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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que, na tarde desta quarta-feira (22), dois grupos de militantes dos candidatos a governador de Pernambuco Armando Monteiro (PTB) e Paulo Câmara (PSB) brigam. O episódio aconteceu em frente ao comitê do petebista, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. 

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De acordo com o coordenador geral da campanha da chapa Pernambuco Vai Mudar e prefeito de Igarassu, Mário Ricardo (PTB), a militância de Paulo, de forma deliberada, com o intuito de provocar, se instalou diante do comitê, com batucadas e bandeiras, ao mesmo tempo em que lançavam insultos e provocações ao adeptos de Armando.

“Não vamos cair em provocações, mas também não vamos admitir esse tipo de agressão, orquestrada com o intuito de tumultuar o processo eleitoral”, disse Mário. “Vamos fazer uma campanha limpa, alegre, propositiva e com alto nível. E agora estamos tomando todas as providências legais nesse caso. Três militantes da nossa juventude foram agredidos e já prestaram queixa na delegacia de Boa Viagem. Agora é com a polícia”, acrescentou.

Em nota, a coordenação da chapa da Frente Popular de Pernambuco repudiou os atos de violência. “Reiteramos que a Frente Popular não compactua com esse tipo de postura e reforça seu compromisso em fazer uma campanha propositiva, onde o debate das ideias e de avanços para Pernambuco seguir na frente serão nossa prioridade”. 

Após cravar que não votaria no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e em nenhum candidato do PT, mesmo com a aliança firmada pela legenda com o PSB em Pernambuco, o deputado federal e candidato à reeleição Felipe Carreras (PSB) fez um discurso diferente na noite dessa quarta-feira (22), durante a inauguração do seu comitê de campanha, no bairro do Parnamirim, Zona Norte do Recife. 

No ato político, Carreras anunciou que votará na chapa completa da Frente Popular de Pernambuco, incluindo o senador Humberto Costa (PT). “Nosso ritmo é o da esperança, ritmo da união, das forças populares para Pernambuco continuar no rumo certo. Votem em Paulo governador, Humberto Costa senador e Jarbas Vasconcelos senador para Pernambuco continuar nesse ritmo”, declarou o ex-secretário estadual de Turismo, ao dividir o palanque com o próprio petista, o governador Paulo Câmara (PSB) e a candidata a vice, deputada Luciana Santos (PCdoB).

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Em julho, quando PT e PSB estavam prestes a selar uma união, Felipe foi enfático ao publicar no Twitter: “Tenho história no meu partido. Mas de uma coisa tenho certeza, não voto para presidente em Lula nem num candidato do PT”.

Pedido de voto para Lula

Humberto aproveitou o ensejo para discursar em favor da candidatura de Lula no comitê de Felipe Carreras. “É uma alegria estarmos todos juntos novamente para lutar por um Brasil melhor, para fazer Pernambuco avançar, para fazer a vida do povo melhorar. É por isso que, com apoio de Paulo, do PSB, e de tantas figuras importantes, estamos lutando para eleger Lula presidente do Brasil mais uma vez. É uma luta dura e difícil, mas a gente se convence que se eles não conseguirem impedir a candidatura, Lula se elegerá para fazer o Brasil crescer novamente”, pontuou.

Mais cedo, ao participar da inauguração do comitê do candidato a deputado estadual João Suassuna (PSB), Paulo Câmara também destacou a necessidade de garantir a candidatura e a vitória do presidente Lula 'para que o Brasil volte a se desenvolver'.

Segundo Paulo Câmara, a postulação de Lula representa o anseio do povo brasileiro e pernambucano, que viu o Estado ser transformado com as parcerias realizadas entre os governos federal e estadual. 

“Essa luta pela candidatura de Lula não é política. É uma luta de ideais, é uma luta pelo povo brasileiro. O povo não merece passar o que está passando diante de tanta irresponsabilidade, de políticas nocivas, sem compromissos, que olha interesses que não são da população. Quem acompanha o que acontece no Brasil sabe a necessidade de tirar quem está lá e botar quem sempre ajudou o Nordeste, quem sempre ajudou o Brasil”, defendeu o governador o participar da primeira atividade.

A disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado tem sido de farpas diretas entre os candidatos da chapa da Frente Popular - Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB) - contra os da Pernambuco Vai Mudar - Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM). Nesta segunda-feira (20), Bruno Araújo divulgou um vídeo nas redes sociais falando sobre o fato de Humberto e Jarbas pedirem voto um para o outro, depois de PT e MDB se enfrentarem no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff  e a ascensão de Michel Temer à Presidência.  

Para Bruno, a atual aliança entre os dois é “vergonhosa” e “oportunista”. “Imagino a vergonha que os seus eleitores [Humberto Costa] sentem quando você pede votos para Jarbas Vasconcelos. Imagino a vergonha que os eleitores de Jarbas sentem quando ele pede voto para você. Sabe por quê? Porque os pernambucanos conhecem a história política de Pernambuco. Sabe como chama isso? Oportunismo”, alfinetou Bruno.

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“Agora eu peço voto para Mendonça e Mendonça pede votos para mim por coerência. Estou pronto para fazermos o debate.  A eleição de senador da República não pode ser um faz de conta. Um debate público para que possamos falar e discutir o Brasil e Pernambuco”, completou, desafiando Humberto. 

Até pouco tempo, Jarbas fez uma oposição ferrenha ao PT, mas tem adotado uma postura branda desde que a legenda voltou a integrar a Frente Popular. Nesse domingo (19), inclusive, os ex-adversários disseram ter “muitos pontos de diferenças”, mas nunca deixaram de “respeitar um ao outro”.

Bruno Araújo aproveitou o vídeo crítico para disparar contra Humberto e citar que o PT votou em Michel Temer, já que a chapa do tucano vem sendo apontada pela Frente Popular como a “chapa de Temer” em Pernambuco. 

“Humberto você vem com essa conversa sobre Temer, em quem você votou duas vezes, em 2010 e 2014, para esconder os teus problemas com o juiz Sérgio Moro. Aliás, incoerência, é você que pede votos para um senador do partido de Temer, que está coligado com você”, disse Bruno. 

Sob o comando do governador de Pernambuco e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB), a Caravana da Frente Popular cumpriu agenda neste fim de semana em todo o Estado. No início da noite desse domingo (19), foi a vez do município de Escada receber o socialista e seus colegas de chapa Jarbas Vasconcelos (MDB) e Humberto Costa (PT), postulantes ao Senado. Na cidade da Mata Sul, Paulo destacou a sua determinação em continuar a fazer do Governo de Pernambuco um modelo de administração pública para o País.

"Pernambuco mostra ao Brasil como se faz gestão. A nossa determinação em fazer mais com menos nos coloca com a melhor Educação do País, nos faz reduzir a violência em um patamar que nenhum outro Estado conseguiu. Nos permite levar água a cidades que sofrem com a seca. Enfim, nos permite melhorar a vida dos pernambucanos. E esse é o meu compromisso", afirmou. 

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Nesse domingo, o jornal Folha de São Paulo apresentou o ranking das administrações estaduais mais eficientes do país, com Pernambuco na quarta colocação - o único do Nordeste no topo do levantamento.

Para o público que o acompanhava atentamente, no comício realizado em praça pública, Paulo Câmara ressaltou que, a partir de 2019, poderá fazer ainda mais em parceria com o ex-presidente Lula (PT). "Vamos vencer essa eleição e reeditar essa dobradinha que já deu muito certo no Governo Eduardo Campos, nosso saudoso líder. Com Lula lá em Brasília, na Presidência da República, Pernambuco vai contar com um amigo que vai olhar para a nossa gente. Seremos Paulo e Lula, juntos, fazendo muito mais por vocês", bradou, arrancando aplausos e gritos de "Lula livre" da multidão.

Inauguração do comitê central

Mais cedo, também nesse domingo, Paulo Câmara (PSB) conduziu a inauguração do comitê central da Frente Popular de Pernambuco. Ao falar para o público presente, Paulo pediu empenho à militância, que lotou os espaços do comitê neste domingo. O gestor falou do que foi feito nos últimos três anos e meio e disse que a Frente Popular está unida para seguir transformando Pernambuco. O socialista conclamou um pedido feito pelo ex-governador Eduardo Campos um dia antes do acidente de 2014.

“Conto com vocês para enfrentar esses dias, avançar e dizer para o Brasil que em Pernambuco a gente faz política com verdade e ajudando os que mais precisam. Não vamos desistir do Brasil e essa resistência começa em Pernambuco”, bradou o governador.

*Da Assessoria de Imprensa

 

O giro da Frente Popular deste sábado, iniciado no Sertão, só terminou na Região Metropolitana do Recife com um ato grandioso em Igarassu. O lançamento da campanha de Júnior Uchôa (PSC) a um mandato na Assembleia Legislativa foi prestigiado pelo governador Paulo Câmara (PSB) e pelo senador Humberto Costa (PT), além do candidato a deputado federal João Campos (PSB) e os prefeitos do Recife, Geraldo Julio (PSB) e de Itamaracá, Mosar Tato (PSB). Todos os políticos que se pronunciaram no ato renderam suas homenagens ao ex-presidente da Assembleia Legislativa Guilherme Uchôa, falecido no mês passado. Ao final do ato político, a exibição de um vídeo com alguns momentos importantes da vida de Guilherme Uchôa emocionou os presentes. “A Frente Popular vem a Igarassu prestar sua homenagem e seu respeito a Guilherme Uchôa e ao seu filho, Uchôa Júnior. Guilherme foi um homem que sempre trabalhou por Pernambuco e por sua gente. Certamente ele está muito orgulhoso e seu filho vai honrar esse modo de fazer política voltado para os mais necessitados”, pontuou o prefeito Geraldo Julio. O prefeito de Itamaracá endossou as palavras de Geraldo Julio e ressaltou a parceria entre Paulo Câmara e Guilherme Uchôa. “A área norte da Região Metropolitana tem muito o que agradecer a esses dois homens públicos. Aqui estamos fechados com a chapa completa da Frente Popular”, ressaltou Tato. “Quero frisar nesse ato a liderança do governador Paulo Câmara que conduziu a aliança entre PT e PSB que vai ajudar a levar de volta ao Palácio do Planalto, o ex-presidente Lula. O líder político que mais olhou pelo Nordeste e por Pernambuco”, disse o senador Humberto Costa, candidato à reeleição na chapa da Frente Popular.

Mais fala

O candidato a deputado federal João Campos registrou a amizade existente entre o pai dele, Eduardo Campos e Guilherme Uchôa. “Dois homens que tinham um compromisso histórico com Pernambuco”, anotou João.

Uchôa Júnior

Muito emocionado, Uchôa Júnior, recordou o jeito de fazer política do pai. “Ele sempre me ensinou que nessa atividade é preciso cultivar as amizades. Na primeira eleição de Eduardo Campos, pouca gente esteve com ele desde o começo. Meu pai estava entre eles. Com Paulo Câmara, essa amizade continuou e os dois trabalharam juntos pelo nosso estado”.

A fala de Paulo

O governador Paulo Câmara se disse muito grato em ter convivido com Guilherme Uchôa nos últimos três anos e meio. “Guilherme me ajudou na Assembleia a aprovar os projetos que tornaram possível Pernambuco atravessar de pé a maior crise da história desse país. Tenho certeza que Uchôa Júnior, na Assembleia, também vai me auxiliar para que nosso estado continue a andar para frente”, concluiu o governador.

Izabel Urquiza visita comunidade prejudicada por obra mal feita

Na Vila Popular, em Olinda, os moradores mostraram a candidata a deputada estadual Izabel Urquiza (PSC) o problema da Rua Dr. João Tavares Moura. De acordo com a população, o calçamento da rua e o saneamento de lá foram prejudicados depois que uma obra no sistema de tubulação. O piso da via permanece até hoje quebrado. Na reunião realizada nesse sábado (18), as pessoas contaram a Izabel o que passam desde então.

Relembrando

Há quem diga que os problemas de alagamento na Avenida Presidente Kennedy foram expandidos para lá. “Essa rua era calçada antigamente. Só que disseram que iam fazer uma obra de saneamento e quebraram ela toda. As canaletas também estão todas entupidas. A água de lá (da Kennedy) vem para cá e invade a casa da gente”, queixa-se a dona de casa Vilma Castro, 60. 

 

A fala de Izabel

Para Izabel, esse é um reflexo de ações sem comprometimento, que atrapalham muito mais do que ajudam. “É algo que muitas vezes acontece na administração pública. Por isso digo que toda pessoa envolvida de alguma forma com gestão ou políticas públicas tem que ter compromisso com a eficiência do trabalho”, defende a candidata. Na Assembleia Legislativa, ela ficará de olho na prestação desses serviços à comunidade.

Mendonça e os vereadores

Em encontro com 150 vereadores, Mendonça defende que diálogo com a população como melhor forma de fazer política. Em bate-papo com cerca de 150 vereadores da Região Metropolitana do Recife que apoiam a coligação Pernambuco Vai Mudar, na manhã deste domingo, no comitê central da campanha da majoritária, o candidato ao Senado, Mendonça Filho, defendeu cada vez mais diálogo entre o governante e o povo. "Para um homem público permanecer na política sendo respeitado, precisa trabalhar e ter um diálogo com a população".

Vai agregar?

Segundo o ex-ministro da Educação, os vereadores representam a categoria política mais próxima da população e devem ser ouvidos sempre. "É isso o que eu admiro no trabalho deles. Em qualquer espaço que você possa imaginar, os vereadores e vereadoras tem o contato direto com a população e com os problemas de cada município", detalhou. Armando Monteiro agradeceu o importante apoio e falou que escolheu um vereador para seu time por saber da importância desta representação junto à sociedade. "Meu time é formado por um vereador, Fred Ferreira, que será o vice-governador de Pernambuco", pontuou e ainda completou, dizendo: "Por onde passamos, temos conversado com as pessoas e ouvido que o desejo de mudança chegou a todos os lugares. Multipliquem a nossa mensagem", conclamou.

Em busca de votos

Vereador do Recife e candidato a vice-governador, Fred Ferreira falou em nome dos vereadores. "Sinto-me honrado e muito feliz em, como vereador, ter sido chamado para compor essa chapa e estar ao lado desses homens que vão mudar Pernambuco. O vereador é quem está lá na ponta e sabe dos problemas que as pessoas enfrentam no dia-a-dia e esse grupo não virou as costas pra isso”. No início da manhã, Mendonça Filho, Armando Monteiro, Fred Ferreira e o candidato ao Senado, Bruno Araújo caminharam na feira de Bonança e em Moreno, acompanhados do prefeito da cidade, Vavá Rufino.

 

Um dos mais importantes grupos políticos do Estado, com representatividade nas regiões Agreste e Sertão, declarou apoio à candidatura do senador Armando Monteiro (PTB) ao governo, na noite deste sábado (18). Em ato político realizado em Águas Belas, no Agreste Meridional, a família Martins anunciou rompimento de vez com a Frente Popular e o governador Paulo Câmara (PSB).

No ato, o grupo foi representado pelo ex-prefeito Numeriano Martins (PP), que teceu críticas ao governo do PSB e reconheceu em Armando o "comandante da mudança". "Águas Belas é a cidade mais abandonada do Estado. Vamos retirar do Palácio das Princesas os que não pensam nos nossos filhos", afirmou Numeriano, ao lado dos ex-prefeitos de Manari, Otaviano Martins, e de Itaíba, Claudiano Martins, ambos do PP, além do deputado estadual Claudiano Martins Filho (PP) e do ex-prefeito de Inajá, Leonardo Martins (PROS). Também estiveram presentes no evento os ex-prefeitos Hildebrando Albuquerque (Águas Belas) e Braz Silva e Marivaldo Bispo (Itaíba) e o presidente da Câmara de Vereadores do Município, Melque Bezerra (PRB).

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"Armando é nosso amigo e irmão. Precisamos eleger a chapa de cabo a rabo", destacou Numeriano, referindo-se aos candidatos a senador da coligação Pernambuco Vai Mudar, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM).

Coube a Armando o agradecimento pelo apoio. "Não posso deixar de sentir essa acolhida calorosa. Ainda mais com tantas lideranças expressivas do município e da região", ressaltou o candidato em sua fala, na qual reforçou as críticas ao palanque adversário, em especial nas áreas de saúde, segurança e infraestrutura. "Esse governo só é bom em cobrar imposto dos pequenos. E o dinheiro vai para onde, se os hospitais estão abarrotados, estradas como a PE-270 em situação deplorável e o Estado é campeão de todos os campeonatos de crimes violentos?", questionou.

Armando ainda aproveitou para alfinetar os candidatos a senador da Frente Popular, Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB). "É uma chapa estranha. Cobra e jacaré. Nos palanques, ficam de costas um pro outro. No passado, disseram horrores um do outro. Eleição para o Senado não é prêmio para fim de carreira política. Aqui temos harmonia", enfatizou. "Estamos sentindo o vento da mudança. Águas Belas terá um parceiro no governo."

* Da assessoria

Na noite desta quinta-feira (16), data que oficialmente começa a campanha eleitoral, o PSB reuniu os voluntários da Frente Popular para um encontro no Sport Club do Recife. Antes do início do evento, durante coletiva de imprensa, o governador Paulo Câmara (PSB) se mostrou bastante otimista e chegou a falar em vitória.

"Está todo mundo animado para construir uma bonita vitória da reunificação da esquerda. Uma vitória que vai fazer bem a Pernambuco, para a gente vai trabalhar muito por um Pernambuco melhor com Lula presidente", disse o socialista com confiança.

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Paulo garantiu que irá realizar uma "campanha bonita e limpa". "Uma campanha para mostrar aos pernambucanos o que a gente fez e tudo aquilo que a gente quer fazer nos próximos quatro anos". O governador aproveitou para falar que o estado possui destaque na educação. "E trabalhado muito para melhorar a saúde", pontuou.

O governador disse que também visa continuar combatendo a desigualdade social e buscando levar cada vem mais desenvolvimento ao interior. "Acima de tudo, Pernambuco tem que continuar seguindo em frente", ressaltou destacando a importância da unidade do povo.

O pessebista, que foi recebido como "o governador do povo", que sempre trabalhou pela unidade. O gestor ainda disse que está "satisfeito" com o palanque que montou e com as alianças formadas em busca de um projeto por um estado melhor.

Mesmo com o Solidariedade integrando a Frente Popular de Pernambuco, o prefeito de Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR), Professor Lupércio (SD) anunciou que apoiará as candidaturas da chapa Pernambuco Vai Mudar ao Senado, pelas quais concorrem os deputados federais Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB). A atuação dos dois como ministros da Educação e das Cidades, respectivamente, pesaram para a escolha do prefeito. 

"Mendonça foi um ministro da Educação que mostrou um belo trabalho e muita dedicação por Pernambuco e  nós reconhecemos o empenho por nossa cidade", disse o prefeito. “Bruno é um homem íntegro, um dos grandes nomes da política brasileira e foi um ministro que sempre se colocou à disposição para ajudar Olinda. Nada mais justo a gente retribuir o apoio a quem sempre se preocupou com a cidade”, completou Lupércio.

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A formalização do apoio foi às ruas durante o Festival de Cerveja Artesanal, que aconteceu na Marim dos Caetés no fim de semana. Mendonça e Bruno são da chapa liderada pelo principal adversário do governador Paulo Câmara (PSB), o senador Armando Monteiro (PTB). 

Agenda com Paulo

Depois do anúncio, Lupércio cumpriu agenda ao lado de Paulo Câmara também no fim de semana. Eles foram conhecer a comunidade terapêutica Cristo Liberta, localizada em Igarassu, também na RMR. A casa atende 194 dependentes químicos. 

Candidato à reeleição pela Frente Popular, o governador Paulo Câmara (PSB) exaltou, na noite dessa quarta-feira (8), o legado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que Pernambuco “vai escolher o lado certo” na hora de votar tanto para o governo quanto à Presidência. As afirmações de Paulo aconteceram durante o evento Prosa Política, organizado pelo PSB, em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR). 

Para uma plateia de membros do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ipojuca e militantes pessebistas, Paulo fez questão de destacar a importância da unidade das esquerdas de Pernambuco para o enfrentamento ao grupo político que, segundo ele, comanda a deterioração do País - como tem se referido ao palanque do senador Armando Monteiro (PTB). 

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"Unimos as esquerdas de Pernambuco", bradou Paulo Câmara, completando depois: "Precisamos saber o que a gente quer, que lado a gente quer ficar. Do lado do povo, dos trabalhadores rurais ou o lado do Temer. Temos que escolher e tenho certeza que Pernambuco vai escolher o lado certo."

O governador, que tem o PT na base eleitoral, também aproveitou que estava em um lugar onde Lula já chegou a comandar uma reunião com os trabalhadores rurais da cidade para exaltar empenho que o ex-presidente “demonstrou na construção de um Brasil mais justo”. 

"A gente não pode deixar de homenagear uma pessoa que querem calar a voz, que é o ex-presidente, o candidato Lula. Nossa solidariedade, nosso apoio e a gente vai estar junto. Porque Lula foi uma pessoa importante, que olhou os mais pobres, o Nordeste, que diminuiu as desigualdades sociais. Que combateu a fome. E isso é um valor que não podemos esquecer", defendeu Câmara. 

A passagem de Paulo Câmara pela cidade foi simbólica, uma vez que o município é administrado pela prefeita Célia Sales do PTB, partido do seu principal adversário da disputa estadual. Além do governador, também participaram do Prosa Política a deputada federal Luciana Santos (PCdoB), que é candidata à vice na chapa, o ex-prefeito do município Carlos Santana, a deputada estadual e candidata à reeleição Simone Santana e postulante a deputado federal João Campos. 

Um discurso sucinto marcou a participação do deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) na convenção da Frente Popular de Pernambuco, neste domingo (5), no Recife. Candidato a senador pela chapa, o parlamentar pautou a fala em elogios à postura do governador Paulo Câmara (PSB), que buscará, nas eleições em outubro, a recondução ao comando do Palácio do Campo das Princesas.

Segundo Jarbas, que governou Pernambuco por dois mandatos, Paulo já demonstrou que tem capacidade diante da condução do Estado. “É um privilégio para Pernambuco ter um líder com a capacidade de aglutinar como Paulo Câmara. Ele já demonstrou que tem uma visão ampla não só para o Estado, mas para o Brasil. É isso que Pernambuco precisa e para enfrentar uma crise dessa que atinge o país é preciso competência. Um governador que ande de cabeça erguida”, observou o parlamentar.

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Reforçando os adjetivos direcionados ao governador, Jarbas ainda afirmou que o pessebista era uma pessoa honesta. “Você tem aquilo que talvez seja o mais importante para um político: você é uma pessoa honesta. É por isso que  estamos aqui para unir forças em torno da eleição de Paulo”, argumentou.

Na primeira reunião do palanque oficial da Frente Popular, o candidato ao Senado não pediu votos para ele e nem focou em justificar o fato de estar no mesmo palanque do PT, partido do qual é adversário histórico, como fez o senador Humberto Costa (PT). 

Um mandato de oito anos enche os olhos de qualquer político e, não à toa, Pernambuco já tem nove nomes colocados como pré-candidatos as duas das três cadeiras que o estado tem no Senado Federal. A incógnita, porém, é: quem tem chances de ser eleito e garantir estabilidade política até 2026? A corrida deve se concentrar entre o senador Humberto Costa (PT), que busca pleitear à reeleição, e os deputados federais Jarbas Vasconcelos (MDB) e Mendonça Filho (DEM), mas Rede Sustentabilidade, PSOL, PSC e Avante também desejam as vagas.

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Dos três considerados mais competitivos, apenas o ex-ministro da Educação do governo do presidente Michel Temer (MDB) foi oficialmente confirmado para a disputa pelo cargo. Mendonça, que chegou a ser cogitado para ser candidato a governador, ganhou maior visibilidade nacional ao administrar o setor educacional público no país e promover iniciativas como a reforma do ensino médio. A atuação rendeu ainda avaliações positivas de prefeitos pernambucanos, inclusive de partidos que fazem oposição ao democrata.

Mendonça concorrerá na chapa montada pela frente “Pernambuco Vai Mudar” e já disse que se sente “credenciado” para representar o estado na Casa Alta. “Serei um senador para lutar em defesa do Estado e apoiar o governador nas demandas principais, fato que está ligado aos cargos que já ocupei", afirmou o democrata, durante o evento que lançou sua pré-candidatura, na última segunda (11). O que pesa contra ele, contudo, é o fato de estar ligado ao governo Temer, mal avaliado no estado, ou melhor, no país.

Peso que apesar de ser do MDB, mesmo partido de Temer, Jarbas Vasconcelos não carrega por apresentar um deslocamento claro do presidente brasileiro. Jarbas já foi senador e, em 2014, abriu mão de pleitear a reeleição para que o correligionário, Raul Henry (MDB), fosse vice-governador na chapa da Frente Popular de Pernambuco. Agora, com o movimento inverso, o deputado federal pretende voltar ao Senado.

"Sou candidato ao Senado da República. Acho que tenho nome, tenho história, tenho tradição, credibilidade junto ao eleitorado. Construí minha vida política com determinação, força e honestidade”, salientou recentemente o parlamentar. Nos bastidores, já é certa a vaga dele nas candidaturas majoritárias que serão apresentadas pelo grupo de partidos aliados ao governador Paulo Câmara (PSB), o que resta saber é quem será seu parceiro de disputa pelas duas vagas no Senado.

A resposta disso deve vir a partir do fim das articulações entre PSB e PT, para a retomada da aliança entre os dois partidos, previsto apenas para julho. A convergência entre as legendas fará com que o senador Humberto Costa busque a recondução ao posto pela chapa da Frente Popular, dando ao cenário eleitoral pernambucano um feito inédito: PT e MDB lado a lado em busca do voto.

Adversários históricos no estado, Jarbas Vasconcelos, que é ferrenho opositor e dono de declarações ácidas contra membros da legenda petista, já afirmou que não terá dificuldades em pedir voto para Humberto e começou a ponderar mais as avaliações sobre o PT.

“Vou pedir voto para quem for meu companheiro de chapa. O comando dessa questão é do governador. Ele está num diálogo com o PT e eu acho positivo. Quanto mais ele puder fazer um governo abrangente, melhor para o Estado. O PT não é nenhum bicho de sete cabeças, o governador integrando o PT à aliança não me oponho em coisa nenhuma, vamos trabalhar juntos, peço [voto para Humberto] sem nenhuma dificuldade, se esse for o caso”, considerou o pré-candidato a senador, nesta semana.

Outros nomes oficializados e o desejo de candidaturas

Além dos que centralizam a disputa, a Rede Sustentabilidade vai concorrer com uma chapa que terá como pré-candidatos Antônio Souza e Pastor Jairinho. Os dois tentam sair do isolamento e buscam alianças com outros partidos para dar mais competitividade às suas postulações. Os presidentes de PMN, PTC, PPL e PRP já declararam apoio a Antônio, mas não há uma aliança firmada oficialmente ainda com a Rede.

O PSOL, que protagoniza nesta eleição uma chapa majoritária feminina e feminista, também vai apresentar as candidaturas de Albanise Pires e Eugênia Lima ao Senado. A legenda firmou aliança com o PCB e deve arrastar votos de opinião e de movimentos feministas pernambucanos. Albanise já concorreu ao cargo em 2014, contra o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) e o ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT) - que também perdeu o pleito. 

Outro nome que está entre os pré-candidatos é o do deputado federal Silvio Costa (Avante). Nos últimos dias, ele tem divulgado a conquista do apoio de prefeitos pernambucanos, contudo, o parlamentar ainda não tem uma chapa. Uma das esperanças dele é que o PT e PSB não firmem aliança e possa concorrer no mesmo palanque da pré-candidata petista ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes. Isso fica claro porque Silvio é defensor da postulação da vereadora e tem se intitulado como o “senador de Lula”.

Completando a lista dos que desejam um lugar na Casa Alta, está o deputado estadual André Ferreira (PSC). Ele tenta costurar a candidatura, considerada como prioridade pelo partido, e tem dito que apenas fechará alianças que garantam a participação dele na majoritária. Entretanto, até o momento, nada foi concretizado.

Atualmente o PSC é aliado do governador Paulo Câmara, que ainda não definiu como montará a chapa, mas já iniciou um namoro com a frente “Pernambuco Vai Mudar”, de Armando Monteiro. No bloco oposicionista, os partidos abriram espaço para Ferreira, inclusive com o PSDB abrindo mão da vaga. Tanto governistas como opositores sabem que ter na chapa o deputado estadual, duas vezes o vereador mais votado do Recife, atrai os olhares do segmento evangélico.

Avaliação do cenário

A competitividade entre os pré-candidatos pernambucanos ao Senado e a viabilidade de vitória entre eles foi analisada pela cientista política Priscila Lapa, em conversa com o LeiaJá. A estudiosa também ponderou as articulações firmadas entre os partidos para a construção das postulações e disse que o eleitor ainda confunde o cargo de senador com o de deputado federal.  

“A vaga para o Senado na chapa é o cargo de barganha que dá definição e modelagem as alianças. É um cargo de muito valor, com mandato de oito anos. Um exemplo disso vimos na negociação para que Mendonça trocasse a liderança da chapa para a disputar o Senado”, observou a cientista, lembrando que o ex-ministro da Educação foi cotado para concorrer ao Palácio do Campo das Princesas.  

“Mendonça vem com grande capital político, pois como ocupou o cargo de ministro e vem se capitalizando como um dos candidatos mais competitivos. Ele agrega por ter ganho muita visibilidade como ministro da Educação, vem com a candidatura fortalecida, mas se ele usasse isso para disputar o cargo de governador teria o problema de rejeição, por estar ligado ao presidente Michel Temer. No Senado, deixa de ser vitrine e não capitaliza essa rejeição”, completou.

Do outro lado, Lapa também disse que “o grande peso” será se o PT e o PSB vão estar juntos ou não na disputa. “Se eles saem separados, vejo dificuldades para Humberto, por isso que ele é o grande defensor de não haver a candidatura de Marília. O PT esta esvaziado, não tem bancada federal que dê sustentação ao palanque e a estadual está frágil”, argumentou, lembrando que, apesar disso, o senador petista tem a favor dele o fato de ser considerado “uma liderança” em Brasília e “alguém que tem interlocução”.

Mesmo com o peso para o PT do retorno à Frente Popular de Pernambuco, a cientista política salientou que haverá uma “estranheza” do eleitor diante das eventuais candidaturas de Humberto Costa e Jarbas Vasconcelos na mesma chapa. Jarbas que, na ótica de Priscila, pode se sobressair pelo “recall [de votos] e a memória positiva de quando ele foi governador”, além da independência partidária, “mas isso não garante vitória”.

Questionada se seria uma disputa competitiva, Lapa argumentou que as pré-candidaturas postas não apresenta um quadro de renovação, como vem pedindo o eleitorado, e a “tendência é ser uma eleição mais conservadora”. A cientista política ainda esclareceu que normalmente os eleitores escolhem o senador pelo candidato a governador e que candidaturas solo não tendem a ser vitoriosas.

 

O deputado federal Daniel Coelho (PPS) afirmou que está decepcionado com a postura do deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) diante das eleições deste ano, a partir da possibilidade do emedebista compor com o senador Humberto Costa (PT) para a disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado Federal. O dinamismo das alianças políticas tem projetado uma rearrumação eleitoral no Estado, com possibilidades, por exemplo, do PT voltar a se aliar com o PSB e, com isso, integrar o mesmo palanque do MDB.

Com isso, Jarbas, que é ferrenho opositor e dono de declarações ácidas contra membros da legenda, admitiu que não terá dificuldades em pedir votos para o petista Humberto no palanque da Frente Popular. O fato gerou uma reação negativa de Daniel Coelho. “Nunca pensei em ter uma decepção tão grande com alguém já votei e acreditei”, disparou o pós-comunista, em publicação nas redes sociais. 

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Daniel, que já apresentou dissidência quando o PSDB decidiu marchar com o PSB nas eleições de 2016 e agora está no PPS, disse também que prefere deixar a política a ter que pedir votos para alguém que sempre se opôs. “Já eu, prefiro sair da política, do que pedir voto para Humberto Costa. Nada pessoal contra ele, apenas uma questão de vergonha cara”, alfinetou.

Durante uma entrevista à Rádio Jornal nessa terça-feira (13), Jarbas Vasconcelos já começou a ponderar mais as avaliações sobre o PT e disse que o partido não é “bicho de sete cabeças”.

“Vou pedir voto para quem for meu companheiro de chapa. O comando dessa questão é do governador. Ele está num diálogo com o PT e eu acho positivo. Quanto mais ele puder fazer um governo abrangente, melhor para o Estado. O PT não é nenhum bicho de sete cabeças, o governador integrando o PT à aliança não me oponho em coisa nenhuma, vamos trabalhar juntos, peço [voto para Humberto] sem nenhuma dificuldade, se esse for o caso”, disse o pré-candidato a senador.

A mudança de postura de Jarbas diante de adversários não é tão novidade assim, uma vez que ele já cedeu também com o PFL em 1985, que na época o partido era opositor histórico do MDB, e baixou a guarda para o ex-governador Eduardo Campos, que ele tinha recusado como vice na chapa para a Prefeitura do Recife em 1992, o que culminou o afastamento de Jarbas e Miguel Arraes. 

O MDB de Pernambuco é um opositor histórico do PT, antes mesmo do rompimento do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) encabeçado por lideranças emedebistas. Apesar disso, o presidente estadual da legenda, vice-governador Raul Henry, não acredita que seja incoerente a possibilidade dos dois partidos estarem juntos no mesmo palanque estadual. 

“Não [é incoerente]. Temos dois planos nesta eleição. No estadual temos convergência em torno da candidatura de Paulo, o PT não se definiu ainda, mas já neste conjunto de partidos que são aliados há vários projetos presidenciais, tem Ciro Gomes, no PDT; Manuela com o PCdoB; Aldo com o Solidariedade. Há várias ideias sobre o Brasil e dentro desta aliança todos convergindo para a postulação de Paulo”, afirmou o vice-governador, em conversa com o LeiaJá

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O MDB é aliado de primeira hora do PSB, do governador Paulo Câmara, que vem travando diálogo com o PT para que seja retomada a aliança entre os dois partidos. A legenda emedebista é dona de duras críticas contra lideranças nacionais petistas, entre elas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato do partido à Presidência da República.

Resultado da judicialização 

Raul Henry também comentou o processo que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a dissolução do diretório estadual, comandado por ele. “Estou muito confiante na justiça e com muita convicção sobre o nosso direito, não demos nenhuma causa para sofrer o processo de dissolução. Estamos com nossa causa já no Supremo, dois ministros já se colocaram ao nosso favor. Estamos muito confiantes, quando o ministro Lewandowski levar o assunto à segunda turma do STF teremos um pronunciamento a nosso favor e pretendemos fazer nossa convenção no dia 20 de julho, primeiro dia do prazo, para confirmar nossa posição política”, afirmou.

A briga de Henry pela direção da legenda é contra o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) que também buscou liderar o partido, com o objetivo de concorrer ao Governo de Pernambuco contra Paulo Câmara, mas não obteve êxito.  

O processo judicial, segundo Henry, não vai prejudicar o desempenho eleitoral do MDB este ano. “Poderia prejudicar se houvesse uma posição contrária a nós na justiça. Nosso direito é líquido e certo. Falaram que estávamos impedindo o partido de crescer, mas não colocamos obstáculos para a entrada de ninguém, inclusive, tenho plena convicção de que vamos estar inteiros e com todas as prerrogativas”, ressaltou o vice-governador. 

Recém filiado ao PCdoB, o ex-prefeito do Recife João Paulo passou a ficar mais perto de ocupar um posto na chapa majoritária da Frente Popular nas eleições deste ano. Entretanto, em conversa com o LeiaJá nesta quarta-feira (18), ele ponderou que não chegou à legenda comunista reivindicando candidatura e ainda vai se inteirar sobre as pretensões do seu novo partido para o pleito. 

Nos bastidores, o nome de João Paulo aparece cotado para ocupar a vaga de vice do governador Paulo Câmara (PSB), que disputará a reeleição, e a presidente nacional do partido, Luciana Santos, que vinha sendo citada como opção para o Senado, já admitiu a possibilidade de mudança e indicação do novo correligionário para a majoritária

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“No PCdoB eu não pedi absolutamente nada. Fui recebido como um grande companheiro e com grande carinho em todo o Brasil, um clima de alegria. E eu já deixei claro, não chego reivindicando candidatura nenhuma, nem estadual, federal, senador, vice ou governador. Sou um militante que quer contribuir com o processo, até sem ser candidato”, observou o ex-prefeito da capital pernambucana.

Questionado se aceitaria possíveis propostas para a disputa, João Paulo deixou claro que não tem pressa para decidir. “Não conversei com o pessoal [do PCdoB] sobre isso. Estou estressado com isso não, esse ano é mais complicado para mim até para pensar em candidatura. Estou concluindo o mestrado, no inglês e ensinando. Então se eu puder ajudar de alguma forma, a mais estratégica para o partido, e para o conjunto das nossas forças de esquerda, vou contribuir”, sustentou.

Apesar disso, João Paulo adiantou que pretende conversar sobre o assunto nos próximos dias com o ex-prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, que é responsável pela tática eleitoral do PCdoB para este ano em Pernambuco. 

A chegada de João Paulo ao PCdoB é resultado de um namoro antigo entre os dirigentes do partido e o ex-prefeito do Recife. O ex-petista passa a integrar o quadro político comunista diante de um cenário eleitoral em que ele já foi cogitado como candidato a vice-governador na chapa que buscará a reeleição do governador Paulo Câmara (PSB). O PCdoB, que até o momento vinha indicando o nome da deputada Luciana Santos para a majoritária como postulante ao Senado, já admite a possibilidade de mudança e indicação de João Paulo. 

“O PCdoB já reivindicava o meu nome, mas não necessariamente tem que ser o meu nome, o importante é que o PCdoB esteja na majoritária”, afirmou a presidente nacional da legenda, Luciana Santos, ao ser questionada se a filiação de João Paulo reforçava o desejo do partido integrar a chapa.

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Vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira também disse que João Paulo tem credenciais para a indicação. “Não há uma relação direta entre a filiação dele e a composição da chapa. Essa questão é um assunto que, por enquanto, os partido manifestam suas pretensões, mas lá para segunda quinzena de julho a discussão sobre de fato se apresenta. Embora sabemos que João Paulo reúne credenciais para figurar em qualquer chapa majoritária”, salientou.

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--> Não ficou constrangimento nenhum com o PT, afirma João Paulo

Casamento à moda antiga

O ingresso de João Paulo na legenda comunista, segundo Luciano Siqueira, é um “casamento à moda antiga”. “É um reforço grande para o nosso partido e, por consequência, para o esforço que o partido faz no sentido de unir o conjunto das forças de oposição. São muitos anos de namoro. hoje em dia as pessoas ficam, mas esse casamento de João Paulo com o PCdoB é a moda antiga. Já faz muito tempo que cogitamos essa hipótese, sempre colocamos as portas do partido abertas para uma eventualidade dessa”, declarou o vice-prefeito do Recife.

Luciana Santos ainda disse que João Paulo é a “principal liderança de massas do Estado” e com a chegada dele o “PCdoB pode mais”. “Tem uma trajetória exemplar como militante, de origem operária, toda dedicada a luta do povo. É de uma trajetória de vitórias, um homem desprendido ligado a uma causa. Tem um valor imensurável, vem agregar um outro patamar ao PCdoB de Pernambuco”, destacou a dirigente. 

Além deles, também participaram da filiação de João Paulo o ex-prefeito de Olinda, Renildo Calheiros; o vereador do Recife Almir Fernando; e o ex-vereador de Olinda, Marcelo Santa Cruz. 

A construção das chapas majoritárias que irão disputar as eleições em Pernambuco tem sido alvo de cobiça no meio político, principalmente as duas vagas para o Senado. O PSC é uma das legendas que já deixou claro que a ocupação de um dos postos é o condicionamento para o apoio ao candidato a governador. A indicação da legenda social-cristã é o deputado André Ferreira, que preside a sigla no estado. Ele, inclusive, já é tratado como 'senador' entre os militantes e as lideranças do partido.

Ferreira não esconde de ninguém a pretensão e, durante o evento de filiação do presidente da Assembleia Legislativa (Alepe), Guilherme Uchoa, ao partido, nessa terça-feira (20), ele disse acreditar que, nesta eleição, a legenda deixará de ser coadjuvante. "Temos trabalhado dia e noite para que o PSC seja forte em Pernambuco e tenho certeza que o partido vai sair de coadjuvante e vai ser protagonista do momento eleitoral", declarou.

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O parlamentar garantiu que apresentar o pleito tanto para a chapa da Frente Popular, que concorrerá com a busca pela reeleição do governador Paulo Câmara (PSB), quanto para a oposição liderada pelos senadores Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (MDB), que devem definir os candidatos até o dia 20 de abril.

“O PSC tem um jogo muito aberto que quer a vaga no Senado, o governador Paulo Câmara ainda não abriu essa discussão. Ele não tem falado de nomes ainda, tenho ouvido muito de jornais, mas na hora certa vai ser discutido isso e vamos colocar nossa intenção, mas antes disso estamos fortalecendo o partido. Depois do dia 7 [de abril] vamos discutir com a Frente Popular e a oposição”, esclareceu André Ferreira.

A candidatura dele ao Senado é considerada promissora pelo PSC. “Tenho a responsabilidade, disse numa reunião que ia te lançar senador e acredito no seu potencial”, disse o presidente nacional da legenda, pastor Everaldo, que também projetou a possibilidade de, em caso de falta de espaço, o PSC ter candidato próprio ao Governo. 

“Paulo Câmara é o meu governador e André o senador”, projetou Guilherme Uchoa. O presidente da Alepe é visto como uma possível ponte entre o partido e a Frente Popular, por ser amigo de Paulo e ter livre acesso ao Palácio do Campo das Princesas. 

Mesmo não sendo do PSC, o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PR) também defendeu a candidatura do irmão, chamando-o, diversas vezes, de senador por Pernambuco. “A política precisa dessa oxigenação, nosso estado também precisa”, cravou o gestor. 

Em 2014, André foi eleito deputado estadual com 74.448 votos. Já em 2012, ele foi o vereador mais votado no Recife, com 15.774.

O debate eleitoral em Pernambuco tem se acentuado a cada dia e, mesmo que pregue a protelação do debate apenas para meados de maio, o governador Paulo Câmara (PSB) vem sendo cobrado diante de posturas dos partidos que integram a Frente Popular. A última delas e que causou desconforto entre os aliados foi a decisão tomada pelas direções do Solidariedade, PP, PDT, PCdoB e PSL de formarem uma “chapinha” para a disputa pelos cargos de deputado estadual e federal, reduzindo assim as chances de caciques da frente conquistarem a reeleição. 

Questionado nesta sexta-feira (23) sobre que medida adotará diante do desconforto gerado, Câmara pregou o diálogo e a unidade. “Vamos conversar com todos os partidos da base de aliança, queremos cada vez mais ter a participação dos partidos e sentar à mesa”, salientou, pontuando que quer “uma base unida e que acredita no projeto de um Pernambuco melhor”. 

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O governador garantiu que buscará alternativas que satisfaçam a todos os partidos. “Estou realmente querendo contribuir com esse processo, para que seja de diálogo, participação e todos se sintam contemplados. A partir do momento que surge a insatisfação temos que ter capacidade de ouvir e buscar alternativas, temos que trabalhar com unidade que é fundamental”, declarou.

Entre os insatisfeitos está o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Guilherme Uchôa, que anunciou sua desfiliação do PDT após ter perdido espaço, com a formação da chapinha, para lançar o filho, Uchôa Júnior, como candidato a deputado federal pela legenda pedetista. Uchôa reclamou do assunto a Paulo durante uma reunião que aconteceu nessa quinta e, nos bastidores, chegou a ameaçar o desembarque da Frente Popular também. 

O governador, por sua vez, disse que “Uchoa sabe da nossa solidariedade com ele e da intenção de estar muito junto com ele”.  “Ele ajudou muito Eduardo [Campos] e está nos ajudando como presidente da Assembleia. Quero cada vez mais o presidente da Assembleia com ânimo e vontade de ajudar Pernambuco”, salientou.

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) afirmou, neste sábado (27), que está pronto para disputar o comando da gestão estadual nas eleições em outubro liderando a chapa que será montada pela frente “Pernambuco quer mudar”, composta por sete partidos de oposição a Paulo Câmara (PSB) e dissidentes emedebistas. Apesar da disposição, o senador tem um agravante, ainda não conquistou a direção estadual do MDB e não pode bancar a oficialização de uma candidatura.

“Eu me preparei, estou pronto, se for escalado serei o mais animado de todos, mas se for escalado para ir ao lado daquele que vai liderar, irei com a mesma determinação”, afirmou durante um ato que aconteceu em Petrolina, no Sertão, com lideranças que integram o bloco oposicionista. “Sou bom de faro, disputei nove eleições de governadores e estive ao lado do vitorioso sete vezes, estou sentindo aqui cheiro de vitória e de mudança que vai se consolidar em todo Pernambuco”, acrescentou o senador.

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Fazendo um panorama da conjuntura política no estado, Bezerra Coelho disse que alguns “teimam em dividir em esquerda e direita”, o que, na avaliação dele, “é ultrapassado e vencido”. “Hoje o que importa não é esquerda e direita é o certo e o errado, as práticas certas e as equivocadas. O que o povo quer é resultado, somos um país muito desigual. Somos um estado dentro do Nordeste, que é a região mais pobre do Brasil, temos muitos desafios a superar”, explanou.

Além disso, o pré-candidato a governador alegou que a expectativa é de que o pleito pelo Governo do Estado terá três palanques principais, o deles, o do PT e da Frente Popular que é liderado pelo PSB. Os dois últimos, sob a ótica do parlamentar, terão que dar “muitas explicações” aos eleitores.

“A política tem que ser feita com ações certas e evitar os erros, os debates preconceituosos. Acho que estamos caminhando para assistir a montagem de três frentes políticas, uma delas vai ter que explicar porque mergulhou o Brasil na maior recessão da sua história, desempregou 14 milhões de brasileiros e quebrou as finanças públicas do Brasil o outro vai ter que se justificar, porque não honrou com os compromissos assumidos”, destrinchou, citando que Paulo Câmara prometeu a construção de um Hospital da Mulher para Petrolina, mas em três anos de gestão “se quer tem projeto”.

Apesar de também já ter composto o governo do PSB, Fernando Bezerra também questionou o ajuste fiscal operado pela gestão e chamou de “balela”. “É mentira, o pior ajuste fiscal do Brasil é o de Pernambuco. Hoje temos mais de R$ 2 bilhões de dívidas em aberto”, observou.

Já sobre o palanque que está sendo montado pelos partidos aliados a ele, o senador disse que busca a “unidade em favor de Pernambuco”. “Estamos aqui assumindo o compromisso que vamos resgatar a auto estima dos pernambucanos. No início de abril esta frente vai escolher o seu candidato a governador, estaremos absolutamente unidos. Todos que estão aqui tem experiência e luta para liderar este momento importante que Pernambuco vive”, concluiu.

Além de Fernando Bezerra, o bloco de oposicionista é liderado pelo senador Armando Monteiro (PTB), que também é pré-candidato a governador; os ministros Fernando Filho (Minas e Energia) e Mendonça Filho (Educação); o deputado federal Bruno Araújo (PSDB); e os ex-governadores João Lyra Neto (PSDB) e Joaquim Francisco (PSDB). 

O encontro em Petrolina neste sábado foi o segundo de grande porte reunindo a frente, que é composta por PTB, DEM, Podemos, PV, PRTB, PRB e PSDB, além de dissidentes do MDB. O primeiro foi no Recife, para o lançamento do grupo que prega o desejo de desbancar a hegemonia do PSB à frente do Estado. O próximo ato político do grupo está previsto para acontecer no dia 3 de março, em Caruaru, no Agreste.

Presidente nacional do PDT, Carlos Lupi confirmou, nesta terça-feira (23), o desejo da legenda de disputar o Senado na chapa que será formada pela Frente Popular de Pernambuco para as eleições em outubro, tendo na liderança o governador Paulo Câmara (PSB). O nome apresentado pelo partido é o do ex-prefeito de Caruaru, no Agreste, José Queiroz que, inclusive, vem se articulando nos bastidores para angariar apoios das demais legendas aliadas.

“A reivindicação é que no Senado saia o ex-prefeito de Caruaru [José Queiroz], mas ainda está em fase de construção. A chapa ainda não sabe nem quais são os partidos que vão fazer parte da aliança, mas acho que essa chance é muito boa”, apontou Lupi, depois de se reunir com Paulo para tratar da conjuntura nacional e estadual. 

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Sobre o assunto, o governador disse que a construção da chapa será definida apenas entre julho ou agosto. “Isso vai ser tratado no momento certo. O PDT é um partido que me ajuda, sempre me ajudou. A população agora quer ver seus governantes trabalhando e lá para julho ou agosto a gente trata de chapa, que é quando a população também vai querer saber disso”, salientou Paulo Câmara.

Rearrumação do PDT 

Carlos Lupi também comentou sobre a substituição de nomes do PDT na gestão de Paulo Câmara. Na última sexta-feira, o pedetista Túlio Gadêlha foi exonerado do comando do  Instituto de Terras e Reforma Agrária do Estado de Pernambuco (Iterpe) depois de supostas reivindicações da base governista. Gadêlha criticou a postura e chamou de “ajuste eleitoreiro”, mas Lupi disse que foi um “ato de rotina do governador”.

Sobre a carta publicada pelo correligionário criticando as articulações políticas do partido, o que gerou imbróglio interno, o presidente nacional foi  incisivo: “acho erro se tratar questões internas publicamente”.

Não é de hoje que existe nos bastidores uma tese defendendo uma aliança de Armando Monteiro com Paulo Câmara, inclusive no sentido de reeditar a Frente Popular de 2010 tendo Armando e Humberto Costa disputando o Senado na chapa de reeleição de Paulo Câmara. Essa tese ganhou mais força nos últimos dias, porém é evidente que seria um péssimo negócio para Armando formalizar uma aliança com seu algoz de 2014, pois ficaria sem discurso e principalmente sem credibilidade.

Jarbas Vasconcelos e Eduardo Campos formalizaram uma aliança, mas ela veio após uma acachapante derrota de Jarbas para Eduardo numa campanha municipal. Para Eduardo foi um grande negócio, só não foi melhor porque ele morreu, enquanto pra Jarbas foi uma espécie de desmoralização política, que não se agravou por conta da morte de Eduardo. A prova é tanta que até a véspera da morte de Eduardo, Jarbas estava precisando de uma força-tarefa para atingir a casa dos 100 mil votos, e só estourou de votos depois do vácuo deixado por Eduardo.

No caso de Armando Monteiro, há uma diferença elementar. Armando não saiu destroçado das urnas, e caso não deseje disputar o governo, surge como um nome fortíssimo para disputar o Senado. Com uma campanha de tiro curto, duas vagas em disputa e com o elevado conhecimento de Armando perante o eleitorado pernambucano, essas variáveis aliadas a credibilidade dele na política, sobretudo no interior, Armando só perde a disputa se houver uma catástrofe.

Na oposição, Armando teria condições efetivas de se apresentar ao eleitorado na tentativa pelo Senado com grandes chances de êxito. Já apoiando Paulo Câmara, ele ficaria do início ao fim da disputa tendo que se explicar por tamanha mudança de posição, o que abalaria a sua credibilidade e colocaria num risco eminente a sua candidatura a reeleição ao Senado. Portanto, não existem justificativas plausíveis para uma aliança com o Palácio, uma vez que Armando tem uma partida considerável para o Senado e está fincado na mente do eleitor como opositor do governador, a prova é tanta que mesmo na oposição conseguiu manter o seu tamanho praticamente intacto nas eleições municipais de 2016 com vitórias expressivas de aliados.

Boa Viagem - Após 11 anos sem qualquer evento de carnaval em Boa Viagem, o último foi o Balança Rolha em 2007 que foi realizado na semana pré, o bairro ganhará em 2018 o Camarote Carnaval Boa Viagem que ficará no final da Av. Boa Viagem. O anúncio foi realizado pelos produtores do evento ontem e deverá movimentar a Zona Sul do Recife depois de mais de uma década sem grandes eventos na região.

Animação - Com a volta de Bruno Araújo para a planície da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação Mendonça Filho voltou a sonhar acordado com a disputa pelo Senado. Realizando um extraordinário trabalho na pasta, Mendonça é o único ministro com condições de disputar o Senado pois Fernando Filho não tem idade e Raul Jungmann está preocupado em garantir um mandato de deputado federal.

Ações - Acompanhado do senador Fernando Bezerra Coelho, o presidente da Caixa Econômica Federal Gilberto Occhi, se reuniu com o prefeito Anderson Ferreira para tratar do programa Jaboatão Invest anunciado recentemente pelo prefeito que visa impulsionar os empreendimentos imobiliários na cidade. O presidente da CEF garantiu empenho para viabilizar a liberação de recursos para ampliar a oferta de moradias na cidade.

Mudança - Conforme antecipado nesta coluna, o PEN, que se chamará Patriotas, saiu das mãos do vereador do Recife Davi Muniz. O partido de Jair Bolsonaro será comandado a nível estadual pelo jornalista Silvio Nascimento, que estava filiado ao PSDB até recentemente. Com a troca de comando a situação de Davi Muniz para montar a chapinha para estadual fica comprometida pois ele ficou mais fragilizado.

RÁPIDAS

Habilidade - No exercício do seu segundo mandato de vereador, o primeiro-secretário da Câmara Municipal do Recife Marco Aurélio (PRTB) vem demonstrando grande habilidade e desenvoltura política. Pré-candidato a deputado estadual em 2018, são boas as chances dele lograr êxito na disputa e chegar a Casa Joaquim Nabuco.

Amanhã - O vereador do Recife, Rinaldo Junior (PRB), criticou o atraso na entrega do Geraldão na tribuna da Câmara Municipal. “O Geraldão vai sair enquanto tiver amanhã. Enquanto tiver amanhã o prefeito vai continuar prometendo a entrega dessa obra.”

Inocente quer saber - Paulo Câmara oferecerá a vaga de senador a André Ferreira como se especula nos bastidores?

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