Tópicos | computadores

A Intel anunciou nesta quarta-feira (2), sua nova geração de processadores pensados para notebooks mais finos e leves. Fabricantes como Acer, Asus, Dell, Dynabook, HP, Lenovo, LG, MSI, Razer, Samsung e outros, devem colocar a 11º geração de chipsets em seus futuros computadores portáteis.

De acordo com comunicado da empresa a nova geração permitirá uma "com criação de conteúdo 2,7 vezes mais rápida, aumento de produtividade acima de 20% e mais do dobro da velocidade no streaming de jogos para fluxos de trabalho de mundo real em comparação com produtos da mesma categoria".

##RECOMENDA##

Eles contarão com gráficos Xe Tiger Lake e devem estar presentes em laptops com sistemas operacionais Windows e ChromeOS.

Para exaltar a qualidade de seu novo processador a empresa afirma que eles virão com o selo Intel Evo o que os torna "os melhores laptops do mercado para quem gosta colocar a mão na massa". A plataforma EVO só permitirá produtos que seguirem especificações mínimas de hardware e desempenho estipuladas pela companhia. 

Eles precisam contar com conectividade de cabo universal Thunderbolt 4 integrada e Wi-Fi 6 (Gig+), audio, webcam e display premium em fatores de forma finos e leves para que o usuário possa ter uma experiência ímpar, além de garantir 9 horas de bateria. Ainda de acordo com a companhia mais de 20 modelos de computadores portáteis devem chegar ao mercado ainda esse ano, mas o chip deve estar presente em cerca de 150 modelos de diferentes marcas.

Confira as especificações de novos chips da marca 

Outra novidade é que o visual da marca também mudou. Os novos processadores vão ganhar, aos poucos, a nova logo, feita especificamente para marcar essa nova fase da empresa. 

[@#video#@]

Segue aberto o cadastramento para as instituições interessadas em aplicar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Digital. Além da prova, os locais cadastrados poderão receber outros exames e avaliações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em formato digital.

Para compor a Rede Nacional de Postos Aplicadores (RNPA), as instituições de ensino cadastradas deverão dispor de infraestrutura e equipamentos, como também seguir os demais requisitos exigidos no edital. Confira os principais critérios:

##RECOMENDA##

• Possuir, no mínimo, duas salas ou dois laboratórios de informática equipados com, pelo menos, dez computadores do tipo desktop ou notebook em cada sala (demais tipos de computadores não serão aceitos).

• Os computadores deverão ser do tipo desktop ou notebook, com processador mínimo Intel Core 2 Duo de 2,66 GHz ou equivalente; memória RAM de 4 GB (ou superior); mínimo de 10 GB livres de espaço no disco rígido, com permissão de escrita externa ou sistema operacional e não criptografado; no mínimo uma porta USB 2.0 ou de velocidade superior em funcionamento disponível para acoplamento de pendrive; monitor de vídeo colorido de 14 polegadas ou maior, com resolução mínima de 1024x768 pixels; teclado alfanumérico padrão ABNT2, preferencialmente com fio; mouse óptico preferencialmente com fio e placa de rede cabeada para conexão à internet.

• Cada sala ou laboratório deverá disponibilizar conexão com a internet cabeada de velocidade de 5 MB por segundo ou superior.

• A instituição deverá possuir, no mínimo, dois banheiros destinados aos participantes e disponibilizar um técnico ou profissional de informática capaz de executar tarefas gerais de configuração e organização. O Inep informa que os locais cadastrados serão visitados por equipes técnicas da empresa aplicadora autorizada pelo instituto para a certificação das características estruturais. Além disso, ao realizar o cadastramento, a instituição deverá designar um profissional para coordenar todas as etapas para a composição da RNPA. As instituições de ensino aprovadas será chamada de posto aplicador, com credenciamento válido por até dois anos, sendo possível ser prorrogado pelo mesmo período. Para obter mais informações sobre o cadastramento e conhecer todos os requisitos, acesse o edital.

A Positivo anunciou cinco novos computadores da sua linha Union, feitos especialmente para a retomada das atividades presenciais em sedes empresariais. A empresa brasileira traz dispositivos com CPU e monitor integrados, menos cabos e menor consumo de energia, além de um design mais compacto do que os desktops usuais. 

Todos os computadores já vêm com teclado e mouse sem fio, o que a empresa afirma esperar que facilite a limpeza dos ambientes em que forem instalados. Os modelos têm monitor de LED de 22", com 7,2 mm de espessura, Full HD. Processadores Intel Core  de 8ª geração, memória DDR4. As novidades estão disponíveis a partir de R$3.049.

##RECOMENDA##

Confira os detalhes:

Positivo Union i3 4500B: processador Intel Core i3, Windows 10, HD de 500 GB e 4 GB de memória RAM;

Positivo Union i3 41TB e Positivo Union i3 41TBi processador Intel Core i3, Windows 10, HD de 1 TB e sistema operacional Linux;

Positivo Union i3 81TB: Intel Core i3, Windows 10, HD de 1 TB e 8 GB de memória RAM;

Positivo Union i3 81TBi: Intel Core i5, Windows 10, HD de 1 TB e 8 GB de memória RAM.

A Universidade de Pernambuco (UPE) está promovendo a campanha ‘Equipamento Solidário’, cujo o objetivo é arrecadar doações de computadores de mesa, notebooks, chromebooks e tablets, novos ou usados, para realizar a inclusão digital de 4.440 estudantes para a retomada de aulas na forma remota. A iniciativa, em razão da suspensão de aulas presenciais causada pela pandemia da Covid-19, foi anunciada nesta sexta-feira (31).

A campanha conta com pontos de coletas presenciais. São eles: sede da Reitoria da UPE, localizado na Avenida Agamenon Magalhães, na sala do Negócios em Tecnologia e Inovação (NCTI); e nos campi da UPE no interior - Arcoverde, Garanhuns, Caruaru, Nazaré, Palmares, Petrolina, Salgueiro, Serra Talhada -. Para aqueles que não tiverem equipamentos para ceder, ainda há opção de realizar doações em dinheiro. Os depósitos podem ser realizados na conta a seguir: 

##RECOMENDA##

Conta corrente para doações: IAUPE

CNPJ: 03.507.661/0001-04

Banco: Banco do Brasil (001)

Agência: 3234-4

Conta corrente: 11790-0

Excepcionalmente neste ano, a UPE terá um semestre realizado na forma remota, com início no dia 8 de setembro e seguindo até 25 de novembro, totalizando dez semanas de duração e 240 horas/aula em disciplinas teóricas. O semestre será optativo e sem penalidades a estudantes que desistirem do período letivo virtual. Outras informações sobre a campanha podem ser obtidas através do e-mail do projeto: equipamentosolidario@upe.br.

O deputado federal Danilo Cabral (PSB) protocolou um projeto de lei na Câmara dos Deputados que visa a destinação de recursos para a rede federal de educação profissional, científica e tecnológica para aquisição de computadores e contratação de internet. Segundo ele, o objetivo é atender os estudantes que foram matriculados com renda familiar per capita de até meio salário-mínimo.  

“Estamos falando de um universo de 590 mil estudantes em todo país que têm graves restrições financeiras e, portanto, não têm condições de acompanhar aulas remotas”, justifica Danilo Cabral. O parlamentar destaca que, devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Ministério da Educação publicou portaria que estabeleceu a substituição das aulas presenciais por aulas em meios digitais. “Mas muitas universidades não deram início às aulas remotas, entre outros motivos, por causa das desigualdades socioeconômicas dos alunos”, afirma.  

##RECOMENDA##

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico e Cultural dos Graduandos das Instituições Federais de Ensino Superior (2018), produzida pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), 26% dos estudantes matriculados têm  renda familiar per capita de até meio salário-mínimo. Na rede federal de educação profissional, científica e tecnológica, esse percentual sobe para 29,9%, de acordo com PNP 2020.  

“O modelo de ensino híbrido, no contexto da pandemia, será uma necessidade mesmo após a liberação do retorno das atividades das escolas. A conciliação de aulas presenciais e remotas exigirá investimento na melhoria da infraestrutura tecnológica das unidades escolares, bem como a garantia de acesso dos estudantes às ferramentas tecnológicas”, frisa Danilo Cabral. A estimativa, de acordo com o projeto de lei, é de que sejam investidos R$ 1,1 bilhão na iniciativa, caso seja aprovada pelo Congresso Nacional.  

*Da assessoria de imprensa

A Acer atualizou sua linha de notebooks gamer para oferecer um desempenho ainda melhor para seus usuários. Os dispositivos passam a contar com processadores Intel Core de 10ª geração e placas de vídeo que chegam até a NVIDIA GeForce RTX 2080 SUPER. As atualizações foram feitas em aparelhos das linhas Predator Helios 700, Predator Helios 300, Predator Triton 300 e Nitro 7.

Entre as atualizações extra de alto desempenho há o Helios 700,  com memória mais rápida de 2.933 Hz (máx. de 64 GB), uma porta Thunderbolt 3 adicional (são duas no total) e conexão em rede Killer DoubleShot Pro (Wi-Fi 6 AX1650i sem fio e E3100G Ethernet) para assegurar que aplicativos com necessidade de velocidade tenham prioridade na largura de banda.  O teclado também foi atualizado para incluir chaves mecânicas MagTek para as teclas WASD e uma melhor curvatura para ajudar no desempenho do jogador. 

##RECOMENDA##

Já o Predator Triton 300 recebeu três tubos de calor que foram acrescentados ao design térmico do dispositivo, funcionando junto com o sistema de resfriamento de dois ventiladores. Nitro 7: design elegante em metal para jogar durante deslocamentos. Apesar das novidades terem sido confirmadas ainda não existe confirmação para data de comercialização do produto no Brasil. 

A China ordenou nesta segunda-feira (9) que todos os órgãos do governo substituam seus computadores e softwares estrangeiros por equipamentos domésticos até 2022. A informação foi publicada no jornal "Financial Times", que explica que a decisão poderá provocar impactos significativos aos negócios de empresas norte-americanas, como HP, Dell e Microsoft.

De acordo com o jornal, Pequim ordenou que todas as instituições públicas e escritórios do governo excluíssem os produtos estrangeiros para apoiar o desenvolvimento de tecnologias domésticas com um plano gradual. A instrução explica que 30% das substituições precisam acontecer em 2020, 50%, em 2021 e os 20% restantes em 2022.

##RECOMENDA##

Esta seria uma resposta à sabotagem da administração de Donald Trump ao uso da tecnologia chinesa nos Estados Unidos, incluindo a da gigante Huawei, principalmente depois que Washington impôs duras sanções proibindo as companhias de adquirir peças de fornecedores americanos. Ainda segundo a publicação, a ordem foi divulgada pelo Escritório Central do Partido Comunista Chinês.

Da Ansa

Duas escolas públicas, localizadas em Olinda, vão ganhar a instalação de um telecentro,  cada. A escola estadual Renato Fonseca, em Jardim Brasil, e a municipal Sagrado Coração de Jesus, localizada no Bairro de Amaro Branco, devem receber computadores com acesso à internet para ajudar a integrar os alunos e os moradores do entorno com o mundo da tecnologia.

A primeira entrega acontece nesta segunda-feira (23), às 15h, na unidade estadual e na próxima quinta-feira (26), às 9h, na escola municipal. A instalação desses equipamentos faz parte das ações de popularização e acesso à tecnologia da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e inovação (Secti) em convênio com o Ministério de Ciência e Tecnologia.

##RECOMENDA##

A instalação desses centros já beneficiaram 26 escolas, em oito municípios. São eles: Olinda, Paulista, Sanharó, Custódia, Correntes, Pesqueira, Mirandiba e Chã de Alegria. Até o final de 2019, o Governo do Estado promete entregar mais cinco telecentros na Região Metropolitana.

Além de ganhar computadores, os espaços vão oferecer cursos básicos de informática. Entre os equipamentos, além de computadores (Servidor e Estações de Trabalho), um roteador, uma impressora multifuncional, switch, projetor multimídia, câmera IP, tela de projeção, uma TV e ar condicionado, estarão sendo instalados para dar suporte ao espaço.

A versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai possibilitar novos tipos de questão na prova, utilizando vídeos, infográficos e até mesmo poderá seguir a lógica dos games. As novidades foram divulgadas nesta quarta-feira (3) pelo Ministério da Educação (MEC), em Brasília. O exame terá uma versão piloto optativa em 2020, para 50 mil candidatos.

A partir de 2026, todos os estudantes farão a prova exclusivamente por meios digitais. Segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a digitalização vai ao encontro do que está sendo feito no restante do mundo, além de possibilitar economia com a impressão de provas.

##RECOMENDA##

A digitalização do Enem não é ideia nova, mas esta é a primeira vez que o Exame feito por computador valerá pontos e poderá ser usado para acesso ao ensino superior. Outra vantagem, de acordo com o MEC, é a rapidez na correção.

“Objetivamente, a pessoa pode receber a prova dela no celular já corrigida e verificar se concorda ou se teve algum erro de registro. Vai ter o comprovante em arquivo, tudo certinho”, disse hoje Weintraub. A redação também será feita pelo computador, digitada.

Acesso a computadores

Um desafio será o acesso a computadores e a outros meios digitais em um país onde muitas escolas não possuem os equipamentos. De acordo com o Censo Escolar 2018, 38% das escolas públicas têm laboratório de informática e 67%, acesso à internet.

O ministro acredita que até 2026, quando a versão em papel deixará de ser aplicada e a versão digital será a única disponível, a realidade brasileira terá mudado.

Para a aplicação e realização do Exame, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) promete contratar um consórcio aplicador e caberá a essa organização providenciar os equipamentos para que os estudantes possam realizar as provas.

Poderão ser usadas as instalações de universidades e de outros locais. O MEC não irá comprar computadores e usará a capacidade instalada, de acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes.

“Isso já acontece hoje. O Enem é aplicado por parcerias que assinamos. As redes municipal e estadual não são suficientes para aplicação em papel. Usamos as universidades e já alugamos espaços. O consórcio será responsável pelas salas com estrutura de aplicação digital”, explicou Lopes.  

Novo ensino médio

O formato digital também possibilitará, segundo o Ministério da Educação, a adequação, sem custos adicionais, ao novo ensino médio. Pelo novo modelo, que ainda está em fase de implementação, os estudantes terão uma formação comum, definida pela Base Nacional Comum Curricular, e poderão, no restante da formação, escolher uma especialização por itinerários formativos. Os itinerários são Linguagens, matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e ensino técnico.

A intenção é que, quando o modelo estiver em prática, o que deverá ocorrer em 2020, o Enem também se adeque, passando a oferecer várias opções de prova para cada itinerário escolhido pelo estudante, além de avaliar a parte comum. A prova digital vai evitar que várias versões diferentes tenham que ser impressas.

Enem 2020 já tem datas definidas

O Enem 2020 já tem data. De acordo com o MEC, o exame será aplicado em dois domingos, nos dias 11 e 18 de outubro no formato digital. O Enem regular, em papel, será aplicado, aos demais estudantes nos dias 1º e 8 de novembro.

Como se trata de projeto-piloto, os estudantes que tiverem algum problema com a prova digital terão direito a refazer o exame na reaplicação, que atualmente é destinada a estudantes que foram prejudicados por questões como falta de energia elétrica, chuvas e outras intercorrências.  

O exame será aplicado na versão digital no ano que vem em Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

LeiaJá também

-> Redação do Enem passará a ser digitada, revela Inep

-> O que sabemos sobre o Enem Digital

Já escutamos por inúmeras vezes a expressão “educação inovadora”. De tempos em tempos, vemos e ouvimos discussões sobre novos rumos nos processos de ensino e aprendizagem. Cada época com sua visão de inovação e pautadas, por vezes, em mudanças nos métodos e metodologias, outras vezes na reorganização curricular. Na última década, esses debates colocaram a relação direta entre inovação e usos e manejos das novas tecnologias.

Desde os anos 90, com a massificação dos computadores, as escolas começaram a adotar a tecnologia como aliada ao ensino. Vimos surgir os laboratórios de informática, as aulas de robótica e tantas outras. Esses nada mais eram do que novos modelos, que precisam ser pensados e testados constantemente.

Hoje, é impossível a tecnologia não ser parte do processo de aprendizagem do aluno. O acesso fácil à internet, seja através do computador, do celular ou tablet, faz com que os jovens recebem uma avalanche de informações por meio da tecnologia. Infelizmente, a estrutura que temos hoje nas escolas não condiz com os jovens atuais. Eles mudaram, mas as escolas ainda não. O maior erro da atualidade é achar que a tecnologia vai substituir o professor. Ao contrário, ela vai ajudar. O educador não é mais o detentor do conhecimento, ele passou a ser um facilitador.

No Brasil, a tendência mais comum quando falamos de educação inovadora é pensar em recursos tecnológicos. No entanto, a tecnologia é precisa ser pensada como um complemento de alternativas. A inovação educativa é uma mudança na conjuntura e não apenas de uma ou outra prática. Não há inovação sem o reconhecimento de que todas as crianças e jovens são agentes de transformação.

O professor está sendo destituído da posição de detentor de todo o conhecimento e passa a ter um papel ainda mais difícil: ter uma visão crítica e ao mesmo tempo neutra, trazer debates e saber conduzir a turma para estimular o pensamento e o aprendizado. É pesaroso afirmar que a maioria das instituições de ensino brasileiras não estão preparadas para exercer esse papel.

Não conseguiremos dar um salto de qualidade na educação brasileira se não reinventarmos as escolas. Para experimentar uma educação inovadora precisamos arriscar, testar. Nesse ponto, também não podemos esquecer a necessidade de fortalecer o ensino à distância, principalmente como alternativa para jovens adultos. E o mais importante, precisamos saber que a tecnologia possibilita esse e outros alcances.

O Brasil tem hoje dois dispositivos digitais por habitante, incluindo smartphones, computadores, notebooks e tablets. Em 2019, o País terá 420 milhões de aparelhos digitais ativos. É o que revela a 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e divulgada ontem. Entre os aparelhos, o uso de smartphone se destaca: segundo o levantamento, há hoje 230 milhões de celulares ativos no País.

Já o número de computadores, notebooks e tablets em uso no Brasil é de 180 milhões. Houve um aumento de 10 milhões no número de smartphones ativos em relação a 2018. Desde o ano passado, o Brasil já tem mais de um smartphone por habitante. No caso de computadores, entretanto, há menos de um aparelho por habitante: são seis computadores para cada sete habitantes.

##RECOMENDA##

Saturação. Responsável pela pesquisa, o professor Fernando Meirelles, afirma que o mercado de aparelhos digitais está chegando à saturação, porque os brasileiros já têm seus smartphones e computadores. Segundo ele, o número de smartphones nos próximos anos não deve passar de 240 milhões. "A venda de aparelhos deve diminuir, o que deve acontecer é a reposição dos dispositivos", afirma o professor, "foi a mesma coisa que aconteceu com a televisão, hoje o brasileiro já tem sua TV em casa". De acordo com a FGV, a cada televisão vendida, são comercializados quatro celulares.

Para o pesquisador, a quantidade de aparelhos por habitante não deve aumentar a ponto de chegar a dois smartphones por pessoa, por exemplo.

"As pessoas não têm mais dois smartphones, um corporativo e outro pessoal. Já se usa um aparelho só para as duas funções", diz Meirelles. Além disso, não há incentivo das operadoras para os usuários terem mais de um celular - antigamente, promoções justificavam que um usuário tivesse um chip de cada companhia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Asus, uma das principais fabricantes de computadores do mundo, infectou sem saber milhares de seus produtos com um 'malware' depois que um de seus servidores foi atacado por hackers, confirmou a empresa de segurança cibernética russa Kaspersky Lab.

Mais de 57.000 pessoas instalaram sem saber o 'malware' através do programa de atualização de software da Asus, ao qual os hackers tiveram acesso.

##RECOMENDA##

"O alvo do ataque estava assinado com um certificado legítimo e hospedado no servidor oficial da Asus para atualizações, o que permitiu que permanecesse sem ser detectado por um longo tempo", afirmou a Kaspersky.

O incidente, chamado de "ShadowHammer", demonstra a ameaça representada por este novo tipo de ataque, que instala programas malignos diretamente nos sistemas do fabricante.

A Asus, que fabrica desktops, laptops, smartphones e outros produtos eletrônicos, informou em um comunicado que atualizará seu software para "prevenir qualquer manipulação mal-intencionada na forma de atualizações de software ou por outros meios".

A conexão à internet somente pelo celular se tornou a forma mais comum de navegar na web no Brasil. A conclusão é da pesquisa TIC Domicílios 2017, produzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.Br), vinculado às Nações Unidas e ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. O levantamento divulgado nessa terça-feira (24) é um dos mais importantes do país sobre o tema.

Em 2017, 49% dos lares brasileiros dependiam de um celular para acessar a rede mundial de computadores. O índice foi pela primeira vez superior aos domicílios que usam tanto dispositivos móveis quanto computadores de mesa (os chamados desktops) para se conectarem. Dos lares pesquisados, 19% acessavam a internet mas não possuíam computador.

##RECOMENDA##

A exclusividade da conexão móvel está mais presente nas classes de menor renda. Enquanto na classe A o índice de domicílios com acesso à web e computador é de 98%, nas classes D e E esse índice é de apenas 7%. Entre os usuários deste segmento, 80% dependem de um celular pra navegar. Essa prevalência se manifesta também nas áreas rurais (72%) e no recorte de gênero, estando presente mais entre mulheres (53%) do que entre homens (45%).

O fator socioeconômico foi confirmado pelos entrevistados como barreira. A dificuldade de pagar pelo serviço foi apontada como principal obstáculo à conexão, mencionado por 27% dos entrevistados. Os dados revelam desigualdade no acesso à internet em geral com índice na casa dos 30% nas classes D e E e em 99% na classe A.

“Existe uma população de internautas no Brasil que tem relação exclusivamente mediada pelo telefone celular. Isso está ligado ao marcador socioeconômico. Os de A e B combinam atividades mais convenientes pelo celular e outras pelo computador, quando requer teclado ou tela maior. Quem não tem acesso ao computador utiliza apenas o celular e isso acaba sendo um fator de limitação dos serviços que a pessoa acessa e das habilidades que vai desenvolver”, analisa Winston Oyadomari, coordenador da pesquisa.

O coordenador acrescenta que esta exclusividade da conexão móvel muitas vezes não significa que seja por meio de tecnologias 3G ou 4G, ficando limitada, em determinados casos, apenas às transmissões sem fio conhecidas como Wi-Fi.

Na avaliação de diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), Alexander Castro, as restrições econômicas de uma parcela da população fazem com que ela busque a conexão via celular em razão dos planos serem mais acessíveis e terem mais opções. “A banda larga móvel apresenta muito mais opções para a população, em termos de planos e preços, do que a banda larga fixa. Esta última trabalha com o plano ilimitado, com variação por velocidade", compara.

Segundo Castro, o preço médio do megabit no Brasil caiu de pouco mais de R$ 21,8 para R$ 4,64 entre 2011 e 2017. Contudo, por conta da situação econômica do país ainda há dificuldade nas camadas mais pobres de adquirir o serviço. “Com a crise, o desemprego, a população se manteve sem condições de contratar, mesmo com a queda nos preços”, opina.

Na avaliação da advogada que ocupa uma das representações da sociedade civil no Comitê Gestor da Internet Flávia Lefévre, o aumento da dependência do celular é uma tendência preocupante, já que evidencia a desigualdade entre ricos e pobres no acesso à Internet. Além disso, as limitações destes aparelhos e das conexões móveis, como planos com limites de dados, fazem com que a qualidade do acesso seja consideravelmente pior. São restrições que dificultam tarefas como assistir a filmes, baixar documentos pesados, usar chamadas de voz, acessar serviços de governo eletrônico, entre outros.

Par Lefévre, que também integra a campanha Internet Direito Seu, os brasileiros que dependem do celular vão ficar a mercê de pacotes limitados e dos serviços patrocinados, que não consomem dados da franquia. “Essas pessoas vão ficar sujeitas aos aplicativos ‘gratuitos’, à seleção editorial do Facebook. A internet vai virar o Facebook, o Whatsapp ou os apps definidos pela operadora. A gente não pode considerar que alguém com essa qualidade de acesso esteja sendo incluído digitalmente”, comenta.

A empresa russa de segurança informática Kaspersky Lab disse nesta quinta-feira (16) que um software do Microsoft Office infectado, e não um seu, foi responsável pelo roubo de material secreto da Agência de Segurança Nacional (NSA, em inglês) dos Estados Unidos.

Em um novo desenrolar deste mistério de ciberespionagem que sacode as agências americanas de Inteligência, a Kaspersky também disse que a China está envolvida no incidente.

##RECOMENDA##

A fabricante de software com sede em Moscou, desde então proibida em computadores dos governo dos Estados Unidos por seu suposto vínculo com a espionagem russa, confirmou o aparente roubo de valiosos programas da NSA do computador da casa de um de seus funcionários, como informou primeiro o Wall Street Journal em 5 de outubro.

Segundo o jornal, o funcionário tinha arquivos secretos e programas da unidade de ciberespionagem da NSA - chamada Equation Group - em seu computador, que também usava o software de proteção da Kaspersky.

As acusações nos Estados Unidos de que a Kaspersky, que vendeu mais de 600 milhões de dólares em software antivírus no mundo em 2015, voluntariamente, ou não, ajudou os russos no roubo acabou com seu negócio nesse país e danificou sua reputação mundial.

Usando seus próprios peritos criminais, a Kaspersky disse que a invasão no computador do funcionário da NSA aconteceu entre setembro e novembro de 2014 e não em 2015, como afirma o Wall Street Journal.

A empresa disse que o material roubado incluía o código-fonte para um software malicioso, ou 'malware', do Equation Group, assim como documentos secretos, e que por isso o computador provavelmente pertencia a alguém encarregado de desenvolver um software malicioso para essa unidade de ciberespionagem da NSA.

De acordo com o jornal, a pirataria em 2015 levou os russos a obter informações sobre como a própria NSA entra em redes estrangeiras e se protege de ataque cibernéticos.

Entretanto, a Kaspersky argumentou que o computador foi infectado por outro software malicioso, incluindo uma ferramenta de pirataria chamada "porta traseira", feita pelos russos, que estava escondida no Microsoft Office.

Segundo a empresa, o software malicioso foi controlado de um servidor em Huan, na China, e teria criado uma rota até esse computador para qualquer um que quisesse atacar um funcionário da NSA.

O antivírus da Kaspersky teria detectado o malware, disse a companhia, mas havia sido desconectado. "Para instalar e executar o malware, o usuário teve que inutilizar os produtos da Kaspersky Lab em sua máquina", afirmou.

Como muitos de sua geração, o estudante L.L., 29 anos, ama computadores. Mas o apego à tecnologia começou a afetar os estudos, o trabalho, o relacionamento com a família e amigos. Virou uma forma de evitar as pessoas. Foi quando viu que precisava de ajuda.

L.L. sofre de dependência digital, ou nomofobia (do original "no mobile fobia"), uma patologia com consequências psíquicas, sociais e físicas. Em setembro, ele iniciou o tratamento no Instituto Delete, o primeiro do Brasil especializado em detox digital e que presta atendimento gratuito.

##RECOMENDA##

Instalado no Instituto de Psiquiatria (Ipub) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Delete foi criado em 2013 pela psicóloga Anna Lucia King e desde então avaliou 800 pessoas com algum tipo de dependência tecnológica. "Comecei a perceber que os pacientes tinham dependência de tecnologias como celular, computador. Uma dependência não natural, mas relacionada a algum transtorno", conta Anna Lucia

Os recém-chegados passam por uma triagem da equipe multidisciplinar do Delete e são submetidos a questionários para identificar a origem da dependência. "Fazemos uma entrevista psicológica. Depois o psiquiatra avalia se há algum transtorno relacionado. Pode ser transtorno de ansiedade, pânico, obsessão compulsiva, fobia social", explica Anna Lucia, que cita WhatsApp, Facebook, Instagram e jogos on-line como as tecnologias com maior registro de dependência.

Tratar os transtornos relacionados - ou transtornos de base - pode exigir medicação. Além de problemas emocionais, a nomofobia também causa prejuízos físicos. A fisioterapeuta Mariana King Pádua, que atende no Delete, explica que o uso prolongado de smartphones, por exemplo, causa tanta pressão no pescoço que faz a cabeça pesar de seis a dez vezes mais que o normal, devido aos longos períodos em que fica inclinada.

"A musculatura do pescoço não é preparada para sustentar essa carga", explica. O tratamento é oferecido durante algumas horas por semana e sua duração varia conforme o caso. Os pacientes são divididos em três categorias: consciente, abusivo e dependente.

Linha tênue

O objetivo do tratamento não é demonizar as tecnologias, mas fazer com que os dependentes aprendam a usá-las de forma saudável. Exercícios, trocas de experiências e ensinamento da chamada "etiqueta digital", ou seja, as boas práticas no uso das tecnologias, ajudam a transformar o uso abusivo em consciente.

Segundo o pesquisador e orientador especializado em Mídias Digitais no Delete, Eduardo Guedes, usar muito a tecnologia por si só não indica dependência, mas todo usuário dependente sempre a utiliza de forma exagerada. "O uso abusivo é quando o virtual atrapalha o real, e você perde o controle. Esse nível de perda de controle é algo muito tênue", explica.

Uso consciente

A forte presença das tecnologias na vida moderna pode dificultar a identificação do problema. Muitas vezes, o próprio usuário não percebe como a dependência afeta sua vida e precisa da interferência de pessoas próximas para procurar ajuda.

Foi o caso do estudante H.B, de 24 anos, levado pela mãe ao Delete, onde trata desde agosto a dependência em jogos de computador. "Nem fui eu que notei [o problema]. A gente se acostuma com isso, é difícil largar", conta. A moderação é difícil de se alcançar em um mundo onde tecnologias como a Internet são onipresentes. Segundo relatório da ONU sobre economia da informação, publicado em outubro, o Brasil é o quarto país mais conectado do mundo em número de usuários na Internet.

O informe "Economia da Informação 2017: Digitalização, Comércio e Desenvolvimento", da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), mostra que em 2015 o país tinha mais da metade da população (120 milhões de pessoas) conectada à Internet, atrás de China (705 milhões), Índia (333 milhões) e Estados Unidos (242 milhões).

As atividades principais dos brasileiros se relacionam à comunicação (85%), como o envio de mensagens pelo WhatsApp e o uso de redes sociais como Facebook, Instagram ou Snapchat (77%), segundo o Comitê Gestor de Internet no Brasil, encarregado da utilização e desenvolvimento da web no país. No Brasil, a nomofobia ainda é um tema relativamente novo, mas Coreia do Sul, Japão e China já consideram essa dependência um problema de saúde pública e têm centros de reabilitação.

Pacientes e terapeutas do Delete acreditam ser possível viver em harmonia com as tecnologias. "Estou melhorando, fazendo exercícios. O problema do uso intensivo da Internet é que você acaba deixando outras áreas da vida desguarnecidas”, diz L.L. Anna Lucia explica que o fim do tratamento não significa que os pacientes ficarão sem apoio. "Muitos naturalmente deixam o grupo, mas fica em aberto. Quando acham necessário, eles podem voltar", conclui.

O governo de São Paulo divulgou nesta quinta-feira (28) que pretende implantar wi-fi e internet banda larga nas escolas da rede estadual até o final do ano. “Até dezembro todas as nossas escolas terão internet banda larga. É um trabalho importante que está crescendo bastante para ter também wi-fi ”, declarou o governador Geraldo Alckmin (PSDB).

O novo plano de tecnologia, proposto pela Secretaria de Educação, inclui também a compra de 91 mil computadores e 16 mil notebooks para ampliar o programa Acessa Escola.

##RECOMENDA##

Os equipamentos disponibilizados fazem parte de uma parceria firmada entre secretaria e o Consórcio Proeducar. “A ideia é que esses computadores sejam utilizados em sala de aula por professores e alunos, em atividades como provas, pesquisa e apresentação de trabalhos. Assim, o uso de computadores deixará de ficar restrito à sala de informática para se tornar possível também em outros ambientes como o Acessa Escola”, afirmou Alckmin. 

Investigadores e especialistas tentavam neste domingo seguir o rastro dos responsáveis pelo ciberataque sem precedentes em escala mundial, que poderiam agir novamente nos próximos dias.

O ataque, que começou na sexta-feira, deixou 200.000 vítimas, principalmente empresas, em ao menos 150 países, afirmou o diretor do Europol, Rob Wainwright, em uma entrevista à rede britânica ITV neste domingo.

##RECOMENDA##

A ação dos hackers perturbou o funcionamento dos hospitais britânicos, das fábricas da Renault, da companhia americana FedEx, do sistema bancário russo ou de universidades de Grécia e Itália, entre outros. Além disso, ocorreu de "forma indiscriminada" e "se propagou muito rapidamente", acrescentou Wainwright.

A Europol informou ainda que o ataque é de "um nível sem precedentes" e "exigirá uma investigação internacional complexa para identificar os culpados", e indicou a criação de uma equipe específica de seu Centro Europeu de Cibercriminalidade para ajudar na investigação.

"Os criminosos cibernéticos podem acreditar que operam incógnitos, mas vamos utilizar todo o arsenal a nossa disposição para levá-los à justiça", ressaltou Oliver Gower, diretor adjunto da National Crime Agency britânica.

"É o maior ataque deste tipo da história" afirmou à AFP Mikko Hypponen, responsável da empresa de segurança informática F-Secure, com sede na Finlândia, destacando que "130.000 sistemas (foram) afetados em mais de 100 países".

A polícia francesa estimou, por sua vez, em "mais de 75.000" o número de computadores atacados em todo o mundo. Um balanço que "pode aumentar nos próximos dias", disse Valérie Maldonado, do organismo francês de luta contra os crimes cibernéticos.

Volta ao trabalho

A ministra britânica do Interior, Amber Rudd, advertiu em um artigo publicado no jornal Sunday Telegraph que é possível esperar outros ataques e destacou que "talvez nunca conheçamos a verdadeira identidade dos autores" do ataque de sexta-feira.

Os especialistas temem que na segunda-feira ocorram novas perturbações quando as pessoas voltarem ao trabalho e ligarem seus computadores, desligados desde sexta-feira.

Por sua vez, o investigador em cibersegurança britânico de 22 anos que permitiu frear a propagação do vírus alertou neste domingo que os hackers podem voltar à ação mudando o código e que, neste caso, será impossível detê-los. Os computadores "não estarão seguros até que a correção seja instalada o mais rápido possível", tuitou em sua conta @MalwareTechBlog.

O investigador, que deseja permanecer no anonimato, foi tratado como um herói que "salvou o mundo" pela imprensa britânica. O jornal Sunday Mail encontrou uma fotografia do jovem, que se dedica ao surfe em seu tempo livre e que vive na casa dos pais, no sul da Inglaterra.

Da Rússia à Espanha e do México ao Vietnã, milhares de computadores de todo o mundo foram invadidos por um programa que aproveitou uma falha do sistema operacional Windows, divulgada em documentos vazados da agência de segurança americana NSA.

O vírus bloqueia os documentos dos usuários e os hackers exigem que suas vítimas paguem uma soma de dinheiro na moeda eletrônica bitcoin para permitir que acessem novamente seus arquivos.

O Facebook anunciou, nesta quarta-feira (22), que está abrindo seu serviço de streaming ao vivo para que todos os usuários possam transmitir através de desktops e laptops, por meio de uma webcam ou câmera profissional. É um recurso que antes só estava disponível para algumas fanpages.

Segundo o Facebook, computadores fornecem uma configuração de câmera estável que pode ser benéfica para muitos tipos de transmissões. Para começar a transmitir ao vivo, basta clicar no botão correspondente na parte superior do feed de notícias ou na linha do tempo e seguir as instruções.

##RECOMENDA##

Também foi adicionado um novo recurso que facilita o uso de softwares e equipamentos profissionais para inserir gráficos ou alternar câmeras ao entrar ao vivo de um computador. Essa função anteriormente só estava disponível para fanpages, mas a rede social diz ter levado em consideração comentários da comunidade para disponibilizá-la para todos usuários.

LeiaJá também

--> Facebook testa recurso para aproximar usuários e políticos

O município de São Paulo receberá R$ 27 milhões do Ministério da Educação (MEC) para compra de equipamento de informática para a rede escolar. Os recursos são do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e o anúncio foi feito ontem (9), na capital paulista, após reunião do ministro Mendonça Filho com o prefeito João Doria, além de secretários da Educação do município e do estado. Durante o ato, foi anunciado ainda que São Paulo será a primeira cidade a incorporar a Base Nacional Comum Curricular que está em elaboração pelo governo federal.

De acordo com Doria, serão comprados 8.470 notebooks e 242 impressoras 3D para 242 escolas, beneficiando 228 mil estudantes. Para o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, a medida transformará o conceito do uso da tecnologia nas escolas. “Os estudantes terão aulas de programação e robótica. Estamos mudando o paradigma. Não será um laboratório de informática, mas um laboratório de educação digital”, disse. A expectativa é que os equipamentos estejam disponíveis no começo do segundo semestre do ano.

##RECOMENDA##

Base

O ministro Mendonça Filho disse que a Base Nacional Comum Curricular ainda está em elaboração e deve ser enviada em abril para o Conselho Nacional de Educação, que é a instância responsável pela homologação da proposta. “À medida que tenhamos a homologação, que vai orientar a elaboração dos currículos com todas as redes de educação, há uma decisão do prefeito João Doria de liderar esse processo de adaptação do currículo.”

Mendonça disse que será finalizado, inicialmente, o documento relativo à educação infantil até o 9° ano e, em seguida, a que diz respeito ao ensino médio, com previsão de conclusão para o fim do ano.

Avaliação

O município de São Paulo firmou ainda um termo de cooperação com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para melhorar o sistema de avaliação da rede municipal. A ideia é recalibrar a escala da Prova São Paulo de acordo com o que é utilizado no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

“O sistema de avaliação é básico para que possamos avaliar o processo de avaliação em qualquer lugar, seja municipal ou estadual. São Paulo tem compromisso com a qualidade e estamos melhorando o intercâmbio de informação”, disse o ministro.

A Universidade da Amazônia (Unama) realizará o Manga Byte, evento promovido pelos cursos de Sistema de Informação e Redes de Computadores. O encontro reunirá setores ligados à tecnologia, buscando a valorização da produção tecnológica regional. O evento será no dia 21 de janeiro, das 8 às 16 horas, na unidade Ananindeua. Será aberto ao público, mas para as oficinas e o torneio de game os visitantes deverão fazer inscrição no site.

Palestras, mesas-redondas, oficinas, cadastro de estágio e até sorteio de uma vaga para conhecer, durante um dia, a rotina de trabalho em uma startup local serão as atividades da programação. Além disso, são formas de proporcionar aos participantes a oportunidade de conhecer os cursos de tecnologia da Unama Ananindeua, e explorar um pouco mais sobre a realidade de mercado de trabalho na área da tecnologia.

##RECOMENDA##

O evento contará com a presença das principais empresas regionais, que apresentarão seus produtos e negócios, além da exposição dos cursos de Tecnologia da Unama que compõem o Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET) da universidade. No minitorneio os participantes disputarão o jogo Fifa 2017 para Xbox. O vencedor receberá uma premiação.

SERVIÇO:

Manga Byte.

Onde: Unama – Campus Ananindeua.

Quando: Sábado (21).

Entrada franca.

Por Vanessa van Rooijen.

 

 

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando