Yussef Chahed, que não especificou quem viria.

Desde o anúncio da morte, líderes internacionais elogiaram o papel crucial do falecido presidente na "marcha para a democracia no berço" da Primavera Árabe. A Argélia e a Mauritânia decretaram três dias de luto.

Agora o país terá que começar a se preparar para as eleições. Beji Caid Essebsi morreu alguns meses antes do final do seu mandato em dezembro, mas a Constituição prevê que o período de governo interino dure apenas entre 45 e 90 dias, ou seja, até 23 de outubro no máximo.

A eleição presidencial estava marcada para 17 de novembro, após as eleições parlamentares de 6 de outubro. Mas o calendário deverá ser mudado.

A autoridade independente encarregada de organizar as eleições anunciou que a eleição presidencial será adiantada e citou na quinta-feira uma votação a partir de 15 de setembro.

Muitos tunisianos saudaram a rápida transição, já que seu país é o único dos Estados árabes que viveram os protestos de 2011 a continuar no caminho da democratização, apesar do tumulto político, do marasmo econômico e dos ataques jihadistas.

"O povo tem orgulho de saber que seu país é um Estado democrático", comentou o ex-secretário-geral do Parlamento, Adel Bsili.

"Os tunisianos e tunisianas, diante da dificuldade de provar que merecem a democracia, conseguiram convencer soberbamente o mundo de que agora a Tunísia é um país democrático", escreveu o jornal A Imprensa, em um editorial intitulado "O Estado permanece de pé".

- Código eleitoral contestado -

Uma primeira hospitalização do presidente no final de junho, dia em que dois atentados suicidas mataram um policial e um civil em Túnis, provocou preocupação à respeito da fragilidade das instituições tunisianas.

As disputas internas e a fragmentação do partido presidencial criaram uma atmosfera deletéria, que pode pesar na organização da eleição presidencial.

E a transição continua enfraquecida pela ausência de um Tribunal Constitucional, instituição crucial de uma jovem democracia, cujo estabelecimento foi adiado várias vezes pelos partidos no poder.

O Parlamento superou na quinta-feira a ausência deste Tribunal, mobilizando a instância provisória de controle da constitucionalidade das leis que o substitui desde 2014, mas as prerrogativas destes continuam limitadas, especialmente para decidir as polêmicas sobre o código eleitoral.

As condições para candidatar-se foram alteradas de forma contestada em junho pelo Parlamento, mas o texto votado por iniciativa do governo não foi promulgado pelo chefe de Estado antes de sua morte. Um desejo da parte dele, de acordo com um de seus conselheiros.

Resta saber se este código eleitoral emendado será promulgado nos próximos dias, excluindo vários candidatos de peso, incluindo Olfa Terras-Ramburg e o magnata da mídia Nabil Karui.

Este último ameaçou usar contra seus concorrentes políticos este texto, que proíbe, retroativamente por um ano, todo o uso de propaganda política e distribuição de bens aos eleitores.

Magrão apareceu. Pelo menos nas redes sociais. Em seu perfil no Instagram o ídolo do Sport postou um vídeo, para se despedir da torcida rubro-negra. Nesta terça-feira (9), o goleiro chegou a um acordo, após colocar o Leão na justiça, cobrando salários atrasados.

"Olá, pessoal Venho comunicar a todos que tudo tem um início e um fim. E meu ciclo no Sport chega ao fim. É com muita alegria que vou ter pelo resto da minha vida ter jogado pelo Sport Club do Recife. Um clube onde cheguei desacreditado e cheguei onde as pessoas não me conheciam, e graças a Deus e à ajuda da minha família, com muito trabalho, eu pude mostrar meu serviço e ter ajudado junto com meus outros companheiros a conquistar vários títulos", disse o craque.

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Confira o vídeo:

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Uma dos artistas de maior peso para o metal brasileiro, o ex-vocalista e fundador do Angra, Andre Matos, morreu neste sábado (8), aos 47 anos. A informação foi dada pelo baterista Ricardo Confessiori, que o acompanhou em alguns de seus projetos, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.

“O destino nos uniu, nos separou, nos reuniu e agora pregou mais essa com a gente. É com profunda dor em nossos corações que nos despedimos do Andre mais uma vez, desta vez de forma definitiva. Além da ferida que jamais cicatrizará, e mesmo sabendo que passamos momentos gloriosos junto ao nosso companheiro e amigo, restará pra sempre o melhor dele em nossos corações”, lamentou Confessiori, em sua conta no Instagram.

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Pós-Angra

Após notabilizar-se como um dos grandes vocalistas do metal brasileiro, Andre Matos deixou o Angra, assim como Confessiori e o baixista Luis Mariutti, no ano 2000. Juntos, eles fundaram um novo grupo, chamado de Shaman, do qual Andre sairia em 2007, para iniciar sua carreira solo. O artista tinha shows marcados para os dias 12, 13 e 14 de julho, no Sana 2019, em Fortaleza, Ceará.

Morreu, neste sábado (25), a atriz Lady Francisco. Ela estava internada em um hospital, no Rio de Janeiro, no final do mês de abril, após quebrar o fêmur, passou por uma cirurgia e vinha lutando contra as complicações desde então. Ela tinha 84 anos.

A notícia da morte de Lady Francisco foi confirmada pela assessoria de comunicação do Hospital Unimed-Rio, onde estava internada. Segundo a nota emitida, a atriz faleceu em decorrência de uma falência múltipla de órgão, consequência de uma isquemia enteromesentérica (transtorno vascular agudo dos intestinos). A artista estava hospitalizada desde o dia 28 de abril.

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Lady interpretou papéis marcantes na televisão e no cinema. Ela esteve em grandes produções televisivas como 'A Escrava Isaura (1976)', de Gilberto Braga; 'Baila Comigo (1981)', de Manoel Carlos; e 'Alma Gêmea (2005)'. Seu último trabalho havia sido no ano de 2018, na novela 'Malhação: Vidas Brasileiras'.

 

O Teatro RioMar, na Zona Sul do Recife, recebe nesta sexta-feira (17), às 21h, a turnê “Síntese”, do grupo 5 a Seco. A apresentação é uma das últimas do quinteto, que fará uma pausa por tempo indeterminado.

Donos do sucesso ‘Pra você dar o nome’, 5 a Seco nasceu em 2009. Com cinco músicos e compositores, não há um protagonista no grupo, pois eles revezam no vocal e nos instrumentos. O quinteto também não usa banda auxiliar durante as apresentações.

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Os ingressos para apresentação no Recife custam a partir de R$100 e podem ser adquiridos no site do teatro.

Serviço

5 a Seco em “Síntese”

Sexta-feira (17) | às 21h

Teatro RioMar (Av. República do Líbano, 251, 4º piso – RioMar Shopping-Pina)

R$100

O velório da atriz, cantora, diretora e compositora Bibi Ferreira, de 96 anos, será aberto nesta quinta-feira (14) ao público das 10h às 15h, no foyer do Theatro Municipal, no Rio. Com mais de nove décadas dedicadas aos palcos, será em um dos principais do país que ela receberá as últimas homenagens. 

O corpo da artista será cremado no Memorial do Carmo, às 17h, em cerimônia reservada à família e aos amigos. Bibi Ferreira morreu ontem (13) no começo da tarde em consequência de problemas cardíacos, enquanto dormia no seu apartamento, no Flamengo.

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De acordo com a única filha, Tina Ferreira, a mãe aproveitou bem a vida e morreu tranquilamente. Ela contou que a mãe amanheceu ontem bem, mas reclamando de um “pouco de falta de ar”. Porém, quando os médicos chegaram, ela já havia morrido.

“Ela fez o que ela queria, ela teve uma vida muito boa”, disse Tina Ferreira. “Ela sempre falou isso: ‘Eu vivo para o meu público e que fique nas lembranças deles [espectadores], o que eu pude dar, eu dei o meu melhor”, acrescentou.

Em seguida, Tina Ferreira lembrou-se da frase que a mãe gostava de repetir. “'No palco, é o momento que não sou atingida por nada. É o momento que eu me encontro com Deus.'”

No Theatro Municipal, Bibi Ferreira foi diretora de dramartugia e apresentou-se várias vezes. A primeira apresentação, aos 16 anos, com a peça João e Maria, baseada na ópera homônima, no papel da bruxa. Em 1951, já acumulava as funções de diretora e atriz na peça Diabinho de Saias, de N. Krasna, e em A Hipócrita, de Hagar Wilde e Dale Eunson, nessa última também como tradutora.

O teatro brasileiro sofreu uma baixa inestimável. A atriz, cantora, compositora e diretora Bibi ferreira, morreu nesta quarta (13), aos 96 anos, em decorrência de problemas cardíacos. A notícia foi confirmada pela filha da artista, Tina Ferreira.

Segundo Tina, Bibi morreu no início da tarde desta quarta (13), em seu apartamento localizado no bairro do Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. A atriz acordou e a enfermeira que a acompanhava notou que seus batimentos cardíacos estavam abaixo do normal. Um médico chegou a ser chamado mas não houve tempo de levá-la ao hospital.

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Bibi Ferreira teve uma trajetória de sucesso nos palcos do teatro, com espetáculos e musicais, além de ter feito vários trabalhos na TV. Em 2018, ela se despediu da profissão, aos 95 anos. Ainda não há informações sobre o velório da atriz que deverá ser cremada.

 

Famosos a admiradores do ator Caio Junqueira lamentaram a morte do ator nessa quarta-feira (23). Caio, que estava internado desde o último dia 16 após sofrer um acidente de carro no Rio de Janeiro, foi lembrado pela ex-namorada, a atriz Giselle Itié.

No Instagram, Giselle compartilhou com os seguidores da rede social um texto emocionante em homenagem ao ator. "Só queria te abraçar forte e dizer o quanto você é e sempre foi amado por todos nós! Até quem não te conhecia já te amava (...) Tá difícil de acreditar", escreveu.

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O romance de Giselle Itié e Caio Junqueira não durou muito. Eles namoraram por alguns meses e em 2011 decidiram colocar um ponto final.

Zé Roberto teve uma despedida do tamanho de sua carreira no futebol. Neste domingo, o ex-meia reuniu craques e amigos para um amistoso festivo diante de um bom público no Allianz Parque, deu adeus à modalidade em grande estilo e foi a estrela do espetáculo, ao marcar duas vezes.

Grandes nomes do futebol brasileiro foram divididos em dois times: Palmeiras de todos os tempos e amigos de Zé Roberto. O resultado da festa era o que menos importava, mas os cerca de 20 mil presentes foram presenteados com 12 gols e o empate por 6 a 6.

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O Palmeiras entrou em campo com: Sérgio; Cláudio, Antônio Carlos, Júnior Baiano e Júnior; César Sampaio, Marcos Assunção, Rivaldo e Zé Roberto; Edmundo e Alex. Ao longo da partida, entraram ainda nomes como Velloso, Roque Júnior, Galeano, Paulo Nunes, Oséas e Euller.

Já o time dos amigos de Zé Roberto foi escalado com: Clemer; Alberto Valentim, Pedro Geromel, Aldair e Kleber; Edmilson, Tico, Seedorf e D’Alessandro; Giovanni e Alberto. Durante a festa, foram a campo Elano, Túlio, entre outros.

Se o físico não é mais o mesmo, estes ex-jogadores mostraram a categoria de sempre com a bola em jogo, em um festival de belos gols. Liberado pelo Internacional para a partida, D'Alessandro marcou duas vezes para os amigos de Zé Roberto, que contaram ainda com gols de Túlio, Giovanni, Jackson e Seedorf. Pelo Palmeiras, além do dono da festa, marcaram Alex, Edmundo, Paulo Nunes e Alex Mineiro.

Após o apito final, Zé Roberto foi carregado nas costas pelos integrantes das duas equipes. Foi o ponto final de uma carreira longeva e vitoriosa, de mais de 20 anos como profissional por clubes como Portuguesa, Real Madrid, Flamengo, Bayer Leverkusen, Bayern de Munique, Santos, Grêmio e Palmeiras. O ex-meia também vestiu a camisa da seleção brasileira por mais de 10 anos, disputou as Copas do Mundo de 1998 e 2006 e foi campeão de duas Copas das Confederações (1997 e 2005) e duas Copas Américas (1997 e 1999).

O presidente Michel Temer, em pronunciamento feito na noite dessa segunda-feira (24) em cadeia de rádio e TV, para felicitar a Nação pelo Natal, disse que deixará o cargo em 31 de dezembro "com a alma leve e a consciência do dever cumprido". Para ele, "valeu cada obstáculo vencido, cada momento vivido".

O Brasil, nas suas palavras, avançou. "Podem estar certos de que não poupei esforços, nem energia e sei que entrego um Brasil muito melhor do que aquele que recebi. Ficam as reformas e os avanços, que já colocaram o nosso País em um novo tempo."

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Veja a íntegra do pronunciamento:

"Boa noite a todos!

Dentro de mais alguns dias, encerro o meu mandato como presidente do Brasil. Mas hoje não estou aqui para falar do que foi feito no meu governo e de como foi feito. Isto cabe ao tempo demonstrar. Também não estou aqui para falar do que vivi e como vivi. E, sim, do que desejo para a vida de todos nós. Que é o de termos um Brasil cada vez mais próspero e cada vez mais fraterno, cada vez mais igual. E nesta noite tão especial, em que ao lado da família e dos amigos renovamos a fé e a esperança em dias melhores, dias que, com certeza, virão, eu quero, acima de tudo, agradecer. Agradecer a Deus, por ter me dado oportunidade, a honra de servir ao meu país. Agradecer por ele ter me dado serenidade para cumprir a missão que me foi designada. Agradecer por ele ter me permitido fazer valer a Ordem e Progresso estampado na nossa bandeira e que se tornou a marca da nossa gestão. Agradecer a minha família, por ter me ajudado a vencer os desafios que se apresentaram pelo caminho. Agradecer aos meus ministros, a toda a minha equipe, homens e mulheres de valor, que estiveram em todos os momentos ao meu lado e sempre me ajudaram a dar a volta por cima.

E, é claro, agradecer a todos os brasileiros. Indistintamente. Aos que me apoiaram e também aos que não me apoiaram. Porque democracia é isso. É poder pensar e provar que é possível fazer mais pelo Brasil e pela vida de todos, independentemente das dificuldades, das barreiras impostas. Aliás, foi o que me deu ainda mais força para seguir em frente. Valeu cada obstáculo vencido, cada momento vivido, cada conquista feita. E, tenham certeza, gostaria de ter dado um Brasil ainda melhor a todos vocês. Mas também podem estar certos de que não poupei esforços, nem energia e sei que entrego um Brasil muito melhor do que aquele que recebi. Ficam as reformas e os avanços, que já colocaram o nosso país em um novo tempo.

Saio com a alma leve e a consciência do dever cumprido. De coração, de coração mesmo, o meu muito obrigado a todos vocês e uma feliz noite de Natal. Fiquem com Deus, fiquem em paz."

Os telespectadores que escolheram curtir a programação da Record TV, nessa quinta-feira (20), assistiram pela última vez o talk show apresentado pelo humorista Fabio Porchat. Na última edição do programa, Porchat não poupou palavras de agradecimento direcionadas para a emissora.

"Quero agradecer a Record TV que me abriu essa oportunidade, que me alçou esse posto de apresentador. Eu vou ser eternamente grato a minha história de estar linkada com a história da Record. É uma honra", declarou.

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Marcado pela emoção, o anúncio do fim da atração também repercutiu nas redes sociais. Fabio Porchat aproveitou o clima de despedida para interagir com os fãs. "Obrigado a todos que um dia assistiram nem que seja a um programa. Tudo isso foi feito pra vocês. Foi muito bom. Senhoras e senhores, esse foi o Programa do Porchat!", escreveu, ao publicar no Instagram uma foto com Fabiano Cambota e Paulo Vieira.

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Os trabalhadores da mina de Prosper-Haniel, na bacia do Ruhr, vão descer o subsolo pela última vez, nesta sexta-feira (21), e fechar um capítulo da história da indústria alemã.

Após semanas de documentários e de programas especiais, todo país acompanhará pela televisão, a partir das 16h locais (12h em Brasília), o solene adeus à derradeira mina de carvão da Alemanha, na presença do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e do chefe de Estado alemão, Frank-Walter Steinmeier.

Vestidos com seus capacetes e uniformes brancos, os mineiros lançarão um último "Glückauf Kumpel!" ('Boa sorte, camarada!'), sua frase ritual antes de perfurar um filão e diante do perigo onipresente.

Depois extrairão um último bloco de carvão, o "ouro negro" alemão, que caiu no esquecimento diante da hulha estrangeira de baixo custo, enquanto o coral da bacia de Ruhr entoará o "Steigerlied", o tradicional hino dos mineiros.

As galerias escavadas durante 150 anos, ou seja, por seis gerações de trabalhadores, serão seladas e vão-se afogar progressivamente nas águas dos rios.

Os 1.500 funcionários da mina de Prosper-Haniel, situada na cidade de Bottrop, estão há 11 anos se preparando para este fechamento, em uma zona que chegou a ter 600.000 mineiros no Pós-Guerra.

- Coesão operária -

Desde ontem, igrejas e catedrais da região celebram missas dedicadas à causa, enquanto os clubes de futebol da zona, liderados por Dortmund e Schalke, prestaram uma homenagem às suas raízes mineiras antes das partidas.

Os altos fornos erguidos nas colinas renanas desde o século XIX e as fossas de suas entranhas, de até 1.500 metros de profundidade, eram muito mais do que um elemento de trabalho.

Debaixo da terra havia uma sociedade operária e masculina, com jargão próprio, sua solidariedade, suas trocas sinceras e ásperas e sua paixão por futebol, que se estendia à igreja e ao "Kneipe" (bar operário).

"É esta coesão que faz a força na nossa região", disse emocionado Reinhold Adam, de 72 anos, aposentado há 25, que compareceu para uma última descida.

Por trás dessa solidariedade, havia um trabalho exaustivo e arriscado, a ameaça de explosão e a convivência com uma poeira que corrói os pulmões pouco a pouco.

O jornal "Bild" publicou, nesta quinta, o retrato da "última vítima das minas", Markus Zedler, um trabalhador de 29 anos que faleceu na segunda-feira durante as obras de desmontagem de uma mina de antracita em Ibbenbüren.

"A mina era sua vida. Também o matou", escreveu o jornal mais lido do país, que também publicou um caderno especial dedicado a esse fim de ciclo, com retratos dos mineiros e, na capa, um grande "Obrigado pelo carvão".

 No discurso de despedida, no plenário da Câmara Municipal do Recife, a deputada federal eleita Marília Arraes (PT) não deixou de comentar a sua candidatura barrada ao Governo de Pernambuco. No pronunciamento, que aconteceu na tarde dessa terça-feira (18), sem citar nomes, a petista chegou a dizer que dois opositores que há anos se criticavam apareceram de mãos dadas pedindo votos.

“De repente dois opositores que há anos se combatiam, se criticavam aparecem de mãos dadas pedindo o seu voto", disparou. A fala fez referência aos rivais históricos Jarbas Vasconcelos (MDB) e Humberto Costa (PT), ambos eleitos senadores no palanque da Frente Popular de Pernambuco.

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“Sou contra. Não conseguimos consolidar a candidatura no Estado, que foi escolhida esse caminho por mais de 90% do PT em Pernambuco, mas estou muito feliz de não estar no lugar dos que nos venceram. Não conseguiria ter feito uma campanha quebrando qualquer compromisso com a coerência, quebrando qualquer compromisso com a verdade”, disparou a vereadora.

A declaração de Arraes causa um certo estranhamento já que, em agosto passado, a própria afirmou que iria votar em Humberto mesmo ele tendo sido articulador principal da aliança PT-PSB. “O senador faz um grande papel e merece ser reeleito sim", ressaltou sem deixar de dizer, todavia,  que o mais prejudicado do PT de Pernambuco foi ele próprio.

No pronunciamento, a neta do ex-governador Miguel Arraes também falou que continua na oposição tanto em relação ao prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), quanto ao governador Paulo Câmara (PSB). “Nós discordamos, não simplesmente porque não me deixaram ser candidata, mas porque discordamos desta forma de fazer política, dessas práticas”, continuou criticando.

Marília também falou que, mesmo com as dificuldades financeiras e políticas, conseguiu ter a segunda maior votação do Estado em uma campanha que foi decidida em 40 dias antes do pleito. “Eu, como a única deputada federal desta Legislatura representando Pernambuco, tenho, sem dúvida, uma grande responsabilidade”.

A vereadora ainda disse que não se sentia em uma despedida, mas em uma comemoração pelos 10 anos de trabalho na Câmara onde, segundo ela, aprendeu muito sobre a política e a vida. “Se não tivesse passado por aqui, sem dúvida, não conseguiria trilhar o caminho que consegui nesses últimos tempos”, enfatizou.

Em discurso de despedida na Câmara Municipal do Recife, nesta terça-feira (18), a deputada federal eleita Marília Arraes (PT) deixou um recado aos que chamou de “adversários”. “Não conseguiram me destruir e, com certeza, me tornaram mais forte”, falou com convicção no plenário da Casa. 

A petista também disse que manteve o respeito que muitas vezes os seus opositores não tiveram e que, segundo ela, foi fruto do “machismo, preconceito e conservadorismo”. “Fui vítima muitas vezes durante esse tempo. Mesmo sendo vítima tantas vezes que praticaram uma agressão pessoal contra mim, só servia para eu ter certeza que estava ao lado certo fazendo a coisa certa separado a política do pessoal, respeitando quem diverge”. 

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Arraes também falou que o povo de Pernambuco é testemunha do seu orgulho por ser neta do ex-governador Miguel Arraes, no entanto a vereadora garantiu que nunca se aproveitou do sobrenome do avô. 

“Fui privilegiada não somente por ser neta, mas por ter tido a oportunidade de ter convivido bastante com ele e aprender muito com Miguel Arraes, mas quem disser que me escorei no sobrenome do meu avô para chegar onde cheguei está sendo, no mínimo, injusto. Pernambuco é testemunha do quanto eu prezo até pelo que ele acreditava e defendia que a política não fosse feita dessa maneira. Se eu quisesse estar me aproveitando do sobrenome, eu estava em outro partido buscando espaço. Estou seguindo o caminho da política que acho mais coerente e correto me inspirando em Miguel Arraes”, ressaltou. 

No pronunciamento, Marília falou que lutou contra as desigualdade, que sempre se posicionou e que teve coragem. Ainda agradeceu os votos recebidos e pediu para que todos continuem unidos para enfrentar as dificuldade que, palavras dela, “serão grandes”. “Mas a coragem é maior”, enfatizou. 

“Agradeço ao povo do recife que me elegeu três vezes como sua representante que nos concedeu mais de 54 mil votos somente na cidade. Agradecer ao povo de Pernambuco que, com certeza, pode contar com a minha dedicação como sempre fazendo o melhor que pode ser feito, mais do que o melhor e sempre com muita coragem, com muita disposição para a luta, com muita coerência e posicionamento. Que a democracia sempre impere na política e que a gente consiga barrar o avanço do fascismo”, disse no final. 

Vitorioso na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o vereador do Recife Wanderson Florêncio (PSC) utilizou a tribuna da Câmara Municipal do Recife para fazer um pronunciamento baseado no sentimento de dever cumprido e também enaltecendo a importância da capital pernambucana em toda sua trajetória. “O Recife mexe com minhas emoções, dedico todos os dias da minha vida à causa recifense”, enfatizou. 

Wanderson toma posse dia 1º de fevereiro na Assembleia Legislativa e prometeu ter uma mandato voltado ao Recife e região metropolitana. No discurso, o parlamentar também fez uma retrospectiva do trabalho realizado. “Conseguimos ter a sanção de leis importantes como a que proíbe a inauguração de obras inacabadas, fiscalizações que devolveram a cidade requalificados equipamentos como o Jardim Botânico, as quadras do Pina e o calçadão do açude de Apipucos. Além de lutas pelo pagamento dos cachês dos artistas, em defesa da juventude e da cidade compartilhada que desejamos, a exemplo disso, nossa bandeira por um Parque Verde no terreno do Aeroclube”, destacou.

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Muitos vereadores aproveitaram para falar sobre o desempenho do vereador em seu mandato. André Regis (PSDB), que foi professor de Wanderson Florêncio em um curso de Direito, disse que ele “no governo ou na oposição mostrou vocação e paixão pela cidade do Recife”.

A vereadora Michele Collins (PP) disse que o parlamentar deixou um “legado” importante para a cidade. “Tive a oportunidade de analisar projetos seus na comissão. Pude perceber sua responsabilidade e compromisso”, ressaltou.

A Rússia se despede, nesta terça-feira (11), em Moscou, de Liudmila Alexeyeva, a veterana defensora dos direitos humanos falecida na semana passada, aos 91 anos. O presidente Vladimir Putin e seu principal opositor, Alexei Navalni, devem participar da cerimônia de despedida, que acontece na Casa dos Jornalistas, em Moscou.

Depois da cerimônia, Liudmila será cremada, como era de sua vontade, no cemitério Troyekurovskoy, na capital. O conhecido defensor dos direitos humanos Lev Ponomariov, de 77 anos, que cumpre uma pena de 16 dias de prisão, não foi autorizado a assistir ao evento.

Presidente do Grupo Helsinque de Moscou e membro ativo do Conselho Consultivo dos Direitos Humanos da Rússia, Liudmila Alexeyeva foi um dos símbolos da dissidência na União Soviética. "Todo o mundo a respeitava", disse à AFP a aposentada Natalia Magnitskaya, que esperava para entrar no velório.

Muitos dos presentes usavam camisetas com palavras de apoio aos defensores dos direitos humanos presos no país, e outros depositavam flores.

Em 1976, Alexeyeva foi uma das fundadoras do Grupo Helsinque de Moscou. Os membros deste grupo militante foram durante anos alvo de perseguição, prisão, ou forçados ao exílio.

A própria Alexeyeva teve de sair o país, sem deixar de defender os opositores soviéticos. Ela escreveu uma história da dissidência que continua sendo referência até os dias atuais. Pôde voltar a viver na Rússia apenas em 1993, após a dissolução da então URSS.

Nos últimos anos, Alexeyeva esteve presente em todos os combates: das denúncias pela morte na prisão do jurista Serguei Magnitski ao julgamento do ex-oligarca e crítico do Kremlin Mikhail Khodorkovski. Em 2014, criticou a anexação da Crimeia por parte da Rússia, classificando a decisão como uma "vergonha" para seu país.

Em 2009, recebeu o Prêmio Sakharov de direitos humanos do Parlamento Europeu, junto com os responsáveis pela ONG russa Memorial.

A despedida de Falcão do futsal foi tumultuada fora de quadra, mas emocionante durante os 50 minutos em que a bola esteve em jogo. O Corinthians conquistou o título da Liga Paulista, nesta quinta-feira à noite, no Ginásio Wlamir Marques, no Parque São Jorge, após perder para o Sorocaba, por 5 a 3, no tempo normal, e empatar por 0 a 0 na prorrogação.

Por ter feito melhor campanha, o Corinthians, que vencera o primeiro jogo no interior por 7 a 3, jogava por um empate no tempo normal ou na prorrogação.

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Antes de a bola rolar, várias homenagens foram feitas para Falcão, o maior jogador de futsal de todos os tempos, que disputou sua última partida oficial.

Logo no início da partida, o árbitro Emerson Fernandes Rorato machucou o joelho após o pivô Douglas Nunes cair em sua perna. Como os mesários não assumiram o apito, o jogo ficou paralisado por 1h15, até a chegada de Felipe Ventura para arbitrar o confronto.

Com o reinício do jogo, Sorocaba foi um time totalmente diferente daquele que perdeu em casa há uma semana por 7 a 3, enquanto o Corinthians não teve a mesma eficiência na marcação.

Com isso, Leandro Lino abriu o placar, de cabeça, para o time do interior. Caio empatou para o Corinthians, mas Rodrigo e Falcão colocaram Sorocaba à frente.

O domínio do Sorocaba aumentou com Eder Lima e Leandro Lino, mais uma vez. O Corinthians diminuiu a vantagem com os gols de Vander Carioca e Wilde.

A decisão do título foi para a prorrogação, com a disputa de dois tempos de cinco minutos. A primeira parte foi intensa e repleta de lances perigosos dos dois lados, mas o placar não foi alterado.

O segundo tempo extra começou eletrizante. O goleiro Obina, do Corinthians, chutou do seu gol e Leandro Lino salvou de forma sensacional.

No lance seguinte, Eder Lima cometeu falta e levou cartão vermelho. O Sorocaba ficou dois minutos com um jogador a menos.

A 1min28 do fim, Foglia teve grande chance, mas errou o alvo. O jogo seguiu espetacular até o fim com os dois times perdendo grandes chances para marcar.

O placar de 0 a 0 na prorrogação garantiu o 12º título paulista para o Corinthians. A quadra foi invadida por centenas de torcedores, que festejaram com os jogadores.

"Foi mais sofrido do que a gente imaginava, mas é como o torcedor corintiano gosta. Ganhamos na despedida do Falcão, no nosso ginásio, diante da nossa torcida, que fez uma grande festa", disse Deives.

O Palmeiras anunciou nesta quinta-feira a data da partida oficial de despedida do ex-meia Zé Roberto. O atual assessor técnico do clube entrará em campo no Allianz Parque, em 13 de janeiro, para um amistoso entre uma equipe formada por seus amigos contra uma seleção formada pelo Palmeiras de todos os tempos. A venda de ingressos começará em 17 de dezembro.

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Zé Roberto realizou o último jogo oficial da carreira em novembro do ano passado, contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro. Neste temporada ele assumiu um cargo na diretoria do Palmeiras. Pelo clube, ele disputou 133 jogos, fez dez gols, deu 14 assistências e foi campeão da Copa do Brasil em 2015 e do Campeonato Brasileiro em 2016.

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