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Os ponteiros derretem com o calor das 13h e o sol ainda castiga o Litoral de Olinda quando o detectorista Max de Melo Campos, de 31 anos, caminha em direção à Praia de Casa Caiada. Atraído pelas marés baixas, o ex-auxiliar de garçom deposita a esperança de dias melhores em um detector de metais, comprado com o sucesso do seu antigo dispositivo -feito artesanalmente em casa. Para cobrir as despesas e dividir o lar com a babá Osana, há dois anos, a jornada do caçador de tesouros é acompanhada de fé e incerteza.

Natural do bairro de Jardim Atlântico, inicialmente os vídeos sobre as técnicas e os equipamentos necessários para a detecção de metais distraiam a infeliz ociosidade de Max. Aos poucos, a admiração pelo êxito dos caçadores fez germinar um instinto inquieto dentro de si.

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Com muita persistência, correntes de prata, itens de cobre e moedas antigas começaram a premiar suas tardes na praia. Nesta altura, o "hobby" -que já era a "renda extra"- assumiu o papel da sua única fonte de recursos.

Aparelhado com um dispositivo chinês e uma picareta de jardinagem, Max sustenta o sonho de expandir seu rendimento para adquirir um modelo de R$ 5 mil e iniciar sua caça na água.  "Com esse [detector] eu ficava rico!", pressente. Para atingir tal progresso, fez da 'descoberta' de uma aliança de ouro -que lhe rendeu R$ 380- o símbolo da sua capacidade, e passou a considerá-la como um troféu. 

"Eu amo"- Em contato com compradores de metais por peso, nem sempre troféus são achados o lixo e o sargaço. Mesmo assim, Max segue focado em aposentar seu detector sensível à água. "Tem que ter aquela sorte né? mas eu já consegui muito dinheiro. Já até perdi as contas", assevera ao reforçar o sentimento de gratidão que conserva pelo aparelho, "eu amo esse hobby. Por mim, eu não deixo mais nunca de caçar".

Com vantagem no processo interno para eleger o presidente do PT em Pernambuco, o grupo liderado pelo senador Humberto Costa (PT) afirmou, nesta segunda-feira (16), que não necessariamente pretende firmar uma aliança com o PSB para a disputa pela prefeitura do Recife em 2020. 

“Não é nenhum absurdo o PT imaginar a possibilidade de ter um candidato para disputar no Recife. Por outro lado, se o PT também fizer uma aliança com o PSB não é uma coisa do outro mundo. É da naturalidade da política”, disse Humberto em coletiva de imprensa ao lado do candidato da ala ao comando da legenda, o deputado estadual Doriel Barros, na sede estadual do partido, no Recife.  

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A chapa adversária, que tem na liderança a deputada federal Marília Arraes e a estadual Teresa Leitão, argumenta que eles não buscam a independência do partido. As parlamentares foram contra a junção eleitoral firmada com o PSB em 2018 que chegou, inclusive, a preterir a candidatura de Marília a governadora do Estado. E já temem que o quadro se repita no próximo pleito, uma vez que Marília tem o nome cogitado entre os prefeituráveis. 

“Essa discussão [das eleições de 2018] é vencida, não existe mais isso”, disse o senador, observando que o intuito da chapa adversária ao levantar tal argumento era de “fazer uma polarização”, mas isso não deu certo porque, segundo ele, muitos que eram contra a aliança em 2018 viram que a escolha resultou em efeitos positivos.

Na ótica de Humberto, que defende um debate mais intenso entre os partidos de esquerda para as eleições de 2020, “ter uma estratégia comum não quer dizer que seja uma candidatura comum, necessariamente”. 

“Não temos nenhum umbigo amarrado com o PSB. Nem com PCdoB, nem PDT… É lógico que temos uma aliança nacional, estadual e municipal que é importante, não vamos chutar isso. Não interessa para gente por causa de uma cidade jogar isso fora”, destrinchou o parlamentar. 

Humberto observou ainda que com a consolidação da vitória do grupo dele, será discutido o assunto com base da tese de que um candidatura própria ou aliança com o PSB não pode ser “para destruir uma relação política” construída entre os partidos, “que é muito boa”. “Existe a possibilidade de candidatura própria, mas que não seja para estourar a aliança com a esquerda que construímos aqui”, ressaltou. 

“Ninguém aqui vai ganhar no grito, vamos discutir com os filiados de cada cidade. E não vamos levar o PT para alguma aventura. Vamos discutir, dialogar e ponderar”, corroborou o secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Dilson Peixoto. 

A discussão sobre o pleito de 2020 também deve ser baseada na orientação nacional, de acordo com Doriel Barros. “O PT é um partido que não é apenas local, que pensa apenas no Estado. É um partido que tem um projeto de sociedade. O PT diferente de outros partidos têm uma dinâmica de diálogo das suas instâncias, principalmente na nacional. A estratégia em Pernambuco estará ligada à nacional. Não dá para pensar Pernambuco de forma isolada. Se temos o projeto de voltar a presidir essa país, temos que está baseados com estratégias nacionais”, disse.  

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Eleição interna - O grupo é composto por três chapas, tem Doriel Barros como candidato a presidente do partido e, na primeira etapa do Processo de Eleições Diretas (PED) que aconteceu no último dia 8, conquistou a maioria dos votos (65,77%) consolidando a eleição de 204 dos 310 delegados que estarão aptos a votar no Congresso Estadual marcado para 19 e 20 de outubro - datas em que serão eleitos o presidente e o novo diretório.

“Temos uma avaliação extremamente positiva do PED, mais de 21 mil filiados participaram votando e mostrando o vigor do PT. Temos um campo que estava articulado antes do PED e conseguimos 65,77% dos votos válidos. Teve uma ressonância positiva”, ponderou Doriel. Hoje o PT está organizado em 130 municípios pernambucanos. 

As alfinetadas entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o presidente da França, Emmanuel Macron, diante da situação da Amazônia parecem não ter fim. Nesta segunda-feira (26), Bolsonaro disse que não poderia aceitar ataques descabidos e uma disfarçada aliança proposta por Macron, através da cúpula do chamado G-7, como se o Brasil fosse uma colônia. 

O chefe do Executivo brasileiro disse ter chegado às conclusões após uma conversa com o presidente da Colômbia, Iván Duque. Em publicação no Twitter, Bolsonaro explicou que há um debate para a construção de um plano em conjunto com os países que integram a Amazônia, para combater as queimadas e preservar o meio ambiente. 

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“Não podemos aceitar que um presidente, Macron, dispare ataques descabidos e gratuitos à Amazônia, nem que disfarce suas intenções atrás da ideia de uma ‘aliança’ dos países do G-7 para ‘salvar’ a Amazônia, como se fôssemos uma colônia ou uma terra de ninguém”, observou Bolsonaro.

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A fala do presidente deixa em aberto se o Brasil vai acatar o repasse de R$ 90 milhões para ajudar a conter as queimadas na floresta, anunciado pelo G-7, na manhã de hoje.

Pouco antes de Bolsonaro escrever no microblog, Macron deu declarações à imprensa chamando de “tristes” os ataques que o brasileiro fez à primeira-dama Brigitte Macron nas redes sociais e pontuando que esperava que o Brasil tivesse um presidente à altura do cargo. 

Outras ajudas

O presidente ainda usou o Twitter para afirmar que “outros chefes de estado se solidarizaram com o Brasil, afinal respeito à soberania de qualquer país é o mínimo que se pode esperar num mundo civilizado”.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi um dos que se comprometeu em ajudar o Brasil a combater as queimadas enviando um avião com equipamentos necessários para apagar o fogo.

Uma mulher foi morta pelo marido em Aliança, Mata Norte de Pernambuco, na noite da quarta-feira (31). Após o ocorrido, o homem, que é pedreiro, ligou para um parente para avisar do crime e se suicidou.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Aliança. Ainda não há informações sobre a motivação do crime, tratado como feminicídio.

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A mulher de 44 anos foi encontrada com marcas de esganadura. Além de avisar do feminicídio, o autor do crime, de 38 anos, também alertou no telefonema para a família que se mataria.

O corpo do pedreiro foi encontrado em um depósito de materiais em outro ponto da cidade.

No último final de semana, Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha deram uma pausa nos compromissos profissionais para curtirem juntos o Rio de Janeiro. Após ir ao teatro com o namorado e a uma festa de aniversário, Fátima deu o que falar ao surgir com uma aliança na mão direita.

A apresentadora já tinha sido vista com o anel na sexta-feira (3), durante a exibição do programa "Encontro". Em uma foto publicada ao lado de Túlio, Fátima não escondeu a jóia. "Olha a Fátima, futura primeira-dama de Recife", brincou um dos internautas no Instagram. Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha estão namorando há quase dois anos.

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Confira o clique:

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Veruska Boechat, esposa de Ricardo Boechat, deixou os internautas emocionados nessa quinta-feira (14). Usando as redes sociais do jornalista, Veruska compartilhou uma foto após receber a aliança de Boechat, morto em um acidente de helicóptero na última segunda-feira (11), em São Paulo.

"E no meio de tanta dor, recebi o melhor presente que eu poderia receber, já sem esperanças de conseguir. Meu coração é só amor. Te amo pra sempre, Boechat. Da sua doce Veruska", declarou, finalizando a mensagem com o apelido dado pelo esposo.

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A repórter Laura Ferreira, da Band, deixou um comentário de carinho na postagem de Veruska: "Tão lindo o amor de vocês".

Confira:

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Inchada por conta de sua gravidez, Megan Davison, esposa do goleiro da seleção da Inglaterra Jordan Pickford, teve que cortar seu anel de noivado de diamantes avaliado em R$ 2,4 milhões - tudo para não perder o dedo por conta da falta da circulação sanguínea, impossibilitada pelo uso da aliança na fase gestacional.

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A jovem tem 22 anos e está grávida do primeiro filho. Todo o sofrimento para a retirada do anel foi compartilhado na sua conta do Instagram. Ela usou de tudo, desde sabão até manteiga para não ter que cortar a aliança, mas não teve jeito e o casal precisou que recorrer a um joalheiro que a ajudou.

Muitas gestantes sofrem com a retenção de líquido, que causa o inchaço nas mãos e pés, como é o caso da Megan Davison.

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A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, nesta quarta-feira (16), a Operação Anticorrupção II, com o intuito de combate crimes na Câmara de Vereadores de Aliança, localizada na Mata Norte do Estado.

De acordo com nota encaminhada à imprensa, estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão na cidade, alguns deles, inclusive, nos gabinetes de vereadores que não tiveram os nomes divulgados.

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Os crimes investigados são organização criminosa, falsidade ideológica e peculato, quando um agente público utiliza o cargo para benefício próprio.

A investigação teve início em agosto de 2018, para apurar crimes contra a administração pública em Aliança. O trabalho foi coordenado pelo Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco), com a delegada Maria de Lourdes.

  Consagrado na música popular brasileira, Lulu Santos compartilhou uma foto reveladora, no Instagram, nessa segunda-feira (7). O músico aparece com uma aliança no dedo anelar da mão direita e escreveu ‘Solfie [sic] com aliança’.

Para completar as suspeitas dos fãs de que Lulu estaria casado ou prestes oficializar o matrimônio com o namorado, Clebson Teixeira, o jovem adicionou no seu perfil do Instagram o status de casado. A assessoria do artista ainda não emitiu nenhuma nota sobre a união.

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Lulu e Clebson, que é 39 anos mais novo que o cantor, anunciaram que estavam juntos em julho do ano passado e a notícia foi bem recebida pelos fãs. Lulu foi casado durante 28 anos com a jornalista Scarlet Moon, de quem se divorciou no ano de 2006. Em 2013, Scarlet morreu vítima de uma parada cardíaca.

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Os atores Sergio Guizé e Bianca Bin, eternizados pelos personagens Gael e Clara em "O Outro Lado do Paraíso", resolveram de uma vez selar o relacionamento. Juntos há pouco mais de um ano e morando na mesma casa já alguns meses, os dois se casaram em segredo.

Curtindo o cruzeiro do cantor Wesley Safadão na última semana, Bianca e Guizé foram vistos com alianças na mão esquerda, segundo informações do jornal Extra. Na conta oficial do Instagram, Bianca chegou a exibir o anel de Sergio através de um vídeo na função dos Stories.

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Essa é a segunda vez que Bianca Bin se casa. Ela viveu por cinco anos com o ator Pedro Brandão. Já Sergio Guizé foi namorado da também atriz Nathalia Dill. 

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Os fãs do casal Brumar, formado pelo jogador de futebol Neymar e pela atriz Bruna Marquezine, têm demonstrado receio de que os dois tenham terminado a relação mais uma vez. Os rumores, que começaram perto do último dia 7 de outubro, data da eleição no Brasil, aumentaram depois de algumas coisas que os fãs de Neymar e Bruna viram como sinais de que os dois não estariam mais juntos.

As primeiras especulações começaram quando Bruna curtiu uma postagem dizendo “Se seu namorado/marido vota em candidato machista, ele te vê como inferior sim!", levantando a suspeita de uma divergência política entre o casal, uma vez que muitos fãs acreditam que Neymar é simpático ao candidato à presidência Jair Messias Bolsonaro. Bruna, por outro lado, já demonstrou seu repúdio a Bolsonaro ao apoiar a campanha #EleNão.

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Ela também chegou a postar uma foto com a legenda “entendedores entenderão”, em que aparecia com o rosto inchado, fazendo muitos seguidores especularem que ela poderia estar chorando devido a um possível fim de relacionamento. Diante dos rumores, a atriz respondeu que as pessoas que estavam falando do fim de seu relacionamento “acreditam em tudo” e têm uma “imaginação fértil”.

A ironia, no entanto, não serviu para acalmar os ânimos dos fãs de Brumar quando os dois foram vistos sem as alianças de compromisso que costumam usar. Neymar foi visto sem o anel em Paris, onde vive e joga pelo Paris Saint Germain, enquanto Bruna foi com amigos passear em Fernando de Noronha, também sem aliança. 

Além disso, o colunista Leo Dias afirmou que Neymar e Bruna estão retirando as marcações um do outro em fotos, o que também está sendo interpretado como sinal de separação. O colunista afirmou ainda ter procurado a assessoria de Bruna para saber se o namoro havia de fato terminado, mas não obteve resposta.

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Um jovem de 18 anos foi baleado na manhã desta segunda-feira (8) durante um assalto em Samambaia, no Distrito Federal. Testemunhas afirmaram que o rapaz levou um tiro na cabeça após não conseguir tirar a aliança do dedo para entregar aos ladrões.

O assalto aconteceu em um supermercado, onde o jovem trabalhava como caixa. A dona do estabelecimento informou à Polícia Civil que três ladrões encapuzados entraram e anunciaram o assalto. Segundo ela, enquanto um dos homens recolhia o dinheiro, o outro roubava os celulares. 

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Os ladrões mandaram a vítima deitar no chão e, ao verem a aliança, mandaram ele tirar. Como não conseguiu, um dos homens atirou. A 26ª Delegacia de Polícia está investigando o crime, que está sendo tratado como tentativa de latrocínio. Até o momento, ninguém foi preso.

Em ato no Recife em defesa da candidatura presidencial de Fernando Haddad (PT), na tarde deste sábado (22), o governador e postulante à reeleição Paulo Câmara (PSB) foi vaiado toda vez que era citado durante os discursos por um grupo de militantes petistas. 

O primeiro a mencionar Paulo foi o senador Humberto Costa (PT), que busca a reeleição pela chapa da Frente Popular de Pernambuco. Logo depois, no discurso da deputada Luciana Santos (PCdoB), candidata a vice de Paulo, o protesto se repetiu e a militância favorável ao governador tentou abafar as vaias com aplausos. 

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O disfarce, entretanto, não deu certo quando o próprio governador pegou o microfone. No início do discurso dele, vaias e gritos de "golpista" foram disparados da plateia do comício que aconteceu na Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, área central da capital pernambucana.

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Para tentar amenizar o impacto, Fernando Haddad durante seu discurso disse que para governar bem ele precisava de um time de parlamentares e governadores eleitos ao seu lado. "Não se faz nada sozinho. Às vezes temos a mania de achar que eleger o presidente e está resolvido. Temos muita coisa para arrumar. Queria pedir que estivéssemos unidos", salientou, citando também a presença de Renata Campos, ex-primeira-dama do Estado, e do filho de Eduardo Campos, João Campos (PSB), que é candidato a deputado federal. Os dois também foram vaiados.

Logo depois do ato, ao ser questionado pelo LeiaJá sobre os protestos contrários, Paulo Câmara minimizou. "Era gente da turma de Temer infiltrado aqui", disparou. 

A reação de grupos petistas contra o governador tem ligação com o fato do PT ter preterido a candidatura da vereadora do Recife, Marília Arraes, a governadora para voltar a integrar a Frente Popular de Pernambuco e buscar manter a cadeira de Humberto no Senado. 

A Executiva da Rede Sustentabilidade ampliou o prazo para que o candidato do partido a governador de Pernambuco, Julio Lossio, dê explicações sobre uma aliança firmada por ele com o coronel Luiz Meira (PRP), considerado um dos principais cabos eleitorais do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) no Estado. O postulante tem até as 19h, quando está marcada a reunião da direção da Rede para deliberar sobre o assunto. 

A união de Lossio com Meira foi desautorizada publicamente pela Executiva estadual da Rede, uma vez que Bolsonaro é um dos principais adversários de Marina Silva, candidata do partido ao Palácio do Planalto. O candidato a governador persistiu na aceitação do apoio ao, na última quarta-feira (19), participar de um ato ao lado do coronel Meira e, por isso, Lossio responde a um processo por indício de infidelidade partidária.

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O estatuto da Rede define este ato como sendo infidelidade partidária e pode resultar em expulsão da legenda e no cancelamento do registro de candidatura na Justiça Eleitoral. Inicialmente, o prazo para a apresentação da defesa terminaria nessa quinta (20). 

Em defesa do candidato, que aparece em terceiro lugar na disputa pelo Governo de Pernambuco, uma carta com a assinatura de 44 filiados foi enviada ao partido. No documento, os filiados reforçam que o apoio de Meira a Lossio se deveu ao compromisso do ex-prefeito de Petrolina em incorporar as propostas do coronel para a segurança pública em seu plano de governo.

"Temos, pela primeira vez em nosso Estado, a possibilidade de fazermos uma campanha eleitoral animadora e contagiante, baseada em propostas inovadoras, com bastante responsabilidade e senso crítico, sendo capaz de unir as melhores pessoas", afirmam os filiados, no documento.

A Executiva Estadual da Rede Sustentabilidade emitiu uma nota, nesta quinta-feira (13), pontuando que é contra qualquer tipo de aliança com apoiadores da candidatura de Jair Bolsonaro (PSL). Nessa quarta (12), o candidato do partido a governador de Pernambuco, Julio Lossio, anunciou ter recebido o apoio do coronel Meira, um dos principais cabos eleitorais de Bolsonaro no Estado. A Rede Sustentabilidade concorrer ao Palácio do Planalto com a candidatura de Marina Silva.

“A Comissão Executiva Estadual da Rede Sustentabilidade vem a público desautorizar qualquer aliança de seus candidatos majoritários com apoiadores da candidatura de Bolsonaro, em Pernambuco, utilizando a legenda da Rede. A direção estadual do partido não foi consultada sobre o apoio que seu candidato a governador, Julio Lossio, recebeu do coronel Meira, um dos principais representantes de Bolsonaro no estado”, diz trecho da nota.

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Ainda no texto, a direção da Rede em Pernambuco “reafirma seu compromisso com a cultura de paz e em oposição a projetos políticos que estimulam o ódio, a violência, a misoginia, a homofobia, o racismo, a xenofobia e a repressão aos movimentos sociais”.

Apoio de Meira a Lossio

Nessa quarta, o ex-diretor Geral de Operações da PM, coronel Luiz Meira, e o empresário e músico, proprietário da Banda Brucelose, Gilson Machado Neto, anunciaram apoio à candidatura de Julio Lossio.

Na ocasião, Meira chegou a afirmar que Lossio é a melhor opção para o estado. "Um prazer enorme, a partir de hoje, estar nessa caminhada para libertar Pernambuco. Nós vamos para o debate, vamos em frente com os homens de bem de Pernambuco, independente de partido; porque nós queremos o melhor para Pernambuco e o melhor é Julio Lossio", disse.

Meira estava sendo cogitado como candidato a governador, para garantir um palanque estadual para Jair Bolsonaro.

O argumento de que sempre esteve ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faz parte do discurso do candidato a governador Armando Monteiro (PTB) que, inclusive, já declarou ser eleitor do líder-mor petista mesmo com o indeferimento da candidatura pela Justiça Eleitoral.

Contudo, apesar da lealdade apontada pelo petebista, a escolha de Lula em Pernambuco foi por uma aliança com o PSB, que busca a reeleição do governador paulo Câmara, adversário de Armando. Ao ser questionado se a postura eleitoral de Lula seria uma espécie de traição, o candidato amenizou.

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“Quem sou eu para julgar o presidente. Posso, quando muito, explicar minhas posições, mas ele não me cabe julgar neste episódio. O partido fez sua opção, minha relação com Lula não é episódica, em função dos interesses eventuais do PT”, disse, em conversa com a imprensa nessa segunda-feira (3), ao alfinetar Paulo Câmara. Armando diz que o governador fez uma aliança de interesses com o ex-presidente, por ser um líder popular no Nordeste.

O candidato ainda lembrou ter solidariedade com Lula pelo fato dele ter sido preso, para cumprir a pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O ex-presidente está cumprindo pela desde abril e Armando esteve em Curitiba para visitá-lo.

“Senti-me impelido a ir lá nesse momento difícil e fui porque se meu pai estivesse vivo e pudesse teria ido também. Não fazemos por jogada, esperteza ou aconselhamento de marqueteiro. Lula é um grande símbolo deste país, Nordeste tão sofrido que ele sempre teve a capacidade de reconhecer. Pernambuco mudou sua matriz econômica graças ao apoio que ele deu a todos os projetos estruturantes”, argumentou Armando. 

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, defendeu novamente a aliança com partidos do Centrão nesta terça-feira, afirmando que eles são necessários para aprovar as reformas de que o Brasil precisa. Em entrevista à rádio CBN, o tucano disse ainda que pode cortar até dez dos 28 ministérios da Esplanada e se defendeu em relação às críticas de que o Estado de São Paulo, que governou nos últimos anos, perdeu a liderança do exame do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) nos três ciclos.

"A aliança (com o Centrão) é necessária. O Brasil não vai mudar no grito ou na bala, mas com reformas constitucionais, que precisam de três quintos do Congresso", disse Alckmin, fazendo referência à peça publicitária de sua coligação que mira o candidato Jair Bolsonaro (PSL), o principal adversário do PSDB no primeiro turno. O presidenciável reiterou ainda seu compromisso em aprovar as reformas política, tributária, previdenciária e do Estado e também em zerar o déficit primário do governo federal em até dois anos.

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Questionado sobre se o tamanho da aliança pode influenciar no número de ministérios e se pretende reduzir as pastas do governo federal, Alckmin disse ser possível cortar até dez delas, mas ressaltou que a economia, neste caso, é "simbólica", e que as maiores virão de outras áreas, como custeio, além da revisão de subsídios e privatização de estatais.

Educação

Questionado sobre como São Paulo perdeu a liderança do Saeb nos três ciclos do ensino fundamental e médio, como mostraram os dados divulgados pelo Ministério da Educação nos últimos dias, Alckmin respondeu que, no caso do ensino fundamental, o Estado até melhorou sua nota, mas "o que aconteceu é que outros Estados cresceram mais". Já sobre o ensino médio, o ex-governador disse que houve um problema no cálculo das notas, que excluiu os alunos do ensino técnico de todos os Estados, o que prejudicou a nota final de São Paulo.

Corrupção

Perguntado sobre como vai tratar as denúncias de corrupção em relação a possíveis futuros ministros, Alckmin disse que quem tiver denúncia "não vai nem entrar no governo". O ex-governador, no entanto, defendeu novamente seu ex-secretário dos Transportes, Laurence Casagrande Filho, que está preso preventivamente e é indiciado, junto com outras onze pessoas, por desvios de mais de R$ 600 milhões na obra do Rodoanel Norte.

"O Laurence Casagrande, pessoa na minha avaliação, está sendo injustiçado. Pode anotar isso aí, eu tenho absoluta confiança nele", disse.

O ex-governador, por outro lado, afirmou que não vai subir no palanque do senador Aécio Neves, que tenta se eleger deputado federal em Minas Gerais. "Não vou fazer campanha com Aécio, mas acho que (Antonio) Anastasia tem chance de ganhar no primeiro turno em Minas", desconversou.

Nesta quarta-feira (29), durante uma entrevista, o presidente Michel Temer (MDB) disse que o governador Paulo Câmara (PSB) sempre o apoiou desde o afastamento da ex-presidente Dilma e ainda falou que compreende “certas fraquezas humanas”, já que o socialista vem afirmando que algumas promessas de campanha não foram cumpridas por conta da ausência de repasse de verbas ao estado. Paulo Câmara fez questão de responder a declaração do presidente afirmando que “nunca” esteve ao lado do emedebista. 

"O presidente Temer não tem o nosso apoio e nunca teve em nenhum dos momentos do seu Governo. Pelo contrário: éramos a favor de novas eleições (após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff). Não aceitamos cargos no governo dele. O PSB não aceitou e a Executiva do partido não aceitou", garantiu o governador também durante entrevista. 

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Paulo falou que tanto ele como o PSB foram contrários às reformas Trabalhista e da Previdência, bem como contra a PEC do Teto dos Gastos Públicos. “São posições muito claras nossas. E nós fomos discriminados. A devolução da autonomia de Suape foi remarcada e ele não fez porque fomos contra a Reforma Trabalhista". 

O governador também falou sobre a ausência de repasses de recursos federais à primeira etapa da obra da Adutora do Agreste. “Em 2018 a intervenção não recebeu um único real vindo da União. Nós estamos fazendo graças ao esforço da Compesa, que está executando. A segunda etapa ainda não tem nem prazo para começar. Só vamos abranger nove municípios do Agreste e os demais estão sem prazo para iniciar essas obras. Tivemos que fazer obras com os recursos do Governo do Estado para suprir a questão da água. Fizemos a Adutora do Pirangi, a Adutora do Alto Capibaribe", falou. 

O socialista ainda ressaltou que não teve apoio na reconstrução de casas que foram atingidas na Zona Mata Sul, no ano passado. “Estamos fazendo parcerias com os municípios. Não tivemos apoio na reconstrução das casas. Não tivemos apoio com Cartão Reforma para as casas atingidas", lamentou.

 Desde que foi anunciada a aliança do PSB e PT no estado, Paulo Câmara vem tentando associar a sua imagem com a do ex-presidente Lula. Na noite dessa terça (28), durante inauguração do Comitê da Frente Popular no município do Paulista, ele falou aos presentes que sua parceria é com Lula e com o povo”. 

“Esse lado daqui é o lado de pessoas comprometidas com o nosso Estado e com o País. É o lado dos pernambucanos que pensam e trabalho pelo melhor para o nosso Estado. O outro lado é o da turma que aumentou o preço do gás de cozinha, do combustível, que retirou direitos dos trabalhadores e que querem vender patrimônios do País, como a Chesf e o Rio São Francisco”, afirmou Câmara na ocasião. 

Em recente entrevista, o presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, admitiu ser favorável a uma espécie de aliança entre o seu partido e o adversário político histórico PT, num eventual cenário de segundo turno entre o candidato de uma das duas legendas e o do PSL, Jair Bolsonaro, na disputa pela Presidência da República.

A declaração irritou Bolsonaro, que atacou fazendo referências aos processos judiciais que envolvem políticos de ambas as agremiações e, ao menos na Bahia, representantes tanto dos petistas quanto do tucanato rechaçaram tal possibilidade.

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O presidente regional do PT no Estado, Everaldo Anunciação, disse não ver viabilidade na sugestão porque o PSDB teria que mudar muito caso objetivasse uma aproximação do PT, ainda que por curto tempo. "Temos ideologias completamente diferentes, não tem condição. É água e vinho. Se eles aderissem às nossas politicas sociais e econômicas, até poderíamos pensar. Mas, isso não vai acontecer, eles representam o atraso e tem uma política que se compara a de Temer

Já o presidente estadual do PSDB baiano, deputado federal João Gualberto, que há cerca de 10 dias retirou a sua candidatura, embora fosse tida como certa a sua reeleição à Câmara dos Deputados, não economizou nas críticas e ironias aos adversários, afirmando não haver hipótese num acordo dessa natureza.

"Conheço bem os meus colegas de Câmara e Senado, por todo o Brasil, e acho muito pouco provável que alguém concordasse com uma aliança dessa", disse, João Gualberto, que sempre fez oposição ferrenha ao governo da ex-presidente Dilma Rousseff e a atual administração Michel Temer. Ele, no entanto, ressalta que o ex-presidente Fernando Henrique é merecedor de todo o respeito e admiração, porém, acredita que ao fazer tal sugestão, não deva ter falado em nome do partido, mas emitido opinião pessoal.

"Fernando Henrique já chegou a um patamar que pode dizer o que quer e o que pensa, aliás, na minha opinião, todos temos que agir assim, nos posicionando, dizendo o que realmente pensamos", completa. No entendimento de Gualberto uma eventual união, ainda que temporária, entre os partidos, seria "no mínimo esdrúxula". Quanto à necessidade de por fim à eterna polarização entre petistas e tucanos, que transcorre sempre em clima de beligerância, também defendida por FHC, o líder peessedebista também questionou.

"Sempre houve e sempre haverá essa polarização, aliás, isso acontece em todo o mundo, é sempre uma tendência entre duas legendas fortes. Mas, aliança, nem pensar, temos visão de mundo completamente diferente, Como é que a gente vai compor com quem criou o mensalão e o petrolão? É uma convivência impossível. O PT institucionalizou a corrupção no Brasil. Seria a total desmoralização, um aval a tudo o de ruim que eles fizeram ao País" diz, apostando que o PT não irá ao segundo turno.

"Não vou ser tão radical quanto Ciro Gomes (candidato do PDT à presidência) que disse preferir morrer a ver o PT e Bolsonaro disputando a segunda etapa da campanha, mas, para mim, seria o pior dos mundos. Vou continuar trabalhando pelo nosso candidato Geraldo Alckmin", conclui.

O deputado federal Daniel Coelho (PSDB) ainda não engoliu a aliança feita entre o PT e o PSB no estado. Ao publicar uma foto no Facebook, nesta sexta-feira (17), no qual aparece o deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) no palanque com o senador Humberto Costa (PT), o tucano falou sobre “vergonha na cara”. “Voto se perde e se ganha. O respeito e a vergonha na cara ou se tem ou não”, disparou.

Coelho falou que política não é vale tudo. “Política não é o poder pelo poder. Política é coerência, posição e princípios. Uma junção que desmoraliza tudo que os personagens da foto falaram a vida toda. Não tenho nada contra ninguém, não tenho raiva, nem ódio, mas tenho respeito à minha própria história. Pergunto a cada um: tem coerência nessa junção? “, indagou. 

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O parlamentar garantiu que um resultado de uma pesquisa não o faria aparecer em uma foto com Lula em referência ao líder petista estar em primeiro lugar nos levantamentos que já foram realizados. “Líderes políticos que já tiveram posições firmes, agora parecem biruta ao vento, mudando de lado sem nem saber para onde vão. Quem me conhece sabe que fiz oposição ao PT e a Temer. Que nunca me calei para erros, sejam eles de qualquer um”. 

 

“Continuarei a defender o que acredito, a apoiar a Lava Jato, as investigações e a punição de todos que tenham errado, independente de partido. Desculpem, mas só faço o que acredito”, cravou. 

 

 

 

 

 

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