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A atuação do presidente da República, Jair Bolsonaro, em relação à polêmica em torno da floresta Amazônica foi alvo do megainvestidor e filantropo George Soros, em Davos, na Suíça. Num jantar tradicional do Fórum Econômico Mundial, na noite de quinta-feira, 23, ele avaliou que continua a ocorrer uma "catástrofe humanitária" na América Latina. Também anunciou que doará US$ 1 bilhão para uma rede que terá com foco o combate ao autoritarismo e ditadores no mundo.

Sobre a Venezuela, citou que quase 5 milhões de venezuelanos haviam imigrado de seu país levando uma "tremenda perturbação" aos vizinhos. "Ao mesmo tempo, Bolsonaro não conseguiu impedir a destruição das florestas tropicais no Brasil, com o objetivo de abri-las para a pecuária", apontou.

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O bilionário destacou que o momento atual é uma marca de transformação na história. "A sobrevivência das sociedades abertas está ameaçada e enfrentamos uma crise ainda maior: a mudança climática. Está ameaçando a sobrevivência de nossa civilização", considerou no discurso.

Para ele, é improvável que os resultados correspondam às expectativas das pessoas. "Isso já causou desapontamento generalizado que os políticos populistas exploraram para seus próprios propósitos."

As palavras de Soros foram carregadas de rispidez, de acordo com relatos de presentes. Principalmente quando mencionou Bolsonaro, o presidente americano Donald Trump, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, e o ex-primeiro ministro italiano, Matteo Salvini. O discurso, de um modo geral, tinha o clima como fio condutor, o mesmo tema que norteou as discussões do Fórum.

A cooperação internacional era a esperança predominante. Inclusive a dele, como observou, que acabou sendo frustrada. Até porque, segundo Soros, as potências mais fortes - Estados Unidos, China e Rússia - permaneceram nas mãos de possíveis ou reais ditadores e os grupos de governantes autoritários continuaram a crescer.

Ele citou ainda o Brexit, como é chamada a saída do Reino Unido da União Europeia, o avanço do nacionalismo na Índia e as ações "impetuosas" de Trump, que aumentaram o risco de uma conflagração no Oriente Médio.

O presidente americano foi chamado de vigarista e narcisista máximo, que "deseja que o mundo gire em torno dele". "Quando sua fantasia de se tornar presidente se tornou realidade, seu narcisismo desenvolveu uma dimensão patológica", atacou.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) afirmou, nesta segunda-feira (20), que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem mostrado sua “incompetência” na condução da pasta. A crítica do psolista diz respeito aos erros na aplicação e no resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

“Especializado em micagem e provocação ideológica, Weintraub mostra sua estupenda incompetência como gestor”, observou Ivan Valente. “Para ele, esse foi ‘melhor Enem da história’, justamente a edição que contou com milhares de erros na divulgação de notas”, emendou.

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Desde a última sexta-feira (18), quando foram divulgadas as notas do Enem, a edição da prova de 2019 tem repercutido e gerado críticas de alunos que reclamam de erros na contabilização das notas e nos gabaritos divulgados. Weintraub admitiu que houveram deslizes no resultado das provas. Os alunos podiam recorrer das notas até às 10h da manhã de hoje. 

Ainda para Ivan Valente, com o comando de Abraham Weintraub a educação no país está sob a batuta de “levianos”.

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse, em um vídeo publicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em suas redes sociais, que os concursos públicos selecionam pessoas com viés político esquerdista. 

Na gravação, o comandante da pasta critica o certame da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). "Se você ver, é um concurso que tem praticamente nada de matemática e está lá falando de governo estadunidense. Então, na seleção você já seleciona pessoas com viés de esquerda nos concursos, como é o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] (sic)", disse.

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Na postagem, o ministro ainda classifica o Ministério da Educação (MEC) com um "colosso". Dos 600 mil funcionários do Governo Federal, 300 mil estão no MEC. Esse corpo aqui está cheio de pessoas que prestaram concurso público e é importante que seja dito como são esses concursos públicos", salientou. 

De acordo com Weintraub, a suposta relação política entre os concursos e os selecionados começou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "A gente está falando de mais de um quarto de século de, continuamente, uma doutrinação que começa de uma forma suave e gradualmente você vai começando a achar o errado normal", finalizou.

Com o título elencado como - Doutrinação e mentiras até nos concursos. - Caso fosse perguntado numa prova: após a saída de João Goulart, em 1964, quem assumiu a presidência da república? Qual sua resposta?", o vídeo foi publicado por Bolsonaro na sua página oficial do Facebook e já conta com 26 mil interações, quase 4 mil comentários e 7,8 mil compartilhamentos. 

Confira abaixo a publicação com o vídeo:

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Presidente nacional do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE) sustenta que foi o dinheiro público destinado ao partido o real motivo do racha entre os grupos liderados por ele e pelo presidente Jair Bolsonaro. Com a eleição de 52 deputados, o PSL passou da condição de nanico para detentor da segunda maior fatia do Fundo Partidário - só em 2019, a legenda recebeu mais de R$ 87 milhões, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "A cúpula do governo ficou ensandecida para pegar esse dinheiro", disse Bivar em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo. "Acho uma coisa abominável", completou, ao falar sobre a crise que rachou o partido e levou à desfiliação de Bolsonaro.

Agora, ele tece críticas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e engrossa o coro dos que apontam falta de habilidade da gestão Bolsonaro. "O governo se preocupa mais com os costumes e o conservadorismo do que com a economia", disse. A seguir os principais trechos da entrevista:

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O sr. sente saudade da época em que o PSL era nanico?

Olha, há quem diga que o dinheiro traz tudo, mas o dinheiro traz também um pouco de maldição. As pessoas ficam ensandecidas. Não era esse (conseguir verba do fundo partidário) o objetivo do PSL. Era alcançar o poder para realizar as reformas. No momento em que o PSL tem um fundo partidário, a cúpula do governo ficou ensandecida para pegar esse dinheiro. Acho uma coisa abominável isso. Se eu pudesse hoje renunciar a tudo isso, eu faria.

Se os deputados bolsonaristas saírem do PSL e entrarem com ações para tentar levar o dinheiro do fundo, o sr. vai ser contra?

Olha, eu moro no Brasil e vou continuar morando no Brasil porque eu acredito no direito objetivo, no Estado de Direito, nas cortes que regem esse País. Por mais agredido que eu tenha sido na minha vida - de viver numa planície, às custas e riscos do meu próprio esforço, sem nunca ter tido dinheiro público nas minhas empresas - não significa que eu desacredite no Estado de Direito. Existe uma legislação, um Supremo Tribunal Federal. O dia que eu não acreditar nisso, é melhor ir morar em um país ditatorial. Critico muito quando você ataca as instituições.

Em 2019, o ataque a muitas instituições, como o Congresso e o STF, partiu justamente do governo federal. O que acha disso?

Acho que o Brasil é muito feliz porque as suas instituições estão funcionando. A preocupação que nós temos é que querem realmente comprometer as instituições desse País.

Acha contraditório o sr. ser considerado "queimado para caramba", como citou Bolsonaro, por causa das suspeitas de candidaturas femininas laranjas e o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que também é investigado, não?

Isso não tem nada a ver com esse distanciamento que teve uma ala radical - e de viés autoritário - de uma ala liberal e consciente. Essas questões de candidaturas masculinas que presumivelmente se beneficiaram de candidaturas femininas - acho que isso não tem repouso no bom senso. Oxalá eu tivesse no meu partido várias Joices Hasselmann, várias Janainas (Paschoal), várias Dayanes Pimentel, várias doutoras Sorayas (Thronicke). Mas a gente não tem. Temos que ser muito pragmáticos. Existem poucas mulheres ativas na política nacional. Determinada por lei, essa cota de 30% para gênero vai gerar distorções. Quem sabe em duas décadas as mulheres passem a ter uma participação mais ativa na vida nacional. Acredito muito nas mulheres, elas eram mais de 50% dos gerentes das 19 que eu tinha nas minhas empresas (Excelsior e da Brasitec, de gerência de risco).

Como ficou a relação com Bolsonaro depois de tudo que aconteceu?

O meu objetivo, os meus esforços foram para que a gente alcançasse o poder sem nos aviltarmos. Passei mais de 15 anos de um socialismo moreno no nosso País, sem arredar o pé das minhas convicções liberais e achei que esse governo poderia dar esse viés. Mas as coisas não estão andando. Você vê que o governo não tem a habilidade para fazer as reformas que a gente precisa por uma questão de que se preocupa com coisas que não fazem sentido. Se preocupa mais com os costumes e o conservadorismo que com a economia propriamente dita.

Bolsonaro vai conseguir criar o Aliança Pelo Brasil a tempo das eleições deste ano?

Olha, eu acho que não tenho mais que ter mais nenhum tipo de especulação com relação ao presidente, sabe? Ele escolheu o caminho dele e para mim só resta fazer o que eu sempre fiz nesses 20 anos, lutar pelos ideais que eu sempre tive. Acho que a gente teve uma oportunidade agora de mudar muitas coisas no País. Não estão acontecendo (as mudanças). É uma pena. A gente, por inépcia do governo federal, não tem conseguido levar adiante as reformas que poderiam ser feitas.

Mas saiu a reforma da Previdência. Fala de outras?

A da Previdência podia ser mais larga ainda, ela não atingiu os Estados. Não atingiu o seu objetivo.

O sr. se preocupou mais com a pauta do liberalismo do que com outras bandeiras do governo. O que acha do pacote anticrime?

O liberalismo econômico precede qualquer outra reforma. Se você mantiver uma economia perfeitamente liberal, onde você incentiva o empregador e a livre iniciativa, você não posterga o País. Por outro lado, a nossa economia tem que ser menos financista, sabe? Olhar o aspecto macro.

Então o sr. é crítico da atuação do ministro Paulo Guedes?

O Ministério da Economia está muito financista. O governo tem que se desprender de ficar só em uma conta aritmética.

Pode dar um exemplo?

Veja essa questão agora do DPVAT. Você não pode seguir com as seguradoras há oito anos indenizando o mesmo valor a uma pessoa que é atropelada. Isso diminui mais ainda a capacidade da continuidade da vida econômica - é um sentido muito pequeno, muito financista. Nos Estados Unidos, acontece o oposto. O IPVA é muito menor que o prêmio de seguros. A indenização vai a US$ 1 milhão. É importante que, se alguém for atropelado na rua, não cesse a sua atividade econômica.

Uma empresa do sr. era operadora do DPVAT. Critica a extinção do seguro pelo governo?

Acho que as seguradoras deveriam pagar uma indenização maior, e não diminuir o prêmio. A indenização máxima é R$ 13 mil. Isso acontece há oito anos. O que vai fazer um pai de família que perde as pernas em um acidente de moto? Com R$ 13 mil?

E a extinção do DPVAT contribui para a redução?

Contribui para que a indenização continue pequena. Pífia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ex-secretário de Turismo de Esportes e Lazer de Pernambuco, atualmente deputado federal pelo PSB, Felipe Carreras, usou sua conta pessoal no Twitter, neste sábado (11), para tecer comentários contra o presidente Jair Bolsonaro. Carreras comentou as recentes falas do presidente a respeito de Fernando de Noronha, destino turístico do litoral pernambucano, e afirmou que Bolsonaro está "manchando" o lugar. 

Na última quinta (9), o presidente Jair Bolsonaro falou sobre Fernando de Noronha durante uma live transmitida ao vivo pelo Facebook. Ele criticou os valores praticados na ilha e aconselhou os turistas a refletirem antes de escolher o lugar como destino de férias: "Você vai ser escalpelado em Fernando de Noronha. Vão tirar o teu escalpo em Fernando de Noronha. Toma cuidado, liga antes. É 200 'merreis' para ir na praia, 200 reais para ir na praia. Não pode isso, não pode aquilo. É multa para tudo que é lado. Virou paraíso para o pessoal que resolveu tomar para si fernando de Noronha".

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Esta não foi a primeira vez que o presidente tocou no assunto dessa maneira. Em julho de 2019, ele já havia criticado a cobrança de ingresso para visitar o Parque Nacional Marinho localizado na ilha, chamando a taxa de "roubo" e afirmando que seria esse o motivo pelo qual  "quase inexiste turismo no Brasil".

Em resposta aos comentários de Bolsonaro, o deputado federal Felipe Carreras disse que a fala do presidente foi "infeliz". Pelo Twitter, Carreras comentou: "Não podemos permitir que o povo noronhense sofra tamanha falta de respeito. Não é porque existe uma concessão ao ICMBio que vamos rotular a ilha como um local onde os visitantes são 'escalpelados'. Criticar por criticar, sem apontar uma solução só mancha o destino. Estamos à disposição para dialogar e contribuir cada dia mais com o crescimento da ilha. Mas, é preciso ter inteligência e responsabilidade para tratar o assunto". 

 

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Augusto Heleno, disse em seu Twitter, nesta terça-feira (7), que o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) "merece um exame de sanidade mental, seguido de bafômetro", ao compartilhar um vídeo no qual o parlamentar divulga uma petição sobre a descriminalização de pequeno uso de porte de drogas. 

A princípio, o general compartilhou apenas o vídeo em questão, deixando a entender que ele estava apoiando a votação online. Só depois, em outro tuíte, foi que o ministro criticou o pedido de Marcelo Freixo, chamando de "pregação inacreditável".

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A petição está disponível no site drogaSTF.com.br. De acordo com Freixo, o objetivo é combater à guerra contra as drogas. No vídeo, o deputado diz que a política antidrogas significa "a guerra aos lugares mais pobres, superlotação da população carcerária, aumento de homicídios e aumento de agentes públicos mortos". 

A música Verdinha, de Ludmilla, continua 'causando' na internet. Acusado de fazer apologia à maconha,  o hit tem motivado discussões e muitas críticas à cantora nas redes sociais. Mas, a cantora parece não se incomodar com a repercussão negativa. Pelo contrário. Nesta segunda (6), ela agradeceu aos que andam falando mal do seu trabalho. 

Verdinha foi lançada um pouco antes do final de 2019 e veio junto com um clipe em que Ludmilla aparece em uma plantação de alface. Segundo a artista, é sobre isso que a música fala, alface e, por esse motivo, não há motivo de censura à composição. Mas, apesar da explicação da cantora, algumas pessoas continuam afirmando que ela está fazendo apologia ao uso da maconha. 

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As críticas, no entanto, não abalam a artista. Ela está mesmo é gostando da repercussão de Verdinha e agradeceu aos críticos de plantão. "Tô adorando esses trouxa divulgando minha música e clipe de graça, sem permuta, sem pagar nada, que delícia. Quanto mais vocês inventar coisas, mais famosa a Verdinha fica. Continuem que eu tô amando, cambada de trouxa". 

Não é a toa que nos países onde já estreou Frozen II está batendo recordes de bilheteria. A continuação da história das irmãs Elsa e Anna de Arendelle ganhou muito mais vida em seu segundo capítulo, com a abordagem de temas mais profundos. O filme ganhou músicas mais interessantes, sem no entanto ter “uma nova Let it go” e apresenta diversas cenas onde vemos as duas protagonistas precisando se superar para descobrir mistérios e desvendar verdades omitidas por anos sobre o passado de sua família, em uma trama decisiva para o futuro do reino.

Os poderes de Elsa, antes descontrolados e vistos como uma ameaça, desta vez são parte da solução e necessários em sua jornada. Anna, por sua vez, precisa aprender a confiar mais na irmã e diminuir seu instinto de superproteção por medo de perder a relação recém-reatada entre as duas. Agir sob pressão e não paralisar ao se sentir sozinha também se torna um dos desafios que a princesa de cabelos ruivos enfrenta na jornada de Frozen II, quando a postura de vítima da solidão e do isolamento de Elsa no primeiro filme já não cabem mais. 

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A leveza, diversão e humor ficam em grande parte, mais uma vez, por conta de Olaff, o simpático boneco de neve que conquistou os fãs no primeiro filme, da rena Sven e de Kristoff, par romântico da princesa Anna. Durante o filme, a relação dos dois também tem mais espaço para se desenvolver mais. 

Frozen II é, em linhas gerais, um filme mais profundo, emocionante, instigante e divertido que o seu antecessor, sem perder, no entanto, elementos que o caracterizaram e fizeram da franquia o sucesso arrebatador que ela se tornou desde o início. É certeza de diversão para o público de qualquer idade. A estreia no Brasil é nesta quinta-feira (2).

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Nesta terça-feira (24), Xuxa Meneghel revolveu fazer uma reflexão sobre a transformação de animais em comidas. Posando entre um leitão e ao lado do namorado, o ator Junno Andrade, a apresentadora da Record TV fez um apelo para que os bichos não sejam sacrificados em nome do prazer gastronômico.

"Comemore a vida sem morte na sua mesa. Você não precisa ser vegano, vegetariano, precisa ser mais humano", apelou a loira. Embora tenha refletido sobre a filosofia do veganismo, ela dividiu opiniões com a sua postagem.

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A apresentadora recebeu elogios de alguns fãs, porém também foi alvo de críticas de outras pessoas na rede social. "Que saco esse assunto. Respeite quem gosta de carne também, acho desnecessário isso", comentou um dos usuários do Instagram. "Adoro um porco assado. Infelizmente não tenho vontade de ser vegana", disparou outra seguidora.

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J.K. Rowling, escritora dos livros da saga Harry Potter, foi bastante criticada nesta quinta-feira (19). A britânica gerou polêmica ao defender a pesquisadora Maya Forstater, de 45 anos, que foi demitida ao fazer uma postagem sobre identidade de gênero, dizendo que mulheres trans não deveriam mudar de sexo.

No seu perfil do Twitter, J.K. Rowling declarou: "Vista-se como quiser. Chame a si mesmo como quiser. Durma com qualquer adulto que aceite você. Viva sua melhor vida em paz e segurança. Mas forçar as mulheres a deixarem seus empregos por afirmarem que o sexo é real?".

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O apoio direcionado a Maya Forstater acabou dando o que falar entre os internautas. "JK Rowling vem curtindo tweet transfóbico desde 2017. Mas até então os assessores dela dizem que ela curte sem querer, 'o dedo desliza'. O tweet também foi digitado por engano?", comentou um dos usuários do microblog.

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O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) voltou a atacar a equipe nomeada por seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, e afirmou nesta quinta-feira (19) que a comunicação do governo "sempre foi uma bela de uma porcaria".

A comunicação do Palácio do Planalto é comandada pelo secretário Fabio Wajngarten. O ministro da Secretaria Geral do Governo, general Luiz Eduardo Ramos, é responsável pela secretaria. O Planalto disse que "não irá se manifestar" sobre as declarações de Carlos.

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O "filho 02" de Jair Bolsonaro" compartilhou no Twitter vídeo em que o presidente insinua relação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), com ação do Ministério Público em endereços do senador Flávio Bolsonaro (Sem partido-RJ) e de seus assessores.

"Se eu fosse comunicação do governo, o que sempre foi uma bela de uma porcaria, só neste vídeo trabalharia umas 5 mensagens facilmente. Se não fosse o voluntarismo de quem quer o bem deste país não sei o que aconteceria. De resto, qualquer ilação é lixo", escreveu Carlos.

O vídeo traz declarações de Bolsonaro a jornalistas feitas nesta quinta em frente ao Palácio da Alvorada. Não é a primeira vez que Carlos escancara sua oposição a membros do governo Bolsonaro. A queda do ex-ministro general Alberto Santos Cruz, que coordenava a comunicação do Planalto, foi atribuída a pressões do vereador.

Carlos também fritou neste ano o ex-ministro Gustavo Bebianno, demitido em fevereiro. A lista de alvos no governo do "filho 02" ainda é composta pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, e pelo vice-presidente Hamilton Mourão.

Em abril, Carlos fez uma ofensiva nas redes sociais com quase 20 publicações em menos de dois dias contra Mourão. Ele negava que estivesse apenas "reclamando do vice" no Twitter e dizia que não eram ataques: "são apenas fatos que já aconteceram e gostaria de continuar compartilhando", escreveu.

O vereador é apontado como membro do "gabinete do ódio", grupo de assessores e aliados de Bolsonaro, seguidores do escritor Olavo de Carvalho, que pensam a estratégia de comunicação da militância do governo.

Carlos Bolsonaro chegou a passar 26 dias sem publicar em suas redes sociais. O parlamentar reapareceu na rede social em 8 de dezembro. Como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, Carlos havia sumido das redes em uma tentativa de se preservar após ter o nome envolvido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Mista das Fake News e ver assessores voltarem a prestar depoimento na investigação sobre a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL/RIO). O "sabático" forçado incomoda o segundo filho do presidente, mas era recebido com alívio por ministros e aliados de Bolsonaro.

Referência no universo cinematográfico, a atriz Jane Fonda não tem papas na língua quando o assunto envolve os direitos humanos. Por dentro das polêmicas da política brasileira, ela resolveu falar sobre o presidente Jair Bolsonaro. Entrevistada pela revista Veja, Fonda condenou a declaração dele de ter acusado o ator Leonardo DiCaprio de promover queimadas na Amazônia.

"É patético. É risível. É uma piada", disse. "Acompanho a política brasileira. Estava em Michigan durante as eleições presidenciais brasileiras, quando Bolsonaro foi eleito. Alguns brasileiros me viram e começaram a chorar ao dizer que ele havia ganhado a disputa presidencial. [...] Eu me senti muito mal. Já passei um tempo no Brasil, amo o país, amo seu povo, e sinto muito que tenha chegado a esse ponto", completou.

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Em um outro momento, Jane Fonda afirmou que Jair Bolsonaro "é um homem que permite as queimadas na Floresta Amazônica em troca de dinheiro, em nome da produção agrícola".

Líder da bancada de oposição na Câmara do Recife, o vereador Renato Antunes (PSC) subiu o tom ao criticar o prefeito do Recife, Geraldo Julio, e o governador Paulo Câmara, ambos do PSB, e disse que os dois formam uma dupla sertaneja: ‘IPTU e IPVA’. O argumento de Antunes foi exposto enquanto ele reclamava do adiamento da entrega da reforma do Geraldão. 

De acordo com o parlamentar, o 10º adiamento para entrega do equipamento esportivo é desrespeitoso com o povo do Recife. 

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“A obra teve um orçamento inicial de R$ 32 milhões, mas já ultrapassou os R$ 52 milhões, com mais de 11 aditivos, e no entanto, o equipamento não foi entregue. Coincidência, entregarão em ano eleitoral para contar em suas peças de campanha”, acusou. 

“Há pressa para querer aumentar a carga tributária da cidade, os impostos estaduais e poucos serviços são ofertados. Os gestores da capital e do Estado são uma dupla sertaneja. É IPTU e IPVA. É uma vergonha”,  disparou o vereador.

Nessa segunda-feira (9), a secretária executiva de Esportes do Recife, Yane Marques, afirmou que a obra do Geraldão será entregue apenas em 2020. Para Renato Antunes, a falta de planejamento e prioridades da gestão, além de prejuízos sociais, resulta em danos aos cofres públicos.

“A obra deveria ser entregue em 2014. São cinco anos de espera e de muita promessa, por parte da Prefeitura do Recife. Em agosto eu cobrei uma resposta, e a gestão informou que entregariam até o dia 31 de dezembro. Infelizmente, mais uma vez a verdade não foi repassada ao povo”, disse Antunes.

*Com informações da assessoria de imprensa

Silvio Santos voltou a causar polêmica. Nesse domingo (8), o apresentador recusou a vitória de uma cantora negra, fazendo com que uma candidata branca ganhasse a apresentação em seu programa. Após sua decisão, Silvio recebeu críticas na internet. Muitas mensagens o acusaram de racismo. Sobre o assunto, Felipe Neto resolveu opinar.

No Twitter, o youtuber condenou a atitude do dono do SBT com a participante. "Silvio Santos já provou que é um sujeito misógino e racista. Dessa vez, conseguiu se superar. Ao ver que uma negra tinha vencido seu concurso no voto popular, ignorou o resultado, deu mais dinheiro pra uma branca e disse que ela era melhor e 'muito bonita', tuitou. As pessoas que curtem os conteúdos de Felipe Neto na rede social também se manifestaram.

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"Não há nada mais do que esperar desse homem [Silvio]. Ele é podre!", comentou um dos internautas. "Nunca pensei que na minha vida eu teria repulsa e vergonha do Silvio Santos. Era um ídolo meu na infância e hoje vejo que ele é uma porcaria", disparou outra pessoa.

Confira:

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Apresentado por Ana Furtado, Patrícia Poeta, Zeca Camargo, Cissa Guimarães e André Marques, o programa É de Casa passou por uma saia justa neste sábado (7). Durante uma transmissão ao vivo com Manoel Soares em São Paulo, mais especificamente na 25 de março, a atração da Globo não esperava ouvir o desabafo de um dos entrevistados.

Abordado pelo repórter para falar sobre as compras de fim de ano, um aposentado declarou que não recebe o 13º salário. Ao falar sobre o assunto, o senhor não titubeou ao mandar o recado para o presidente Jair Bolsonaro.

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"Eu não tenho décimo terceiro. Isso vai para todo o Brasil agora, se for para o presidente da república é bom. Somos [apontando para outra pessoa] aposentados pelo LOAS [Lei Orgânica de Assistência Social], um salário mínimo cada um, não temos décimo terceiro", disse o homem. Em seguida, ele afirmou que é difícil viver com apenas um salário.

 

O senegalês Cheikhou Kouyate, companheiro de seleção de Sadio Mané, fez duras críticas ao fato do atacante do Liverpool não ter ganho a Bola de Ouro da Fifa. Para ele, se Mané fosse brasileiro ou europeu, nem haveria debate sobre quem foi o melhor jogador do mundo na temporada 2018-19.

A Bola de Ouro acabou ficando mesmo com Lionel Messi, seguido pelo zagueiro Virgil van Dijk e por Cristiano Ronaldo. Mané ficou na 4ª colocação, o que gerou a revolta de Kouyate. “Não é porque eu jogo com ele, ou porque eu o conheço, é exatamente o que as pessoas que assistem futebol sentem. Basta assistir ao que ele fez pelo clube e pelo país e você verá nas entrelinhas que ninguém foi melhor que ele", disparou.

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Em 2019, foram 54 gols de Sadio Mané, pelo Liverpool e pela seleção de Senegal. “Todos sabemos que Messi é realmente bom, talvez o melhor jogador, mas não na última temporada. Talvez eu precise falar com ele (Mané) para melhorar seu jogo nas redes sociais e começar a usar coisas caras para ter uma chance melhor. Talvez não sejam apenas o futebol que eles olham, porque não há como três pessoas terem uma temporada melhor do que ele”, finalizou Kouyarte, meio campista do Crystal Palace, da Inglaterra.

Após acusação do presidente Jair Bolsonaro ao ator Leonardo DiCaprio, dizendo que ele teria pago os incêndios na Amazônia e a reação do artista rebatendo as críticas, o também ator Mark Ruffalo, intérprete do Hulk na franquia Os Vingadores, saiu em defesa do colega no último domingo (1°).

Em seu perfil do Twitter, Mark Ruffalo falou que "Bolsonaro está usando de bode expiatório as pessoas que protegem a Amazônia dos incêndios que ele mesmo permitiu que acontecesse" e questionou: "Pergunte a si mesmo: o que mudou recentemente no Brasil para que isso acontecesse?”

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"Hoje vai ser uma festa! Bolo, guaraná, muito doce pra você!", dizia a letra da música de aniversário mais famosa da Xuxa Meneghel. Desde sempre, festinha infantil é sinônimo de doce. E o açúcar rola solto entre os convidados. Porém, o consumo do produto, além de ser proibido para menores de dois anos, pode ser essencialmente danoso para os pequeninos.

Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, revela que os efeitos do açúcar no cérebro são parecidos com aqueles provocados pelo consumo de drogas como a cocaína. "Com base nas semelhanças comportamentais e neuroquímicas observadas entre os efeitos do açúcar e drogas, podemos deduzir que o açúcar atenda aos critérios para uma substância de abuso e possa ser "viciante" para alguns indivíduos quando consumido de maneira exagerada", afirma a nutricionista Luciana Sarmento, do Espaço Stella Torreão.

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O açúcar induz as mesmas respostas na região do cérebro conhecida como "centro de recompensa", como nicotina, cocaína, heroína e álcool. O produto estimula a liberação de neurotransmissores - dopamina em particular.

Nas crianças, a especialista em Nutrição Clínica e Funcional Luciana Sarmento explica que a dependência do açúcar pode se manifestar através de distúrbios de comportamento. "Hiperatividade, dificuldade de concentração, irritabilidade e outros problemas psicológicos podem estar ligados à dieta e ao excesso de consumo de açúcar", avalia.

Para os pais, é muito difícil resistir à tentação de oferecer guloseimas para as crianças. Ao contrário da cocaína, o açúcar é uma "droga" que vicia socialmente aceita, sobretudo em festinhas infantis.

A partir de qual idade deve-se oferecer açúcar para a criança?

Essa é uma pergunta bastante comum entre os pais. Antes de falarmos sobre o açúcar, vale ressaltar que o consumo do mel para crianças abaixo de dois anos é vetado. Isso porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que estudos revelaram a presença de bactérias causadoras do botulismo intestinal em amostras de mel. A doença pode levar à morte por paralisia da musculatura respiratória.

Recomenda-se não consumir açúcar de nenhum tipo (refinado, cristal, mascavo, mel, melado, rapadura, etc) durante os dois primeiros anos de vida da criança.

"Às vezes, ficamos ansiosos para que a criança comece a utilizar o açúcar. Talvez essa seja uma ansiedade mais dos pais do que da própria criança. Nem tudo precisa de açúcar a mais, por exemplo um suco de melancia não precisa de açúcar. O mesmo vale para o leite: não precisa adoçar a mamadeira", enfatiza a endocrinologista Livia Marcela, mestre em Endocrinologia pela Unifesp.

Desde 2015, a OMS recomenda que o limite máximo para açúcares livres oferecidos para crianças acima de dois anos deve ser 10% do valor energético total e, idealmente, 5%. O que equivale a aproximadamente 25 gramas (100 cal ou aproximadamente seis colheres de chá) de açúcares adicionados por dia.

"Tem havido uma falta de clareza e consenso sobre quanto açúcar adicionado é considerado saudável para crianças. Então, o açúcar permanece um ingrediente comumente presente em comidas, bebidas e o consumo geral por crianças permanece alto. Não existe referência quanto ao tipo açúcar que deve ser consumido, mas obviamente os açúcares nutritivos são os mais indicados dentro das quantidades preconizadas", afirma a nutricionista Luciana Sarmento.

Consequências do açúcar na saúde infantil

Um dos primeiros efeitos quando os pais introduzem o açúcar na vida dos pequeninos é em relação ao paladar. Acostumada ao gosto do leite materno ou fórmula, ou dos alimentos in natura preparados com poucos temperos, o açúcar parece uma "bomba de sabor". E isso pode comprometer as escolhas saudáveis, ou não, que ela fizer no futuro.

Ao oferecer o açúcar, a criança pode rejeitar outros sabores. O açúcar adicionado, ou seja, aquele que a gente usa para adoçar alimentos ou bebidas, tem efeito prejudicial para os pequeninos, como esclarece Luciana Sarmento: "Uma associação entre ingestão de açúcar e distúrbios metabólicos como obesidade, dislipidemias, aumento da pressão arterial, diabetes mellitus. Alguns tipos de câncer podem estar associados ao excesso do uso de açúcar assim como distúrbios cognitivos e cáries".

A endocrinologista Lívia Marcela aponta a obesidade como um dos principais problemas. "Dados recentes apontam que mais de 30% das nossas crianças de cinco a nove anos sofrem com excesso de peso. Açúcar adicionado é o açúcar que colocamos a mais em alimentos. Esse seria o maior problema. A obesidade tem um elo muito grande com o açúcar adicionado", ressalta.

Escolhas mais saudáveis

Para crianças acima de dois anos, se optar por utilizar o produto, prefira as versões mais nutritivas, como mel, açúcar mascavo, de coco, demerara, orgânico ou melado.

A adição de fibras também diminui a absorção do açúcar. "Recomenda-se o consumo de alimentos ricos em fibra solúvel como as cascas das frutas, grãos integrais, brócolis, a aveia, chia. Este tipo de fibra ajuda a desacelerar o processo de absorção de açúcares, regulando assim os níveis de glicose no sangue", aconselha Luciana Sarmento.

Uma outra dica importante é incentivar o consumo de frutas inteiras e orientar as crianças sobre os benefícios da fruta, rica em fibras em comparação ao suco.

Na opinião da endocrinologista Lívia Marcela, as festas infantis não são as vilãs da história. "O maior problema não é a criança comer um ou outro doce durante as festinhas. Mas a frequência que esse consumo acontece. Então, deixar fácil acesso a doces, balas e bolachas não é recomendado. Uma regra muito simples porém que gera um efeito muito bom no dia a dia é: desembrulhe menos. Procure comidas o mais naturais possível, um bom exemplo são as frutas", lembra.

Uma outra observação é em relação aos iogurtes. Muitos deles têm uma alta concentração de açúcar. Então, aqui também vale a recomendação: quanto mais natural melhor. Para que os pais consigam fazer essas escolhas, é necessário se programar para ter sempre frutas e verduras em casa.

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, emitiu uma nota em que desfere críticas ao ministro da Economia, Paulo Guedes. De acordo com o dirigente tucano, o auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (PSL) precisa estar atento e consciente de "que não está reinventando a roda com suas ações e propostas".

"Segue apenas uma trilha que já foi iniciada por outros governos, sobretudo o PSDB.  O DNA de muito do melhor que ele propõe, inclusive, pode ser encontrada nos anos 90", diz o texto que rebate declarações do ministro de que o "Brasil tem 30 anos de expansão de gastos públicos descontrolados".

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O PSDB governou o país de 1995 a 2002, com o presidente Fernando Henrique Cardoso, e Bruno Araújo também fez questão de lembrar que na época, Jair Bolsonaro, que era deputado federal, era contra as reformas. 

“Nessas últimas décadas sabemos qual era a posição do então deputado Jair Bolsonaro. Era a de votar contra as privatizações, contra as reformas, defender corporações, subir à tribuna inúmeras vezes para vociferar contra a reforma da Previdência e mesmo contra Fernando Henrique Cardoso, contra o qual pregou o fuzilamento”, observa. “As voltas da história surpreendem”, completa no texto.

O que se salva do governo tem DNA tucano

Nada como reforçar uma história verdadeira para colocar as coisas no lugar e desmascarar incongruências reiteradamente ditas pelo ministro da economia Paulo Guedes.

Por décadas a crítica mais contundente direcionada ao PSDB foi o rótulo de “neoliberal”.  Nos governos de Fernando Henrique Cardoso, o partido sofreu duros ataques por medidas como a abertura do mercado das telecomunicações, a privatização da Vale, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a reforma administrativa, a reforma da Previdência, entre outras ações. Hoje é quase consenso que todas essas iniciativas modernizaram o Estado brasileiro e deixaram portas abertas para o desenvolvimento.  

A oposição não deu trégua. Literalmente gritavam: “entreguistas”, “direitistas”, “inimigos dos pobres” e até coisas piores. Promoviam passeatas, fechavam ruas, queimaram boneco de FHC. Em algumas faculdades e fóruns de discussões as políticas, “neoliberais” do PSDB eram tudo de pior que poderia ser implantado no Brasil.  

Com a chegada do Partido dos Trabalhadores ao poder os alicerces econômicos herdados foram conservados. Sob o discurso de “herança maldita”, mantinham e até mesmo aprofundavam as políticas do governo anterior.  A primeira medida legislativa apresentada pelo PT em 2003, inclusive, foi a reforma da Previdência.    

Não custa lembrar que o governo petista começou a desandar exatamente quando as medidas “neoliberais” foram desmanteladas.  A política econômica de Dilma Rousseff jogou o país na maior crise econômica de nossa história com seu rastro de falências, desemprego, desesperança e radicalização na sociedade.  Mesmo com toda a instabilidade política, o ex-presidente Temer buscou retomar a agenda de privatização e modernização do Estado.   

Nessas últimas décadas sabemos qual era a posição do então deputado Jair Bolsonaro. Era a de votar contra as privatizações, contra as reformas, defender corporações, subir à tribuna inúmeras vezes para vociferar contra a reforma da Previdência e mesmo contra Fernando Henrique Cardoso, contra o qual pregou o fuzilamento.  

As voltas da história surpreendem e esse mesmo deputado que tanto atacou as políticas liberais tucanas é eleito com uma plataforma de reformas e modernização do Estado.  Devido à responsabilidade do Congresso, conseguiu aprovar a reforma da previdência, apesar dele. Mudanças por sinal que foram conduzidas por três tucanos: o ex-deputado e secretário especial da Previdência Rogério Marinho, o deputado Samuel Moreira, relator na Câmara, e o ex-governador Tasso Jereissati, no Senado.  

Por isso, é no mínimo com indignação, pela impropriedade, que lemos entrevistas de Paulo Guedes como a esta Folha dizendo frases como: “Dá para esperar quatro anos de um liberal-democrata após 30 de centro-esquerda? ”. Ou “o Brasil tem 30 anos de expansão de gastos públicos descontrolados”, dito também à imprensa. Ele está se referindo a pessoas como Gustavo Franco, Pedro Malan, Armínio Fraga, ou Pedro Parente? 

Ora, a questão não é de rótulo. Muitos tucanos consideram sim que fizeram um governo de centro-esquerda. Até porque ao lado da condução liberal na economia os governos do PSDB colocaram todas as crianças na escola, expandiram o programa Saúde na Família, implantaram os medicamentos genéricos e iniciaram os programas de transferência de renda. Sobre ações como o Bolsa-Escola e o Vale Gás, que resultaram no Bolsa Família, cabe também uma ironia da história: essas ações foram consideradas “liberais” e atacadas à época inclusive por Lula.  

O mínimo então que exigimos, para o restabelecimento do rigor à realidade, é que o ministro Paulo Guedes tenha consciência de que não está reinventando a roda com suas ações e propostas. Segue apenas uma trilha que já foi iniciada por outros governos, sobretudo o PSDB.  O DNA de muito do melhor que ele propõe, inclusive, pode ser encontrada nos anos 90. 

Para que os pingos nos is sejam colocados: nada do que Guedes sugeriu ou pretende implantar - reformas administrativas ou tributária ou qualquer avanço na área econômica ou social -  será possível sem o forte apoio do PSDB. Então, o mínimo que o ministro precisa fazer é ser correto com os fatos.  

 Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB

Carla Vilhena, ex-jornalista da Globo, não curtiu a apresentação de Maju Coutinho sobre uma matéria da morte do ator e diretor Jorge Fernando, nessa segunda-feira (28), no Twitter. Após dizer que a âncora do Jornal Hoje "berrava", Carla apagou a mensagem e resolveu se pronunciar.

Na mesma rede social, Carla Vilhena afirmou que a dica para Maju acabou sendo interpretada como ofensa. "Cometi um erro de avaliação. O que achei q poderia ser uma dica para apresentação acabou sendo interpretado como uma ofensa a uma pessoa que adoro, a Maju Coutinho. Muitas pessoas entenderam assim. Por isso, peço humildemente desculpas pelo erro. E à Maju, desejo mais sucesso", explicou.

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Internautas dividiram opiniões com a postura de Carla. "Ainda bem que a Maju está muito ocupada dominando a Globo, assim ela nem vai ter tempo de ler todo esse seu despeito desfarçado de 'dica amiga'", disparou um dos usuários no Twitter. "Carla, minha querida amiga, vc é uma pessoa fantástica, excelente profissional, que conhece jornalismo como poucos. E além do mais, como muitos sabemos, é educada", escreveu outra.

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