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O deputado federal Jarbas Vasconcelos quebrou o silêncio diante da filiação do senador Fernando Bezerra Coelho ao PMDB e o imbróglio que isso tem causado no partido em Pernambuco. Sem poupar críticas, Jarbas disse que foi alertado por alguns amigos sobre o poder de “desagregação” que tem o agora correligionário e classificou as articulações do senador para intervir no comando estadual da sigla e no realinhamento político no estado como “traição”. 

“Mesmo alertado por alguns amigos da desagregação que o senador Fernando Bezerra Coelho provoca por onde passa, sempre me referi a ele com educação e cortesia. Sempre. Não só a ele, mas aos seus filhos que também atuam na política. Em poucos dias, porém, percebi que Fernando Bezerra está trabalhando para intervir no PMDB de Pernambuco. Ao meu gesto cordial de elogiar a ele e ao seu filho ministro, o senador Fernando Bezerra Coelho respondeu com desrespeito e prepotência. O ato dele tem nome: traição”, disparou, em discurso na tribuna da Câmara Federal nessa terça-feira (12).

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Para o deputado, o desejo de Bezerra Coelho é “alijar” a ele e a executiva estadual do PMDB. “Esta é a ameaça que enfrento hoje… Quero deixar registrado que jamais me curvarei diante da mesquinharia de homens que, usufruindo de um poder efêmero e frágil, buscam atingir aqueles que, como eu, sempre militaram em nome da democracia, da justiça e da coerência”, declarou. 

Durante o discurso, Jarbas também fez um panorama histórico da sua participação no PMDB pontuando a postura de oposição ao PT enquanto as duas legendas eram aliadas e até o voto que deu pela continuidade da investigação da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva. “Não foi um voto de pré-julgamento ou contra a pessoa do presidente Michel Temer… Votei pela investigação porque ao longo da minha vida pública sempre defendi a apuração de denúncias”, disse.

O parlamentar salientou que apesar das divergências, “nunca houve uma ação voltada para me expulsar ou punir. Sempre houve o respeito às diferenças. Respeito. Condição primária para a convivência em qualquer ambiente e que faltou e está faltando a Fernando Bezerra Coelho”. Jarbas disse ainda que não deixará que o PMDB “se transforme numa extensão familiar dos interesses” do senador.

Depois de Jarbas levar o assunto para a Câmara, Fernando Bezerra deve rebater as argumentações do correligionário no Senado nesta quarta-feira (13). O pronunciamento já tem o aval do presidente da Casa Alta, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Será a primeira vez que o senador falará sobre as críticas recebidas pelos peemedebistas depois do ingresso dele ao partido. 

Líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE) afirmou que a decisão de revogar o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em menos de 24 horas da instituição dele “demonstra o despreparo e o desequilíbrio” do governo. A medida levou as Forças Armadas para às ruas de Brasília após um grupo de manifestantes quebrarem vidraças e incendiarem algumas sedes dos ministérios. A parcela de pessoas que participava da manifestação que pedia o adiantamento das eleições gerais e a renúncia do presidente Michel Temer.  

Humberto considerou a ação como “desastrosa” e disse que o governo não sabe lidar com um tema dessa gravidade. "Foi um erro colossal, que denunciamos desde a primeira hora, estabelecer um estado de exceção em Brasília por conta de uma manifestação contra o governo. Temer se mostrou um tresloucado e seu ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), um completo irresponsável", criticou.

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Ironizando a atuação do ministro Raul Jungmann (PPS) à frente da pasta da Defesa, Humberto Costa disse que o auxiliar de Temer precisou “mentir” para justificar a medida. Ele lembrou que o ministro disse estar atendendo a um pedido do Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que negou a informação.

"Temer, mal assessorado por Jungmann, foi protagonista de mais um episódio patético. Seu governo é uma espécie de elenco de Os Trapalhões. Jungmann nunca teve atributo nem para chefe de Guarda Municipal, imagine para ministro da Defesa, Agora, vê-se que age com total despreparo. Deveria, a exemplo de Roberto Freire, pedir demissão do cargo."

A informação da revogação do decreto chegou quando a bancada de oposição no Senado estava em uma audiência com a presidenta do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, para dar entrada em uma mandado de segurança na Corte contra a decisão de Temer. Paralelamente, a oposição também havia apresentado um projeto de Decreto Legislativo para que o Congresso Nacional anulasse o decreto presidencial.

Líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT) comparou, nesta quinta-feira (18), o presidente Michel Temer (PMDB) ao ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL), que atualmente cumpre mandato de senador. Segundo Costa, o peemedebista repetiu a atuação de Collor "raivoso quando não há mais sustentação". Durante o pronunciamento, por volta das 16h20 de hoje, Temer adotou um discurso duro ao se defender e mostrou insatisfação com as acusações em torno dele. 

"Temer repete Collor: raivoso quando não há mais sustentação. Sem povo e abandonado por todos. Vai cair. De um jeito ou de outro, vai cair", previu. "Foi pelos fundos do Palácio do Planalto que Temer entrou. É pelos fundos que ele vai sair. Direto para o lixo da história", acrescentou, o senador.

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No início da tarde desta quinta, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou a abertura de inquérito contra o presidente por obstrução. Ele é acusado de incentivar o dono da JBS a manter uma mesada destinada ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) para que ele ficasse em silêncio diante das investigações da Lava Jato. 

Ao se posicionar sobre o assunto, o presidente assegurou que não renunciaria, pediu uma investigação acelerada sobre o caso e destacou que em uma semana, quando inclusive completou um ano de gestão, o governo dele foi do melhor ao pior momento.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poupou críticas a atuação do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). Durante a abertura do Congresso do PT, na capital paulista na noite dessa sexta-feira (5), o líder-mor do partido chamou o tucano de “almofadinha” e questionou a humildade que o prefeito tenta demonstra ter ao se classificar como “João Trabalhador”. 

"Aqui em São Paulo, um almofadinha, um coxinha, ganha as eleições se fazendo passar junto ao povo mais humilde como João Trabalhador. Se algum dia vocês encontrarem com ele, perguntem se ele já teve na vida uma carteira profissional assinada", disparou Lula, ao avaliar a gestão do prefeito. Doria venceu o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) na eleição em outubro. 

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As farpas entre Lula e Doria não são de hoje. No último dia 1º, João Doria ofereceu as flores que recebeu de uma manifestante aos ex-presidentes Lula e Dilma. "Aquelas flores do mal que quiserem me dar ontem, eu dedico ao Lula, à Dilma e aos 14 milhões de desempregados do Brasil”, ironizou o prefeito.

Um dia antes, uma mulher entregou flores a Doria e disse que o ramalhete era “em homenagem aos mortos nas marginais", fazendo referência aos ciclistas mortos nas vias da cidade. Doria não aceitou o presente, então a ciclista então colocou o braço pela janela do passageiro e deixou no painel do veículo. O prefeito, por sua vez, pegou as flores e as atirou no chão.

Líder da oposição no Senado, Humberto Costa (PT) aproveitou a passagem dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, pelo Sertão da Paraíba, para disparar duras críticas contra o presidente Michel Temer (PMDB). Durante discurso, o petista chamou o peemedebista de “cara de pau” e disse que a verdadeira inauguração do eixo leste da Transposição do Rio São Francisco acontecia nesse domingo (19). 

"O povo sabe e é por isso que está aqui. Esse governo golpista veio na semana passada [dia 10 de março] com uma comitiva de parlamentares de partidos como o PMDB, o PSDB, o DEM e o PPS, que sempre foram contra a obra. É muita cara de pau de Temer”, classificou, reforçando que “o povo nordestino reconhece a verdadeira paternidade e maternidade do projeto”. 

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“Enquanto os golpistas diziam que a obra não sairia do papel, no momento que a água chega querem ser os primeiros a surfar. Mas a população do Nordeste sabe quem tornou esse sonho em realidade”, declarou o parlamentar. 

Segundo Humberto, durante os governos do PT a região “sempre foi prioridade em tudo”. “Nosso governo foi o primeiro que realmente enfrentou a seca no Nordeste. O povo sabe disso e é por isso que quer a volta do maior presidente de todos os tempos deste país: Lula”, cravou.

De acordo com o PT, cerca de 100 mil pessoas participaram da chamada "festa popular de inauguração do Projeto de Transposição do Rio São Francisco". O ato político aconteceu na cidade de Monteiro, na Paraíba, um dos municípios beneficiados pela obra.

Na linha de frente de articulação dos partidos de oposição para a disputa eleitoral de 2018, o ex-governador João Lyra Neto (PSDB) afirmou, nesta segunda-feira (6), que o governador Paulo Câmara (PSB) “não atendeu a expectativa do povo pernambucano”. Em conversa com o LeiaJá, o tucano fez uma avaliação da atual administração e não poupou críticas ao ex-aliado. Sob a ótica de Lyra, Câmara não cumpriu nem 20% das promessas feitas na campanha e a causa disso, segundo ele, é “a falta de liderança política" do gestor. 

“[Paulo Câmara] não atendeu a expectativa do povo pernambucano em várias áreas. Se você pegar as propostas que foram feitas na campanha de 2014, elas não se realizaram nem 20%. Isso é muito grave. Não adianta justificar apenas a crise econômica, ela é um fato real que nós entendemos, interfere, mas também falta uma questão muito importante: a liderança política. Isso tem feito com que o pernambucano não alcance os índices pretendidos e apresentados em 2014”, disparou, após participar da cerimônia em comemoração ao Bicentenário da Revolução de 1817, no Palácio do Campo das Princesas. 

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De acordo com Lyra, este é um dos motivos pelos quais se iniciou uma articulação entre os principais cotados para concorrer ao cargo de governador em 2018: Bruno Araújo (PSDB), Armando Monteiro (PTB) e Mendonça Filho (DEM). “Lideranças que querem construir uma agenda para a eleição de 2018 com este foco e visão, para melhorar a qualidade de vida dos pernambucanos. Na hora que se apresenta uma nova agenda é um fortalecimento da oposição. Este movimento está crescendo rapidamente e talvez antes do meio do ano de 2017 possa ser consolidado e possa apresentar as propostas para o estado de Pernambuco”, projetou. 

Para o ex-governador, Pernambuco, além da crise institucional, ética e econômica que todo o país vive, também enfrenta “grandes dificuldades em termos de gestão”. Ainda segundo ele, o teor político das propostas que serão apresentadas pelo movimento vão ser pautadas pelo cenário de 2017, ou seja, as reformas em análise no Congresso Nacional e a atuação do governo federal para conter as crises. 

O senador Armando Monteiro (PTB) acusou o governador Paulo Câmara (PSB) de terceirizar a responsabilidade pela segurança pública em Pernambuco. Ao avaliar o roubo à empresa transportadora de valores que aconteceu na última segunda (20), o petebista disse que a omissão do governo na gestão da segurança “incentiva ações criminosas”.

“Há uma sensação de descontrole ou de ausência de um comando central ao se alegar uma terceirização de responsabilidades, atribuindo-as à empresa de transporte de valores e à fiscalização da Polícia Federal e relativizando as responsabilidades do Estado. Esse cenário somente contribui para o aumento da criminalidade e está deixando o cidadão pernambucano atemorizado e acuado”, sublinhou o senador, justificando “não estar fazendo qualquer uso político” do que classificou como “dramática situação da segurança”.

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Armando Monteiro disse que o roubo da empresa de valores engrossa estatísticas de criminalidade e violência que crescem “de forma assustadora” em Pernambuco, fenômeno contra o qual “a reação do governo estadual tem sido tímida e débil”. O senador lembrou que, somente em janeiro, ocorreram 479 homicídios no Estado, uma média diária de quase 16 mortes, com um crescimento de 35% sobre o mesmo mês de 2016. Ele acrescentou terem sido registrados, também em janeiro, quase 200 assaltos a ônibus, o dobro de janeiro do ano passado.

De acordo com Armando, em termos absolutos, os assassinatos em Pernambuco já superam os de São Paulo, que tem uma população cinco vezes maior. Declarou que, em termos relativos, Pernambuco registra uma taxa de homicídios quase 60% maior do que a média nacional.

“O que o governo estadual não admite é haver uma enorme disparidade das taxas de homicídios entre os estados e que a gestão direta dos governantes no encaminhamento das soluções pode produzir bons resultados, como está ocorrendo, por exemplo, em Alagoas, Mato Grosso e São Paulo, que têm obtido avanços na redução das taxas de criminalidade nos últimos anos”, enfatizou o petebista.

O presidente Michel Temer (PMDB) criticou, nesta terça-feira (8), as ocupações estudantis contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/2016, que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos, em tramitação no Senado Federal, e a Medida Provisória (MP) que institui a reforma do Ensino Médio, também em análise no Congresso. 

Durante o discurso de abertura do seminário Infraestrutura e Desenvolvimento do Brasil, promovido pelo jornal Valor Econômico e Confederação Nacional da Indústria (CNI), Temer disse que hoje não se debate mais sobre um assunto. Segundo ele, o argumento intelectual deu lugar ao embate físico. 

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“Nós precisamos aprender no país a respeitar as instituições, e o que menos se faz hoje é respeitar as instituições. Isso cria problemas e o direito existe exatamente para regular as relações sociais. Hoje ao invés do argumento intelectual e verbal, usa-se o argumento físico. Vai e ocupa não sei o quê e bota pneu velho em estrada para impedir trânsito”, criticou.

Para o presidente, muitas pessoas, entre elas estudantes, protestam, mas não sabem o que é uma PEC. “Você sabe o que é uma PEC? É uma Proposta de Ensino Comercial. Estou dando um exemplo geral de que as pessoas debatem sem discutir ou ler o texto”, disparou. 

Sobre a reforma do Ensino Médio, Temer salientou que a proposta encaminhada por ele apenas reascendeu a discussão de algo que já era pauta no Congresso. “Quando nós colocamos a medida provisória [do Ensino Médio], nós fizemos baseados nos projetos de lei que estão lá [no Congresso]. Os projetos de lei dizem exatamente o que diz a medida provisória. O que fez a medida provisória foi agilizar o debate relativo ao Ensino Médio no País”, declarou. 

O candidato a prefeito do Recife, Daniel Coelho (PSDB) avaliou a atuação do governador Paulo Câmara (PSB) como a “pior da história” do Estado e o acusou de “tentar enganar a população” com a propaganda da gestão estadual que ressalta ações sobre segurança. Segundo o tucano, a situação da segurança piorou muito na administração do socialista.

“A gente tem hoje, infelizmente, o pior governador da história do Estado, principalmente na área de segurança. Os índices são alarmantes, a situação tem piorado muito desde que Paulo Câmara chegou ao poder e não é com publicidade que a população vai mudar sua sensação de insegurança”, disparou o candidato.

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Daniel afirmou também que estuda entrar na Justiça contra as inserções casadas sobre o tema veiculadas pela prefeitura e o governo estadual.  “Acionamos a nossa equipe jurídica para que seja feita uma análise (das publicidades veiculadas pelo governo do Estado, falando sobre segurança) e se for necessário nós vamos à Justiça. Está evidente a tentativa do governador de enganar e ludibriar a população ao fazer propaganda casada do governo do Estado com os comerciais da prefeitura, tentando criar uma falsa realidade”, argumentou o tucano.

A candidata a prefeita do Recife, Priscila Krause (DEM), disparou contra a atuação de Geraldo Julio (PSB) diante dos gargalos enfrentados pela cidade no âmbito do planejamento urbano e no que diz respeito aos constantes problemas da capital. Sem citar nomes, durante o debate promovido pelo Sindicato de Arquitetos e Engenheiros de Pernambuco e o Clube de Engenharia de Pernambuco, a democrata discorreu sobre o papel de um prefeito e disse que a gestão do Recife precisa de “um líder”.

“O Recife não é para ter prefeito que é secretário não. É para ter prefeito que é líder. O papel do prefeito é liderar o processo”, disparou, pontuando que em comitês e consórcios, como o que trata da bacia hidrográfica do Rio Capibaribe, devem ser integrados pelo próprio gestor e não por auxiliares. 

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Durante o encontro, o número de cargos comissionados da atual administração e os acordos políticos para a construção dela também foram mencionados. Tendo como base a Empresa de Urbanização do Recife (URB) e a Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), a democrata salientou que o “quadro funcional da prefeitura é uma coisa impressionante, pode comparar com qualquer prefeitura do país, temos os melhores técnicos”. 

No entanto, ressaltou que o modelo divisional terá que ser modificado. “A Emlurb tinha na sua origem quatro diretorias e hoje tem 14 e é pior do que antes, quando só tinha quatro.  O modelo está equivocado e a gente vai romper, a gente vai bater de frente, vamos cortar e diminuir. A máquina tem que atender os interesses da cidade, esta é a lógica”, argumentou.

Priscila Krause ainda falou sobre as alianças políticas e que não terá medo de, em uma eventual vitória, governar com divergências. “A política não pode ser unânime. Ela se constrói a partir do dissenso”, cravou. 

O clima ficou pesado entre os jornalistas William Waack e Cristiane Dias, durante o Jornal da Globo, na madrugada desta quinta-feira (18). Os dois trocaram farpas durante a apresentação do telejornal e geraram comentários nas redes sociais.

A troca singela das alfinetadas foi realizada logo no início do programa. “Boa noite a todos, agora finalmente ele me deu um oi. Mas tudo bem, o momento pedia pressa, a gente entende”, criticou Cristiane pelo fato de Waack não tê-la cumprimentado no início do jornal.

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Em seguida, a apresentadora afirmou que seria exibida uma matéria sobre vôlei, quando foi interrompida pelo âncora. “Vamos falar de vôlei?”, ironizou William Waack. Com o mesmo humor do colega, Cristiane pergunta: “Você quer continuar?”. “Não”, responde o jornalista.

No final do programa, William que alfinetou Cristiane. Quando a apresentadora opinou de forma sintética sobre a matéria exibida, Waack exclamou: “Só?”. Incomodada, Cristiane devolveu: “Você quer que eu saia falando mesmo o que eu estou pensando?”.

O incômodo entre os apresentadores não passou despercebido pelos telespectadores e internautas. Na manhã desta quinta (18), os temos “Jornal da Globo”, “William Waack” e “Você quer continuar” estavam no Trending Topic do Twitter. 

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Confira abaixo alguns comentários e memes sobre o “climão” entre William Waack e Cristiane Dias:

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--> 'Grosseria' de William Waack com Anitta é criticada na web

Vice-líder do governo na Câmara, o deputado federal Silvio Costa (PTdoB) disparou críticas, nesta sexta-feira (1º), contra o presidente da Federal das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaff (PMDB). Segundo o pernambucano, o empresário é “um político frustrado” e já anuncia que será ministro em um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB).

A crítica é uma reação a atitude da Fiesp de colocar um pato de 20 metros de altura e outros 5 mil patos infláveis em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, contra a volta da CPMF.  Os bonecos infláveis da Fiesp tinham a frase “chega de pagar o pato”. Silvio Costa sugeriu que Skaff colocasse outdoors, comerciais e anúncios em Pernambuco e no Brasil com a frase “o deputado federal Sílvio Costa é contra o impeachment”.

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“Paulo Skaff é um político frustrado. Nunca se elegeu, em São Paulo, para qualquer mandato que disputou, exatamente porque o povo de São Paulo o conhece”, alfinetou. “Ele já divulga em São Paulo que será ministro de um eventual governo Michel Temer. Na verdade, mais uma vez ele vai perder. Ele será ex-futuro ministro do ex-futuro presidente Michel Temer. Não vai ter golpe”, complementou.

Analisando o histórico de Skaff, Costa pontuou que ele “se diz empresário, mas não tem empresa, não gera um emprego no Brasil” e está há 12 anos no comando da entidade paulista. “[Isto] mostra a sua pouca aptidão pela oxigenação do poder e sua vocação pela ditadura. Ele precisa explicar como é que conseguiu se reeleger por tanto tempo na Fiesp. Tenho certeza que não foi pela capacidade de gestão, o que os verdadeiros empresários do Brasil reconhecem ser sofrível”, argumentou.

O vice-líder do governo registrou ainda que ano passado foi convidado para ser membro titular do Conselho de Relações do Trabalho da Fiesp, mas ao perceber a “a instrumentalização política realizada por esse tal de Paulo Skaff” decidiu não participar de nenhuma reunião. 

A disputa pela 1ª secretaria da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) tem acirrado os ânimos dos deputados que pleiteiam o cargo: Diogo Moraes e Lula Cabral, ambos do PSB. Em conversa com a imprensa após formalizarem as inscrições das candidaturas, os socialistas trocaram farpas. 

Colocando-se como candidato legítimo, por ser filiado ao PSB há 18 anos, Moraes disse acreditar na vitória e questionou a força de Lula Cabral dentro da legenda socialista. “A disputa é salutar e normal. Sou do governo, sou do PSB e vice-líder do governo até ontem (sábado). A maioria da Casa a gente crê que deseja (a nossa eleição), pois colhemos assinaturas e a maioria se prontificou”, garantiu. 

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“Sou do PSB há 18 anos, ao contrário de outros neosocialistas que já surfaram pela direita e esquerda”, comnpletou sem mencionar o nome de Lula Cabral que até outubro de 2013 era presidente do PSC em Pernambuco. “Nunca foi o forte dele. Sou legitimo do PSB”, alfinetou.

O ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, por sua vez, rebateu as críticas e disse ter feito um "grande gesto" ao ingressar no PSB. “É uma boa desculpa que ele está encontrando. Abri mão de ser presidente regional do PSC para vir ao PSB ajudar na campanha de Eduardo. Acho que isso foi um grande gesto meu”, rebateu.

Lula Cabral é oficialmente o postulante do governo a 1ª secretaria, contrariando a afirmativa de Moraes que diz ser o “candidato do governo”. “Cada um diz o que quer. Se o partido diz que eu sou o candidato oficial acredito que sou eu”, disparou. Segundo ele a denominação de postulante oficial do PSB foi afirmada pelo presidente do partido em Pernambuco, Sileno Guedes. “Não conversei com Paulo Câmara, nem com Geraldo Julio nos últimos dias”, acrescentou.  

A eleição para a 1ª secretaria da Alepe está agendada para iniciar às 18h50. 

Ao fazer uma reflexão sobre as perspectivas do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou, nesta sexta-feira (7), em discurso no Plenário do Senado, que a petista receberá de si própria "uma herança maldita". Cristovam cobrou uma mudança de postura do governo e a adoção de uma nova política econômica que permita ao país sair do atual cenário, que beira a recessão segundo ele.

"O que desagrega mais imediatamente um país é a crise econômica. A educação está péssima, mas o país continua funcionando. A saúde vai mal, mas o país continua funcionando, mas quando a economia vai mal é o conjunto da sociedade que entra em crise. Nossa economia não está bem", argumentou. "O governo atual começa com uma herança maldita que ele mesmo criou", acrescentou.

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Segundo Cristovam, a estimativa de crescimento de 0,24% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme apontam economistas, representa, na prática, o empobrecimento de todos os brasileiros. "Isso é uma clara recessão do ponto de vista per capita, porque a população cresce a mais de 0,24% ao ano. E se o PIB cresce apenas 0,24% a população cresce a mais que isso é porque cada brasileiro empobreceu", avaliou.

O senador reconheceu avanços sociais obtidos pelo PT nos últimos 12 anos e afirmou que o país já esteve pior antes, mas avaliou que questões importantes como saúde, educação e mobilidade urbana "permanecem como problemas em que pouco se avançou". 

Política

Ao listar os problemas pelos quais o país passa e apontar perspectivas nebulosas para o futuro próximo, Cristovam afirmou que uma alternância no poder poderia ser benéfica, pois permitiria que o novo governante tomasse as medidas necessárias para garantir uma mudança de rumos na economia.

"Lamentavelmente o próximo governo não começa em lua de mel com a população. Teve a maioria dos votos, mas muitos dos que votaram no PT votaram porque não queriam a volta do PSDB", disse.

Da mesma forma, acrescentou Cristovam, muitos que votaram em Aécio Neves não queriam a continuação do PT. Para o senador, o quadro político atual não "empolga" e demonstra uma profunda desconfiança dos eleitores com relação aos partidos e políticos. O senador ainda classificou como trágica e arriscada a polarização entre PT e PSDB, que segundo ele, está no limite do fanatismo.

*Com informações da Agência Senado

O prefeito de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, Julio Lossio (PMDB) iniciou o guia eleitoral do candidato a senador João Paulo (PT) desta sexta-feira (19). O prefeito pediu votos para o petista e aproveitou a oportunidade para disparar contra o seu principal rival político e adversário de João Paulo na disputa, Fernando Bezerra Coelho (PSB). 

Com a intenção de desmentir o socialista, que foi prefeito por três mandatos da cidade sertaneja, Lossio não poupou ataques. “Tem gente dizendo por aí que deixou Petrolina 100% saneada, é mentira”, disparou, sem citar FBC. Nas inserções do socialista, ele pontua durante uma conversa com a presidenciável Marina Silva (PSB), algumas ações que realizou na gestão de Petrolina, entre elas cita o saneamento local. Lossio ainda criticou a Frente Popular, da qual o partido dele faz parte pleiteando a vaga de vice-governador, com Raul Henry (PMDB). 

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Ainda no guia eleitoral, João Paulo relembrou ações realizadas quando foi prefeito do Recife e destrinchou propostas para a saúde, educação e segurança. 

O guia eleitoral do candidato a governador de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), desta quarta-feira (10) foi dedicado a questionar o principal postulante adversário, Paulo Câmara (PSB). Em dois momentos, do programa o petebista enxerta alguns posicionamentos do socialista e rebate as afirmativas. 

O primeiro, é mais um pedido de esclarecimento quanto ao uso do jato Cesnna acidentado no último dia 13. O mesmo que ocasionou a morte do ex-governador Eduardo Campos (PSB) e mais seis pessoas. Armando reproduz no guia uma entrevista, onde Câmara afirma ter usado a aeronave para cumprir atividades de campanha. 

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No segundo momento, fazendo um retrospecto de 2006 até hoje quanto às parcerias com o ex-presidente Lula (PT), que também participa do guia, o senador licenciado foca na educação. Trazendo o depoimento de uma professora da rede estadual de ensino, ele questiona a promessa do socialista em ampliar para R$4 mil o piso salarial para os profissionais de educação. 

“Trabalho há seis anos no estado de Pernambuco. Já pensei em pedir a exoneração, mas penso no esforço que eu fiz para passar e nos meus alunos. Você não consegue ter uma vida digna, com R$1.300 de salário”, conta Adriana. “Nós não vimos isso acontecer de verdade na gestão de Eduardo Campos. Como é que a gente acredita que o seu candidato, com os seus projetos vai de fato cumprir este tipo de promessa. Escutar um candidato fazer este tipo de promessa você só pode rir e achar graça”, completa a professora de história.

Logo em seguida, Armando frisa que “para ensinar bem o professor precisa ganhar bem”. Além disso, o petebista destaca a manutenção de um plano de cargo e carreiras e de condições para trabalhar. “Quando a gente investe bem no professor quem ganha são os alunos”, crava o candidato. 

A vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB), rebateu, nesta sexta-feira (5), o questionamento do candidato a vice-governador pela Frente Popular, Raul Henry (PMDB), sobre que “autoridade” ela teria para criticar o uso exacerbado das imagens do ex-governador Eduardo Campos, falecido no último dia 13, durante a campanha eleitoral da chapa. Henry chegou a afirmar que a parlamentar “deixou Eduardo quando ele mais precisava”.

Alegando “estranheza” pelas críticas do peemedebista, a prima de Campos insinuou a falta de conhecimento do candidato quanto ao emprego verbal das palavras. “Utilizou de forma equivocada a palavra autoridade”, disparou a socialista.

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Reforçando que não via razão para eleger o candidato Paulo Câmara (PSB), Marília se defendeu e registrou esperar que o debate eleitoral se restrinja ao “campo de ideias”. “Minha crítica foi pessoal, por acreditar que alguém faleceu merece respeito e descanso. Afinal, quem pode dizer qual seria a vontade de Eduardo agora? Paulo?”, ironizou. “E, são também críticas políticas. Uma vez que não vejo avanços democráticos a serem conquistados utilizando imagens emocionantes do ex-governador Eduardo, ou até mesmo de seu funeral”, acrescentou.

Relembrando campanhas realizadas em 2006 e 2010, Marília afirmou que a inclusão do PMDB e do DEM na Frente Popular foi “uma das adesões mais vergonhosas” para a política estadual. “Isso mostra a pura intenção do poder pelo poder e do parasitismo político. (...) Raul mostra-se um verdadeiro poliedro – um homem que definitivamente tem vários lados”, observou. 

“Tenho memória boa e acompanho a política desde cedo. Lembro bem do deputado Raul, do seu companheiro Jarbas, do deputado Mendonça, entre outros integrantes da extinta União por Pernambuco, quando tentaram levar à lama a imagem de Miguel Arraes, meu avô, chamando-o de ladrão e também de senil; e rotulando Eduardo Campos, meu primo, de ladrão dos precatórios. Foi à campanha mais suja e baixa que já presenciei em meus 30 anos de vida”, contou Arraes. “Quero esclarecer que Miguel Arraes e Eduardo Campos NÃO eram ladrões, nem corruptos, nem tampouco incompetentes”, defendeu. 

 

O senador Humberto Costa (PT) classificou a candidatura de Marina Silva (PSB) à presidência da República como "incoerente". De acordo com ele, o programa de governo dela é "recheado de inconsistências" e o discurso de nova política da postulante "é um engodo".

“Ela recrimina as velhas raposas, mas está com o palanque cheio delas. Recrimina o PSDB, mas seu tesoureiro de campanha é candidato a vice na chapa do governador tucano de São Paulo. Recrimina o PT, mas, no Rio, o seu candidato ao Senado está na chapa do nosso colega Lindbergh Farias. Ela recrimina os transgênicos, a indústria de armas, mas o seu vice recebeu contribuições eleitorais de empresas privadas desses setores”, ressaltou ao dsicursar no plenário do Senado, nessa terça-feira (2). "Marina esconde por baixo do xale o que há de mais conservador neste país", disparou.

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Para o senador, o programa de governo de Marina, lançado na última sexta-feira (29), é a síntese das contradições que a sua candidatura representa. “É um conjunto de promessas que não se aguentou 24 horas em pé. Depois de divulgado, não suportou a pressão de setores descontentes com o seu teor. Foi desfigurado, em menos de um dia, por um punhado de tuitadas”, disse, em relação às "errata” publicadas pelo PSB sobre direitos civis da comunidade LGBT e energia nuclear.

“Como alguém se propõe a governar o Brasil desse jeito? Isso demonstra a tibieza, a fraqueza da chapa presidencial de Marina Silva, que – refutando tudo e todos – não teria ninguém para governar caso vencesse a eleição. Não teria base neste Congresso, não teria aliados, não teria apoios para aprovar projetos e jogaria o Brasil numa paralisia extremamente perigosa”, emendou. 

O líder do PT ressaltou que as críticas não se tratam de qualquer veto pessoal a Marina, pois, segundo ele, todos conhecem a sua "bela história de vida, a luta em favor da causa ambiental e o seu bom desempenho como parlamentar". "O que questiono aqui é o seu projeto para o Brasil, a 7ª economia do mundo, um país de mais de 200 milhões de habitantes, cheio de grandes complexidades que não podem ser geridas com invenções e truques, como quem tira coelho de cartola”, avalia. 

Pré-sal

O senador ressaltou ainda que Marina despreza uma das maiores descobertas brasileiras de todos os tempos: o pré-sal. “Foram anos de esforço humano e de investimentos públicos empreendidos pela Petrobras até que descobríssemos esse tesouro que nos tornará, proximamente, num dos maiores exportadores de petróleo do planeta”, observou.

“Por disposição da presidenta Dilma, mais de R$ 1,3 trilhão do pré-sal serão investidos na saúde e na educação do nosso país nos próximos 30 anos. Mas a candidata Marina Silva dá as costas a tudo isso. Nas diretrizes de política nacional de energia do seu programa de governo, sequer há citação das palavras 'petróleo' e 'pré-sal'”, completou. 

O parlamentar concluiu dizendo que os brasileiros já manifestam o entendimento de que não querem mais retroceder e devolver o Brasil a um passado de atraso e miséria, marca do PSDB. Segundo ele, o desafio, agora, é outro. "O desafio é enxergar o perigo por trás desse ‘novo’ que se propõe, desse obscurantismo que envolve essa dita ‘nova política’, que se diz progressista. Podemos preservar o que conquistamos e seguir as mudanças que iniciamos sem retroceder a um passado sombrio e sem saltar em um precipício, rumo ao desconhecido”, finalizou.

O candidato da coligação Muda Brasil, Aécio Neves (PSDB), disparou críticas contra a gestão do PT durante o programa eleitoral exibido na televisão, esta terça-feira (19). O tucano deixou claro que o problema do país é a forma como ele é governado. Segundo ele, o país vinha num ritmo de crescimento, no entanto com Dilma perdeu o rumo. 

"O problema não é o Brasil, mas a forma como ele é governado e quando o governo vira problema, tudo vira problema. A grande verdade é que as pessoas perderam a confiança na capacidade deste governo que fez o Brasil avançar. Hoje os brasileiros estão sozinhos. O que depende dos brasileiros vem dando certo, mas o que depende do governo está dando errado", crava o candidato. 

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Durante o guia, o tucano promete fazer uma administração que gaste menos com o custeio da máquina pública e mais com as pessoas. "É hora de nos unirmos por um projeto ousado", convida Aécio. O presidenciável abriu a participação no guia com uma homenagem ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), falecido na última quarta-feira (13).

O candidato a governador de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), fez uma caminhada, nesta segunda-feira (4), pelas ruas de Riacho das Almas, no Agreste do estado. Na cidade, o candidato destacou a importância da reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e a necessidade da continuidade da parceria entre o governo federal e Pernambuco. 

"Para isso, precisamos de alguém que governe e não que seja governado. De alguém que conheça o Estado: há um candidato por aí que, para andar em Pernambuco, precisa de um GPS, porque não sabe andar sozinho", alfinetou sutilmente o candidato adversário, Paulo Câmara (PSB).

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O petebista ainda falou sobre a precariedade das rodovias pernambucanas, em especial a PE-95, que margeia Riacho das Almas. "A malha viária está em péssimas condições. Digo que a PE-95 será prioridade no plano de estradas de Pernambuco", salientou. 

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