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A aliança do Centrão com o presidente Jair Bolsonaro criou um novo desenho político na Câmara dos Deputados. Sem se assumir como base aliada do governo e distantes da oposição, partidos como DEM e PSDB se uniram para defender uma agenda em comum e também discutem um nome de consenso para a sucessão do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Casa.

Chamado internamente de "núcleo independente", o grupo informal tem, ainda, a participação do MDB e do Cidadania e da parte do PSL, legenda que abrigou Bolsonaro, mas que atualmente está rompida com o presidente. No total, esses partidos reúnem 102 deputados, embora existam entre eles representantes governistas.

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"Esse grupo independente acabou se formando de uma maneira muito natural", disse o líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP). "Dos dez grandes partidos, o PT é oposição, o PSL está dividido e quatro foram para o governo", afirmou o tucano. As legendas citadas por Sampaio que estão na base do governo Bolsonaro são o Republicanos, o Progressistas (antigo PP), o PL (antigo PR) e o PSD, que, juntos, reúnem 146 parlamentares.

"Passamos a conversar mais agora por conta de que existe o bloco da oposição, o do Centrão e um bloco que tem independência das suas posições", declarou Sampaio.

Sob pressão de aliados e após sofrer sucessivas derrotas políticas no ano passado, Bolsonaro passou a distribuir cargos no Executivo aos partidos do Centrão em troca de apoio no Congresso, ressuscitando a velha prática do "toma lá, dá cá".

Até agora, Progressistas, Republicanos e PL já foram contemplados com cargos. O DEM, embora tenha se unido a este novo bloco, mantém os pés no Centrão e também tem indicados em cargos no governo, como na Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

A ideia deste novo núcleo é se apresentar como o "fiel da balança" nas votações da Câmara, como um "meio-termo" entre governo e oposição. Na prática, esta ala sabe que o Palácio do Planalto precisará do seu apoio, por exemplo, para aprovar qualquer Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

"São partidos que têm uma identidade mais sólida, que costumam pensar e votar da mesma forma e, portanto, seguem alinhados para se posicionar na votação de projetos atuais e estratégias pensando no futuro", disse o líder do DEM na Câmara, deputado Efraim Filho (PB).

A ala não governista do PSL também dá apoio ao bloco. "O PSL é um partido absolutamente independente e assim se manterá. É importante a união de outras siglas em torno desse bloco independente, a criação de um núcleo forte que não se dobra às constantes tentativas de interferência do presidente da República no Parlamento", afirmou a líder do PSL, deputada Joice Hasselmann (SP). O PSL elegeu 52 deputados, mas pelo menos 19 parlamentares são da ala chamada "bolsonarista", de apoio irrestrito ao presidente da República. Joice é ex-aliada de Bolsonaro.

Disputa

A formação do núcleo é estratégica também para a sucessão de Maia no comando da Câmara dos Deputados. A eleição da Casa está marcada para fevereiro do ano que vem e o Centrão já vem trabalhando com possíveis candidatos. O bloco cogita para a vaga de Maia o líder do PP, deputado Arthur Lira (AL), e o deputado e pastor licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus Marcos Pereira (Republicanos-SP) - os dois parlamentares podem ter o apoio de Bolsonaro na disputa.

Vice-presidente da Câmara, Pereira comanda o Republicanos, partido que recentemente abrigou o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro, ambos do Rio.

No novo grupo informal, por sua vez, um nome que vem ganhando força é o do presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), mas ainda não há definição sobre uma candidatura. Apesar de o MDB ter parlamentares na base do governo Bolsonaro, Baleia é próximo do presidente da Câmara.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), atribuíram ontem a um erro de registro o fato de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter identificado ao menos sete assinaturas de pessoas mortas na lista de apoio para a criação do Aliança pelo Brasil - informação revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo. "São sete mortes. Um, o cara lá assinou a ficha e, na semana seguinte, teve uma acidente de motocicleta. Morreu. Os outros meia dúzia... Só sete, né? De não sei quantos mil, 50 mil. Sete apenas. Era CPF errado, a numeração errada, só isso aí", afirmou Bolsonaro em frente ao Palácio da Alvorada.

Em nota, Flávio disse se tratar de um "erro no preenchimento dos dados". "Após revisão dos dados inseridos no sistema do TSE, foram identificados que dos sete casos listados em relatório como 'eleitor falecido', seis foram preenchidos com o número errado do título de eleitor do apoiador, ou alguma outra falha técnica similar", diz o texto.

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A jornalistas, Bolsonaro admitiu ontem, pela primeira vez, que o Aliança pelo Brasil não deve obter registro do TSE a tempo de participar das eleições municipais deste ano. "Pelo que tudo indica, não dá tempo de sair", disse.

Para ter o registro aprovado e poder disputar as eleições municipais de 2020, o partido em formação precisa apresentar, até abril, 491,9 mil assinaturas consideradas válidas pelo TSE. Até ontem, o Aliança tinha 7.746 assinaturas consideradas válidas, conforme dados fornecidos pelo tribunal.

Segundo Flávio, mais de 91 mil fichas com assinaturas já foram enviadas ao TSE e 16% foram consideradas inaptas. "Em grande parte pelo fato de o apoiador constar para a Justiça Eleitoral como filiado a algum outro partido", diz nota divulgada pela assessoria do senador.

Uma regra criada na reforma eleitoral de 2015 exige que, para apoiar a criação de uma nova sigla, o eleitor não pode estar filiado a nenhuma outra legenda. Em julgamento de uma ação proposta pelo PROS, na quarta-feira passada, o Supremo Tribunal Federal (STF), por 9 votos a 1, reafirmou o entendimento.

Eleições

Diante da dificuldade de criar seu próprio partido, Bolsonaro disse ontem que não deve apoiar candidatos a prefeito no primeiro turno nas eleições municipais deste ano. "Pretendo não participar no primeiro turno de qualquer candidatura entre os quase 6 mil municípios do Brasil", afirmou.

O presidente afirmou que poderá, contudo, apoiar candidatos a vereador. "No tocante a vereador, eu tenho um amigo ou outro por aí, vou dar uma força para eles nisso aí", disse.

O primeiro turno das eleições municipais ocorre em 4 de outubro. O segundo está marcado para o dia 25 do mesmo mês.

A UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau irá inaugurar um super polo de educação a distância na cidade Aliança, em Pernambuco. O lançamento será nos próximos dias 11 e 12 de março e contará com atrações culturais e serviços gratuitos para a população, como orientação de carreiras, aferição de pressão, teste de glicose, entre outros.

O super polo EAD contará com estrutura diferenciada, com capacidade para receber até 1000 alunos. No local, serão oferecidas diversas opções de cursos de graduação e pós-graduação, em diversas áreas do conhecimento, todos com a qualidade de um dos maiores grupos de ensino superior do país, o Ser Educacional.

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“A cidade de Aliança reúne diariamente centenas de estudantes que precisam se deslocar até à capital para ter acesso ao ensino superior. A chegada de um super polo da UNINASSAU vai diminuir esta distância e proporcionar à população local uma oportunidade de acesso a uma instituição de ensino renomada e com qualidade reconhecida”, destaca o presidente do grupo Ser Educacional, mantenedor da UNINASSAU, Jânyo Diniz.

O evento de inauguração acontece a partir das 9h, na unidade, que fica na Unidade Educacional da Prefeitura de Aliança – UEPA, localizada na Av. Dr. Genésio Gomes de Morais. Para saber mais sobre os cursos disponíveis em cidade, os interessados podem obter informações diretamente no local ou acessar o site vestibular.uninassau.edu.br e pos.uninassau.edu.br.

*Da assessoria

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O prefeito Bruno Covas (PSDB), que tentará a reeleição, articulou uma aliança com pelo menos cinco partidos, além do PSDB. O acerto pode lhe garantir o maior tempo de exposição na televisão e rádio no horário eleitoral gratuito, a partir de 28 de agosto. O tucano trouxe para seu palanque PSC, Podemos, Cidadania, DEM e PL. Covas ainda espera atrair MDB e Republicanos.

O Patriota acertou a filiação do deputado estadual Arthur do Val, mais conhecido como Mamãe Falei, um dos principais líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), para concorrer à Prefeitura. O PDT convidou a ex-senadora Marta Suplicy e aguarda uma definição.

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Enquanto isso, o partido negocia a possibilidade de apoiar as eventuais candidaturas de Orlando Silva (PC do B) e do ex-governador Márcio França (PSB). Marta também foi sondada pelo PT para uma dobradinha. 

A logomarca já havia sido aplicada, quando o governo completou 100 dias. (Reprodução/Twitter)

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Uma arte em referência aos 400 dias de governo de Jair Bolsonaro, publicada por órgãos como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) e ministérios como o da Justiça e Segurança Pública e da Economia, causou uma onda de reações, de políticos da oposição a internautas. Acontece que a identidade visual da peça é quase idêntica à do Partido Aliança pelo Brasil, que está sendo fundado pelo presidente da república.

A deputada federal Érica Kokay (PT-DF) afirmou, em suas redes sociais, que o presidente feriu o princípio da impessoalidade na administração pública. “Ainda transmite a mensagem de que a incompetência e o horror serão infinitos. Não permitiremos”, completou. Na página do Ministério das Relações Exteriores uma usuária criticou: “esta fonte usada na palavra dia está muito estranha. Vocês usaram o logo do partido aliança nos zeros do número 400. O logo está todo desalinhado, o mal feito é igual ao governo que o sustenta".

A logomarca já havia sido aplicada, quando o governo completou 100 dias, no período em que o presidente ainda integrava o PSL. Para comemorar sua atual duração, Bolsonaro organizou uma festa no Palácio da Alvorada, na última quarta-feira (5), com a presença dos ministros Sérgio Moro, Onyx Lorenzoni, Tarcísio Gomes de Freitas, Luiz Mandetta, dentre outros.

O PT pode definir, nesta terça-feira (28), se terá candidatura própria ou não na disputa pelo comando da Prefeitura do Recife. A postura pode ser exposta após uma reunião que contará com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do senador Humberto Costa, da deputada federal Marília Arraes - que é pré-candidata a prefeita pelo partido - e do presidente da legenda na capital pernambucana, Cirilo Mota. 

A expectativa é positiva diante do nome de Marília na disputa. Nesse domingo (26), inclusive, Lula disse em entrevista ao site UOL que o PT não pode abrir mão de postular ao cargo mais uma vez e demonstrou que aposta positivamente no nome da deputada.

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“O PT não pode abrir mão de ter uma candidatura própria em Recife. Quando chegar em 2022, o PSB vai pedir outra vez para o PT não ter candidato a governador depois de quatro de quatro mandatos? Será que o PT não pode ter a oportunidade de ter candidatura própria? O PT vai ter candidatura própria, a Marília deve ser candidata do PT. Se ela não for para o segundo turno, ela apoia o João Campos ou outro candidato que fizer aliança com o PT”, declarou.

Na capital pernambucana, o PSB tem tentado articular para manter o PT no palanque e apoiando o nome do deputado federal João Campos, que é filho do ex-governador Eduardo Campos. 

Já os petistas, como costumeiramente, aparecem divididos diante do quadro. No último dia 15, o presidente municipal da sigla, Cirilo Mota, divulgou uma resolução aprovada pela Executiva local em que dava sinais da manutenção da aliança com a legenda do atual prefeito Geraldo Julio (PSB)

A declaração de apoio de Lula à Marília tem grande peso e, segundo a própria deputada federal, é condizente com o que diz a Executiva Nacional do PT. A neta de Miguel Arraes, entretanto, tem no histórico um revés dentro do partido quando se trata de candidatura própria. Ela tentou concorrer ao Governo de Pernambuco em 2018, mas articulações do senador Humberto Costa garantiram uma aliança com o PSB. Naquele ano, Lula estava preso e interlocutores dele chegaram a afirmar que ele também apoiava o nome de Marília, mas, no fim, aceitou a retomada da aliança com os pessebistas. 

Desta vez, com o ex-presidente e maior líder do PT solto e disponível para articulações políticas, resta aguardar para saber se realmente o partido vai buscar a retomada do protagonismo eleitoral ou vai manter apenas a meta de aumentar o número de representantes no legislativo municipal. 

Novo partido criado pelo presidente Jair Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil não usará a verba do fundo partidário de R$ 2 bilhões, sancionado na sexta-feira (17) à noite com o Orçamento de 2020. O presidente deu a declaração durante discurso em evento para mobilizar apoiadores da nova legenda, na Associação Comercial do Distrito Federal, em Brasília.

O presidente justificou que a não sanção do fundo aprovado pelo Congresso poderia implicá-lo em crime de responsabilidade. Ele disse que sancionou o fundo partidário a contragosto, mas assegurou que o Aliança não usará esses recursos para angariar apoiadores nem para disputar as eleições municipais deste ano, caso a legenda consiga levantar assinaturas suficientes para oficializar a criação.

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“Temos que agir com inteligência. De vez em quando, recuar. Algumas coisas, eu sanciono contra a minha vontade. Outras, eu veto contra a minha vontade também. O Brasil não sou eu”, disse o presidente à plateia de apoiadores.

Em relação à economia, Bolsonaro disse que manterá a linha liberal, com a diretriz de diminuir o tamanho do Estado. O presidente afirmou que essa não era sua visão no passado, mas disse que, no governo, a cada dia se surpreende ao descobrir a existência de determinados órgãos. Como nos últimos dias, ele reafirmou a defesa da retirada de intermediários no transporte de combustíveis, para reduzir o preço final aos consumidores, e defendeu a venda direta de etanol das usinas para os postos de abastecimento.

O presidente disse que pretende se recandidatar a reeleição em 2022. Segundo ele, se o partido conseguir se mobilizar, pode formar uma bancada de até 100 parlamentares no Congresso daqui a dois anos. Ao fim do evento, centenas de apoiadores distribuíram fichas para coletar assinaturas para a criação da legenda, depois de o presidente deixar o local. Para disputar as eleições de 2020, o partido depende do reconhecimento de pelo menos 492 mil assinaturas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL) vai disputar a Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano. A parlamentar aponta que primeiro será presidente municipal do PSL de São Paulo, ainda neste mês, e afastou a possibilidade de aliança com outro partido de direita no estado ou com atual prefeito Bruno Covas (PSDB), que já confirmou a disputa para continuar no cargo. Já como primeira promessa, Joice diz que quer "uma São Paulo moderna, padrão Manhattan".

"Não há outro nome na candidatura, sou eu. Eu sou a candidata do PSL à Prefeitura de São Paulo. Ventos do Palácio tentam criar candidatos. A única voz de direita que tem hoje, de fato, para disputar a Prefeitura de São Paulo sou eu e eu vou disputar a Prefeitura de São Paulo pelo PSL", afirmou Hasselmann à Rádio CBN. 

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Em meio à polêmica de suposta traição, Saulo Poncio reapareceu durante culto da Igreja Pentecostal Anabatista, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, no último domingo (5) e os internautas logo apontaram que ele estaria sem a aliança de casamento.

O vídeo em que aparece tocando teclado viralizou nas redes sociais e os seguidores mais atentos logo notaram o detalhe da publicação, especulando que o relacionamento com Gabi Brandt pode ter chegado ao fim.

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"Pelo visto, sem aliança!, escreveu um internauta". "Sem aliança!", notou outro. "Ele não tá usando aliança, é isso?", questionou uma terceira pessoa.

Saulo teria sido flagrado em clima de intimidade com uma mulher durante uma festa em Búzios, no Rio de Janeiro. Essa não é a primeira vez que ele se envolve em suspeitas de traição. Em 2019, ele enfrentou uma série de acusações, no entanto, Gabi Brandt permaneceu ao lado dele. Eles são pais de Davi, de seis meses de vida, e se casaram em janeiro de 2019, em uma cerimônia luxuosa no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

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O presidente Jair Bolsonaro reconhece que são praticamente nulas as chances de conseguir homologar o seu novo partido, o Aliança pelo Brasil, a tempo de disputar as eleições municipais do ano que vem.

"É muito difícil, não vou me iludir, a chance é 1%", disse neste sábado (21), em entrevista no Palácio da Alvorada, residência oficial. Segundo Bolsonaro, não há uma "obsessão" para formar a legenda, e que as eleições municipais de 2020 não têm muita influência nas de 2022. "Não tenho obsessão para formar o partido. Acho que Deus até me ajuda, você sabe que as eleições municipais não influenciam na próxima", acrescentou.

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Para a legenda Aliança pelo Brasil ser homologada e poder disputar as eleições, ainda será necessária a coleta de cerca de 500 mil assinaturas em pelo menos nove estados. As rubricas precisam ser validadas, uma a uma, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para que o partido seja registrado a tempo de disputar as eleições municipais de 2020 termina em março.

Candidaturas avulsas

O presidente também comentou seu posicionamento favorável às candidaturas avulsas, que deve ser votada ainda no primeiro semestre de 2020.

De acordo com Bolsonaro, as candidaturas avulsas podem beneficiar candidatos que não possuem vínculo ideológico com os partidos e que almejam ocupar cargos eletivos sem se comprometer com grandes organizações políticas. “Se eu pudesse interferir, votaria favorável sobre o assunto”, disse.

“É assim nos Estados Unidos. Não sei quantos partidos temos, talvez uns 30, mas vamos supor, um ou dois partidos com grande poder econômico e influência orientam os outros ‘não indica ninguém’. Os outros partidos não teriam escolha. A opção estaria servida na mesa. Essa forma [de combinar os candidatos entre os grandes partidos] piora substancialmente o que temos hoje. Só nós [um grupo seleto] seríamos candidatos, os outros não seriam’, argumentou.

Bolsonaro citou ainda as dificuldades que teve na busca por uma legenda após a definição de que concorreria à Presidência. “Veja a dificuldade que tive para me candidatar. No final, o partido espera alguma vantagem para si. Os grandes acertos político-partidários vêm do fundo partidário e do tempo de televisão. Foi demonstrado que dá para fazer política sem o fundo partidário”, disse.

O presidente ainda disse que não descarta a possibilidade de se lançar numa eventual candidatura avulsa no futuro, diante da dificuldade de formação do próprio partido. “Se não passar, pra mim tanto faz. Agora temos que discutir como seria a candidatura de deputados e senadores, porque se forem avulsas também, para mim seria ótimo. Se eu saísse como candidato sem partido, seria excepcional. Eu tentei fazer isso nas eleições [de 2018] e não consegui. Procurei diversas lideranças, mas não deu liga”, disse.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Brasil conta com 33 partidos políticos homologados.

Voto impresso

Bolsonaro disse também que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se comprometeu a pautar a votação do projeto de lei do voto impresso. [Maia] é a favor do voto impresso ou de uma forma que te permite auditar, você saber que o voto que você deu foi para aquela pessoa. Talvez, num primeiro momento, que seja 10% das urnas com o voto impresso no ano que vem. O que a gente vai querer é que, acabou a votação, você possa entrar na internet e consultar a tua seção eleitoral. E você, ao consultar sua seção eleitoral na internet, talvez você tenha tirado uma fotografia da tripa, da página [recibo], você compara".

 

Desde a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no último dia 8, a escancarada polarização política ganhou um novo fôlego no país. Ataques feitos pelo líder petista ao que classifica como 'lado podre', em frente a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, repeliram ainda mais as alas opostas e instigou manifestações de bolsonaristas pelo Brasil, no último fim de semana.

Ao passo que a esperança da esquerda foi renovada - percebida na multidão que esteve Festival Lula Livre, ocorrido no Recife, no último domingo (17) -, a liberdade do ex-presidente também efervesceu a insatisfação dos grupos antipetistas. "Você traz um cenário de turbilhão político que só aquece a polarização. O fato de Lula estar livre, traz esperança a uma série de lulistas, mas ao mesmo tempo traz o desgosto a uma série de antipetistas", destacou o cientista político Caio Souza.

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O estudioso classifica o bolsonarismo como "um movimento de oposição a esquerda que acaba sendo fragilizado pela própria figura do presidente", e acredita que a ala não sai derrotada com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou na soltura de Lula; visto que, o benefício da prisão após o esgotamento de todos os recursos estende-se a todos, inclusive, a aliados deles.

Paulo Uchôa/LeiaJáImagens/Arquivo

O mau do lulismo

Mesmo inelegível para 2022, sem dúvidas, o retorno de Lula fortalece as intenções da esquerda, à princípio para a retomada de prefeituras. Contudo, o destaque exacerbado da sua imagem atrapalha o processo de construção de novas lideranças. "A exaltação da figura dele, personificando a esquerda em uma pessoa é prejudicial para a própria concepção de esquerda", explicou o especialista; que continuou: "querendo ou não, o Lulismo tem esse mau. Ele causa a dependência de uma figura e uma orfandade de outros nomes que podiam se destacar na esquerda".  

Chico Peixoto/LeiaJáImagens/Arquivo

Possível êxito de Bolsonaro

Após o atrito com os 'amigos' do PSL, o presidente Jair Bolsonaro decidiu abandonar a sigla e estrear seu próprio partido, batizado de Aliança pelo Brasil. Tal movimentação poderia enfraquecer a força do Governo no Congresso, no entanto, ele foi eleito por ser considerado uma solução contra a corrupção do PT.

Na visão do cientista, mesmo com o microfone aberto para falar "atrocidades", Bolsonaro só será enfraquecido caso os indicadores da economia não avancem. "Assim como Lula tem uma série acusações nas costas e muitas pessoas ainda o aplaudem pelos êxitos sociais que teve. Bolsonaro, por mais que as pessoas não gostem, vão aplaudi-lo se ele tiver êxito econômico", ressaltou.

Agora, resta aguardar os próximos passos dos dois líderes, Jair Bolsonaro e Lula, para observar até que ponto esse aquecimento da polarização seguirá no país e como impactará a política.

Os ponteiros derretem com o calor das 13h e o sol ainda castiga o Litoral de Olinda quando o detectorista Max de Melo Campos, de 31 anos, caminha em direção à Praia de Casa Caiada. Atraído pelas marés baixas, o ex-auxiliar de garçom deposita a esperança de dias melhores em um detector de metais, comprado com o sucesso do seu antigo dispositivo -feito artesanalmente em casa. Para cobrir as despesas e dividir o lar com a babá Osana, há dois anos, a jornada do caçador de tesouros é acompanhada de fé e incerteza.

Natural do bairro de Jardim Atlântico, inicialmente os vídeos sobre as técnicas e os equipamentos necessários para a detecção de metais distraiam a infeliz ociosidade de Max. Aos poucos, a admiração pelo êxito dos caçadores fez germinar um instinto inquieto dentro de si.

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Acompanhe

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Com muita persistência, correntes de prata, itens de cobre e moedas antigas começaram a premiar suas tardes na praia. Nesta altura, o "hobby" -que já era a "renda extra"- assumiu o papel da sua única fonte de recursos.

Aparelhado com um dispositivo chinês e uma picareta de jardinagem, Max sustenta o sonho de expandir seu rendimento para adquirir um modelo de R$ 5 mil e iniciar sua caça na água.  "Com esse [detector] eu ficava rico!", pressente. Para atingir tal progresso, fez da 'descoberta' de uma aliança de ouro -que lhe rendeu R$ 380- o símbolo da sua capacidade, e passou a considerá-la como um troféu. 

"Eu amo"- Em contato com compradores de metais por peso, nem sempre troféus são achados o lixo e o sargaço. Mesmo assim, Max segue focado em aposentar seu detector sensível à água. "Tem que ter aquela sorte né? mas eu já consegui muito dinheiro. Já até perdi as contas", assevera ao reforçar o sentimento de gratidão que conserva pelo aparelho, "eu amo esse hobby. Por mim, eu não deixo mais nunca de caçar".

Com vantagem no processo interno para eleger o presidente do PT em Pernambuco, o grupo liderado pelo senador Humberto Costa (PT) afirmou, nesta segunda-feira (16), que não necessariamente pretende firmar uma aliança com o PSB para a disputa pela prefeitura do Recife em 2020. 

“Não é nenhum absurdo o PT imaginar a possibilidade de ter um candidato para disputar no Recife. Por outro lado, se o PT também fizer uma aliança com o PSB não é uma coisa do outro mundo. É da naturalidade da política”, disse Humberto em coletiva de imprensa ao lado do candidato da ala ao comando da legenda, o deputado estadual Doriel Barros, na sede estadual do partido, no Recife.  

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A chapa adversária, que tem na liderança a deputada federal Marília Arraes e a estadual Teresa Leitão, argumenta que eles não buscam a independência do partido. As parlamentares foram contra a junção eleitoral firmada com o PSB em 2018 que chegou, inclusive, a preterir a candidatura de Marília a governadora do Estado. E já temem que o quadro se repita no próximo pleito, uma vez que Marília tem o nome cogitado entre os prefeituráveis. 

“Essa discussão [das eleições de 2018] é vencida, não existe mais isso”, disse o senador, observando que o intuito da chapa adversária ao levantar tal argumento era de “fazer uma polarização”, mas isso não deu certo porque, segundo ele, muitos que eram contra a aliança em 2018 viram que a escolha resultou em efeitos positivos.

Na ótica de Humberto, que defende um debate mais intenso entre os partidos de esquerda para as eleições de 2020, “ter uma estratégia comum não quer dizer que seja uma candidatura comum, necessariamente”. 

“Não temos nenhum umbigo amarrado com o PSB. Nem com PCdoB, nem PDT… É lógico que temos uma aliança nacional, estadual e municipal que é importante, não vamos chutar isso. Não interessa para gente por causa de uma cidade jogar isso fora”, destrinchou o parlamentar. 

Humberto observou ainda que com a consolidação da vitória do grupo dele, será discutido o assunto com base da tese de que um candidatura própria ou aliança com o PSB não pode ser “para destruir uma relação política” construída entre os partidos, “que é muito boa”. “Existe a possibilidade de candidatura própria, mas que não seja para estourar a aliança com a esquerda que construímos aqui”, ressaltou. 

“Ninguém aqui vai ganhar no grito, vamos discutir com os filiados de cada cidade. E não vamos levar o PT para alguma aventura. Vamos discutir, dialogar e ponderar”, corroborou o secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Dilson Peixoto. 

A discussão sobre o pleito de 2020 também deve ser baseada na orientação nacional, de acordo com Doriel Barros. “O PT é um partido que não é apenas local, que pensa apenas no Estado. É um partido que tem um projeto de sociedade. O PT diferente de outros partidos têm uma dinâmica de diálogo das suas instâncias, principalmente na nacional. A estratégia em Pernambuco estará ligada à nacional. Não dá para pensar Pernambuco de forma isolada. Se temos o projeto de voltar a presidir essa país, temos que está baseados com estratégias nacionais”, disse.  

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Eleição interna - O grupo é composto por três chapas, tem Doriel Barros como candidato a presidente do partido e, na primeira etapa do Processo de Eleições Diretas (PED) que aconteceu no último dia 8, conquistou a maioria dos votos (65,77%) consolidando a eleição de 204 dos 310 delegados que estarão aptos a votar no Congresso Estadual marcado para 19 e 20 de outubro - datas em que serão eleitos o presidente e o novo diretório.

“Temos uma avaliação extremamente positiva do PED, mais de 21 mil filiados participaram votando e mostrando o vigor do PT. Temos um campo que estava articulado antes do PED e conseguimos 65,77% dos votos válidos. Teve uma ressonância positiva”, ponderou Doriel. Hoje o PT está organizado em 130 municípios pernambucanos. 

As alfinetadas entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o presidente da França, Emmanuel Macron, diante da situação da Amazônia parecem não ter fim. Nesta segunda-feira (26), Bolsonaro disse que não poderia aceitar ataques descabidos e uma disfarçada aliança proposta por Macron, através da cúpula do chamado G-7, como se o Brasil fosse uma colônia. 

O chefe do Executivo brasileiro disse ter chegado às conclusões após uma conversa com o presidente da Colômbia, Iván Duque. Em publicação no Twitter, Bolsonaro explicou que há um debate para a construção de um plano em conjunto com os países que integram a Amazônia, para combater as queimadas e preservar o meio ambiente. 

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“Não podemos aceitar que um presidente, Macron, dispare ataques descabidos e gratuitos à Amazônia, nem que disfarce suas intenções atrás da ideia de uma ‘aliança’ dos países do G-7 para ‘salvar’ a Amazônia, como se fôssemos uma colônia ou uma terra de ninguém”, observou Bolsonaro.

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A fala do presidente deixa em aberto se o Brasil vai acatar o repasse de R$ 90 milhões para ajudar a conter as queimadas na floresta, anunciado pelo G-7, na manhã de hoje.

Pouco antes de Bolsonaro escrever no microblog, Macron deu declarações à imprensa chamando de “tristes” os ataques que o brasileiro fez à primeira-dama Brigitte Macron nas redes sociais e pontuando que esperava que o Brasil tivesse um presidente à altura do cargo. 

Outras ajudas

O presidente ainda usou o Twitter para afirmar que “outros chefes de estado se solidarizaram com o Brasil, afinal respeito à soberania de qualquer país é o mínimo que se pode esperar num mundo civilizado”.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi um dos que se comprometeu em ajudar o Brasil a combater as queimadas enviando um avião com equipamentos necessários para apagar o fogo.

Uma mulher foi morta pelo marido em Aliança, Mata Norte de Pernambuco, na noite da quarta-feira (31). Após o ocorrido, o homem, que é pedreiro, ligou para um parente para avisar do crime e se suicidou.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Aliança. Ainda não há informações sobre a motivação do crime, tratado como feminicídio.

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A mulher de 44 anos foi encontrada com marcas de esganadura. Além de avisar do feminicídio, o autor do crime, de 38 anos, também alertou no telefonema para a família que se mataria.

O corpo do pedreiro foi encontrado em um depósito de materiais em outro ponto da cidade.

No último final de semana, Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha deram uma pausa nos compromissos profissionais para curtirem juntos o Rio de Janeiro. Após ir ao teatro com o namorado e a uma festa de aniversário, Fátima deu o que falar ao surgir com uma aliança na mão direita.

A apresentadora já tinha sido vista com o anel na sexta-feira (3), durante a exibição do programa "Encontro". Em uma foto publicada ao lado de Túlio, Fátima não escondeu a jóia. "Olha a Fátima, futura primeira-dama de Recife", brincou um dos internautas no Instagram. Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha estão namorando há quase dois anos.

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Confira o clique:

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Veruska Boechat, esposa de Ricardo Boechat, deixou os internautas emocionados nessa quinta-feira (14). Usando as redes sociais do jornalista, Veruska compartilhou uma foto após receber a aliança de Boechat, morto em um acidente de helicóptero na última segunda-feira (11), em São Paulo.

"E no meio de tanta dor, recebi o melhor presente que eu poderia receber, já sem esperanças de conseguir. Meu coração é só amor. Te amo pra sempre, Boechat. Da sua doce Veruska", declarou, finalizando a mensagem com o apelido dado pelo esposo.

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A repórter Laura Ferreira, da Band, deixou um comentário de carinho na postagem de Veruska: "Tão lindo o amor de vocês".

Confira:

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--> Famosos lamentam a morte de Ricardo Boechat

Inchada por conta de sua gravidez, Megan Davison, esposa do goleiro da seleção da Inglaterra Jordan Pickford, teve que cortar seu anel de noivado de diamantes avaliado em R$ 2,4 milhões - tudo para não perder o dedo por conta da falta da circulação sanguínea, impossibilitada pelo uso da aliança na fase gestacional.

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A jovem tem 22 anos e está grávida do primeiro filho. Todo o sofrimento para a retirada do anel foi compartilhado na sua conta do Instagram. Ela usou de tudo, desde sabão até manteiga para não ter que cortar a aliança, mas não teve jeito e o casal precisou que recorrer a um joalheiro que a ajudou.

Muitas gestantes sofrem com a retenção de líquido, que causa o inchaço nas mãos e pés, como é o caso da Megan Davison.

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A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, nesta quarta-feira (16), a Operação Anticorrupção II, com o intuito de combate crimes na Câmara de Vereadores de Aliança, localizada na Mata Norte do Estado.

De acordo com nota encaminhada à imprensa, estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão na cidade, alguns deles, inclusive, nos gabinetes de vereadores que não tiveram os nomes divulgados.

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Os crimes investigados são organização criminosa, falsidade ideológica e peculato, quando um agente público utiliza o cargo para benefício próprio.

A investigação teve início em agosto de 2018, para apurar crimes contra a administração pública em Aliança. O trabalho foi coordenado pelo Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco), com a delegada Maria de Lourdes.

  Consagrado na música popular brasileira, Lulu Santos compartilhou uma foto reveladora, no Instagram, nessa segunda-feira (7). O músico aparece com uma aliança no dedo anelar da mão direita e escreveu ‘Solfie [sic] com aliança’.

Para completar as suspeitas dos fãs de que Lulu estaria casado ou prestes oficializar o matrimônio com o namorado, Clebson Teixeira, o jovem adicionou no seu perfil do Instagram o status de casado. A assessoria do artista ainda não emitiu nenhuma nota sobre a união.

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Lulu e Clebson, que é 39 anos mais novo que o cantor, anunciaram que estavam juntos em julho do ano passado e a notícia foi bem recebida pelos fãs. Lulu foi casado durante 28 anos com a jornalista Scarlet Moon, de quem se divorciou no ano de 2006. Em 2013, Scarlet morreu vítima de uma parada cardíaca.

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