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Silas Malafaia não gostou nem um pouco do nome indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O pastor classificou a indicação de Kassio Marques, para ocupar a vaga de Celso de Mello no Supremo, como "absurdo vergonhoso". 

Malafaia se manifestou através de suas redes sociais, no Twitter e YouTube. Em um vídeo, ele disse estar à vontade para tecer críticas pois é um dos defensores "mais ardorosos" do presidente porém não "alienado" e por isso fez questão de se posicionar.

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Em seu discurso, Silas relembrou também que o próprio presidente havia garantido colocar alguém "terrivelmente evangélico" na vaga e afirmou que ele só apoiaria nomes que "líderes evangélicos e a bancada parlamentar apoiassem". "Meu presidente, com todo o respeito, como é que o senhor vai indicar o STF um cara nomeado por Dilma, amigo da petralhada, com posições socialistas, que segundo estou recebendo aqui tem mais de 30 representações contra ele no CNJ? Isso é uma vergonha".

Por fim, Silas disse que a indicação não precisava ser de alguém evangélico, mas no mínimo, um nome "terrivelmente da direita". "Eu termino dizendo, presidente, o senhor está aí por uma ação de Deus para combater exatamente isso que o senhor tá favorecendo agora. Jamais o senhor poderia ceder. Deus honra a quem honra a Deus, mas quem despreza a Deus o Senhor também o despreza. Fica aqui o meu protesto, minha indignação. Que Deus tenha misericórdia do Brasil". 

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No final de julho, Thammy Miranda recebeu elogios e críticas ao ser convidado para estrelar uma campanha de Dia dos Pais. Por causa de comentários preconceituosos que recebeu nas redes sociais de diversas pessoas, o filho de Gretchen decidiu processar Silas Malafaia. O pastor pediu para que a Natura passasse por boicote devido ao convite feito ao ator e empresário.

Em entrevista ao colunista Leo Dias, do site Metrópoles, Thammy confirmou a informação que acionará a Justiça contra Malafaia. "O que ele fez é crime e a gente não pode mais deixar passar impune. Esse crime, que ele vem cometendo há um bom tempo e ninguém faz nada, mata milhares de pessoas", disse.

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"É um legado que quero deixar. Que mais para frente, outras gerações não passem pelo que a gente está passando hoje. Eu hoje vou sofrer as consequências de estar lutando por isso, mas outras pessoas não vão passar por isso. Meu filho não vai passar por isso", completou. Até o momento, Silas Malafaia não se pronunciou sobre o assunto.

Após vociferar nas redes sociais e iniciar um boicote contra a Natura, que tinha intenção de protagonizar a campanha de Dia dos Pais com Thammy Miranda, o pastor Silas Malafaia será processado pela Aliança Nacional LGBTI. A instituição vai apresentar queixa-crime por injúria qualificada.

Através do Twitter, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo afirmou que a campanha feria os "valores cristãos", pois a empresa de cosméticos estava colocando "uma mulher para fazer papel de homem". A atitude de Malafaia representava um pedido para que seus seguidores não comprassem produtos da marca.

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Em defesa do ator trans e filho de Gretchen, o advogado e coordenador do setor jurídico da Aliança Nacional LGBT, Marcelo Jeronymo Lima Oliveira, respondeu que "Thammy é homem e é pai. Malafaia não pode confundir a sociedade por mero preconceito. Isso vai contra decisões já sacramentadas pelo Supremo Tribunal Federal”.

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O youtuber Felipe Neto tem visto seu nome, nos últimos dias, entrar para os assuntos mais comentados do Twitter. Isso aconteceu após ele sair em defesa da participação de Thammy Miranda na campanha de Dia dos Pais da Natura. Para completar, o youtuber não gostou nada do pastor Silas Malafaia ter pedido um boicote à marca e se ofereceu para fazer publicidade gratuita para a empresa de cosméticos.  

"Conforme prometido em 2017, torno-me neste momento garoto propaganda da Natura, de graça, caso a marca queira me receber. Se não quiser, por favor, entrem em contato", escreveu o youtuber, se referindo a uma promessa feita em seus vídeos de fazer propaganda de graça, para qualquer empresa que o pastor tentasse boicotar. 

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"Colocarei inserção publicitária em alguns vídeos informando como comprar produtos Natura e incentivando a marca", finalizou ele.

O youtuber Whindersson Nunes participou do programa Conversa com Bial da Globo, nessa sexta-feira (5), e revelou que durante a sua adolescência admirava Silas Malafaia e Marco Feliciano. O comediante ainda chamou o presidente Jair Bolsonaro de "bosta". 

Segundo o humorista, no período da sua adolescência ele frequentava bastante a igreja evangélica e por isso tinha certa admiração pela dupla de pastores: “Na época, não tinha essa parada de política ainda e de envolvimento, e como eu era um adolescente que queria ter Jesus na minha vida, eu assistia a essas pessoas que eram ídolos para mim e absorvia tudo o que eles falavam". 

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Whindersson revelou que a admiração durou até os seus 18 anos. Questionado sobre a cobrança de outro youtuber, Felipe Neto, que pediu um posicionamento político mais forte diante da atual crise política, o comediante foi direto.

"Que o Bolsonaro é um bosta, todo mundo já sabe e eu não preciso ficar repetindo isso. Não vou ficar falando isso e quem quiser acreditar, que acredite, e quem não quiser, assiste aos meus vídeos e atura", concluiu.

O pastor Silas Malafaia teve o vídeo em que critica a quarentena apagado do Facebook, Instagram e Youtube. No vídeo, Malafaia dizia que a quarentena é uma farsa da mídia e dos governos estaduais e municipais. O Twitter também apagou posts do pastor sobre o tema.

O YouTube retirou o vídeo do ar na manhã desta sexta-feira (3). Facebook e Instagram já haviam retirado o conteúdo na quinta-feira (2). No vídeo, Malafaia mostrava imagens do comércio aberto em duas comunidades. Ele dizia que as pessoas saindo de casa estavam "desmoralizando essa quarentena de araque de governadores e prefeitos."

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Segundo Malafaia, se tivesse que acontecer alguma catástrofe por coronavírus essa já teria ocorrido. "O presidente Bolsonaro está correto no que ele está falando", dizia o pastor. De acordo com as plataformas, o conteúdo foi removido por violação de diretrizes.

A crise de saúde mundial instaurada pela pandemia do coronavírus abalou até as políticas das redes sociais. Instagram, Facebook e Twitter estão usando critérios mais severos no que diz respeito ao teor de seu conteúdo e posts com fake news ou informações que contrariem as recomendações de órgãos de saúde - desaconselhando o isolamento e a quarentena, por exemplo -, estão sendo apagados. Foi o que aconteceu na conta do Twitter do pastor Silas Malafaia, na última quinta (2). O religioso ‘perdeu’ sete tweets que atacavam a quarentena.  

A medida já havia sido aplicada, no último domingo (29), no perfil do presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Dessa vez, foi o pastor Malafaia que teve postagens apagadas. Nela, ele afirmava que a quarentena - medida recomendada para contingência do coronavírus -, seria uma “farsa”. Ao todo, sete mensagens do religioso foram removidas da plataforma. 

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No entanto, Silas voltou a postar falando contra o isolamento e a quarentena. Ele compartilhou, várias vezes, um vídeo no qual fala sobre o assunto. Em um dos tweets, ele diz: “Estou provando, senhores, que essa quarentena é uma tremenda de uma palhaçada, que não protege a grande maioria da população brasileira, que são os pobres”.

A suspensão do funcionamento de todos os templos religiosos em Salvador começa a vigorar a partir desta quarta-feira (25), conforme anunciou nesta segunda (23) o prefeito ACM Neto (DEM), em coletiva à imprensa durante o lançamento da campanha nacional de vacinação. Quem descumprir a determinação, que será publicada em decreto, poderá ter o alvará de funcionamento cassado.

Neste final de semana, a força-tarefa de fiscalização da Prefeitura, formada por equipes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Vigilância Sanitária (Visa) e Guarda Civil Municipal (GCM), iniciou uma operação de conscientização junto a igrejas e demais templos religiosos. Durante a ação, os agentes orientaram 171 templos a suspenderem cultos, missas e encontros presenciais.

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“Os agentes verificaram que a maioria das igrejas estão obedecendo as determinações. Nesse momento, o intuito da Prefeitura é evitar o avanço rápido do novo coronavírus (Covid-19) e proteger a vida da população”, destaca o secretário da Sedur, Sérgio Guanabara.

Com informações da Secom Salvador

O Poder Judiciário de Santa Catarina proibiu a realização de cultos nas igrejas do pastor Silas Malafaia em todo o estado, com previsão de uso da força policial para dispersão dos fiéis aglomerados, em caso de desobediência da decisão. A decisão do juiz Jefferson Zanini, da 2ª Vara da Fazenda Pública da comarca da Capital determina uma proibição de 30 dias com multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento. 

A Justiça foi provocada por uma ação ajuizada por uma associação de médicos que buscava a proibir a abertura das igrejas comandadas pelo pastor. O motivo, de acordo com os médicos, foi o comportamento de Silas em suas redes sociais, contrariando as recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde do Brasil, enquanto incitava os fiéis à desobediência das determinações de isolamento social.

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Nas redes sociais, o pastor da Assembleia de Deus vinha se manifestando publicamente contra as medidas de isolamento social e se recusa a fechar as igrejas, mesmo com a suspensão dos cultos anunciada na última sexta-feira (21). 

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O modelo Rodrigo Malafaia, sobrinho-neto do pastor Silas Malafaia, está em contagem regressiva para selar união com o namorado, o cantor Leandro Buenno. No seu perfil do Instagram, o modelo publicou uma foto com ex-participante do The Voice Brasil avisando que o seu casamento está se aproximando.

"Segura essa ansiedade, faltam só 11 dias. Vocês têm noção de como a gente está?", escreveu ele. Internautas que acompanham o cotidiano do casal vibraram com a publicação. "Uau, imagino a ansiedade de vocês. Até eu estou. Vocês vão ficar mais lindos ainda", comentou uma seguidora na rede social.

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No último sábado (7), Leandro Buenno se derreteu em uma foto romântica com Rodrigo. Na legenda ele colocou um trecho da canção do cantor Marcelo Jeneci, o sucesso Felicidade. "Você vai rir sem perceber porquê, felicidade é só questão de ser", escreveu.

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O Pastor Silas Malafaia publicou um vídeo em seu Twitter neste sábado (9), em que corrige uma informação falsa sobre ligações de Adélio Bispo com Dilma e o PT. Adélio foi o autor da facada no então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro.  A informação divulgada por Silas em 2018 e desmentida quase um ano depois. Dilma prometeu processá-lo, mas Malafaia "corrigiu" a informação.

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A Fake News divulgada por Silas Malafaia foi desmentida quase um ano depois. Foto: Reprodução/Twitter

No período em que publicou a notícia falsa, Silas Malafaia fez pouco caso da ameaça de Dilma Roussef de levar o caso a justiça: "Será uma grande honra! Ser processado por Dilma. Por favor, espero que não seja uma falácia, FAÇA!", disse na ocasião, mas agora o discurso parece ter mudado.

Silas Malafaia fez pouco caso na época da ameaça de Dilma Roussef que prometeu processa-lo. Foto: Reprodução/Twitter

“Na época, eu disse que o tal de Adélio era assessor de Dilma. Nunca foi assessor de Dilma. Tem que ser honesto com isso aí”, afirmou Silas Malafaia. “Adélio nunca foi militante do PT nem assessorou Dilma em sua campanha”, completou.

O Pastor ainda garantiu que tem cuidado com que posta em suas redes: “Eu sou cuidadoso, de ver coisas em redes sociais e soltar, mas, na época, eu soltei, postei no Twitter fazendo a reconsideração, e, agora, tô reconsiderando aqui nesse vídeo”, pontuou.

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O pastor e presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, utilizou seu perfil oficial no Twitter para defender o presidente Jair bolsonaro (PSL) diante da citação do nome do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na investigação do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), e do motorista Anderson Gomes, mortos em março de 2018. 

O líder religioso disse que Bolsonaro precisa confiar em Deus e chamou a suspeita de envolvimento dele no crime de “safadeza”. 

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“Presidente Bolsonaro! Fique Tranquilo! Deus é especialista em transformar caos em bênção. Essa safadeza de tentar levantar suspeita contra você, vai lhe fortalecer mais ainda. Vamos assistir seus inimigos derrotados e envergonhados. Vai dar tudo certo! Deus está no controle”, escreveu Malafaia.

Uma reportagem exibida pelo Jornal Nacional na noite dessa terça-feira (29), apontou que um dos suspeitos do assassinato, Élcio Queiroz, esteve no Condomínio Vivendas da Barra na noite do crime dizendo que iria para a casa do presidente, que na época era deputado federal. Bolsonaro tem duas casas no local, mas segundo a matéria Élcio foi direto para a casa de Ronie Lessa, também preso e suspeito de envolvimento na morte da vereadora.

Jair Bolsonaro negou qualquer envolvimento no assassinato da psolista. No dia da morte de Marielle Franco, ainda segundo o Jornal Nacional, o presidente estava na Câmara dos Deputados. 

O youtuber Felipe Neto vai entrar com um processo contra o pastor Silas Malafaia. O motivo seria xingamentos e acusações feitas por Malafaia em uma rede social, após Felipe distribuir livros na bienal com temática LGBT.

O próprio youtuber publicou a informação nas suas redes sociais: "Estamos dando entrada com processo criminal contra Silas Malafaia, após este ter dito que sou 'bandido' e dito: 'bota este canalha na cadeia', além de vários outros absurdos. Vai responder na justiça”, declarou.

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Desde que contrariou o prefeito do Rio de Janeiro, o bispo Marcelo Crivela, distribuindo livros que ele havia ameaçado recolher, Felipe tem sido alvo de ameaças e chegou inclusive a declarar que aumentou sua segurança e levou sua mãe para fora do Brasil.

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Felipe Neto publicou nesta segunda-feira (5), no Twitter, um relato polêmico. Na rede social, Felipe revelou que foi processado pelo pastor Silas Malafaia. Após divulgar um vídeo criticando a atitude de Malafaia sobre um selinho entre dois personagens masculinos em um desenho da Disney, em 2017, o youtuber afirmou que a ação judicial movida pelo relogioso não o deixará intimidado.

"Quando ele me processou na justiça criminal, sua estratégia de silenciamento era de que eu ficaria com medo e aceitaria o acordo. Então ele apareceu na audiência de conciliação, pomposo, dizendo que era só eu deletar o vídeo e pedir desculpas publicamente que ele removeria o processo. Ele busca minha condenação com sentença de prisão, simplesmente por eu ter feito meu papel de ser humano e defendido outros seres humanos. E eu posso vir a ser condenado, podem mover mundos para me calar, mas nunca irei deixar de lutar", escreveu.

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Em seguida, Felipe Neto contou que resolveu explicar o imbróglio após ficar sabendo que a empresa de Silas Malafaia, a editora Central Gospel, estaria em busca de uma recuperação judicial. "Contei tudo isso porque acabei de saber que Silas Malafaia entrou com pedido de recuperação judicial em sua empresa, após declarar que não consegue vender nem 25% do que vendia em outros tempos. A justiça humana pode falhar, amigos. Mas a justiça do caráter, essa muitas vezes resolve", completou. Apesar do assunto vir à tona, Silas Malafaia até o momento não se pronunciou.

Confira:

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O pastor e presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, utilizou seu perfil oficial no Twtitter nesta quarta-feira (17) para  comentar a polêmica questão do visto diplomático que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) ofereceu ao bispo Edir Macedo.

"Mais uma para acabar com a asneira de alguns sobre passaporte diplomático para religiosos: se os bispos católicos são representantes do estado do Vaticano, quem tem que dar o passaporte diplomático é o Vaticano, não o Brasil", escreveu Malafaia.

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O religioso ainda afirmou que acredita que o intuito da polêmica é atingir, de alguma forma, o presidente da República. "O barulho do visto do Macedo é só para atingir Bolsonaro", opinou.

Entretanto, um dia depois de o governo de Jair Bolsonaro dar passaporte diplomático a Edir Macedo, a Justiça Federal tornou nula a concessão. O veto judicial atende uma ação popular e se estende a Ester Bezerra, esposa do religioso e também beneficiada com o passaporte especial.

Apoiador do governo Jair Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia publicou no Twitter críticas ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos filhos do presidente. Ele fez menção à fala de Eduardo sobre brasileiros em situação ilegal nos Estados Unidos. Para Eduardo, essas pessoas são "uma vergonha" para o País.

"O filho do presidente, Eduardo Bolsonaro, ajudaria muito mais ao governo do seu pai parando de falar asneira", escreveu o pastor na noite de domingo (17). "Poderia ter ficado de boca fechada na questão dos imigrantes ilegais brasileiros. Não conhece a realidade da questão. A maioria, quase que absoluta, vai para trabalhar."

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O pastor disse ainda não ter vergonha dos imigrantes em situação ilegal e afirmou que, na maioria dos casos, essas pessoas tentam fugir do desemprego. "Não tenho vergonha dos brasileiros ilegais q estão em diversas nações poderosas. Não são vagabundos nem pilantras, pelo contrário, trabalhadores que foram tentar a vida fugindo do desemprego", escreveu.

A fala de Eduardo Bolsonaro aconteceu ao fim de evento organizado pelo ex-estrategista do presidente norte-americano Donald Trump, Steve Bannon, em Washington, prévio à chegada de Jair Bolsonaro à capital americana, no domingo, 17. Ele justificou o fato de os Estados Unidos não oferecerem reciprocidade ao Brasil para isentar turistas de visto para entrada no país. Segundo Eduardo, há mais brasileiros que passariam a viver ilegalmente nos EUA com isso

Não é a primeira vez que Silas Malafaia utiliza o Twitter para discordar do filho do presidente e sugerir a ele que se cale. No início do mês, o pastor criticou uma declaração de Eduardo sobre a saída do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da prisão para participar do enterro do neto Arthur.

"Perdeu uma ótima oportunidade de ficar de boca fechada", disse. "O sábio Salomão já dizia que até o tolo quando se cala, se passa por sábio". Eduardo havia escrito também no Twitter que o debate sobre a possibilidade de Lula deixar a prisão em Curitiba por causa do luto só o colocava "em voga posando de coitado".

O ator José de Abreu, mais uma vez, voltou a alfinetar o governo do presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (12). Em uma publicação no Twitter, Abreu, em tom irônico, questionou a função dos pastores evangélicos de não ter "melhorado" o quadro clínico de Bolsonaro, que nesta quarta-feira (13) está previsto para receber alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

"Não há um pastor milagreiro que cure o Bozo? Bando de salafrários!", escreveu. Na postagem, pessoas não perderam a oportunidade de concordar com José de Abreu. "Eu já postei hoje que se o Malafaia curar o Bolsonaro eu viro evangélica", comentou uma internauta. 

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"Não só os pastores milagreiros.Queria ver ele ser atendido por gente que não confia na ciência, por médico formado na igreja, tipo aquela idiota da Damares [ministra]", disse outro usuário do Twitter.

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A morte do jornalista Ricardo Boechat, nesta segunda (11), em um acidente aéreo, repercutiu durante todo o dia nas redes sociais. Alguns comentários, porém, desdenharam do falecimento do comunicador e relacionaram seu falecimento a uma briga de Boechat com o pastor Silas Malafaia, em 2015.

A discussão entre Boechat e Malafaia começou após o jornalista comentar o caso de uma criança que havia sido apedrejada por ser do Candomblé. O pastor evangélico criticou duramente o jornalista e o chamou para um debate, ao que Boechat recusou chamando Malafaia de "otário".

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Nesta segunda (11), após a notícia da morte do jornalista cair nas redes sociais, alguns seguidores de Silas Malafaia relacionaram a tragédia com a briga ocorrida anos antes. "Maldito aquele que fala do ungido de deus. Morreu"; "Mecha com os filhos do diabo, mas não maltrate o que é de Deus. Procurar problema com os de Deus é o mesmo que cometer suicídio"; "O apresentador de vocês pagou um preço muito alto por falar e tocar no nome de um ungido de Deus".

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O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, afirmou na tarde deste domingo, 30, que o apoio eleitoral da comunidade evangélica ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, só ocorreu por causa do apoio do capitão da reserva a Israel.

A transferência da embaixada brasileira de Tel-Aviv para Jerusalém, um gesto de reconhecimento de que a cidade sagrada é a capital do Estado de Israel, foi promessa de campanha de Bolsonaro. O assunto foi tratado em reunião com o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, que iniciou na sexta-feira a primeira visita de um chefe de governo israelense ao Brasil.

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"Jerusalém é a eterna e indivisível capital de Israel", disse Malafaia, ao chegar para um encontro de líderes religiosos cristãos com Netanyahu, no hotel em que o premiê está hospedado, no Rio. Segundo o pastor, não haveria apoio da comunidade evangélica a Bolsonaro sem a agenda pró-Israel. "Nosso apoio a Bolsonaro é resultado de ele apoiar Israel", afirmou Malafaia.

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), pastor licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), abriu o encontro com Netanyahu. "Não tenho palavras para descrever o que Israel representa para nós. Rezemos pelo seu país todos os dias", afirmou Crivella, se dirigindo para o premiê israelense. O líder da Iurd e tio de Crivella, bispo Edir Macedo, anunciou apoio formal a Bolsonaro durante a campanha eleitoral.

O cardeal-arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, também está no encontro. No discurso aos líderes cristãos, Netanyahu ressaltou que Israel é o único país no Oriente Médio que é seguro para cristãos. "Não temos melhores amigos no mundo do que a comunidade evangélica. E a comunidade evangélica não tem melhor amigo do que Israel", afirmou o premiê.

Relações comerciais

 

O primeiro-ministro de Israel defendeu neste domingo o aprofundamento das relações comerciais com o Brasil. Em apresentação a jornalistas brasileiros no Rio, Netanyahu traçou o panorama de uma economia global em mudança constante, com foco na rápida evolução tecnológica. O premiê procurou descrever Israel como uma "potência tecnológica", com destaque para os setores de segurança cibernética, de tecnologia da informação, de agricultura de precisão e de reaproveitamento de água.

"Para uma companhia crescer, é preciso de novos produtos ou então de novos mercados", afirmou Netanyahu, ressaltando que o Brasil é um dos maiores mercados do mundo. Nos últimos anos, Israel tem buscado firmar acordos comerciais bilaterais - Indonésia, que detém a maior população muçulmana do mundo, e Brasil são os únicos que ficaram de fora desses acordos.

Para facilitar os contatos comerciais, o primeiro-ministro disse que a diplomacia israelense está em contatos com o Chade, para liberar a passagem de voos pelo espaço aéreo. A medida poderia encurtar em quatro horas o voo entre Tel-Aviv e São Paulo. Segundo Netanyahu, o mesmo foi feito após o estreitamento de relações com a Índia, pois a distensão na relação diplomática com a Arábia Saudita permitiu o uso do espaço aéreo no voo entre Tel-Aviv e Mumbai, capital financeira indiana.

"Discutimos com o presidente eleito, Jair Bolsonaro como trazer tecnologias israelenses para o Brasil", disse Netanyahu.

Bolsonaro e o premiê israelense se reuniram no Rio na sexta-feira, no primeiro dia da visita oficial de Netanyahu ao Brasil. Esta é a primeira vez na história que um primeiro-ministro israelense visita o Brasil. Netanyahu acompanhará a posse de Bolsonaro, na próxima terça-feira, 1º, em Brasília.

Líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia, de 60 anos, acredita que a guinada à direita do País, com Jair Bolsonaro (PSL) na Presidência e um Congresso mais conservador, irá possibilitar que pautas como a Escola sem Partido, a redução da maioridade penal e a manutenção da criminalização do aborto (esta, hoje na esfera do Supremo Tribunal Federal) prosperem na Câmara dos Deputados e no Senado.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, ele disse, no entanto, que as maiores preocupações dos brasileiros cristãos, evangélicos e católicos, não estão na chamada "agenda moral", que esteve em evidência no período eleitoral. São as questões econômica e social, como o desemprego, a corrupção e a necessidade de fazer o Brasil crescer.

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Para Malafaia - que conhece Bolsonaro há 12 anos e fez campanha a seu favor na internet, alegando que ele tem "defeitos e limitações", mas apresenta uma "vida limpa" - anuncia-se um extenso período da direita no poder. "A guinada à direita vai ser longa."

O senhor acredita que com Bolsonaro no Planalto a "agenda moral" defendida pelos políticos evangélicos vai prosperar?

Ele foi eleito pelo discurso de combate à corrupção e ao crime organizado, para enxugar a máquina. As prioridades são emprego, violência, desburocratização. Não é a agenda religiosa. Não é preciso forçar a barra, vai acontecer naturalmente. Essas pautas de defesa da família passam pelo Congresso. A bancada evangélica e da segurança pública aumentaram. Se nessa legislatura que está acabando não conseguiram derrubar nada, vai ser agora? Nem é necessária a intervenção do Bolsonaro no sentido direto. Agora, ele é o que ele fala, e tem poder de veto.

Dessas pautas, quais considera as mais urgentes?

Não tem demanda imediatista. Endurecer em relação à corrupção, baixar a maioridade penal, aprovar o (projeto) Escola sem Partido (que, em linhas gerais, propõe neutralidade na educação e uma série de restrições a professores quando abordarem assuntos relacionados à política, religião ou ideologias). É o que interessa. Por que a esquerda está pulando com o Escola sem Partido? Porque está controlando as escolas ideologicamente. Só tem o lado da esquerda. Mas os evangélicos não estão preocupados com a agenda de costumes. O evangélico também está desempregado, toma tiro no assalto, está desesperado.

Acredita que a descriminalização do aborto irá para o Congresso?

É uma vergonha o Judiciário querer legislar, uma afronta à sociedade aprovarem aborto na caneta. Esta é a questão que mais defendemos. Se o (ministro Luís Roberto) Barroso continuar falando as asneiras que já falou, eu tenho que rir. O direito à vida é a mãe de todos os direitos. Se o STF cumprir seu papel de guardião da Constituição, quem vai decidir é o Parlamento, que expressa a vontade do povo. Aí não vai dar nem para o cheiro.

O senhor defende a maioridade penal aos 15 anos, antes até da idade proposta pelo Bolsonaro.

A molecada está de fuzil M82, que fura parede. Tem que aprender que se cometer crime, vai preso. Um cara de 17 anos, que faz filho, não pode ser responsabilizado criminalmente? Os verdadeiros vagabundos botam nas costas deles.

Qual foi o peso do eleitorado evangélico para Bolsonaro?

Os evangélicos se sentem representados por ele. Ele é católico e a maioria no Brasil é cristã. Eu disse em março que teria 80% do voto evangélico. A guinada à direita vai ser longa. Bolsonaro está com uma gana de acertar danada, me disse: 'Se eu errar, aquela esquerda miserável vai voltar'. O Brasil estaria perdido. A grande virtude dele vai ser mudar a mentalidade do 'meu pirão primeiro'. Vamos entrar num ciclo de prosperidade. Ele vai trazer tecnologia de Israel para irrigar o Nordeste e, se conseguir, vai roubar o último reduto do PT. Israel exporta US$ 2 bilhões com agricultura, um paisinho daquele, menor do que o Sergipe. Ele tem que ser um líder com vontade, amor à pátria, e não se deixar levar pelas armadilhas do poder, porque o poder corrompe.

O senhor pediu votos para Bolsonaro mesmo tendo se desentendido com ele e declarado que ele não tem capacidade para ser presidente.

Se eu não tivesse mudado de ideia, não teria apoiado. O povo brasileiro há um ano e meio não achava que ele tinha capacidade, vai ver a pesquisa como era. Ninguém acreditava nele. Eu posso discordar de uma pessoa, e eu discordo muito dele. Não sou estúpido. A unanimidade é burra. Todas as vezes que tentaram fazer crocodilagem com o Bolsonaro, chamaram de estuprador, eu botei para quebrar em defesa dele. Quando fizeram sacanagem comigo, ele demorou para se manifestar. Depois me ligou, cinco dias depois, e eu respondi 'agora não preciso de você'. Fiquei invocado, é natural do ser humano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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