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O Procon Recife divulgou, nesta quinta-feira (24), uma pesquisa de preços para ajudar o consumidor que vai às compras na Black Friday, a liquidação anual de produtos que é realizada na última sexta-feira do mês de novembro e, neste ano, será no dia 25. 

O órgão pesquisou 41 itens de 11 estabelecimentos, sendo oito lojas físicas e três virtuais. Os itens estão divididos entre produtos eletrônicos (fogão, máquina de lavar roupas, microondas, liquidificador, fritadeira elétrica, ar-condicionado) e aparelhos eletrônicos (fone de ouvido, notebook, televisão, celular, tablet, impressora, produtos de segurança para casa inteligente).

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A pesquisa aponta que é possível encontrar um determinado tipo de liquidificador por R$ 129,99 e até R$ 280,90, uma variação de 116,09%. Uma lâmpada dicroica inteligente consta na pesquisa com valores que vão de R$58.08 a R$120,51, um acréscimo de 107%. O consumidor vai encontrar um modelo de celular sendo vendido por R$ 1.211,19 e R$ 2.499,00, uma variação de 106,33%.Um fone de ouvido apresentou variação de preço de 72,07%, sendo comercializado por R$205,00 e R$ 352,75.

De acordo com o secretário-executivo do Procon Recife, Pablo Bismack, a pesquisa tem como objetivo apoiar a população nas escolhas mais conscientes, informando onde encontrar o  produto com o menor e maior valor e com dicas importantes para evitar cair nas armadilhas das falsas promoções. "É importante pesquisar o preço, as condições e as especificações do produto e caso o consumidor encontre alguma irregularidade, deve denunciar junto ao Procon Recife", ressaltou.

 

Veja as dicas do Procon

- Evite clicar em links e ofertas recebidas por e-mail ou redes sociais de preferência digite o endereço do site; 

- Use o computador com programa de antivírus,  rede de conexões seguras e acesse sites confiáveis em ambientes protegidos;

- Fique vigilante em  relação ao sistema de segurança oferecido pela loja virtual;

- Evite compras que só aceitam pagamentos em boleto bancário. É preciso desconfiar de quem apenas vende por essa modalidade nas compras a distância;

- O consumidor que adquire produtos em  loja on-line, por telefone ou catálogo tem o chamado direito de arrependimento, podendo devolver o produto no prazo de até 7 dias após o recebimento;

Uma nova pesquisa de preços do Procon Pernambuco, realizada nos municípios de Olinda, Recife e Camaragibe, mostra que a precificação dos medicamentos genéricos em farmácias nas três cidades chega a 732,92%. O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (22), é referente a uma pesquisa feita entre os dias 12 e 20 de abril, acerca de 26 tipos de medicamentos. Ao todo, 15 farmácias de 14 redes diferentes foram visitadas.

A categoria dos anti-histamínicos (inibidores da histamina), remédios que bloqueiam a substância que atua em processos alérgicos, apresentou a maior variação. De acordo com o Procon, a caixa com 12 comprimidos está custando de R$ 2,40 a R$ 19,99 em farmácias diferentes. Em seguida, surge o analgésico à base de ácido acetilsalicílico, com variação de 618% na cartela com 10 comprimidos. Os valores encontrados foram de R$ 0,50 a R$ 3,59. 

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Para os antiinflamatórios, a diferença é de 532,06%; enquanto a variação para medicamentos cujo objetivo é reduzir os níveis de colesterol, 348,12%. O menor preço encontrado foi R$ 19,99, e o maior, R$ 89,58, na caixa com 30 comprimidos. A pesquisa também identificou o medicamento com menor variação de preço, que é o utilizado para reposição hormonal, com 81,93%. 

Segundo a gerente geral do Procon-PE, Ana Carolina Guerra, “esse tipo de pesquisa é importante para auxiliar o consumidor, uma vez que o aumento nos medicamentos gera um impacto nas despesas mensais do cidadão e, principalmente, para o público que faz uso contínuo de algumas dessas medicações". 

Alguns medicamentos de uso contínuo são disponibilizados gratuitamente pelo Programa do Governo Federal, “Farmácia Popular”, em redes de farmácias credenciadas pelo Ministério da Saúde. A pesquisa de preços dos medicamentos genéricos está disponível no site do Procon/PE, www.procon.pe.gov.br.

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- - > ‘App ajuda consumidor a saber preço máximo de medicamentos’ 

 

Os sintomas da Covid-19 podem variar significativamente, dependendo da variante do vírus Sars-CoV2 responsável pela infecção, alerta estudo de King's College, de Londres, divulgado este mês. Segundo o trabalho, atualmente, dor de cabeça, dor de garganta e coriza são os sintomas mais associados à variante Delta (originalmente detectada na Índia), que já é prevalente no Reino Unido. Esses sintomas não eram comuns na primeira onda da doença, quando a predominância era da variante Alpha (do próprio Reino Unido).

No Brasil, embora não haja levantamento semelhante, médicos da linha de frente do atendimento também relatam mudança dos principais sintomas da doença apresentados no início da pandemia, quando a predominância era das variantes B.1.1.33 e B.1.1.28, e agora, em que prevalece a Gama (P1), a variante de Manaus. De acordo com os relatos brasileiros, os sintomas associados à Gama são semelhantes àqueles da variante indiana: dor de cabeça, dor de garganta e coriza. Ou seja, algo bem parecido com um resfriado mais forte.

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"A covid está diferente agora, mais parecida com um resfriado forte", resumiu o professor de Epidemiologia Genética da King’s College, Tim Spector, principal autor do trabalho britânico. "As pessoas acham que estão com um mero resfriado sazonal e continuam saindo, indo a festas. É importante que as pessoas tenham em mente que os principais sintomas relacionados à covid mudaram desde maio. Agora, o principal sintoma é dor de cabeça, seguido de dor de garganta, coriza e febre."

Até então, quando a predominância era da variante Alpha, os principais sintomas de covid, segundo autoridades sanitárias britânicas eram, nessa ordem: febre, tosse e perda do olfato ou paladar. A recomendação era para que quem apresentasse pelo menos um desses sintomas deveria fazer um teste para covid. Agora, no entanto, a variante indiana responde por 90% dos casos entre os britânicos.

O mapeamento de sintomas no Reino Unido está sendo feito desde março do ano passado por meio de um aplicativo, chamado zoe, no qual os pacientes relatam os sintomas. Já são mais de 4 milhões de relatos. Os dados analisados pelo app mostram que a tosse era o sintoma mais comum no início da pandemia, com 46% dos pacientes relatando o sintoma. Agora, foi superado por dor de cabeça (66%), dor de garganta (53%), coriza (49%) e febre (42%).

A variante indiana, já se sabe, é pelo menos 40% mais transmissível que a alfa e apresenta o dobro do risco de hospitalização. Além disso, as vacinas disponíveis são um pouco menos eficazes, particularmente após somente uma dose.

Embora praticamente todos os idosos estejam vacinados no Reino Unido, parte dos jovens adultos ainda está parcialmente vacinada ou não imunizada. No total, 2/3 das pessoas não estão ainda totalmente protegidas.

Situação no País

Um estudo feito no Brasil no ano passado listou os sintomas mais comuns entre os brasileiros. O levantamento feito pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) envolveu 31.869 pessoas em todos os Estados. Entre os mais citados aparecem dor de cabeça, alterações de olfato e paladar, febre, tosse e dor no corpo. No entanto, o estudo não foi refeito este ano, de forma a considerar a prevalência da Gama, de Manaus.

"O número de linhagens em circulação no País é muito grande. No último levantamento, eram mais de 3 mil linhagens", explicou a virologista Paola Cristina Resende, pesquisadora da Rede Genômica Fiocruz, que mapeia a dispersão das variantes no País. "Mas o nosso foco são as chamadas variantes de preocupação, ou seja, aquelas com capacidade de transmissão maior, caso da P1, da B.1.7 (do Reino Unido), da B.1.1.351 (da África do Sul) e da B.1.617.2 (da Índia). A gente acredita que, na competição com outras variantes, a P1 se sai melhor e por isso ela continua predominante no Brasil." O mais importante, segundo os especialistas, é que as pessoas não se exponham e façam o teste para a covid-19 ao perceberem sintomas. Enquanto a vacinação não avançar mais, o uso da máscara e o distanciamento social são as únicas formas de proteção.

1ª e 2ª onda

Segundo o virologista Fernando Spilki, da Universidade Feevale, no Rio Grande do Sul, em termos de sintomas, o grande diferencial entre a primeira e a segunda onda da pandemia no País foi justamente o surgimento da coriza. "No ano passado, quando o paciente apresentava coriza, já podia, praticamente, descartar covid", conta Spilki. "O problema é que o indivíduo que está com uma coriza, um resfriado, tende a se expor mais, ele não vai se resguardar adequadamente."

A pneumologista Margareth Dalcolmo, da Fiocruz também notou a diferença. "Tenho visto muita gente com problemas na via aérea alta, como dor de garganta e coriza, como se fosse alguma outra virose."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Recife está entre as 15 capitais brasileiras onde o custo médio da cesta básica de alimentos aumentou. A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (DIEESE) confirmou que o aumento foi de 2,21%.

Em 12 meses, ou seja, comparando o custo em abril de 2020 e abril de 2021, o preço do conjunto de alimentos básicos subiu em todas as capitais que fazem parte do levantamento.

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As maiores taxas foram observadas em Brasília (24,65%), Florianópolis (21,14%), Porto Alegre (18,80%) e em Campo Grande (18,27%). Quando se compara o custo da cesta com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social (7,5%), verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em abril, na média, 54,36% do salário mínimo líquido para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. Em março, o percentual foi de 53,71%.

De acordo com o Procon-PE, o valor total da cesta básica sofreu uma redução de 1,45%, e passou de R$ 450,60 em julho, para R$ 444,06 em agosto. Dos 27 itens pesquisados, 12 sofreram queda. A entidade calcula que o preço da cesta tenha impacto de 42,49% no salário mínimo.

O produto com maior queda foi o alho, que antes era comercializado por R$ 27,79 e passou a custar R$ 17,90, o que representa a redução de 55,25% no quilo. Já a batata passou de R$ 2,99 para R$ 1,99 o quilo, uma diferença de 50,25%.

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No setor de limpeza, o litro da água sanitária sofreu a queda de 23,85%, e passou de R$ 1,35, para R$ 1,09. O Procon levantou os preços em 20 estabelecimentos Recife, Olinda, Paulista, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca e constatou uma diferença de até 321,61% nos valores repassados ao cliente.

Em determinado supermercado o quilo da batata custava R$ 1,99, em outro estabelecimento atingiu R$ 8,39. o sabão em pó de 500g apresentou uma diferença de 266,67%, com o produto sendo encontrado por R$ 1,05 e R$ 3,85. Já o pacote de papel higiênico, com quatro unidades, variou entre R$ 1,89 e R$ 6,94, uma diferença de 267,20%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 4 de agosto e tomou como base uma família composta por dois adultos e duas crianças.  O comparativo pode ser encontrado no site do Procon.

O Procon Jaboatão realizou, entre os dias 25 e 29 de outubro, pesquisa de preços dos itens que compõem a cesta básica vendida nos principais estabelecimentos comerciais da cidade. De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira (30), a média entre os valores encontrados é de cerca de R$187, o que demonstra uma retração de 4,38% em comparação ao mês de setembro.

A orientação do órgão, nesse caso, é para que o consumidor fique atento às promoções, garantindo, assim, sempre o melhor preço.

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O destaque para a maior variação de preço, de acordo com a pesquisa, ficou com o tomate. O valor do quilo do produto apresentou diferença de cerca de 505%, podendo ser encontrado de R$ 0,99 até R$ 5,99. Entretanto, a diminuição no valor da cesta, segundo a pesquisa, se deu pela queda nos preços do alho (32%), da laranja (19%), do pão francês (18%) e da farinha branca (16%).

*Da assessoria

Uma fiscalização realizada pelo PROCON Recife constatou que, devido a proximidade da comemoração do Dia das Mães, um buquê de flores com 12 rosas está custando de R$ 60 a R$ 150, o que representa uma variação de 60%. O buquê de 36 rosas é o mais caro, custando de R$ 100 a R$ 370 - uma variação de quase 73%.

A pesquisa foi realizada nos dias 2 e 3 de maio em floriculturas da capital pernambucana. O PROCON ressalta que os preços constatados e as variações obtidas referem-se somente aos dias de realização da pesquisa, portanto os valores dos produtos estão sujeitos a mudanças por conta de descontos, ofertas, promoções ou mesmo da disponibilidade de estoque.

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“Devido ao grande número de espécies de flores usamos o critério das mais vendidas nesta data, segundo alguns floristas. Desta forma selecionamos cinco espécies com diferentes quantidades. A pesquisa serve como um referencial a respeito dos preços praticados e de quanto é possível economizar no momento da compra levando em consideração o menor e o maior preço encontrados para os consumidores”, explicou Ana Paula Jardim, Presidente do Procon Recife.

O dólar engatou a sexta alta consecutiva e fechou no maior nível desde 28 de dezembro (R$ 3,8755). O câmbio foi influenciado principalmente pelo mercado externo, que teve um dia de aversão ao risco em meio a preocupações com a desaceleração da economia mundial e com os rumos das negociações comerciais entre a China e os Estados Unidos após notícias de que a Casa Branca recusou a visita de oficiais de Pequim, um sinal da dificuldade das duas maiores economias do mundo para chegar a um acordo. O dólar à vista fechou em alta de 1,19%, a R$ 3,8054. O dólar para fevereiro fechou em alta de 1,70%, a R$ 3,8195, na máxima do dia.

O discurso de Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial foi monitorado de perto pelo mercado, mas teve influência limitada nos preços dos ativos, pois as mesas de câmbio esperam que eventuais novidades sobre a agenda de reformas venha de declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes. Em conversa com investidores, ele assegurou que o governo vai conseguir aprovar a reforma da Previdência.

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Perto do fechamento, uma entrevista do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, à agência de notícias Reuters chegou a influenciar as cotações. O dirigente afirmou que o BC sempre olhará "no momento adequado" se os juros estão "suficientemente estimulativos". Parte do mercado interpretou as declarações de Ilan como uma mudança na sinalização do BC, com possibilidade até de corte de juros, o que deixaria o Brasil menos atrativo para estrangeiros, por conta do menor diferencial de juros. No entanto, o BC divulgou nota esclarecendo que a mensagem de política monetária não se alterou desde a última reunião do Copom.

Para o sócio de uma gestora independente, a entrevista de Ilan e o ambiente mais avesso ao risco do investidor internacional, que piorou na parte da tarde, pressionaram ainda mais o câmbio. Com isso, o dólar fechou perto das máximas do dia, voltando ao nível de R$ 3,80.

Sobre o discurso de Bolsonaro, o economista-chefe da Capital Economics para mercados emergentes, William Jackson, avalia que, apesar de ter sido curto, o presidente conseguiu tocar em uma gama de pontos para melhorar o ambiente de negócios no Brasil, além de sinalizar que a abertura comercial do País será uma de suas prioridades. O lado negativo ficou com a falta de menção mais explícita à agenda de ajuste fiscal, o ponto mais monitorado pelos investidores no Brasil.

Com o objetivo de fazer com que os pais e responsáveis economizem na lista de materiais escolares, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Pernambuco divulgou, nesta segunda-feira (14), uma pequisa comparando os alguns itens escolares em lojas diferentes localizadas no Recife. A diferença de preço chegou a 900%, segundo o levantamento.

A diferença mais considerável, segundo a pesquisa, foi em relação ao apontador de lápis plástico. O objeto teve variação entre R$ 0,20 e R$ 2, correspondendo a 900% de aumento. Os materiais pesquisados são itens similares, mas não necessariamente da mesma marca. Outra variação expressiva foi notada na pasta plástica com elástico, de 40 mm, das marcas Cristal e Lombo, com preços entre R$ 3,50 a R$ 18,70, indicando diferença de 434,28%.

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Já o caderno Tilibra do modelo Capricho, de 96 folhas, chegou a ter variação de 279,86%, com preços variantes entre R$ 7,50 e R$ 28,49. A caneta esferográfica Bic Cristal tipo tradicional média foi encontrada com diferença de R$ 0,40 a R$ 1,40, importando uma variação de 250%. Já a cola branca lavável de 100g Acrilex teve menor preço a R$ 1,30 em um estabelecimento e a R$ 4,50 em outro, apresentando uma diferença de 246,15%.

Ao total, foram pesquisados 102 itens diferentes. A relação dos materiais mais caros e mais baratos pode ser conferida no documento disponibilizado pela Prefeitura do Recife

De acordo com o Procon-PE, é importante a realização de pesquisas de preço. "Segundo o órgão, para os pais que desejarem realizar economias ainda maiores, é importante não se ater a uma marca específica dos produtos pois os itens similares costumam ter grande diferenciação de preços. Além disso, a instituição não pode exigir marca nem em quais estabelecimentos o material deve ser adquirido, os pais são livres para adquirirem o material onde desejar assim como as marcas de sua preferência", informou o Procon, por meio de nota. 

Regras para as escolas

Segundo a Lei Federal 12.886/2013, as escolas não podem incluir na lista de materiais escolares objetos de uso coletivo, como papel ofício, fita adesiva, pincéis/lápis para quadro branco e cartucho de tinta para impressora. Além disso, também é proibida a cobrança de taxa ou pagamento adicional para cobertura desses gastos, já que os valores devem estar inseridos na mensalidade. 

A lista deve ser disponibilizada com antecedência para que os pais e responsáveis possam ter a oportunidade de realizar pesquisas de preço. Outro detalhe é que todo material não utilizado pelo aluno deve ser devolvido ao final do ano letivo.

O dólar fechou hoje (12) em queda de 0,21%, cotado a R$ 4,1455 na venda, invertendo uma tendência de alta no fechamento de ontem, quando a moeda norte-americana terminou o dia acima de R$ 4,15. O Banco Central manteve a política tradicional de swaps cambial, sem efetuar leilões extraordinários de venda futura da moeda.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou o pregão em alta de 0,63%, com 75.124 pontos, também invertendo a baixa no fechamento de ontem. As ações de empresas de grande porte puxaram a alta, com Petrobras valorizadas em 2,43%, Vale 1,64% e Eletrobras com alta de 4,73%.

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O contrato futuro de ouro fechou em alta nesta quarta-feira, 12, com a retração do dólar em relação a outras moedas principais, à medida que os investidores reagiram à deflação no atacado medida pelo índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para entrega em dezembro encerrou o dia com avanço de 0,72%, para US$ 1.210,90 por onça-troy, no maior nível desde 29 de agosto, de acordo com dados da FactSet.

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Na manhã desta quarta-feira, o Departamento do Trabalho dos EUA informou que o PPI do país caiu 0,1% na passagem de julho para agosto, contrariando as projeções de aumento de 0,2% esperado pelos analistas consultados pelo Wall Street Journal.

A queda nos preços no atacado foi a primeira desde fevereiro de 2017, mas a economia americana em expansão produziu inflação suficiente para levar o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) a adotar uma postura mais agressiva em seu ritmo de aperto monetário.

Para o analista-chefe de mercados da Think Markets, Naeem Aslam, o Fed deve voltar a elevar os juros em setembro, empurrando os investidores para o dólar. "Os agentes também estão cientes de que outro aumento das taxas está previsto para dezembro. A força desse aumento nos juros depende dos dados econômicos", afirmou. Fonte: Dow Jones Newswires.

A cotação da moeda norte-americana fechou hoje (10) em queda pelo terceiro pregão consecutivo, no patamar abaixo de R$ 4,10. O dólar terminou em baixa de 0,26%, cotado a R$ 4,0935 para venda.

O Banco Central segue com a política de swaps cambiais tradicionais, sem nenhuma oferta extraordinária de venda futura da moeda norte-americana.

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O Ibovespa, índice da B3, terminou o primeiro pregão da semana em leve alta de 0,03%, com 76.436 pontos. Os papéis da Petrobras alavancaram a pequena alta, fechando com valorização de 1,74%.

O contrato futuro de ouro fechou em leve queda na sessão desta segunda-feira, 10, continuando a precificação da possibilidade de juros mais elevados nos Estados Unidos.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para entrega em dezembro encerrou o dia com recuo de 0,05%, para US$ 1.199,80 por onça-troy.

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Na última sexta-feira, o Departamento do Trabalho americano informou que a economia americana criou 201 mil vagas de trabalho em agosto, em um número acima da geração de 193 mil postos projetados por analistas.

Já os salários ganharam força em agosto, mostrando crescimento de 0,37% na comparação com julho e 2,9% em relação a agosto de 2017.

Os agentes também esperam por dados sobre a inflação ao consumidor e ao produtor em solo americano, que serão divulgados ao longo desta semana.

Sinais de força da economia dos EUA devem reforçar a defesa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) continue elevando os juros, em um sinal de continuidade do aperto monetário, que pesa sobre as cotações do ouro. Fonte: Dow Jones Newswires.

A Bolsa deu sequência a mais um dia de recuperação, desta vez lastreada na alta registrada em suas pares em Nova York e também nos índices de ADR (American Depositary Receipt) de empresas brasileiras negociados por lá. Tanto Brasil Titans quanto o EWZ subiam mais de 2% pouco antes do fechamento do pregão por aqui.

Durante a sessão, o índice oscilou pouco mais de mil pontos, da abertura aos 77.498,61 pontos para encerrar a sessão de negócios aos 78.602,11 pontos - com ganhos de 1,43%.

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As blue chips apontaram forte alta na sessão de hoje. O destaque veio do bloco financeiro onde os papéis dos bancos tiveram ganhos expressivos, com Banco do Brasil ON ganhando 3,45%, seguido de Itaú Unibanco (2,07%), Bradesco (1,70%) e as units do Santander (0,22%).

Hoje as preocupações com a crise na Turquia deram uma trégua, muito embora a maioria dos mercados acionários da Europa ainda tenha fechado em baixa em reação à alta exposição de bancos europeus ao país. A lira turca reduziu as perdas acumuladas na última semana em relação ao dólar assim como diminuíram as preocupações com a instabilidade financeira por lá. O respiro deu espaço para a alta nos mercados acionários dos Estados Unidos que, por sua vez, deu suporte para os ganhos do Ibovespa.

Alia-se aos motivos para a alta na Bolsa brasileira, o vencimento de opções sobre o índice futuro que ocorre amanhã. De acordo com um profissional de renda variável, há um impulso para defesa de posições. De acordo com esse operador, os investidores estrangeiros têm posição comprada em cerca de 120 mil contratos no Ibovespa Futuro.

Na cena política, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber assume o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em substituição ao ministro Luiz Fux. No foco a necessidade de julgamento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República. O Partido dos Trabalhadores deve registrar a candidatura do ex-presidente nesta quarta-feira, 15, o prazo final para registro no TSE. O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) promete fazer protestos amanhã pela liberdade de Lula e contra sua inelegibilidade.

As bolsas europeias chegaram a avançar mais cedo, porém fecharam, na maioria, em território negativo nesta quinta-feira, 31, pressionadas após os Estados Unidos anunciarem que levarão adiante tarifas à importação de aço e alumínio dos países da União Europeia, do Canadá e do México.

Além disso, foram monitoradas as crises políticas na Itália e na Espanha, enquanto em Frankfurt a queda foi mais acentuada, de olho em notícias vindas dos EUA.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,63%, em 383,06 pontos.

O secretário de Comércio americano, Wilbur Ross, anunciou nesta quinta, quando o pregão europeu estava em funcionamento, que os EUA imporão as tarifas à importação de aço e alumínio a partir desta sexta-feira (dia 1º). Houve uma negociação prolongada com os países do bloco europeu, mas o governo do presidente Donald Trump não ficou satisfeito e levou adiante a ameaça.

A UE foi rápida em responder e anunciou uma retaliação, afirmando ainda que as medidas de Washington são "protecionismo puro e simples" e que recorrerá na Organização Mundial de Comércio (OMC).

As ameaças para o comércio global pioraram o quadro nas praças europeias. O cenário, porém, já era misto, com investidores temerosos sobre os desdobramentos do quadro político na Itália e na Espanha. No caso italiano, os partidos Movimento 5 Estrelas e Liga tentam fechar uma coalizão, evitando assim novas eleições, mas analistas temem que o próximo governo tenha uma plataforma populista, afastando-se dos parceiros da UE.

Na Espanha, por sua vez, o premiê Mariano Rajoy enfrenta nesta sexta-feira uma moção de censura. Após os nacionalistas bascos dizerem que pretendem apoiar a queda do primeiro-ministro, a situação de Rajoy é difícil e a imprensa local vê como clara a possibilidade de que ele seja derrotado.

O Partido Popular, do premiê, foi condenado na semana passada em um grande caso de corrupção, o que elevou a pressão sobre Rajoy. Caso ele caia, deve ser substituído por Petro Sánchez, secretário-geral do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), hoje na oposição.

Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,15%, em 7.678,20 pontos. Entre os papéis mais negociados, Lloyds caiu 1,54%, mas Cobham teve alta de 2,30%. A petroleira BP subiu 0,49%, enquanto Barclays cedeu 0,97%.

Em Frankfurt, o DAX recuou 1,40%, a 12.604,89 pontos. Nesse caso, duas outras notícias também influíram. O setor automobilístico ficou pressionado por notícias de que os EUA poderiam fechar mais seu mercado para montadoras alemãs. Com isso, o papel da Daimler caiu 1,89% e o da BMW, 0,95%.

Além disso, Deutsche Bank teve queda de 7,15%, após vir a público que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) designou há cerca de um ano a filial do banco alemão nos EUA como em "condição problemática", o que levou a restrições para suas atividades em solo americano.

Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 fechou em baixa de 0,53%, em 5.398,40 pontos. Entre os bancos franceses, Société Générale caiu 1,65% e BNP Paribas teve baixa de 2,18%. Por outro lado, a petroleira Total subiu 0,29%.

Em Milão, o FTSE-MIB recuou 0,06%, a 21.784,18 pontos. Telecom Italia caiu 2,05% e Intesa Sanpaolo recuou 0,26%, mas Banca Carige avançou 4,00%. UniCredit recuou 0,25% e Enel, 1,03%, enquanto Fiat subiu 2,05%.

O índice IBEX-35, da Bolsa de Madri, teve baixa de 1,05%, a 9.465,50 pontos. BBVA caiu 1,30%, Sabadell perdeu 3,49% e Santander, 1,58%, no setor bancário espanhol. Iberdrola tampouco se saiu bem, em queda de 1,65%.

Já na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 foi na contramão dos demais e subiu 0,46%, a 5.468,67 pontos. Altri avançou 4,36% e Banco Comercial Português teve ganho de 1,87%, enquanto Galp subiu 0,73%. (Com informações da Dow Jones Newswires)

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, teve variação de 0,64% em março, após variar 0,07% em fevereiro. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No ano, o índice acumula alta de 1,47% e nos últimos 12 meses, de 0,20%. Em março de 2017, o IGP-M havia subido 0,01% e acumulava alta de 4,86% em 12 meses. O índice é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

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Atacado e varejo

Todos os três componentes do IGP-M tiveram variação positiva em março. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado e que responde por 60% no cálculo do IGP-M, foi de 0,02% em fevereiro para 0,89% em março.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), relativo aos preços no varejo, que responde por 30%, passou de 0,28% para 0,14% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), de 0,14% para 0,23%.

 

Os juros futuros de curto e médio prazos fecharam a sessão regular em leve queda e os longos praticamente estáveis, pouco antes da divulgação da ata do Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos), o principal evento da agenda desta quarta-feira, 21. Logo após a publicação do documento, às 16 horas, os ativos aqui e em Nova York engataram melhora, com o dólar atingindo as mínimas ante o real, abaixo de R$ 3,25, e o Ibovespa, nas máximas e no inédito patamar dos 87 mil pontos.

Em Nova York, os índices acionários também aceleraram os ganhos e bateram as máximas. Por isso, as taxas tendem a acompanhar a reação dos demais segmentos na sessão estendida.

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou na mínima de 6,550%, de 6,575% no ajuste de terça, e a do DI para janeiro de 2020 caiu de 7,62% para 7,58%. A taxa do DI para janeiro de 2021 encerrou na mínima, de 8,53%, ante 8,57% no ajuste de terça. A taxa do DI para janeiro de 2023 fechou em 9,46%, de 9,47%.

A ata do BC americano foi considerada menos "hawkish" (rígida) que o esperado, ao afirmar que a maioria dos dirigentes concorda que a "trajetória gradual de alta" dos juros seria apropriada e que viu dados sugerindo cenário modestamente mais forte. A maioria ainda vê a inflação subindo em 2018 e se estabilizando em torno de 2% no médio prazo. Ainda, os diretores notaram poucos sinais de recuperação ampla do crescimento salarial.

Ao longo do dia, as taxas tiveram trajetória errante, ora em leve alta ora em leve baixa, mas sem se afastar muito da estabilidade. Como agenda e o noticiário doméstico não trouxeram nesta quarta novidades e as taxas haviam caído com força nos últimos dias, o mercado não conseguiu firmar tendência, até em função da espera pela ata do Fed. De um lado, se o alívio de prêmios recente poderia atrair alguma correção, de outro permanece firme a aposta de um cenário de inflação benigno que deve levar o Comitê de Política Monetária (Copom) a reduzir a Selic em março.

É indispensável realizar pesquisas antes de comprar materiais escolares, principalmente nesta época que antecede a volta às aulas. E para que os pais e responsáveis pelos estudantes redobrem a atenção quanto aos preços cobrados no comércio, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) realizou um levantamento em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife; o resultado mostra uma diferença alarmante entre os produtos comercializados.

Segundo o Procon, há variação de até 1.611% nos valores cobrados em seis estabelecimentos comerciais, considerados os principais do município, além de duas lojas virtuais. Confira a relação com os materiais escolares que sofrem variação nos preços: apontador (1.611%), estojo (733%), massa de modelar (477%), lápis de cor (466%), caderno de desenho (451%) e corretivo líquido (445%).

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O estudo foi realizado de 2 a 9 de janeiro deste ano. Para o superintendente do Procon Jaboatão, José Rangel, a pesquisa ajuda os consumidores que pretendem economizar na compra os materiais escolares. “A nossa meta é garantir que o consumidor seja informado da diferença nos valores cobrados e da importância do ato da pesquisa. Além disso, listamos os itens que podem ser exigidos pelas unidades de ensino e alertamos pais e responsáveis para que, caso constatem alguma irregularidade, entrem em contato conosco para formalizar uma denúncia”, destacou o superintendente, conforme informações da assessoria de imprensa.

O público pode conferir a pesquisa na íntegra, além da lista dos produtos que podem ser cobrados pelas escolas. Mais informações ainda podem ser conseguidas pelo telefone (81) 3471-2912.

O contrato futuro de ouro fechou em alta nesta terça-feira, 2, atingindo o maior nível desde setembro, em meio a uma contínua desvalorização do dólar. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de ouro para fevereiro avançou 0,52%, a US$ 1.316,10 por onça-troy.

Após ter tido o melhor desempenho anual desde 2010 no ano passado, o ouro ampliou os ganhos vistos nos últimos dias. Das 13 últimas sessões, os preços do metal precioso fecharam em alta em 12, estando no nível mais alto desde setembro.

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A queda do dólar foi o principal fator impulsionador do ouro nesta terça-feira. Com a moeda americana mais fraca, os preços de produtos denominados em dólar, como o ouro, ficam mais baratos para investidores que operam em outras divisas.

O índice do dólar (DXY), que mede o dólar em uma cesta com outras seis moedas principais, recuou pelo sexto dia consecutivo.

Os investidores também monitoraram relatos da mídia japonesa de que a Coreia do Norte estaria preparando outro teste de míssil balístico intercontinental. Riscos geopolíticos tendem a impulsionar os preços do metal precioso, já que o ouro é visto como um ativo mais seguro. Fonte: Dow Jones Newswires.

As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em queda nesta segunda-feira, 23, após uma semana de recordes para os três principais indicadores, com o Dow Jones encerrando na mínima.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,23%, aos 23.273,96 pontos; o S&P 500 recuou 0,40%, para 2.564,98 pontos; e o Nasdaq perdeu 0,64%, encerrando aos 6.586,83 pontos.

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Vários balanços divulgados antes da abertura do pregão causaram oscilações em ações individuais. Cerca de 200 empresas do S&P 500 devem divulgar resultados nessa semana, de acordo com a FactSet, e analistas e investidores esperam que notícias corporativas sejam as principais responsáveis pelos movimentos em Wall Street.

"Observando as notícias corporativas, eu acho que a tendência geral ainda é muito positiva", disse Jeremy Bryan, da Gradient Investments. Alguns setores, como o da indústria de seguros, devem reportar resultados mais fracos do que em anos anteriores em parte por causa dos estragos deixados na última temporada de furacões.

Hoje, as ações da Hasbro recuaram 8,6% após a fabricante de brinquedos divulgar resultados que superaram as expectativas dos analistas, mas traziam projeções pessimistas para as vendas. As ações da Mattel, rival da Hasbro, recuaram 3%.

A State Street, que postou resultado melhor que o esperado, mas também reportou resultados cambiais que desapontaram alguns analistas, também viu seus papéis caírem 3%.

A General Electric (GE) caiu 6,3%, seu maior recuo desde 2011, após vários analistas cortarem as metas de preço para as ações na sequência do último balanço da empresa, que também veio com cortes nas projeções. (Com informações da Dow Jones Newswires)

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