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O ator Dave Bautista, intérprete de Drax em 'Guardiões da Galáxia', criticou a atuação de Dwayne Johnson, o The Rock, durante uma entrevista para a imprensa americana. Bautista afirmou que existem limitações na atuação do ator, mas possuir carisma o torna um dos nomes mais bem pagos de Hollywood. 

Apesar dos dois iniciarem na luta livre antes da carreira na atuação, Bautista comparou as habilidades e a sua carreira com a de Johnson e afirmou que não deseja ficar rotulado apenas como ator de ação, como aconteceu com o colega.

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"Eu quero bons papéis. Não estou nem aí para 'Velozes e Furiosos' ou 'Bumblebee'. Esse não é o tipo de estrelato que eu quero. Quero estar em 'Duna', quero trabalhar com Denis Villeneuve. Quero trabalhar com Sam Mendes e Jodie Foster, quero trabalhar com vencedores do Oscar. Tenho orgulho de ser um ator que constrói personagens. Quero esse respeito e credibilidade", disse o ator a imprensa.

Vale lembrar que Dwayne Johnson é considerado pela Forbes um dos artistas mais bem pagos do mundo por dois anos consecutivos. 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), classificou a visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, a Roraima, faltando 46 dias para a eleição presidencial americana, como não condizente com a "boa prática diplomática internacional".

"A visita do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa", disse Maia em nota divulgada nesta sexta-feira, 18.

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Maia diz ainda se ver na obrigação de reiterar os princípios da Constituição sobre as relações internacionais. "Em especial, cumpre ressaltar os princípios da: (I) independência nacional; (III) autodeterminação dos povos; (IV) não-intervenção; e (V) defesa da paz", disse.

Confira a nota na íntegra:

"A visita do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa.

Como Presidente da Câmara dos Deputados, vejo-me na obrigação de reiterar o disposto no Artigo 4º da Constituição Federal, em que são listados os princípios pelos quais o Brasil deve orientar suas relações internacionais. Em especial, cumpre ressaltar os princípios da: (I) independência nacional; (III) autodeterminação dos povos; (IV) não-intervenção; e (V) defesa da paz.

Patrono da diplomacia brasileira, o Barão do Rio Branco deixou-nos um legado de estabilidade em nossas fronteiras e de convívio pacífico e respeitoso com nossos vizinhos na América do Sul. Semelhante herança deve ser preservada com zelo e atenção, uma vez que constitui um dos pilares da soberania nacional e verdadeiro esteio de nossa política de defesa."

Rodrigo Maia,

Presidente da Câmara dos Deputados

Anitta está lançando sua nova música “Me Gusta”, nesta sexta-feira (18), com a participação de Myke Towers e a rapper americana Cardi B e aproveitou toda a mídia deste lançamento para divulgar e pedir ajuda contra as queimadas no Pantanal.

Através dos seus stories no Instagram, Anitta compartilhou algumas imagens, fez críticas ao presidente pela falta de ação no combate às queimadas e explicou aos seus seguidores porque estava compartilhando o conteúdo de forma aleatória, entre as suas postagens de divulgação da nova música.

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“Eu sei que vocês estão vendo alguns posts aleatórios aqui nos meus stories sobre a natureza, enquanto eu tô promovendo o lançamento do meu single hoje e amanhã, mas é porque o meu presidente é uma merda! Aqui no Brasil as florestas estão pegando fogo, os animais estão morrendo e ele não está fazendo merda nenhuma. Ele só quer saber de fazer meme na internet, no Twitter. Eu não sei que merda ele tem na cabeça. Enfim, é importante avisar isso enquanto tem outras pessoas vindo aqui para ter notícias sobre o meu clipe com Cardi e Myke e tudo mais. Para que essas pessoas saibam e entendam o que tá rolando aqui no Brasil. Porque o que tá rolando é horrível para ca**lho”, disse a cantora.

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Em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (17), o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, criticou as aglomerações de pessoas formadas em campanhas políticas no interior do Estado. Na internet, circulam registros de passeatas reunindo milhares de pessoas, em cidades como Bodocó e Custódia, sem respeito ao uso de máscara ou ao distanciamento social recomendados em prevenção ao novo coronavírus.

“Recebi imagens de eventos políticos no interior que mais pareciam um carnaval. São exemplos negativos que podem custar caro e fazer regredir as medidas do Plano de Convivência. Não podemos colocar tudo a perder, precisamos de um pacto social de enfrentamento à Covid-19, com cada um fazendo sua parte e buscando ser exemplo. A pandemia não acabou”, alertou Longo.

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Apesar disso, o Governo do Estado anunciou que, a partir da próxima segunda (21), as Gerências Regionais de Saúde (Geres) sediadas nas cidades de Ouricuri e Afogados da Ingazeira, no Sertão, avançarão para a etapa 7 do Plano de Convivência com a Covid-19. Assim, será ampliado o horário de funcionamento dos serviços de alimentação e dos shoppings, para até as 22h.

De acordo com Longo, o avanço no Plano de Convivência ocorre porque os indicadores relacionados ao novo coronavírus mostram que todas as quatro macrorregiões tiveram redução no número de óbitos e casos graves, quando considerada a última quinzena. “A análise da semana epidemiológica 37 registra queda de 28% dos casos de SRAG [Síndrome Respiratória Aguda Grave] em comparação com a semana anterior. A positividade dos casos testados chegou a ser de 66% no fim de abril e hoje está entre 14 e 15%”, comentou.

No início desta semana, a jornalista Maíra Azevedo, mais conhecida como Tia Má, causou o maior rebuliço na internet. A baiana usou o Twitter para dizer que não concorda com a expressão 'passar pano' - termo usado por alguém que faz vista grossa para assuntos polêmicos.

"Odeio a expressão 'passar pano', considero classista, elitista e racista. Passar pano é uma atividade doméstica,uma das tarefas da limpeza de casa, e quem é historicamente a empregada doméstica? As mulheres negras. É associar a limpeza a algo menor. Reflitam! #passarpanonao", escreveu ela no microblog.

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Após sua reflexão, Tia Má acabou sendo criticada por diversos usuários da rede social. "Infelizmente não poderei te apoiar nesse lacre, Tia Má", ironizou um dos internautas. "A militância equivocada que muito atrapalha o desenvolvimento de ideias progressistas no Brasil resumida em 1 tweet", comentou outro.

Ainda na plataforma, Tia Má disse: "Problematizar faz parte da construção das narrativas. As discordâncias também! Já os ataques fazem parte da cultura que celebra a opressão e rir daquilo que gera dor! Se constrói um olhar a partir das experiências e vivências!".

Veja:

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o direito do presidente Jair Bolsonaro indicar o diretor-geral da Polícia Federal e chamou de "pirotecnia" as reclamações do ex-ministro Sérgio Moro de suposta intervenção indevida de Bolsonaro na instituição.

"Ele (Moro) é tão medíocre que quando ele sai (do governo) tenta criar mais uma pirotecnia. 'Ai, vou sair porque o Bolsonaro quer indicar o diretor da Polícia Federal'. É importante lembrar que o presidente da República tem o direito de indicar o diretor-geral da PF, sim", disse o ex-presidente em entrevista ao Diário do Centro do Mundo.

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Moro deixou o governo por discordar das tentativas de Bolsonaro de trocar o chefe da PF em meio a investigações contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho mais velho do presidente, por participar de um suposto esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

As denúncias de Moro levaram à instauração de um inquérito para apurar a suposta interferência do presidente na corporação que levou à intimação para Bolsonaro depor presencialmente no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo Lula, Moro usou sua saída do governo para criar um fato político e ganhar da opinião pública. "Por que achar que o Moro podia e ele (Bolsonaro) não podia? Ele tenta ganhar a opinião pública tentando mentir outra vez", disse o petista.

Em mais de uma hora e meia de entrevista, na qual sempre se referia a si mesmo na terceira pessoa como "o Lula", o ex-presidente criticou Bolsonaro, mas seu alvo principal foram Moro e a Lava Jato que, na véspera, apresentou mais uma denúncia contra o petista (a quarta) por uso do Instituto Lula para receber propinas da Odebrecht.

O ex-presidente classificou como "mentira" a nova denúncia argumentando que nunca exerceu cargo de direção no Instituto. "É como se tivesse alguma coisa no Colégio D. Pedro II e fossem para cima do D. Pedro II. Dei apenas meu nome para o Instituto", disse Lula.

O ex-presidente também criticou a postura do novo coordenador da força-tarefa de Curitiba, o procurador Alessandro Oliveira, que substituiu Deltan Dallagnol. "É a mesma coisa que o Dallagnol", disse o ex-presidente.

Poucos dias depois de ter dito que está "à disposição" do povo brasileiro para enfrentar o bolsonarismo, fala que foi interpretada como sinal de disposição para disputar a presidência em 2022, caso consiga reaver seus direitos políticos, Lula voltou a dar sinais contraditórios e disse que "não preciso de eleição para estar vivo". Segundo ele, o corporativismo do Judiciário deve preservar Moro. Até o final de outubro o STF deve julgar o pedido de suspeição do ex-juiz feito pela defesa do petista.

Indagado sobre o papel de Bolsonaro nos incêndios que há dias consomem o Pantanal, Lula poupou o presidente de responsabilidade na tragédia mas criticou a falta de ações do governo para controlar o fogo.

"Eu seria irresponsável se dissesse que a natureza não tem nada a ver com isso. Não estou culpando o presidente Bolsonaro mas estou culpando a irresponsabilidade dele de evitar que isso se torne tão grave", disse o ex-presidente.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a "barulheira" em torno do Renda Brasil, nesta terça-feira (15), ocorreu porque "estão conectando pontos que não são conectados", referindo-se às notícias sobre estudos da equipe econômica de desindexação do salário mínimo em benefícios previdenciários como forma de financiar o novo programa de assistência social. Guedes ainda disse que o "cartão vermelho" de Bolsonaro não foi direcionado a ele.

"O que estava sendo estudado é o efeito sobre desindexação sobre todas as despesas", afirmou o ministro, em evento online Painel Tele Brasil 2020, explicando que a ideia é devolver o controle dos gastos aos governantes, já que hoje 96% dos gastos da União são obrigatórios, assim como Estados e municípios. "O linguajar, os termos do presidente são sempre muito intensos. Da mesma forma, que o lide da notícia dizia que estava tirando direitos dos mais pobres e vulneráveis, não era essa intenção, nunca foi", argumentou, dizendo que a intenção do presidente foi esclarecer.

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O ministro lembrou que, desde início, o presidente disse que não queria consolidar programas sociais para criar o Renda Brasil, e que foi uma decisão política.

Guedes também afirmou que o governo buscava uma aterrissagem suave do auxílio emergencial, que, por decisão do presidente, foi estendido até o fim do ano. "Estendeu o auxílio, então estudos prosseguiram para ver onde aterrissaria auxílio emergencial em 1º de janeiro. Quando estudos são formulados, discutidos, vão para mídia, não tem problema nenhum, o problema é ligar uma coisa à outra."

E repetiu: "O presidente está dizendo que a mídia está dizendo que eu estou querendo tirar dinheiro de pobre para dar para mais pobres. Eu não vou fazer isso. Acabou o Renda Brasil."

O Padre Juarez de Castro que comanda o programa “Bendita Hora”, usou o espaço da atração para demonstrar sua indignação ao discurso homofóbico feito pela cantora Ana Paula Valadão, que ganhou as redes sociais na última quinta-feira (12).

Durante o seu posicionamento, o padre não chegou a citar o nome da atriz, mas ficou claro que se referia de Ana Paula. “Você acredita nisso, que nós escutamos uma pessoa falar isso? Você acredita que uma pessoa, que se diz religiosa, falar que a Aids é culpa dos homossexuais? Isso é burrice misturada com preconceito! Burra, sim”, disse o padre.

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O padre comentou sobre o assunto após um dos telespectadores questionar se ele como homem homossexual poderia frenquentar a igreja e comungar por conta de sua orientação sexual.

“Bastaria qualquer pesquisa científica que ela veria que não existe nenhuma relação da homossexualidade com a Aids. Preconceituosa. Afastando as pessoas e levando elas a considerarem um outro como se fossem doentes e pecadoras. Preconceito. Talvez seja essa doença que precisamos combater. Porque o preconceito é uma doença mais feia, mais horrível do que a própria Aids”, comentou o pároco.

O vídeo onde a cantora e também pastora Ana Paula fala é de 2016, no programa “Diante do Trono’, apresentado por ela. A fala viralizou nas redes sociais e a cantora vem recebendo muitas críticas.

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Há seis meses o Brasil enfrenta a pandemia do novo coronavírus. Neste período, 4.345.610 casos de Covid-19 foram identificados no país e 132.006 pessoas morreram, conforme dados do Ministério da Saúde.

Para tentar frear os números, muitas recomendações foram emitidas por órgãos de saúde. Uma delas orientava que apenas pessoas do grupo de risco ou aquelas que apresentassem sintomas mais graves da doença, como falta de ar, deveriam procurar atendimento médico.

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A orientação amplamente divulgada foi criticada pelo o secretário de Saúde do Ceará, Carlos Roberto Martins, o Dr. Cabeto, nessa segunda-feira (14). Ele ressaltou que, diferente da recomendação inicial, o tratamento precoce do paciente melhora as condições clínicas. A informação foi divulgada pelo G1.

"Eu acho que o mundo inteiro pautou uma coisa chamada 'não vá ao hospital, espere ter falta de ar', e a gente viu no decorrer da evolução, acho que o mundo errou, o CDC [Centro de Controle e Prevenção de Doenças] errou, a [Organização Mundial da Saúde ] OMS errou. É preciso que se diga claramente", afirmou.

Em coletiva realizada para apresentar um balanço das ações voltadas ao enfrentamento da pandemia no Estado, Dr. Cabeto defendeu que a "forma de comunicação inicial" poderia ter sido mais assertiva.

"A gente viu que quando esse doente chega mais precoce, você melhora a qualidade da estratificação do risco, melhora o resultado do tratamento. Acho que essa forma de comunicar poderia ter sido melhor", apontou o secretário.

O ator e ativista norte-americano Leonardo DiCaprio usou as redes sociais para participar de uma campanha crítica ao presidente Jair Bolsonaro sobre a gestão da Amazônia.

O astro de Hollywood compartilhou um vídeo da Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) que questiona "de que lado você está: Amazônia ou Bolsonaro?". Na postagem do Twitter, DiCaprio usou três hashtags: #DefundBolsonaro, #AmazonOrBolsonaro #WhichSideAreYouOn.

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Essa não é a primeira vez que o ator norte-americano, que tem uma fundação internacional pelo meio-ambiente, entra em uma briga com o presidente brasileiro. Em 2013, após fazer críticas contra o governo por causa dos altos índices de incêndios florestais, Bolsonaro chegou a acusar o norte-americano de "financiar ONGs" que estavam envolvidas nas queimadas.

No início da manhã desta sexta-feira (10), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, usou também o Twitter para pedir se o artista não queria participar de um projeto que será lançado pelo governo.

"Querido @LeoDiCaprio o Brasil está lançando o projeto de preservação "Adopt1Park" que permite que você ou qualquer outra empresa ou pessoa escolha um dos 132 parques na Amazônia e patrocine-o diretamente a 10 euros por hectare por ano. Você vai colocar seu dinheiro onde sua boca está?, escreveu o ministro.

Salles também é alvo de muitas críticas internacionais, especialmente, após dizer em uma reunião ministerial em abril que, enquanto a mídia estava preocupada em cobrir a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) era hora de "passar a boiada" na aprovação e mudança de leis ambientais. 

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Da Ansa

O senador Major Olímpio (PSL-SP) criticou, nesta segunda-feira (7), a ação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que suspendeu a decisão do ministro Celso de Melo de impedimento do julgamento do procurador da República Deltan Dallagnol. "É o absurdo dos absurdos. Vivemos tempos difíceis no País. No Brasil, os ratos estão culpando o queijo!", disse o político em uma publicação na sua conta do Twitter. "Fica manifestado o desejo de punir um dos principais protagonistas da Lava Jato", acrescentou.

Na sexta-feira (4), Gilmar Mendes autorizou o Conselho Nacional do Ministério Público a retomar a análise de um processo disciplinar sobre Dallagnol. O ministro Celso de Mello havia interrompido o andamento do caso.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou, neste domingo (6), Laurene Powell Jobs, viúva de Steve Jobs, fundador da Apple, por supostamente doar pelo menos US$ 500 mil para a campanha do democrata Joe Biden na corrida pela Casa Branca.

"Steve Jobs não ficaria feliz com o fato de sua esposa estar desperdiçando dinheiro que ele deixou em uma revista da esquerda radical decadente que é dirigida por um vigarista (Goldberg) e vomita notícias falsas e ódio. Ligue para ela, escreva para ela, diga como você se sente", escreveu Trump, no Twitter, compartilhando a mensagem de um de seus apoiadores sobre a doação.

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A revista The Atlantic, a quem o presidente americano se referiu em sua postagem, possui uma participação majoritária de Laurene Jobs.

O ator igor Rickli pode ser visto atualmente na reprise da novela Flor do Caribe. Embora tenha um currículo recheado de trabalhos importantes, o galã não teve lá momentos gloriosos quando fez sua estreia na TV Globo. Igor disse em entrevista à revista Marie Claire que recebeu inúmeras críticas, em 2013, quando interpretou o vilão Alberto na trama de Walter Negrão.

"Fui muito criticado no início. Isso me desestabilizou demais. Era muita pressão que sentia. Não queria desapontar ninguém. Muito menos o Jayme que me deu a oportunidade, a qual vou ser para sempre grato. [...] Até aprender muito com a Grazi e Henri, a ligar um 'dane-se' para qualquer crítica. Eu estava fazendo meu trabalho por amor ao meu ofício. Aí tudo começou a ficar mais leve. Aprendi ali na prática, com o personagem, a não me levar tão a sério", contou.

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Ele afirmou que o papel no folhetim das 18h foi importante para a sua trajetória profissional. "Alberto foi um personagem que até hoje muito gente fala comigo que queria matar, mas que, no fundo, amava. Adoro isso, quando consigo esse efeito no público, de defender meus vilões. Meu malvado favorito me deu muito trabalho. Fiz de um tudo para essa novela, incansáveis aulas de esgrima, piano, voz, preparação com coachs, levei muito a sério esse projeto", relatou.

A influenciadora digital Geisy Arruda costuma sempre postar fotos ousadas em suas redes sociais e, na noite da última segunda-feira (31), ela não gostou nada da crítica de um dos seus seguidores em uma publicação.

No vídeo, onde ela aparece usando apenas um biquíni, o seguidor comentou: "Única coisa que estraga é a cara". Geyse não deixou passar e respondeu "falou o vesgo". 

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Mesmo tendo rebatido a crítica, a influenciadora decidiu compartilhar a resposta em seus stories e aproveitou para escrever. "Quando homem não gosta, não tem quem faça", disse.

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Após a última polêmica envolvendo o presidente Jair Bolsonaro, a cantora Anitta usou seu perfil no Twitter para fazer uma ironia a declaração feita pelo presidente no último domingo (23).

No Twitter, Anitta escreveu: “Presidente como vamos resolver o problema de saúde? “A meto a porrada” (geral curado) E a educação vamos melhorar como? “Ah se não estudar meto a porrada” (geral formado) Presidente e a economia? “Ah mete a porrada em geral” (geral rico) Top hein, galera... top”.

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Na ocasião - que inspirou Anitta, Bolsonaro intimidou um jornalista dizendo “Vontade de encher tua boca de porrada", ao ser perguntado sobre os repasses de R$ 89 mil feitos por Fabrício Queiroz, à Michele Bolsonaro, esposa do presidente.

Durante todo o domingo (23), o nome de Bolsonaro, da primeira dama e do assessor Queiroz, entraram nos tópicos mais comentados da rede social. E nesta segunda (24), o presidente disse apenas que é “perseguido” pela Globo e fez acusações a emissora.

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Desde que foi eleito presidente da República, em 2018, Jair Bolsonaro vem conquistando a admiração de inúmeros eleitores. Nas redes sociais, o político sempre está em evidência, principalmente quando apoiadores o defendem de qualquer crítica. Embora tenha conquistado a cada dia atenção dos seus admiradores, Bolsonaro também lida com a insatisfação de opositores ao seu governo.

Antes dos órgãos de saúde determinarem o isolamento social em combate ao novo coronavírus, pessoas iam às ruas para manifestar contra às ações de Bolsonaro na Presidência. Em tempos de pandemia, com intuito de evitar aglomeração, os protestos invadiram Brasil afora por meio da internet e também espalhados em outdoors.

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Em Palmas, no Tocantins, cartazes ironizando a popularidade do político, perante ao avanço da Covid-19 no país, chamam a atenção de quem passa próximo aos locais de onde foram instalados. Tiago Silva, um dos idealizadores do movimento anti-Bolsonaro, explicou à revista Época o motivo de ter feito as artes.

"Optamos por fazer uma coisa limpa e que pega. 'Ai mente' e 'Não vale nem um pequi roído' são gírias bem populares aqui [Palmas]. A ideia era fazer só um outdoor, mas conseguimos arrecadar mais do que imaginávamos. Completamos o valor e resolvemos colocar um segundo cartaz. Vimos um outdoor no interior e achamos importante ter um aqui. Via que as pessoas tinham muita vontade mas não tinham ação. Então, eu dei a ideia", disse o cientista social.

Para espalhar as imagens pela cidade, ele declarou que cerca de 60 pessoas contribuíram para a iniciativa ser concretizada. A manifestação conseguiu arrecadar quase R$ 3 mil. No seu perfil do Twitter, Tiago agradeceu o apoio dos colaboradores. "Obrigado a todas e todos que contribuíram para nossa manifestação coletiva. Nosso empenho é em solidariedade às vítimas desse governo fascista e genocida", escreveu ele na rede social. 

Apesar de receber críticas diárias, Jair Bolsonaro apresentou nessa sexta-feira (14) um número crescente de aprovação no auge da pandemia do novo coronavírus. De acordo com o Instituto Datafolha, a quantidade de pessoas que aprovam o governo do presidente atingiu 37% no mês de julho. O estudo também mostrou que, no mesmo período, a rejeição contra Bolsonaro caiu de 44% para 34%.

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Nesta quinta-feira (13), moradores do acampamento Quilombo Campo Grande, em Minas Gerais, resistiram à uma ordem judicial de reintegração de posse e da ação de despejo realizada Polícia Militar. Segundo informações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, as famílias vivem no local há mais de 20 anos. A conta do MST no Twitter chegou a publicar um vídeo de Wagner Moura repudiando a ação.

O ator criticou o despejo das pessoas nas terras localizadas no sul mineiro. Wagner fez um apelo às autoridades. "É uma coisa desumana e inadmissível. [...] Por favor, evitem essa violência, que suspendam imediatamente o despejo na comunidade Quilombo Campo Grande ", declarou.

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Ainda de acordo com o MST, a polícia sitiou as famílias do Quilombo Campo Grande e deixaram elas sem acesso à alimentação: " As passagens foram bloqueadas para que nem imprensa, nem apoiadores do movimento pudessem chegar".

Veja:

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No dia em que o Brasil ultrapassou 100 mil mortos pela covid-19, o Palácio do Planalto reagiu, nas redes sociais, a uma crítica feita pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro, minimizou o número de vítimas e exaltou ações do governo Jair Bolsonaro. "Para um governo, muito mais do que palavras bonitas, a melhor forma de mostrar que se importa é trabalhando", publicou a SecomVC no Twitter, conta oficial da Secretaria de Comunicação Especial da Presidência da República.

A mensagem foi uma resposta à crítica de Moro, feita na mesma rede, e estava "fixada" no topo do perfil da SecomVC após o Ministério da Saúde confirmar que o Brasil superou 100 mil mortos, na noite deste sábado, 8.

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"Não podemos nos conformar, nem apenas dizer #CemMilEdaí. São mais de 100 mil mortos; 100 mil famílias que perderam entes para a Covid. Que a ciência nos aponte caminhos e que a fé nos dê esperança", havia escrito Moro no Twitter. O ex-ministro fez referência a uma declaração de Bolsonaro do fim de abril, quando o presidente disse "e daí?" ao ser questionado sobre os mortos da pandemia.

Ao rebater Moro, a Presidência da República apresentou um "fio" (série de postagens) na rede social com 18 publicações, sendo a última uma menção ao perfil de Bolsonaro no Twitter.

Nos textos, a SecomVC afirma lamentar "cada uma das vítimas da covid-19, e de todas as outras doenças". A equipe de comunicação de Bolsonaro ainda destaca dados imprecisos, como "quase 3 milhões de vidas salvas ou em recuperação". A soma considerou, por exemplo, os 817.642 pacientes em acompanhamento, cujo desfecho da doença é incerto.

O governo também diz ter "um dos menores índices de óbitos por milhão entre grandes nações". Segundo dados da universidade Johns Hopkins, o País tem a 11ª maior taxa de mortes por 100 mil habitantes, mas a conta inclui nações de população bem menor. Entre os países mais populosos, o Brasil está apenas atrás dos Estados Unidos.

A SecomVC também publicou na resposta a Moro dados de entregas do governo federal na pandemia. A equipe de comunicação de Bolsonaro escreveu que a gestão enviou ou entregou 11.353 leitos de UTI aos Estados e municípios. O número, na verdade, refere-se a quantos espaços para internação são custeados pelo governo federal, mas a montagem e compra dos equipamentos teve de ser feita por gestores locais. O governo chegou a prometer que enviaria kits para instalação de 3 mil leitos de terapia intensiva, mas entregou apenas 540.

Ao responder a Moro, a equipe da Presidência também afirma que entregou 13,3 milhões de testes. Desta cifra, no entanto, apenas cerca de 5,3 milhões são do tipo RT-PCR, tido como "padrão-ouro" para diagnóstico. A promessa do ministério é entregar mais de 24 milhões de exames desta linha, mas como mostrou o Estadão, mais de 9,8 milhões estavam encalhados no Ministério da Saúde no fim de julho.

Bolsonaro vs Moro. Ex-juiz da Lava Jato em Curitiba, Moro largou a magistratura no fim de 2018 ao aceitar convite de Bolsonaro para entrar no governo. Em 24 de abril deste ano, Moro pediu demissão do Ministério da Justiça e da Segurança Pública e acusou o presidente de tentar interferir na Polícia Federal.

O presidente reagiu afirmando que Moro pedia indicação de vaga a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

O Supremo tem um inquérito aberto para apurar se houve tentativa de interferência política de Bolsonaro na PF. O relator do caso, ministro Celso de Mello, deve decidir nos próximos dias sobre o depoimento do chefe do Executivo.

Após ser provocado por Jair Bolsonaro (sem partido) na live dessa quinta-feira (6), o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), usou as redes sociais para rebater a fala do presidente. Chamado de "outro cara", o petista acusou a família do presidente de lavagem de dinheiro.

Em defesa da ampliação do retorno das atividades econômicas, Bolsonaro voltou a menosprezar a Covid-19 e questionou, “imagina se aquele outro cara tivesse ganho. Você acha que ele ia tá apoiando essa política de fecha tudo, fique em casa, multa quem tá na rua, ou estaria fazendo uma política semelhante a nossa?”.

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Pouco tempo após a crítica velada do presidente, o principal concorrente dele das eleições de 2018 foi ao Twitter exercer o direito de resposta e atacou. "Deixa eu te explicar @jairbolsonaro: enquanto sua família desviava e lavava dinheiro público, o outro cara abria as portas da universidade para jovens de todas as classes sociais", publicou.

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É com bons olhos que o deputado estadual Antonio Coelho (DEM) afirmou enxergar a aprovação do Marco Legal do Saneamento pelo Congresso Nacional. Na avaliação do democrata, a nova legislação se apresenta como uma alternativa positiva frente ao precário e ineficiente serviço prestado pelas companhias estatais de água e esgoto. Rol no qual o parlamentar inclui a Compesa, ressaltando que o trabalho desenvolvido pela empresa é de má qualidade e incapaz de atender os interesses dos pernambucanos, sendo alvo recorrente de reclamação e insatisfação da população.

“Aqui no Estado, além de entregar um serviço ineficiente, a Compesa não apresenta disposição nenhuma em ampliar sua rede, particularmente nos municípios do interior e na zona rural”, criticou o democrata, durante conversa em rede social com Anselmo Gomes (MDB), vereador de Santa Maria da Boa Vista, cidade do Sertão do São Francisco, mais uma entre tantas outras a sofrer com problemas no abastecimento de água. Antonio Coelho reforçou seu raciocínio, apontando que a estatal pernambucana não realiza os investimentos necessários, o que acarreta a baixa taxa de cobertura em várias cidades, a cota de saneamento igualmente ruim, além dos inúmeros episódios de cortes no fornecimento d’água.

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Segundo o deputado, com a abertura da possibilidade de outras fontes de investimentos, o país passará a ter mais recursos disponíveis para amparar (e oferecer maior segurança hídrica à população brasileira, que está à mercê das companhias estatais. “Vamos ajudar a garantir dignidade aos brasileiros que não têm saneamento básico nem acesso a água tratada”, defendeu o democrata. Atualmente, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 75 milhões de brasileiros não têm acesso a tratamento do esgoto.

*Da assesoria de imprensa

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